Publicidade

Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Marketing

Esta é a menor propaganda “de rua” do mundo (só dá para ver de binóculos)

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

08 de Maio de 2019

No último sábado, mais de 100 mil espectadores se reuniram no hipódromo de Churchill Downs para assistir – e apostar – na competição Kentucky Derby, maior corrida de cavalos dos Estados Unidos e uma das mais tradicionais do mundo. 

A ocasião grandiosa pareceu o local ideal para o grupo financeiro MassMutual instalar anuncios que de tão pequenos só poderiam ser vistos com ajuda de binóculos, um artigo onipresente no evento do qual os participantes lançam mão para acompanhar de perto o turfe.

Uma série de 20 miniaturas representando cenas cotidianas foram criadas pela agencia de publicidade nova-iorquina Johannes Leonardo e espalhadas em torno das principais áreas do terreno, como vigas dos telhados e campo interno.

Os minúsculos dioramas, com pessoas fazendo churrasco e passeando o cachorro, exibem cartazes com mensagens do tipo: “Observe mais de perto suas finanças para ver o quadro geral”.

Batizada de “Pequenos Atos”, a campanha traz a mensagem de que pequenos atos podem fazer uma grande diferença no futuro financeiro.

Em entrevista ao site Adweek, Jennifer Halloron, chefe de marca e publicidade da MassMutual explicou que a campanha também queria “surpreender e encantar” os adeptos do turfe e ao mesmo tempo homenagear a história do evento.

O MassMutual celebra seu segundo ano como parceiro do Kentucky Derby.

Letras miúdas no microscópio

Já que estamos falando de miudezas, em 2018, a fabricante holandesa de equipamentos para semicondutores, ASML, entrou para o Guinness World Records (o livro dos recordes) com o menor anúncio do mundo.

Invisível a olho nu, o anúncio publicitário tem 33,272 micrômetros (µm) de comprimento por 7,76 μm de largura. Detalhe: um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro. Ele seria facilmente coberto por um único fio de cabelo humano, que tem cerca de 75 micrômetros de largura.

O anúncio foi criado em uma das máquinas de litografia da ASML, que são usadas para criar microchips em escala nanométrica, o que, por sua vez, permite que dispositivos eletrônicos se tornem mais baratos, mais rápidos e mais poderosos.

Ele foi gravado e impresso com luz ultravioleta em uma placa de silício de 300 mm e  continha o texto “Para ser realmente pequeno, você tem que pensar grande #Smallest_AD ASML”.

 

Publicidade

Cervejaria Ambev troca nome de todas suas marcas em campanha de alerta

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de Maio de 2019

Em ação inédita, todas as marcas da cervejaria ambevtrocaram de nome. No logo Brahma, agora lê-se “Bhamra” e no de Stella Artois, “Stela Atrios”.

Mas calma, a mudança é apenas temporária e parte de uma campanha sobre consumo consciente.

É por isso que os nomes das marcas de cervejas aparecem com letras trocadas, em analogia à confusão mental que o consumo irresponsável de bebidas alcoólicas provoca em uma pessoa. 

A campanha nacional estreou no domingo (28), com inserções antes e durante a transmissão da primeira rodada do campeonato brasileiro pela Globo.

Paralelamente, de forma bem humorada, as marcas Skol, Budweiser, Stella Artois e Antarctica alteraram as fotos dos perfis de suas redes sociais para logos com letras trocadas, provocando curiosidade em seus seguidores.

Estimativas de mercado apontam que o volume de vendas de cervejas da ambev, dona de dois terços do setor cervejeiro, tenha crescido pelo menos 7% no primeiro trimestre.

leia tudo sobre

Publicidade

AMBEV TRAZ CHOPP STELLA ARTOIS A FORTALEZA

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

26 de Abril de 2019

A cerveja Stella Artois tem uma novidade para os cearenses: a chegada do Chopp Stella Artois. O lançamento acontece no dia 29 de abril, no Boteco Praia, e a previsão é de que chegue a outros pontos de venda da capital cearense ao longo de 2019.   

Stella Artois é uma cerveja que carrega uma história de mais de 600 anos. É levemente amarga e traz em sua fórmula lúpulo especial vindo da República Tcheca e uma levedura exclusiva vinda da Bélgica, que só existe em sua fórmula.

O Chopp Stella Artois requer Ritual para ser servido com perfeição: um banho de água fria para esfriar o cálice e manter o colarinho do chope. As primeiras gotas são sacrificadas; um pequeno preço para garantir o sabor mais fresco. O cálice é inclinado a 45 graus para obter a combinação perfeita entre espuma e líquido. Nesse momento, o colarinho perfeito é formado, prendendo o frescor.

“Stella Artois sabe como tornar cada momento com quem gostamos em uma ocasião ainda mais especial por meio de um líquido de alta qualidade com mais de 600 anos de tradição cervejeira”, afirma Lucas de Oliveira, gerente de marketing de Stella Artois.

Publicidade

Adidas lança tênis do futuro feito de um único material e 100% reciclável

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Vida

25 de Abril de 2019

Fãs de corrida sabem muito bem como é fácil se apegar a um tenis que aguenta o “tranco” dos exercícios, e como é triste ter que se desfazer dele depois de tantos usos. Mas e se fosse possível transformá-lo em outro par novinho reaproveitando todo seu material?

Essa é proposta de uma nova linha de tênis de performance da Adidas que é 100% reciclável: o Futurecraft Loop, definido pela fabricante de artigos esportivos como o “primeiro tênis para corrida feito para ser refeito”.

Apresentado nesta semana nos Estados Unidos a um grupo seleto de jornalistas e esportistas, o tênis traz apenas um material em sua composição — um novo tipo de poliuretano termoplástico, que o reveste por inteiro, da língua e cordões à entressola. 

Essa característica facilita a reciclagem do tênis, já que não é preciso separar os componentes do produto por materiais diferentes. Quando estiverem velhos, os tênis poderão ser devolvidos à Adidas. E aí começa a mágica: ao fim de sua vida útil, os calçados serão lavados, moídos em grânulos e dissolvidos em materiais para gerar um novo par.

Para isso, a fabricante precisou desenvolver um processo de criação loop, ou seja, de ciclo de vida fechado, em que as matérias-primas podem ser reutilizadas várias vezes.  Mas, por se tratar de uma senhora inovação na indústria, ainda há muito espaço para atingir o reaproveitamento integral dos materiais.

Embora o tênis seja totalmente reciclável, o material reciclado só pode constituir 10% da próxima geração de sapato para manter seu nível de desempenho no uso. A Adidas espera melhorar esse índice nos próximos anos, para finalmente alcançar o ideal de circularidade do produto, aproveitando todo material do item antigo.

“O que acontece com seus sapatos depois de usá-los? Você os joga fora, exceto que não existe o ‘fora’. Existem apenas aterros e incineradores e, finalmente, uma atmosfera sufocada com excesso de carbono, ou oceanos cheios de lixo plástico”, declarou Eric Liedtke, membro do Conselho Executivo da Adidas.

“O próximo passo é acabar com o conceito de desperdício inteiramente. Nosso sonho é que você possa continuar usando os mesmos sapatos repetidas vezes”, garantiu o executivo em comunicado da marca.

A investida integra o plano de sustentabilidade da empresa de artigos esportivos para reduzir a geração de resíduos de seu processo produtivo, especialmente plástico.

Desde 2015, a marca trabalha em parceria com o programa Parley for the Oceansna produção de calçados feitos com fios e filamentos recuperados e reciclados de lixo plástico marinho e redes de pesca ilegais encontrados nos oceanos. Em 2019, a Adidas produzirá 11 milhões de pares de calçados dentro desse projeto.

Apenas 200 unidades do Futurecraft Loop foram lançadas como parte de um programa piloto. Elas serão testadas por pessoas selecionadas pela marca ao longo dos próximos meses.

Uma segunda geração do modelo deverá ser lançada em 2021, dessa vez para o público geral. Será o início de uma nova forma de comprar e vender o mesmo tênis, de novo, e de novo….e de novo? A conferir.

Publicidade

Com 46 sabores e cinco linhas de picolés e sorvetes, Pardal é marca consagrada na gastronomia cearense

Por rodrigogoyanna em Marketing

09 de Abril de 2019

Com o preceito que um sorvete é um gesto de carinho e simpatia, a Pardal é uma marca cearense de picolés e sorvetes que conquistou o Brasil. Conhecida pelos seus sabores autênticos e formato único, os produtos Pardal são referência no Nordeste e trazem na bagagem qualidade, tecnologia e receitas originais que cativam o público.

O segredo do sucesso é simples: a qualidade dos sorvetes produzidos. Com ingredientes naturais e sabor único, a Pardal sempre buscou oferecer o melhor produto ao seus clientes. A marca conquistou tanto o paladar do público que em pouco tempo a empresa precisou aumentar seu raio de distribuição, chegando a outras cidades do interior do Rio Grande do Norte e finalmente a Fortaleza.

Quase três décadas depois, a empresa produz mais de 40 mil picolés e 8 mil litros de sorvete diariamente. Os produtos são os mais diversificados possíveis, tendo desde picolés – com sabores ao leite e à base de frutas – a potes de sorvete e sundaes.

São cinco linhas que reúnem os 46 sabores da marca: Original, Clássicos, Fun, Livre e Supra, em picolés, sundaes e sorvetes em potes, distribuídos nos melhores empreendimentos do Ceará, do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Confira os sabores:

Original

A linha Original reúne os sabores queridinhos da marca, com sabores típicos do Nordeste criados há 29 anos e ainda em alta entre os clientes, como Tapioca, Coco, Açaí e Banana e o famoso picolé de Castanha.

Clássicos

A linha Clássicos concentra os sabores mais tradicionais de sorvete, como Chocolate, Morango, Flocos e Napolitano.

Fun

Sabores que remetem à infância e a diversão, a linha Fun tem como destaques os sabores Doce de Leite, Leite Condensado, Uva, Moça Linda, Chiclete, Pedacinho do Céu, além dos sundaes de Chocolate e Morango.

Livre

Para quem busca os benefícios da fruta e produtos com baixa caloria, e/ou um produto sem adição de leite, a linha Livre possui picolés de Abacaxi, Tangerina, Limão, Maracujá e Goiaba.

Supra

Explorando tons e texturas do chocolate, a linha Supra traz o sorvete no palito com cobertura de chocolate, em picolés especiais de Chocolate, Chocolate Branco, Baunilha, Castanha e Napolitano.

Sorvetes de pote

Além dos picolés e sundaes, a Pardal Sorvetes conta com dezessete sabores de sorvete vendidos em embalagens para todos os momentos, em potes de 140ml, 480ml e 1,5L. Entre os destaques estão os sabores Brigadeiro, 3 Chocolates, Menta com Chocolate, Moça Linda, Creme com Passas e os recém lançados Açaí e Banana, Churros com Doce de Leite e Castanha, que já são sucesso de venda nas lojas e supermercados parceiros.

Em Fortaleza, os sorvetes e picolés podem ser adquiridos em centenas de pontos de venda espalhados por toda a cidade. Desde março, os produtos Pardal também são encontrados no aplicativo de delivery iFood, em funcionamento de segunda a domingo.

leia tudo sobre

Publicidade

Clientes do Shopping Iguatemi Fortaleza ganharão sorvete de graça no dia 9 de abril

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

09 de Abril de 2019

Os amantes do sorvete têm encontro marcado no próximo dia 9 de abril (terça-feira), no Shopping Iguatemi. Na ocasião, a Ben & Jerry’s realiza o Free Cone Day, ação que distribuirá sorvete gratuitamente, de 12h às 20h. A ação é realizada pela marca na mesma data em todo o mundo.

Para garantir a participação, basta entrar na fila para pegar o sorvete, mas atenção: só se pode pegar uma bola por vez. Se desejarem, as pessoas podem voltar para a fila. A distribuição de sorvetes será feita até as 20h. A fila pode ser encerrada antes do fim do evento (20h) caso a previsão de atendimento ultrapasse esse horário. O Free Cone Day foi criado pela Ben & Jerry’s em 1979. Todo ano a marca reserva um dia para retribuir o apoio dos clientes e distribuir seu sorvete gratuitamente durante o dia inteiro.

leia tudo sobre

Publicidade

Abaixa que é tiro!

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

26 de Março de 2019

Abaixa
A geração abaixa que é tiro, não abaixa, mas se rebaixa, ao atirar julgamentos de valor para todos os lados, e longe de ser atingido pela bala da empatia, acredita que o sinônimo de pensar/ser diferente é exclusivamente estar errado; na verdade, todo ponto de vista, é somente um ponto, a partir de uma única vista, dentre tantas outras.
.
A geração abaixa que é tiro, tira de si a oportunidade de viver, e incorpora a fuga da sua verdade, pra se aproximar da mentira que outros criam para você.
.
A geração abaixa que é tiro precisa urgentemente levantar, e atirar contra si, suicidando esse medo absorvido de não ser igual. Virou best seller a leitura e aplicação do manual das pessoas idênticas?
.
Não abaixa mais! Levanta e não atira! Junta um exército de bons corações e vem fazer o bem. Porque o viver não tem replay. Quando teu filme estiver perto do fim, vai ser impossível rebobinar pra ser o protagonista da própria historia. Cada momento é tão único quanto valoroso. Qual o alimento que tem sido a refeição da tua fonte de vida? Já dizia Santo Agostinho: “não sacia a fome quem lambe pão pintado.”

leia tudo sobre

Publicidade

Por rodrigogoyanna em Marketing, Vida

21 de Março de 2019

Três notícias recentes envolvendo as questões “oceanos” e “plásticos” chamaram a atenção para um problema assustador. Primeiro, um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Davos desse ano previu que, em 2050, o oceano terá mais plástico que peixes. E que 99% das aves que consomem animais marinhos também terão plástico em seus estômagos.

Depois, um artigo publicado na revista Royal Society Open Science mostrou resultados de uma pesquisa que encontrou resíduos plásticos em pontos extremamente profundos do oceano, mostrando que a contaminação se alastrou completamente pelo ecossistema, não ficando restrita às baías e superfícies. Os cientistas encontraram plásticos em “pulgas do mar”, que vivem a milhares de metros abaixo da superfície. Esses pequenos organismos são ingeridos por predadores maiores, gerando uma contaminação em toda a cadeia alimentar.

Finalmente, nessa semana,  uma baleia morta encalhada numa praia nas Filipinas foi examinada postumamente por pesquisadores de uma ONG. Eles encontraram cerca  de 40 quilos de plástico em seu estomago. Entre o lixo, 16 sacos de arroz. Não dá para saber se essa foi exatamente a causa da morte, mas certamente tamanha contaminação em seu estômago não fazia bem.

Esses três fatos preocupantes remetem à mais nova campanha da entidade sea Sheperd, ONG focada na conservação da vida marinha. As peças divulgadas pela organização chocam para atrair a atenção para o problema do lixo plástico nos oceanos. As imagens mostram animais marinhos sufocando com uma simples sacola de supermercado, em desespero e agonia.

O texto dos cartazes diz “O plástico que você usa uma vez tortura os oceanos para sempre”. Fato. Se uma sacola plástica jogada indevidamente no mar foi usada apenas por alguns minutos por um consumidor, ela ficará pelo menos uma centena de anos “viva” nas águas, prejudicando muitas espécies marinhas. Tartarugas marinhas, por exemplo, muitas vezes confundem as sacolas com águas-vivas, essas sim seus alimentos naturais. O engano é fatal.

A campanha foi criada pelas agências Tribal Worldwide São Paulo e pela DDB da Guatemala.

Veja as imagens da campanha:

Campanha da entidade Sea Shepherd: alerta para problema do lixo no oceano (Sea Shepherd/Divulgação)

leia tudo sobre

Publicidade

Lexus lança documentário de 60 mil horas de duração

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

18 de Março de 2019

Você gosta de assistir a documentários? De qualquer tipo? E se ele tivesse 60 mil horas de duração? Bem, mesmo que você topasse o desafio, a tarefa seria ingrata – e provavelmente impossível. Seria preciso quase sete anos, sem parar, para ver um filme deste tamanho.

A fabricante automotiva lexus, mesmo sabendo que nenhum consumidor seu jamais terá sete anos livres para essa tarefa, lançou um documentário de 60 mil horas. O filme explora o conceito de “artesão” e a arte de se dedicar com paciência a uma tarefa manual até atingir o nível da perfeição. Os japoneses chamam a isso de “takumi” – e eles são conhecidos pelas artes milenares extremamente aperfeiçoadas.

Com o conceito, a Lexus quer explorar a ideia de que ela, enquanto marca, também quer se dedicar com extremo afinco à arte de fabricar carros – e que se importa muito com o resultado final entregue ao consumidor. Tenta dizer que ela se importa tanto que chega ao nível dos “takumis” japoneses. A ideia é o oposto da automação da inteligência artificial, conceito explorado pela Lexus em 2018, quando ela lançou um comercial cujo roteiro havia sido escrito por uma IA e buscava refletir sobre quanto um “robô” poderia trazer de intuição ao processo criativo.

Para tal oposto, ou seja, a arte não feita por algoritmos, mas pela dedicação de centenas de horas de um ser humano, o documentário da Lexus gravou cenas com quatro artesãos japoneses: um carpinteiro, uma artista que trabalha com tradicionais recortes de papel, um chef e um designer automotivo (que trabalha para a Lexus). Que fique claro: era impossível gravar 60 mil horas de material inédito. Seria preciso três décadas para uma equipe conseguir gravar tanto material – como em qualquer filme, cada minuto de gravação exige muitas horas de trabalho.

O que a Lexus fez foi gravar entre três e cinco minutos de material de cada um dos quatro artesãos e depois criar uma sequência de loops, repetindo as cenas e criando as tais 60 mil horas. Mas a metáfora é clara: a repetição “infinita” da tarefa dos artesãos, exemplificando dedicação e concentração absolutas. Para quem não quer encarar as 60 mil horas, a marca vai lançar uma versão mais “normal” do vídeo: apenas 54 minutos. A campanha foi criada pela agência britânica The&Partnership.

O nome oficial do filme é “Takumi: A 60,000-Hour Story on the Survival of Human Craft”. ele estará disponivel em um site criado para a campanha. Já a versão de 54 minutos estreia em 19 de março no Amazon Prime Video, Google Play, e iTunes. Os artesãos que estrelam a campanha são o carpinteiro Shigeo Kiuchi, o chef Hisato Nakahigashi (estrelado pela Michelin), a artista Nahoko Kojima e o “takumi” Katsuaki Suganuma, que trabalha para a Lexus há 32 anos e cuida de fazer a inspeção final dos carros que saem da linha de produção, garantindo que estão “perfeitos”, ao melhor estilo do olhar atento oriental.

Na América do Norte, a Lexus vendeu 298.310 veículos em 2018, 2,2% menos que em 2017. É um pouco menos que a venda de modelos Corolla em 2018 (303.732).

Confira o trailer:

 

 

Publicidade

As 10 tendências globais de consumo em 2019

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de Fevereiro de 2019

O comportamento e o interesse dos consumidores estão mudando – e as marcas precisam entender os novos movimentos que se anunciam se quiserem continuar a falar com o seu público de modo eficiente e inovador.

Um novo estudo da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International revela as principais tendências de consumo que surgem em 2019 e que deverão ditar os próximos anos.

No geral, a pesquisa assinala que inteligência para saber usar o imenso leque de opções e poder de decisão disponíveis é essencial em 2019. “O grande desafio é saber dar sentido a tudo”, diz o estudo.

As autoras destacam que os consumidores estão ficando mais inteligentes (“todos são especialistas”) e autossuficientes. Além disso, demandam cada vez mais autenticidade e imediatismo. “Consumidores estão buscando por autenticidade, produtos diferenciados e experiências para que eles possam expressar sua individualidade. Consumidores em países em desenvolvimento estão reavaliando seus hábitos de consumo, abandonado o materialismo exagerado e buscando simplicidade, autenticidade e individualidade”, escrevem Angus e Westbrook.

Questões éticas e sobre o meio-ambiente também estão deixando de ser demandas de nicho e pautas de poucas marcas para se tornarem pontos essenciais para qualquer um. O movimento anti-plástico de 2018 (contra os canudinhos, por exemplo) mostrou que a preocupação ambiental veio para ficar.

As autoras também destacam a valorização do tempo individual, para uma “solitude” (que é diferente de solidão), a facilidade de contato via plataformas digitais e também a questão do envelhecimento: gerações mais velhas querem ser lembradas pelas marcas. “Os baby-boomers têm muito mais em comum em torno de valores e prioridades com os millennials e gerações mais jovens que muitos podem imaginar”, escrevem.

Confira, a seguir, as 10 tendências de consumo em 2019:

1. Pessoas mais velhas querem se sentir e agir como mais novas – e ser tratadas como tal
Em 2019, surgem os “agnósticos da idade”, aqueles que não acreditam mais que idade ou velhice é sinônimo de “piorar”. Eles não têm uma visão passiva sobre o envelhecimento e cuidam cada vez mais da aparência e da saúde. Pesquisas mostram que a geração que nasceu entre 1946 e 1964 também se preocupa com inovações tecnológicas, novos apps e novos smartphones.

Com populações envelhecendo em todo o mundo (no Japão, mais da metade da população terá mais de 50 anos em 2025), essa fatia de consumidores se torna essencial para marcas e empresas, que devem enxergar um potencial de crescimento na faixa etária. Aliás, essa faixa da população tem mais poder de compra que os mais jovens.

2. De volta ao básico: menos é mais
Consumidores tendem, cada vez mais, a rejeitar o genérico, os produtos massificados. A preferência, agora, é dada aos produtos simplificados e focados. Consumidores também estão reavaliando seus hábitos de consumo, rejeitando o materialismo e o consumismo e dando preferência a experiências mais simples e autênticas. Comprar comida localmente, de pequenos produtores, exemplifica a tendência.

No mercado de bebidas, o aumento no consumo de produtos artesanais (como as craft beers) reflete a tendência anti-massificação. No mercado de beleza, os produtos chamados DIY (Do It Yourself – faça você mesmo) também tem visto um boom de interesse e consumo. Segundo Kseniia Galenytska, analista sênior do Euromonitor: “A demanda por produtos que usam ingredientes naturais tem crescido. 29% dos consumidores buscam produtos de pele totalmente naturais e a demanda por transparência total de ingredientes alcançou 19% dos consumidores”.

3. Consumo consciente
Consumidores estão cada vez mais conscientes e buscam decisões positivas na maneira de comprar e consumir um produto ou serviço. O “mindfulness” chegou ao consumo. Essa parcela crescente de consumidores tem consciência do impacto negativo que o consumo exagerado e irresponsável está causando no mundo. Essa consciência abarca seres humanos, animais e meio-ambiente.

O veganismo e os produtos eco-friendly ganham mais espaço com essa tendência entre os consumidores ao redor do globo. Em países em desenvolvimento, consumir carne vermelha ainda é visto como sinal de maior poder aquisitivo e prosperidade. Mas, mesmo nesses países, como Nigéria, Paquistão e Brasil, as dietas vegetarianas ganharam espaço. Os produtos que não promovem testes em animais também estão sendo cada vez mais exigidos. Segundo o estudo, “a ética se tornou mainstream”, ou seja, se popularizou, e o conceito de negócio eticamente responsável mudou, abrangendo muito mais tópicos.

4. Digitalmente unidos
A transformação dos meios digitais e da tecnologia, que na última década evoluiu de “facilitador da comunicação” à criação de novas e multidimensionais formas de interação, vai continuar a criar novas experiências coletivas e moldar a maneira pela qual consumidores se conectam e colaboram.

Indústrias inteiras já estão se transformando para oferecer soluções e opções virtuais, como as áreas médica e do Direito. Os trabalhos e interações virtuais, onde será possível trabalhar e colaborar em equipe, mesmo à distância, serão cada vez mais comuns.

Segundo Mattew Hudak, analisa de pesquisa do Euromonitor, a realidade virtual surgida no mundo dos videogames vai se expandir para todas as áreas profissionais. Segundo ele, o desafio da próxima geração de novas tecnologias será o de fazer um balanço entre a facilidade do uso do consumidor (tecnologia user-friendly) e as altas capacidades técnicas do serviço ou produto em questão.

5. Todo mundo é especialista: conhecimento é poder
Em uma era de alta acessibilidade, onde tudo está ao alcance de um botão, consumidores sabem que podem contar com informações instantâneas para decidir suas compras. A relação entre varejista e consumidor mudou. Se antes estes buscavam certas marcas ou especialistas em quem podiam confiar para tomar suas decisões, agora consumidores muito bem informados tomam decisões por conta própria e conversam entre si em busca de conselhos e informações.

Nas redes sociais, consumidores não precisam das marcas para relatar problemas, fazer críticas, ou elogiar um produto ou serviço. O poder da informação está na mão de quem consome. Além disso, só crescem o poder dos “influenciadores” nas redes sociais. Nessa onda, a velha máxima “o cliente tem sempre razão” se tornou ainda mais uma verdade inquestionável.

O poder desses consumidores molda o e-commerce, onde sites contam com avaliações e rankings criados pelos compradores, que monitoram a todo instante preços e qualidade de produtos e atendimentos. Não há espaço para falta de transparência. Qualquer erro é imediatamente relatado e compartilhado.

6. Espaço próprio: o valor de “ficar sozinho”
O tempo onde a fronteira privada e profissional desaparecia (gerando o problema dos “workaholics”) ficou para trás, assim como aquele tempo criado pelas redes sociais onde as pessoas sofriam de ansiedade por sentirem que, ao ficar em casa, estavam “perdendo alguma coisa”. Em 2019, a valorização do tempo sozinho, do momento “eu”, veio para ficar. Não tem nada de errado em ficar em casa curtindo a própria companhia, longe do e-mail, dos eventos e das redes sociais.

Outra tendência mostra consumidores mais cuidadosos com o que compartilhavam online, valorizando mais a privacidade. Muita gente percebeu que não dava para ficar 24 horas por dia “competindo” em termos de experiência e felicidade nas redes sociais. As experiências da “vida real” voltaram a ser valorizados como escape do estresse constante da vida online.

7. “Deixa que eu faço” – Consumidores podem cuidar deles mesmos
Consumidores estão cortando o “meio de campo”, os profissionais intermediários, e fazendo eles mesmos. Sem consultar um profissional, pessoas resolvem seus próprios problemas com versatilidade. E se antes consumidores se deixavam levar pelo “hype” de novos produtos, agora eles buscam soluções simples e eficazes, que se encaixem no que eles desejam. De olho, por exemplo, na saúde, esses novos consumidores buscam soluções práticas de alimentos, valorizando produtos orgânicos.

Para atingir resultados pessoais de felicidade e saúde, esses consumidores estão dispostos a gastar mais se preciso. Sarah Petersson, pesquisadora sênior do Euromonitor, diz: “Ser capaz de ‘cuidar de si mesmo’ é visto como um luxo que permite às pessoas serem mais versáteis, expandirem suas possibilidades. Essa tendência reflete no modo como as pessoas comem, bebem e cuidam da sua saúde”.

8. Um mundo sem plástico – Consumidores mais atentos ao desperdício
A luta por uma sociedade livre da “escravidão do plástico” ganhou força nos últimos anos e só crescerá em 2019, com consumidores mais atentos que rejeitam produtos cuja embalagem plástica é descartada com apenas um uso ou aqueles produtos de beleza que trazem micropartículas plásticas que poluem gravemente os oceanos. Pela versatilidade, 63% das embalagens de produtos como alimentos, produtos de beleza e produtos para o lar vêm em embalagens plásticas. Mas o uso pelos consumidores será mais consciente, buscando reciclagem, reuso e consumo consciente.

Com essa tendência, consumidores vão se mostrar a gastar mais em produtos com materiais recicláveis e cujas marcas se preocupam efetivamente com o meio-ambiente.

9. Eu quero agora! – Soluções rápidas e sem problemas
Eficiência é a palavra-chave. Consumidores estão mais atarefados e desejam serviços e produtos que são entregues rapidamente e da maneira mais simples possível, sem problemas. Preocupados em ter mais tempo e dar mais atenção aos seus trabalhos e vida pessoal, esses consumidores querem se preocupar o menos possível com as questões práticas da vida: uma compra no mercado, um novo serviço no celular: tudo precisa ser feito da maneira mais suave possível, requerendo a menor preocupação possível.

Tempo também é, cada vez mais, precioso. Uma boa parcela dos consumidores em 2019 tenderão a gastar mais dinheiro caso o serviço ou produto poupe-lhes tempo. A tecnologia 5G, o big data e a inteligência artificial colocarão à disposição serviços e produtos que salvarão muito tempo de seus consumidores cativos.

10. Amando a vida de solteiro
Pessoas acima dos 50 anos estão ficando mais solteiras e aproveitando essa nova vida. Solteiros por toda a vida ou recentemente viúvos ou separados, esses consumidores têm mais poder de consumo e estão adotando um estilo de vida típico dos jovens solteiros. Na próxima década, o crescimento no número de lares com solteiros será maior que o crescimento de qualquer outro tipo de lar.

Questão de conveniência e custo são essenciais para esses consumidores. Eles priorizam a segurança financeira e pensam na hora de tomar decisões de consumo mais que gerações mais jovens.

leia tudo sobre

Publicidade

As 10 tendências globais de consumo em 2019

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de Fevereiro de 2019

O comportamento e o interesse dos consumidores estão mudando – e as marcas precisam entender os novos movimentos que se anunciam se quiserem continuar a falar com o seu público de modo eficiente e inovador.

Um novo estudo da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International revela as principais tendências de consumo que surgem em 2019 e que deverão ditar os próximos anos.

No geral, a pesquisa assinala que inteligência para saber usar o imenso leque de opções e poder de decisão disponíveis é essencial em 2019. “O grande desafio é saber dar sentido a tudo”, diz o estudo.

As autoras destacam que os consumidores estão ficando mais inteligentes (“todos são especialistas”) e autossuficientes. Além disso, demandam cada vez mais autenticidade e imediatismo. “Consumidores estão buscando por autenticidade, produtos diferenciados e experiências para que eles possam expressar sua individualidade. Consumidores em países em desenvolvimento estão reavaliando seus hábitos de consumo, abandonado o materialismo exagerado e buscando simplicidade, autenticidade e individualidade”, escrevem Angus e Westbrook.

Questões éticas e sobre o meio-ambiente também estão deixando de ser demandas de nicho e pautas de poucas marcas para se tornarem pontos essenciais para qualquer um. O movimento anti-plástico de 2018 (contra os canudinhos, por exemplo) mostrou que a preocupação ambiental veio para ficar.

As autoras também destacam a valorização do tempo individual, para uma “solitude” (que é diferente de solidão), a facilidade de contato via plataformas digitais e também a questão do envelhecimento: gerações mais velhas querem ser lembradas pelas marcas. “Os baby-boomers têm muito mais em comum em torno de valores e prioridades com os millennials e gerações mais jovens que muitos podem imaginar”, escrevem.

Confira, a seguir, as 10 tendências de consumo em 2019:

1. Pessoas mais velhas querem se sentir e agir como mais novas – e ser tratadas como tal
Em 2019, surgem os “agnósticos da idade”, aqueles que não acreditam mais que idade ou velhice é sinônimo de “piorar”. Eles não têm uma visão passiva sobre o envelhecimento e cuidam cada vez mais da aparência e da saúde. Pesquisas mostram que a geração que nasceu entre 1946 e 1964 também se preocupa com inovações tecnológicas, novos apps e novos smartphones.

Com populações envelhecendo em todo o mundo (no Japão, mais da metade da população terá mais de 50 anos em 2025), essa fatia de consumidores se torna essencial para marcas e empresas, que devem enxergar um potencial de crescimento na faixa etária. Aliás, essa faixa da população tem mais poder de compra que os mais jovens.

2. De volta ao básico: menos é mais
Consumidores tendem, cada vez mais, a rejeitar o genérico, os produtos massificados. A preferência, agora, é dada aos produtos simplificados e focados. Consumidores também estão reavaliando seus hábitos de consumo, rejeitando o materialismo e o consumismo e dando preferência a experiências mais simples e autênticas. Comprar comida localmente, de pequenos produtores, exemplifica a tendência.

No mercado de bebidas, o aumento no consumo de produtos artesanais (como as craft beers) reflete a tendência anti-massificação. No mercado de beleza, os produtos chamados DIY (Do It Yourself – faça você mesmo) também tem visto um boom de interesse e consumo. Segundo Kseniia Galenytska, analista sênior do Euromonitor: “A demanda por produtos que usam ingredientes naturais tem crescido. 29% dos consumidores buscam produtos de pele totalmente naturais e a demanda por transparência total de ingredientes alcançou 19% dos consumidores”.

3. Consumo consciente
Consumidores estão cada vez mais conscientes e buscam decisões positivas na maneira de comprar e consumir um produto ou serviço. O “mindfulness” chegou ao consumo. Essa parcela crescente de consumidores tem consciência do impacto negativo que o consumo exagerado e irresponsável está causando no mundo. Essa consciência abarca seres humanos, animais e meio-ambiente.

O veganismo e os produtos eco-friendly ganham mais espaço com essa tendência entre os consumidores ao redor do globo. Em países em desenvolvimento, consumir carne vermelha ainda é visto como sinal de maior poder aquisitivo e prosperidade. Mas, mesmo nesses países, como Nigéria, Paquistão e Brasil, as dietas vegetarianas ganharam espaço. Os produtos que não promovem testes em animais também estão sendo cada vez mais exigidos. Segundo o estudo, “a ética se tornou mainstream”, ou seja, se popularizou, e o conceito de negócio eticamente responsável mudou, abrangendo muito mais tópicos.

4. Digitalmente unidos
A transformação dos meios digitais e da tecnologia, que na última década evoluiu de “facilitador da comunicação” à criação de novas e multidimensionais formas de interação, vai continuar a criar novas experiências coletivas e moldar a maneira pela qual consumidores se conectam e colaboram.

Indústrias inteiras já estão se transformando para oferecer soluções e opções virtuais, como as áreas médica e do Direito. Os trabalhos e interações virtuais, onde será possível trabalhar e colaborar em equipe, mesmo à distância, serão cada vez mais comuns.

Segundo Mattew Hudak, analisa de pesquisa do Euromonitor, a realidade virtual surgida no mundo dos videogames vai se expandir para todas as áreas profissionais. Segundo ele, o desafio da próxima geração de novas tecnologias será o de fazer um balanço entre a facilidade do uso do consumidor (tecnologia user-friendly) e as altas capacidades técnicas do serviço ou produto em questão.

5. Todo mundo é especialista: conhecimento é poder
Em uma era de alta acessibilidade, onde tudo está ao alcance de um botão, consumidores sabem que podem contar com informações instantâneas para decidir suas compras. A relação entre varejista e consumidor mudou. Se antes estes buscavam certas marcas ou especialistas em quem podiam confiar para tomar suas decisões, agora consumidores muito bem informados tomam decisões por conta própria e conversam entre si em busca de conselhos e informações.

Nas redes sociais, consumidores não precisam das marcas para relatar problemas, fazer críticas, ou elogiar um produto ou serviço. O poder da informação está na mão de quem consome. Além disso, só crescem o poder dos “influenciadores” nas redes sociais. Nessa onda, a velha máxima “o cliente tem sempre razão” se tornou ainda mais uma verdade inquestionável.

O poder desses consumidores molda o e-commerce, onde sites contam com avaliações e rankings criados pelos compradores, que monitoram a todo instante preços e qualidade de produtos e atendimentos. Não há espaço para falta de transparência. Qualquer erro é imediatamente relatado e compartilhado.

6. Espaço próprio: o valor de “ficar sozinho”
O tempo onde a fronteira privada e profissional desaparecia (gerando o problema dos “workaholics”) ficou para trás, assim como aquele tempo criado pelas redes sociais onde as pessoas sofriam de ansiedade por sentirem que, ao ficar em casa, estavam “perdendo alguma coisa”. Em 2019, a valorização do tempo sozinho, do momento “eu”, veio para ficar. Não tem nada de errado em ficar em casa curtindo a própria companhia, longe do e-mail, dos eventos e das redes sociais.

Outra tendência mostra consumidores mais cuidadosos com o que compartilhavam online, valorizando mais a privacidade. Muita gente percebeu que não dava para ficar 24 horas por dia “competindo” em termos de experiência e felicidade nas redes sociais. As experiências da “vida real” voltaram a ser valorizados como escape do estresse constante da vida online.

7. “Deixa que eu faço” – Consumidores podem cuidar deles mesmos
Consumidores estão cortando o “meio de campo”, os profissionais intermediários, e fazendo eles mesmos. Sem consultar um profissional, pessoas resolvem seus próprios problemas com versatilidade. E se antes consumidores se deixavam levar pelo “hype” de novos produtos, agora eles buscam soluções simples e eficazes, que se encaixem no que eles desejam. De olho, por exemplo, na saúde, esses novos consumidores buscam soluções práticas de alimentos, valorizando produtos orgânicos.

Para atingir resultados pessoais de felicidade e saúde, esses consumidores estão dispostos a gastar mais se preciso. Sarah Petersson, pesquisadora sênior do Euromonitor, diz: “Ser capaz de ‘cuidar de si mesmo’ é visto como um luxo que permite às pessoas serem mais versáteis, expandirem suas possibilidades. Essa tendência reflete no modo como as pessoas comem, bebem e cuidam da sua saúde”.

8. Um mundo sem plástico – Consumidores mais atentos ao desperdício
A luta por uma sociedade livre da “escravidão do plástico” ganhou força nos últimos anos e só crescerá em 2019, com consumidores mais atentos que rejeitam produtos cuja embalagem plástica é descartada com apenas um uso ou aqueles produtos de beleza que trazem micropartículas plásticas que poluem gravemente os oceanos. Pela versatilidade, 63% das embalagens de produtos como alimentos, produtos de beleza e produtos para o lar vêm em embalagens plásticas. Mas o uso pelos consumidores será mais consciente, buscando reciclagem, reuso e consumo consciente.

Com essa tendência, consumidores vão se mostrar a gastar mais em produtos com materiais recicláveis e cujas marcas se preocupam efetivamente com o meio-ambiente.

9. Eu quero agora! – Soluções rápidas e sem problemas
Eficiência é a palavra-chave. Consumidores estão mais atarefados e desejam serviços e produtos que são entregues rapidamente e da maneira mais simples possível, sem problemas. Preocupados em ter mais tempo e dar mais atenção aos seus trabalhos e vida pessoal, esses consumidores querem se preocupar o menos possível com as questões práticas da vida: uma compra no mercado, um novo serviço no celular: tudo precisa ser feito da maneira mais suave possível, requerendo a menor preocupação possível.

Tempo também é, cada vez mais, precioso. Uma boa parcela dos consumidores em 2019 tenderão a gastar mais dinheiro caso o serviço ou produto poupe-lhes tempo. A tecnologia 5G, o big data e a inteligência artificial colocarão à disposição serviços e produtos que salvarão muito tempo de seus consumidores cativos.

10. Amando a vida de solteiro
Pessoas acima dos 50 anos estão ficando mais solteiras e aproveitando essa nova vida. Solteiros por toda a vida ou recentemente viúvos ou separados, esses consumidores têm mais poder de consumo e estão adotando um estilo de vida típico dos jovens solteiros. Na próxima década, o crescimento no número de lares com solteiros será maior que o crescimento de qualquer outro tipo de lar.

Questão de conveniência e custo são essenciais para esses consumidores. Eles priorizam a segurança financeira e pensam na hora de tomar decisões de consumo mais que gerações mais jovens.