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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

inovação

OFF Outlet Fashion Fortaleza lança nova campanha institucional: destaque para moda e grandes descontos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

15 de Fevereiro de 2017

Neste mês de Fevereiro, o OFF Outlet Fashion Fortaleza lança sua nova campanha institucional. A comunicação tem como objetivo levar ao público mais informações acerca do segmento de outlets, buscando reafirmar e consolidar o conceito de grandes descontos aliados às grandes marcas. Com o slogan “Pagar menos, essa moda pega”, a campanha destaca os diferenciais do empreendimento: marcas desejadas com descontos de até 80% o ano inteiro.

Segundo Mônica Botelho, gerente de Marketing do OFF Outlet, o objetivo é ainda “mostrar aos clientes que eles podem ter o que há de melhor em vestuário, calçados, acessórios, óticas, artigos para o lar e decoração, gastando muito menos do que no varejo convencional. São grandes marcas nacionais e internacionais a preços bem mais acessíveis”, explica a Gerente de marketing do OFF Outlet Fashion Fortaleza, Mônica Botelho.

Neste contexto, a campanha idealizada pela agência Thanks Comunicação, mostra as vantagens do centro de compras: a moda, representada por grandes marcas e direcionada a vários estilos e perfis de consumidores, e os descontos, que podem chegar a 80%. Destaca ainda infraestrutura e a ambientação aconchegante do empreendimento, ideais para receber famílias inteiras para um dia de compras e lazer.

Com um amplo plano de mídia, a campanha conta com divulgação em TV, jingle e spot de rádio, mobiliário urbano (abrigo de ônibus e relógio de rua) e diversas ações na internet e nas mídias sociais, nos quais serão apresentados todos os looks criados para a campanha, todos com opções de peças de lojas presentes no empreendimento.

Sobre o OFF Outlet Fashion Fortaleza
Primeiro Outlet do Estado do Ceará e o maior da região Norte/Nordeste, o OFF Outlet Fashion Fortaleza é um amplo e agradável centro de compras localizado a uma distância de apenas 15 quilômetros da capital cearense. O outlet conta com marcas nacionais e internacionais, oferecendo ao consumidor descontos de até 80% o ano inteiro. São mais de 90 marcas de moda, incluindo grifes renomadas nacionais e internacionais, acessórios, cama, mesa e banho, óticas, artigos esportivos e alimentação. A estrutura conta ainda com praça de alimentação climatizada, fraldário, ambulatório e estacionamento gratuito para 1.300 veículos.

 

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Novo espaço lúdico e pioneiro para integração de crianças e pais chega a Fortaleza em fevereiro

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

02 de Fevereiro de 2017

Numa iniciativa pioneira na cidade, a psicóloga Naiana Pontes e a terapeuta ocupacional Natalia Burlamaqui, trazem para Fortaleza a Prupê, primeiro espaço dedicado a resgatar a essência natural e espontânea dos encontros e das brincadeiras infantis e a integração entre pais e filhos. A partir de fevereiro, a Prupê passa a funcionar no Bairro Aldeota e promete ser um refúgio para famílias que querem experimentar as trocas de conhecimento e de afeto com atividades diferentes das geralmente executadas no lar, na escola ou em outros ambientes que frequentam comumente. Por meio de uma programação lúdica e mediada por profissionais ligados às áreas da arte, da música, da dança, do teatro, da psicologia, das ciências sociais e da educação, as crianças podem desenvolver, criar e brincar livremente e os pais poderão participar disso tudo e ainda aprimorar o papel da paternidade e da maternidade.

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A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.

 

 

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A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.