Arquivos 25 de dezembro de 2012 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

25 de dezembro de 2012

Fomento de energia eólica no Brasil

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

25 de dezembro de 2012

     Conforme o CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), a matriz elétrica brasileira é predominantemente hidráulica, mas tem passado por um processo de diversificação, pela introdução de outras formas de geração de energia, como a eólica. Embora a energia eólica ainda não represente 2% da matriz de produção de eletricidade, o setor eólico nacional tem crescido com a instalação de diversos parques eólicos. O índice de importação nesta área ainda é grande, principalmente em componentes de alto valor tecnológico agregado. Este fato mostra a necessidade de ações que visem o desenvolvimento de uma tecnologia nacional para o setor eólico.

     Nesse contexto, o CGEE lançou, em 2012, o livro “Análises e percepções para o Desenvolvimento de uma política de CT &I no fomento de energia eólica no país”, que visa consolidar um conjunto de notas técnicas desenvolvidas no âmbito do CGEE, com o objetivo de apresentar sugestões de ações de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) para apoiar este segmento da indústria e o desenvolvimento do país.

     Conforme o referido documento, “no caso brasileiro, o processo de inserção da fonte eólica na matriz elétrica nacional inicialmente contou com o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), sendo este uma política de incentivos no estilo das tarifas feed-in. Com o apoio desse Programa, acelerou-se a curva de aprendizagem da energia eólica no Brasil, que, desde 2009, já tem competido nos leilões de energia do ambiente regulado com outras formas tradicionais de geração”.

     O documento traz, ainda, alguns dados interessantes, a exemplo do resultado de que a fonte de energia eólica, “no Brasil passou, nos últimos seis anos, de 22 MW de potência instalada para cerca de 1.500 MW, e já há perspectivas de se dobrar este número até o início de 2013, por meio dos projetos contratados nos últimos leilões. A partir de 2013, estima-se um acréscimo de cerca de 2 GW por ano, e projeta-se que o Brasil ocupe a 4ª ou a 5ª posição em capacidade instalada no ranking mundial em 2016. O crescimento da energia eólica no Brasil demonstra o dinamismo dessa indústria, a qual apresenta um grande potencial de geração de empregos e de desenvolvimento da economia.”

Fonte: CGEE

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Fomento de energia eólica no Brasil

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

25 de dezembro de 2012

     Conforme o CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), a matriz elétrica brasileira é predominantemente hidráulica, mas tem passado por um processo de diversificação, pela introdução de outras formas de geração de energia, como a eólica. Embora a energia eólica ainda não represente 2% da matriz de produção de eletricidade, o setor eólico nacional tem crescido com a instalação de diversos parques eólicos. O índice de importação nesta área ainda é grande, principalmente em componentes de alto valor tecnológico agregado. Este fato mostra a necessidade de ações que visem o desenvolvimento de uma tecnologia nacional para o setor eólico.

     Nesse contexto, o CGEE lançou, em 2012, o livro “Análises e percepções para o Desenvolvimento de uma política de CT &I no fomento de energia eólica no país”, que visa consolidar um conjunto de notas técnicas desenvolvidas no âmbito do CGEE, com o objetivo de apresentar sugestões de ações de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) para apoiar este segmento da indústria e o desenvolvimento do país.

     Conforme o referido documento, “no caso brasileiro, o processo de inserção da fonte eólica na matriz elétrica nacional inicialmente contou com o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), sendo este uma política de incentivos no estilo das tarifas feed-in. Com o apoio desse Programa, acelerou-se a curva de aprendizagem da energia eólica no Brasil, que, desde 2009, já tem competido nos leilões de energia do ambiente regulado com outras formas tradicionais de geração”.

     O documento traz, ainda, alguns dados interessantes, a exemplo do resultado de que a fonte de energia eólica, “no Brasil passou, nos últimos seis anos, de 22 MW de potência instalada para cerca de 1.500 MW, e já há perspectivas de se dobrar este número até o início de 2013, por meio dos projetos contratados nos últimos leilões. A partir de 2013, estima-se um acréscimo de cerca de 2 GW por ano, e projeta-se que o Brasil ocupe a 4ª ou a 5ª posição em capacidade instalada no ranking mundial em 2016. O crescimento da energia eólica no Brasil demonstra o dinamismo dessa indústria, a qual apresenta um grande potencial de geração de empregos e de desenvolvimento da economia.”

Fonte: CGEE