Desenvolvimento Sustentável Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Desenvolvimento Sustentável

Medalha Ambientalista Joaquim Feitosa 2019 concedida a Roberto Macêdo

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de junho de 2019

    Amanhã, na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, às 13 horas, ocorrerá a solenidade de entrega da Medalha Ambientalista Joaquim Feitosa ao empresário Roberto Proença de Macêdo, por sua relevante contribuição ao desenvolvimento sustentável do Bioma Caatinga, no exercício de sua atuação empresarial.

      O empresário Roberto Macêdo possui grande sensibilidade para as questões ambientais, sendo um dos fundadores e parceiros da Associação Caatinga, que administra a Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra das Almas, em Crateús – CE.

     Em reconhecimento de sua atuação, Roberto Macêdo já recebeu outros prêmios e medalhas, a exemplo da Medalha Boticário Ferreira, Prêmio Desenvolvimento Setorial (2010) e o Troféu Sereia de Ouro, em 2014.

    A solenidade foi cancelada, por motivos superiores, e nova data será informada pela Secretaria de Meio Ambiente.

Fonte: SEMA, 2019.

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2021-2030: Década para a Restauração dos Ecossistemas

    A Assembleia Geral da ONU estabeleceu, em 1º de março de 2019, a Década das Nações Unidas para a Restauração dos Ecossistemas 2021-2030, com o intuito de promover o plantio de árvores, de maneira a mitigar as mudanças climáticas e ampliar os esforços de proteção da biodiversidade.

    Conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), a Década das Nações Unidas para a Restauração de Ecossistemas visa intensificar a restauração de ecossistemas degradados ou destruídos como uma medida comprovada para combater a crise climática e aumentar a segurança alimentar, o abastecimento de água e a biodiversidade.

    Ainda segundo a ONU, existe perda de cerca de 10% do produto bruto global considerando as perdas dos serviços ecossistêmicos, a exemplo do fornecimento de água doce, da provisão de alimento e de habitats para espécies como peixes e polinizadores.

     Intenciona-se, também, acelerar as metas globais de restauração já existentes, como o Desafio de Bonn, que trata-se de um esforço global, lançado em 2011, para prover a recuperação de 150 milhões de hectares de áreas degradadas, em 2020; e para 2030, a meta é de recuperação de 350 milhões de hectares. O Desafio de Bonn foi endossado e ampliado pela Declaração de Nova York sobre Florestas na Cúpula do Clima da ONU em 2014.

     As políticas ambientais brasileiras de proteção à florestas e à biodiversidade devem estar atentas ao cumprimento desses acordos multilaterais ambientais, bem como da necessária promoção do desenvolvimento econômico sustentável para o País. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) está com previsão para este mês de maio/2019 de lançamento de sua Agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana, priorizando-se as áreas verdes urbanas.

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Audiência Pública sobre proibição de canudos plásticos

Em Fortaleza, tramita um projeto de lei municipal n. 366/2018 sobre a proibição de fornecimento de canudos plásticos, no âmbito do município.

No dia 20 de maio de 2019, segunda-feira, às 14h, haverá audiência pública na Câmara dos Vereadores para discutir o projeto de lei.

O primeiro município brasileiro a ter essa inciativa foi o Rio de Janeiro. A redução do uso de objetos confeccionados com material plástico que, reconhecidamente, podem ser causadores de danos e prejuízos a biota vai ao encontro da necessidade da produção e consumo conscientes.

A redução do uso de objetos plásticos tem significativo efeito no seu descarte, considerando que o descarte inadequado pode ser encontrado nos oceanos e mares, afetando a biota marinha. O Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 14 (Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável ) aborda essa temática.

A agenda ambiental urbana do Ministério do Meio Ambiente coaduna com o compromisso do ODS 14, uma vez que reconhece  parte “das origens do problema, considerando que 80% do lixo que chega ao mar é gerado no continente, exigindo grandes mudanças de hábitos e a responsabilização pela correta gestão de resíduos sólidos”.

Assim, o momento é bem oportuno para a sociedade discutir o projeto de lei n. 366/2018 sobre a proibição de fornecimento de canudos plásticos, bem como suas consequências positivas para todos.

 

 

 

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Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa – 2019

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

02 de Maio de 2019

     Segue até o dia 10 de maio de 2019, a indicação de candidatos ao Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa. O Prêmio é conduzido pelo Comitê Estadual da Reserva da Biosfera, sob a coordenação da Secretaria de Meio Ambiente. Essa é a 15ª. Edição do Prêmio que, esse ano, deve agraciar uma pessoa física.

    Os agraciados com o Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa, desde 2005 até 2018, foram:

2005 – Patativa do Assaré

2006 – Associação Caatinga

2007- João Ambrósio Filho

2008 – Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC

2009 – Luiz Francisco de Souza

2010 – Mulheres da Caatinga

2011 – Afrânio Gomes Fernandes

2012 – The Nature Conservancy

2013 – Mauro Ferreira Lima

2014 – Fundação Araripe

2015 – Antônio Renato Lima Aragão

2016 – Cerâmica Torres Ltda.

2017 – Antônio Rocha Magalhães

2018 – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará – FAEC

    Conforme o Decreto Estadual no 27.781, de 26 de abril de 2005, o Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, que tenham desempenhado ações que contribuem de maneira relevante para as questões relacionadas ao bioma Caatinga. Alternadamente, a cada ano, uma pessoa física e uma pessoa jurídica são agraciadas.

     A inscrição deve ser feita pela internet (aqui) com todos os documentos necessários à candidatura (comprovações de ações dos indicados). Qualquer cidadão pode indicar um candidato.

Fonte: SEMA, 2019; Fundação Bernardo Feitosa, 2019.

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IFCE lança livro no Encontro de Geógrafos da América Latina

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

13 de Abril de 2019

O XVII Encontro de Geógrafos da América Latina, realizado na cidade de Quito no Equador aconteceu no período de 9 a 12 de abril de 2019, na Pontifícia Universidade católica do Equador.

O Instituto Federal do Ceará participou do evento com o lançamento do livro Itinerários Formativos em Energias Renováveis e Eficiência Energética, do MEC/GIZ, com o Prof. Adeildo Cabral, coordenador do GT Eficiência Energética de Edifícios. O lançamento ocorreu no dia 11 de abril, no Centro Cultural, das 09:30h às 11:00h.

O Encontro é realizado a cada dois anos, tem como objetivo promover o intercâmbio da produção geográfica contemporânea entre investigadores, estudantes e profissionais da região. Nesta ocasião, 2019, a pergunta central do encontro era: Que contribuição fazem os geógrafos diante dos desafios da integração e da diversidade na América Latina?

Na foto, da esquerda para a direita, Prof. Lenilde (UFPI), Prof. Adeildo (IFCE), Mateo A. Vega-Yánez, Angeline Ayala, Katerin Cabezas, Alexandra Mena (docente) e Cindy Herrera, estudantes dos cursos de Engenharia Geográfica e de gestão Ambiental, da Pontifícia Universidade Católica do Equador.

No encerramento do evento EGAL2019, houve a entrega do Prêmio Milton Santos para os Professores Hugo Romero (Chile) e Carlos Walter Porto Gonçalves (Brasil).

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Trabalho voluntário no Parque Nacional da Serra da Bodoquena/MS

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

01 de Abril de 2019

O Parque Nacional da Serra da Bodoquena oferece 18 vagas para trabalho voluntário na unidade. As atividades serão realizadas entre os dias 24 de abril a 03 de maio de 2019, na cidade de Bonito (MS).

O Edital n. 002/2019, do ICMBio, seleciona voluntários com o intuito de adquirirem experiência na prática da conservação da natureza, permitindo ainda a integração comunitária, educação e interpretação ambiental e desenvolvimento sustentável, aprimorando os conhecimentos para formação profissional, educacional e pessoa, promovendo a cidadania junto ao Parque Nacional da Serra da Bodoquena.

As vagas são para a área temática de Pesquisa, Monitoramento e Gestão da Informação. Os voluntários vão auxiliar na coleta de dados dos bioindicadores de mamíferos de médio e grande porte e borboletas frugívoras paro o Programa de Monitoramento da Biodiversidade.

As inscrições podem ser feitas até o dia 11/04. Para se inscrever, é necessário fazer cadastro no Sistema do Programa de Voluntariado do ICMBio, aqui.
O edital completo pode ser acessado aqui.

Fonte: ICMBio, 2019.

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Assembleia das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente – março/2019

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

22 de Fevereiro de 2019

No período de 11 a 16 de março de 2019, acontecerá a 4ª Assembleia das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, em Nairobi, com discussões em torno do Plano de Execução “Por um Planeta sem contaminação”.

O documento das Nações Unidas UNEP/EA.4/3, de 21 de dezembro de 2018, informa que segundo as estimativas da Organização Mundial de Saúde, 23% das mortes que ocorreram no mundo, em 2012, (12,6 milhões de pessoas) foram em consequência dos riscos ambientais. Os países de baixa e média renda são os mais afetados por doenças relacionadas à poluição, que afligem notadamente crianças, mulheres e os grupos mais vulneráveis.

O documento diz ainda que a cada ano, entre 4,8 e 12,7 milhões de toneladas de plástico chegam ao mar devido à má gestão de resíduos e que essa poluição é um problema sério que exige medidas urgentes, considerando o custo anual, estimado em 13 bilhões de dólares, em danos ambientais aos ecossistemas marinhos, incluindo perdas financeiras da pesca e do turismo.

O Plano de Execução “Por um Planeta sem contaminação” tem por objetivos fortalecer os vínculos com fóruns e iniciativas globais relacionados à poluição, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, acordos ambientais multilaterais e abordagens estratégicas, bem como acelerar e expandir o trabalho para combater a poluição

O horizonte temporal do plano de execução é o ano de 2030, mas, em princípio, as atividades e ações foram concebidas para um período de três anos (2019-2021), de acordo com o programa de trabalho, e a estratégia de médio prazo correspondente ao período de 2018-2021.

Fonte: PNUMA, 2019

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Selo Escola Sustentável – Ceará

Em 2010, o Decreto Federal n. 7.083, de 21 de janeiro de 2010, instituiu o Programa Mais Educação e é onde está contido o conceito dos espaços educadores sustentáveis. As escolas e universidades sustentáveis estão dentro do escopo dos espaços educadores sustentáveis.

A partir de então o desafio de que escolas e universidades se transformem em espaços educadores sustentáveis está posto. Não é tarefa fácil, considerando que para além dos espaços físicos, outras importantes variáveis fazem parte desse perfil, a exemplo do currículo e da gestão escolar.

O Estado do Ceará, de maneira pioneira, instituiu o Programa Selo Escola Sustentável, em 2017, um programa que certifica escolas estaduais nos quesitos de espaços educadores sustentáveis. Em 11 de junho de 2018, a Resolução n. 1 do Comitê Gestor do Programa Selo Escola Sustentável, regulamentou a Lei Estadual n. 16.290, de 21 de julho de 2017. Conforme citada resolução, o Programa Selo Escola Sustentável tem como objetivo diagnosticar ações e projetos pedagógicos bem sucedidos em Educação Ambiental nas escolas públicas estaduais do Ceará, bem como estimular ações e projetos que ampliam o pensamento crítico e a interação da comunidade escolar com as questões socioambientais.

As escolas estaduais do Ceará que queiram se inscrever, voluntariamente, devem possuir a Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola (COM-VIDA) ou, na ausência desta, pode instituir a Comissão Selo Escola Sustentável, enquanto se organiza para formar a COM-VIDA. As escolas podem se inscrever em um dos quatro grupos distintos, a saber:
Grupo 1: Escolas Indígenas, Quilombolas e Escolas regulares em áreas de Assentamento da Reforma Agrária;
Grupo 2: Centros de Educação de Jovens e Adultos – CEJA;
Grupo 3: Escolas Estaduais de Educação Profissional;
Grupo 4: Escolas Estaduais Regulares.

Importante destacar que o grupo 4 só poderá participar a partir da segunda edição do Programa Selo Escola Sustentável, ou seja, em 2020. Os critérios de avaliação incorporam 4 eixos: currículo, gestão ambiental escolar, espaço físico e educomunicação socioambiental. A pontuação máxima que uma escola pode obter nos quatro eixos é de 1000 pontos, sendo que a certificação será concedida caso a escola obtenha, no mínimo, 700 pontos (nota de corte) e não tenha obtido pontuação zero em nenhum dos eixos..

O calendário para inscrições para os anos 2019 e 2020 estão regulamentados em citada resolução, em seu Anexo 1; sendo o ano de 2019 o primeiro ano a operacionalizar mencionado programa de certificação pública de espaços educadores sustentáveis. Veja quadro.

As escolas interessadas em participar da primeira edição, que tem o interstício de 01/10/2018 a 30/09/2019 como período a ser considerado na avaliação, as inscrições seguem até 31 de maio de 2019. Importante ressaltar que toda ação, em quaisquer dos quatro eixos, deve ter documentação comprobatória específica.

A validade da certificação é de dois anos. As inscrições podem ser feitas aqui.
Fonte: SEDUC/SEMA, 2019.

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Plano Estratégico 2018-2021 – PNUD

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

17 de Janeiro de 2019

  O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD; UNDP, sigla em inglês), desde 17 de outubro de 2017, divulgou o Plano Estratégico 2018-2021, por meio do documento DP/2017/38.

    Mas é sempre bom recordar que a visão do PNUD para o Plano Estratégico 2018-2021 é ajudar os países a alcançar o desenvolvimento sustentável, erradicando a pobreza em todas as suas formas e dimensões, acelerar as transformações estruturais para o desenvolvimento sustentável e construir resiliência às crises. O plano tem por base a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e está comprometido com os princípios de universalidade, igualdade e inclusão de todos ao acesso ao desenvolvimento.

    Aos interessados em saber mais, ou ler na íntegra o Plano Estratégico, cliquem aqui.

Fonte: UNDP, 2018.

 

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Para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

06 de Janeiro de 2019

   Janeiro de um novo ano chegou. Com ele, a esperança de dias melhores. Sei que está difícil… Sei que não é fácil.

   A vida é, realmente, uma caixinha de surpresas. E quando a gente pensa que está tudo bem, que tudo está andando, em conformidade, nos trilhos, a vida traz novidades inesperadas; surpresas nada agradáveis. Não desanime! Mantenha-se firme.

   O que dizer nesse momento em que a sensação é de estarmos em pedacinhos? O que fazer com esses minúsculos pedacinhos quebrados pela força das notícias desagradáveis?

   É tempo de parar. Tempo de pausa, tempo de permitir que o tempo cure as feridas e restaure a fortaleza interior. Tempo de se cuidar, de recompor os pedacinhos e construir um novo ser. Às vezes, faço a comparação com um mosaico, aquela arte de recompor pedacinhos de cerâmica em uma nova obra. É preciso se refazer.

     Eu sei, não será mais o mesmo ser, pois ele estará com cicatrizes dos ajustes necessários a permanecer de pé para seguir a vida. Mas as cicatrizes são marcas bonitas. Representam a linha da vida, reconstruída a cada queda, a cada necessidade de recomposição do ser. 

   Tenho marcas em meu corpo e as carrego com orgulho e alegria, pois ao contemplá-las são motivo não de tristeza pelo que passei, mas de alegria por ter superado os momentos de dor física e emocional. 

   Que o tempo seja generoso conosco, que nos permita tempo suficiente para a reconstrução do ser e para seguirmos em frente, sempre. A esperança se renova a cada dia, pois é ela quem nos faz termos a certeza de que o tempo será o bastante para realizarmos nossos sonhos de vida.

 

   

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Para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

06 de Janeiro de 2019

   Janeiro de um novo ano chegou. Com ele, a esperança de dias melhores. Sei que está difícil… Sei que não é fácil.

   A vida é, realmente, uma caixinha de surpresas. E quando a gente pensa que está tudo bem, que tudo está andando, em conformidade, nos trilhos, a vida traz novidades inesperadas; surpresas nada agradáveis. Não desanime! Mantenha-se firme.

   O que dizer nesse momento em que a sensação é de estarmos em pedacinhos? O que fazer com esses minúsculos pedacinhos quebrados pela força das notícias desagradáveis?

   É tempo de parar. Tempo de pausa, tempo de permitir que o tempo cure as feridas e restaure a fortaleza interior. Tempo de se cuidar, de recompor os pedacinhos e construir um novo ser. Às vezes, faço a comparação com um mosaico, aquela arte de recompor pedacinhos de cerâmica em uma nova obra. É preciso se refazer.

     Eu sei, não será mais o mesmo ser, pois ele estará com cicatrizes dos ajustes necessários a permanecer de pé para seguir a vida. Mas as cicatrizes são marcas bonitas. Representam a linha da vida, reconstruída a cada queda, a cada necessidade de recomposição do ser. 

   Tenho marcas em meu corpo e as carrego com orgulho e alegria, pois ao contemplá-las são motivo não de tristeza pelo que passei, mas de alegria por ter superado os momentos de dor física e emocional. 

   Que o tempo seja generoso conosco, que nos permita tempo suficiente para a reconstrução do ser e para seguirmos em frente, sempre. A esperança se renova a cada dia, pois é ela quem nos faz termos a certeza de que o tempo será o bastante para realizarmos nossos sonhos de vida.