Agindo por um mundo melhor – parte 3 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Agindo por um mundo melhor – parte 3

    “Crianças e jovens são reconhecidos na Agenda 21 como os principais interessados no processo do desenvolvimento sustentável. São eles a herdar este mundo. Juventude não é apenas a geração do futuro, mas também a geração atual. Estamos a enfrentar desafios globais e cada um de nós tem a responsabilidade de pôr em marcha uma mudança que leve a todos nós adotar estilos de vida sustentáveis. Estes são tempos cruciais e as tomadas de decisões de agora terão impacto sobre nossos futuros – se é que vamos mesmo ter um”.

     As palavras acima dão início à segunda parte do relatório “TUNZA: Agindo por um mundo melhor”, que traz o processo e o impacto da Rio+20 sob a perspectiva da juventude.

Jovens na Oficina Preparatória da IV CNIJMA, em Fortaleza/CE. Foto: Lindalva Cruz, 2012.

Jovens na Oficina Preparatória da IV CNIJMA, em Fortaleza/CE.
Foto: Lindalva Cruz, 2012.

     Vocês, caros jovens, sabiam que 73% da contribuição do documento final da Rio+20 veio da sociedade civil e de organizações não governamentais? Conforme o relatório, isso demonstra que muitas pessoas se preocupam e que há, sim, esperança para o futuro.

     Houve muita discussão antes e durante a Rio +20, nas quais as negociações pareciam não ter a mesma celeridade se comparada a 1992. Mencionada Conferência correu, inclusive, o “perigo de ser apelidada Rio-20”. Mas um acordo foi alcançado no final. O texto final da Rio +20 é chamado “O futuro que queremos”.

     Há 20 anos, na Rio92, a Juventude advertindo o mundo disse: “Nós queremos que vocês imaginem uma geração que foi condenada. Imaginem um mundo onde as crianças vivem em meio a uma guerra sem fim, uma comunidade onde os seres humanos são escravos dos seus semelhantes, onde a doença e a fome são a ordem do dia”.

     Na Rio+20, a Juventude se pronunciou dessa maneira: “se essas folhas de papel são o nosso futuro comum, então vocês venderam o nosso destino e subsidiaram nossa destruição comum. Onde esteve nossa voz, a voz dos nossos filhos e netos, nisso? Nós temos um planeta. Nosso ser, nosso pensamento e nossa ação não devem ser limitadas por fronteiras nacionais, mas por fronteiras planetárias. Vocês não conseguiram se libertar do auto interesse corporativo e nacional, bem como em reconhecer nossa necessidade de respeitar fronteiras bem maiores”.

    O relatório diz que esta é uma oportunidade de injetar ânimo para o debate sobre desenvolvimento sustentável, com foco no desenvolvimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (agenda de desenvolvimento pós-2015), por meio de: ação orientada; tratar de questões emergentes; concentrar na criação de mudança; parar ou inverter as tendências negativas.

   Para mais informações, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

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Agindo por um mundo melhor – parte 3

    “Crianças e jovens são reconhecidos na Agenda 21 como os principais interessados no processo do desenvolvimento sustentável. São eles a herdar este mundo. Juventude não é apenas a geração do futuro, mas também a geração atual. Estamos a enfrentar desafios globais e cada um de nós tem a responsabilidade de pôr em marcha uma mudança que leve a todos nós adotar estilos de vida sustentáveis. Estes são tempos cruciais e as tomadas de decisões de agora terão impacto sobre nossos futuros – se é que vamos mesmo ter um”.

     As palavras acima dão início à segunda parte do relatório “TUNZA: Agindo por um mundo melhor”, que traz o processo e o impacto da Rio+20 sob a perspectiva da juventude.

Jovens na Oficina Preparatória da IV CNIJMA, em Fortaleza/CE. Foto: Lindalva Cruz, 2012.

Jovens na Oficina Preparatória da IV CNIJMA, em Fortaleza/CE.
Foto: Lindalva Cruz, 2012.

     Vocês, caros jovens, sabiam que 73% da contribuição do documento final da Rio+20 veio da sociedade civil e de organizações não governamentais? Conforme o relatório, isso demonstra que muitas pessoas se preocupam e que há, sim, esperança para o futuro.

     Houve muita discussão antes e durante a Rio +20, nas quais as negociações pareciam não ter a mesma celeridade se comparada a 1992. Mencionada Conferência correu, inclusive, o “perigo de ser apelidada Rio-20”. Mas um acordo foi alcançado no final. O texto final da Rio +20 é chamado “O futuro que queremos”.

     Há 20 anos, na Rio92, a Juventude advertindo o mundo disse: “Nós queremos que vocês imaginem uma geração que foi condenada. Imaginem um mundo onde as crianças vivem em meio a uma guerra sem fim, uma comunidade onde os seres humanos são escravos dos seus semelhantes, onde a doença e a fome são a ordem do dia”.

     Na Rio+20, a Juventude se pronunciou dessa maneira: “se essas folhas de papel são o nosso futuro comum, então vocês venderam o nosso destino e subsidiaram nossa destruição comum. Onde esteve nossa voz, a voz dos nossos filhos e netos, nisso? Nós temos um planeta. Nosso ser, nosso pensamento e nossa ação não devem ser limitadas por fronteiras nacionais, mas por fronteiras planetárias. Vocês não conseguiram se libertar do auto interesse corporativo e nacional, bem como em reconhecer nossa necessidade de respeitar fronteiras bem maiores”.

    O relatório diz que esta é uma oportunidade de injetar ânimo para o debate sobre desenvolvimento sustentável, com foco no desenvolvimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (agenda de desenvolvimento pós-2015), por meio de: ação orientada; tratar de questões emergentes; concentrar na criação de mudança; parar ou inverter as tendências negativas.

   Para mais informações, cliquem aqui.

Fonte: UNEP