Mudanças Climáticas Archives - Página 10 de 13 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Mudanças Climáticas

Ceará sedia a 3ª Conferência Internacional de Adaptação às Mudanças Climáticas

    No período de 12 a 16 de maio, Fortaleza recepciona a 3ª Conferência Internacional de Adaptação às Mudanças Climáticas (Third International Climate Change Conference), também denominada Adaptation Futures 2014.

    Mencionada Conferência deve focar suas discussões em torno dos impactos climáticos e as opções de adaptação. Estarão presentes cientistas e tomadores de decisão que devem compartilhar os resultados e métodos de pesquisas correlacionadas à temática de Mudanças Climáticas.

Adapatation_futures_2014

    Dentre os objetivos da Adaptation Futures 2014:

– explorar a contribuição da adaptação para o planejamento e para a tomada de decisão;

– investigar quão robusta a tomada de decisão sobre adaptação pode prosseguir considerando as incertezas das mudanças climáticas e de seus impactos;

– explorar as práticas de políticas de adaptação, e compartilhar estratégias para tomada de decisão, em escalas da internacional até a local.

    Aos que desejarem participar do evento, ainda dá tempo de se inscrever, até 11 de maio, aqui.

     Convite feito! Encontramo-nos no Hotel Vila Galé, Praia do Futuro, para juntos planejarmos as maneiras de minimizar os impactos negativos das mudanças climáticas e assegurarmos os benefícios aos sistemas naturais e às sociedades, bem como ao bem-estar humano.

Fonte: Adaptation Futures, 2014.

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Recursos financeiros para projetos de biogás

     Outra boa notícia o Blog Verde traz hoje. O Edital MMA/FNMC n. 1/2014 deve fomentar projetos e estudos para aproveitamento energético do biogás (aterros sanitários e dejetos da pecuária) e da energia solar.

     A justificativa do edital considera os dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), que informa o aumento da temperatura média do planeta pode chegar a 6°C em 2100. Em relação à questão energética, o Fundo Clima constituiu uma linha de ação contendo tema específico voltado ao incentivo à eficiência e ao desenvolvimento de fontes de energia que contribuam com menor emissão de gases de efeito estufa.

    Podem se inscrever até 15 de março de 2014: universidades, institutos e fundações públicas, os entes federados (estados, distrito federal e municípios), e as organizações sem fins lucrativos da sociedade civil brasileira (entidades ambientalistas, associações de produtores ou trabalhadores, cooperativas, sindicatos, fundações ou institutos educacionais e de pesquisa) que tenham interveniência com alguma entidade pública no projeto.

    Os beneficiários finais são: no caso do aproveitamento Energético do Biogás: produtores rurais, prefeituras municipais e cadeia produtiva da agropecuária. No caso do aproveitamento da Energia Solar: empresas de pequeno porte; instituições públicas, populações vulneráveis aos efeitos da mudança do clima, segmentos sociais com potencial para melhoria de eficiência energética.

    Aos que desejam saber mais, cliquem aqui.

Fonte: MMA

 

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Serviços ecossistêmicos – recursos financeiros para projetos

     Aos interessados em recursos financeiros para projetos na área de serviços ecossistêmicos, a boa notícia é o edital MMA/FNMC n. 2/2014. O tema do edital é sobre os serviços ecossistêmicos: recuperação, proteção e restauração de nascentes e de ambientes naturais.

    O Fundo Nacional de Mudanças Climáticas ou Fundo Clima desempenha papel importante no fomento a ações públicas e privadas, potencializando iniciativas inovadoras em alternativas tecnológicas, econômicas e sociais rumo a uma nova perspectiva sustentável.

    A justificativa do edital repousa suas bases no 4º. Relatório do IPCC, e considera fundamental a conservação e restauração de ecossistemas em virtude de seu papel na mitigação da mudança do clima.

    Podem se inscrever: universidades, institutos e fundações públicas, os entes federados (estados, distrito federal e municípios), e as organizações sem fins lucrativos da sociedade civil brasileira (entidades ambientalistas, associações de produtores ou trabalhadores, cooperativas, sindicatos, fundações ou institutos educacionais e de pesquisa).

    Os beneficiários finais são os seguintes: municípios, produtores rurais e proprietários de terra, prioritariamente situados em áreas vulneráveis a eventos naturais extremos (inundações, secas prolongadas), populações urbanas vulneráveis em situação de risco (deslizamentos, enchentes), provedores e beneficiários de serviços ambientais.

    O envio das propostas é até 15 de março de 2014. Aos interessados em saber mais, cliquem aqui.

Fonte: MMA

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Contexto da Tomada de Decisão conforme Relatório do IPCC – 2014

    Fazer uma escolha não é fácil. Envolve tantas variáveis e certamente tem uma consequência diretamente relacionada a esta escolha. Isso acontece em todos os setores de nossas vidas. Tomar uma decisão na vida pode significar seguir o rumo correto, ou não. E só saberemos quando o futuro chegar…

    Mas se tivermos cenários no presente que nos auxilie a tomar uma decisão, provavelmente a escolha se dará por critérios menos subjetivos e as incertezas diminuem, minimizando a probabilidade dos erros… E suas consequências adversas.

     O relatório do IPCC – 2014 comenta sobre as incertezas vinculadas a vulnerabilidade, são muitas as incertezas inclusive relacionadas às “respostas dos sistemas humanos e naturais e sua interrelação (muito alta confiança)”. Continua o Relatório: “isso motiva a exploração de uma vasta gama de avaliações de riscos (risk assessment) para futuros socioeconômicos. Compreender a vulnerabilidade futura, a exposição e a capacidade de resposta dos sistemas naturais e humanos interligados constituem-se em um desafio, devido ao número de fatores sociais, econômicos e culturais que interagem no processo, que foram considerados de forma incompleta até o presente momento”.

      Prezados leitores do Blog Verde, em especial aos tomadores de decisão em nível local, apesar das incertezas decorrentes dos fatores sociais, econômicos e culturais, importante aceitarmos que estamos num momento crucial. Escolhas não adequadas acarretarão em riscos maiores a toda a população.

     Oportuno, salutar e necessário apoiar as decisões tomadas nos cenários apresentados por estes instrumentos de avaliação, como o Relatório do IPCC – 2014. Cenários estes nada animadores, notadamente para as populações já vulneráveis como as pessoas em situação de pobreza.

     Então, prezados, mãos a obra! Está mais do que na hora de optarmos por aquilo que, para a maioria, seria mais adequado e com consequente bem-estar, a exemplo de reestruturar as instituições de governança, promover o acesso universal ao saneamento básico; ampliar as áreas protegidas; dentre tantas outras ações que coadunam com o que desejamos a todo o território nacional: sustentabilidade ambiental.

Fonte: IPCC WGII AR5. Resumo para Tomadores de Decisão. 2014.

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Impactos ambientais conforme Relatório do IPCC – 2014

     Algumas informações contidas no Relatório do IPCC – 2014, denominado Sumário para os Tomadores de Decisão (SPM), são preocupantes, pois podem alterar diferentes setores da economia mundial e suas atividades correlacionadas. Eventos extremos podem ocorrer com maior frequência, provocando impactos significativos, e em cadeia, nos diferentes setores.

    Conforme o Relatório, “os impactos decorrentes dos recentes eventos extremos relacionados com o clima (como ondas de calor, secas, inundações, ciclones e incêndios florestais), revelam significativa vulnerabilidade ambiental e exposição de alguns ecossistemas e de muitos sistemas humanos a esta variabilidade climática atual (confiança muito alta). Impactos das tais eventos extremos relacionados com o clima incluem alteração dos ecossistemas, a interrupção da produção de alimentos e de abastecimento de água, danos à infraestrutura e assentamentos humanos, morbidade e mortalidade, bem como consequências para a saúde mental e para o bem-estar humano. Para os países em todos os níveis de desenvolvimento, esses impactos são consistentes com uma significativa ausência de preparação para a variabilidade climática atual, em alguns setores” (p.7, IPCC, 2014).

     Mais adiante, os autores do Relatório do IPCC – 2014 colocam a preocupação com o risco maior das mudanças climáticas para as pessoas em situação de pobreza. Relata o SPM (IPCC, 2014): “riscos relacionados ao clima exacerbam outros estressores, muitas vezes com resultados negativos para os meios de vida, especialmente para as pessoas que vivem em situação de pobreza (alta confiança)”.

      O relatório adverte ainda sobre os impactos diretos que podem ocorrer na vida das pessoas em situação de pobreza, como reduções no rendimento das colheitas, ou indiretamente por meio de, por exemplo, aumento dos preços dos alimentos, bem como a insegurança alimentar.

Fonte: IPCC WGII AR5. Resumo para Tomadores de Decisão. 2014.

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Vulnerabilidades ambientais conforme Relatório do IPCC – 2014

     O Sumário para Tomadores de Decisão (SPM), publicado no último dia 31 de março de 2014 pelo IPCC, traz informações valiosas e importantes que devem ser consideradas no processo de Tomada de Decisão. Ciente dos cenários futuros e seus potenciais riscos, tomadores de decisão optam pelo caminho mais adequado para o território.

     A sociedade civil deve, também, estar ciente destas informações e acompanhar as decisões que são tomadas e que vão interferir, positiva ou negativamente, em sua vida. Por isso, o Blog Verde tem trazido aos seus leitores as informações contidas neste último relatório divulgado pelo IPCC.

     Na página 6 do SPM (2014), com relação ao degelo, diz: “Em muitas regiões, as mudanças na precipitação pluviométrica ou derretimento de neve e gelo estão alterando os sistemas hidrológicos, afetando os recursos hídricos em termos de quantidade e qualidade (média confiança). As geleiras continuarão a diminuir em quase todo o mundo devido às alterações climáticas (alta confiança), afetando o escoamento superficial e os recursos hídricos à jusante (média confiança). As mudanças climáticas estão causando o aquecimento e descongelamento do gelo em regiões de alta latitude (alta confiança)”.

    Um pouco mais adiante, o Relatório traz informações correlacionando saúde e mudanças climáticas: “Os problemas de saúde humana relacionados às alterações climáticas são relativamente pequenos em comparação com os efeitos de outros fatores de estresse e não estão ainda bem quantificados. No entanto, tem havido um aumento da mortalidade relacionada com o calor e, também, a diminuição da mortalidade relacionada com o frio em algumas regiões, como resultado do aquecimento (média confiança). Mudanças locais de temperatura e de precipitação têm alterado a distribuição e o aparecimento de algumas doenças transmitidas pela água e doenças transmitidas por vetores (média confiança)”.

Fonte: IPCC WGII AR5. Resumo para Tomadores de Decisão. 2014.

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Grau de incertezas dos resultados do relatório do IPCC – 2014

     Em toda avaliação ambiental existem incertezas. O grau de incerteza da cada avaliação depende do tipo de avaliação, da quantidade e qualidade das informações; da consistência das provas e do grau de concordância da equipe envolvida no processo.

     No caso específico do último Relatório do IPCC, divulgado em 31 de março de 2014, os autores descrevem as evidências como: limitadas, médias ou fortes e o grau de concordância como: baixo, médio ou alto.

     A confiança na validade de uma constatação sintetiza a avaliação da prova e da concordância (acordo). Os níveis de confiança incluem cinco qualificações: muito baixa, baixa, média, alta e muito alta.

     A probabilidade de algum resultado ter ocorrido ou vir a ocorrer no futuro foi descrito quantitativamente, em mencionado relatório, através dos seguintes termos:

praticamente certo, com probabilidade de 99-100%;

extremamente provável, com 95 – 100%; muito provável, com 90-100%;

provavelmente, com intervalo de 66-100 %;

mais provável do que não, com mais de 50 a 100 %;

tanto provável como não, no intervalo de 33 a 66 %;

improvável, compreendendo o intervalo de 0 a 33 %;

muito improvável, cujo intervalo é de 0 a 10 %;

extremamente improvável, com variação de 0 a 5%; e

excepcionalmente improvável, compreendendo intervalo de 0 a1 %.

      Conforme o Relatório, a menos que seja indicado o contrário, os resultados elencados no Relatório do IPCC 2014 vinculados a uma determinada probabilidade estão associados com uma alta ou muito alta confiança, portanto são informações confiáveis que os tomadores de decisão podem, e devem, utilizá-las para readequar as políticas públicas de seu território.

Fonte: IPCC WGII AR5. Resumo para Tomadores de Decisão. 2014.

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Sumário da Reunião do IPCC – 2014

     A 10 ª sessão do Grupo de Trabalho II ( WGII ) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a 38 ª sessão do IPCC foram realizadas no período de 25 a 29 março 2014, em Yokohama, no Japão.

     A reunião teve a participação de 271 delegados representando 115 países, bem como a participação de representantes das Nações Unidas e de organizações intergovernamentais e de observadores, chamando a atenção da mídia mundial .

     No final da reunião, foi aprovado o Sumário para os Tomadores de Decisão (Summary for Policymakers – SPM), incluindo o Resumo Técnico e anexos. Mencionado Sumário é composto por uma introdução e mais três partes principais.

    A introdução aborda a avaliação e gestão dos riscos das mudanças climáticas. A primeira parte observou impactos, vulnerabilidade e adaptação em um mundo complexo, incluindo: vulnerabilidade e exposição; experiência, adaptação; e o contexto de tomada de decisão.

     A Seção B aborda riscos e oportunidades para a adaptação futura, incluindo os principais riscos regionais, bem como os potenciais de adaptação. A Seção C concentra-se na gestão de riscos futuros e na construção de resiliência.

    O Sumário para os Tomadores de Decisão, publicado na página do IPCC em 31/03/2014, possui 44 páginas e durante a primeira semana de abril, o Blog Verde, vai trazer suas informações e orientações.

Fonte: IISD

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Dia Mundial do Meio Ambiente – Eleve sua voz, não o nível do mar…

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

25 de Março de 2014

    Este é ano Internacional dos Pequenos Estados Insulares e a UNEP resolveu dedicar o Dia Mundial do Meio Ambiente 2014 ao desenvolvimento sustentável dos Pequenos Estados Insulares e os desafios ambientais que eles enfrentam.

Fonte: UNEP

Fonte: UNEP

   A UNEP está com uma campanha até o Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, “Eleve sua voz, não o nível do mar” para que os participantes possam deixar mensagens e registrar as atividades que podem auxiliar nas estratégias de mitigação às mudanças climáticas e suas consequências, notadamente, para os países insulares.

    O Secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon, comentou que “não se pode negar a sorte dos países insulares, que são o lar de cerca de 63 milhões de pessoas, a exemplo da região do Caribe, que recebe, por ano, mais de 21 milhões de visitantes”.

     Ban Ki-Moon também alerta que os países insulares são extremamente vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas, como por exemplo, o impacto devastador de furacões e ciclones e, ainda, a ameaça do aumento do nível do mar; portanto existe a necessidade urgente em se combater às alterações climáticas.

    Aos interessados em deixar sua voz e sua ação registrada e, assim, fazer a diferença, cliquem aqui.

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3ª Conferência Internacional sobre adaptação às Mudanças Climáticas

      No período de 12 a 16 de maio, Fortaleza, no Ceará, sedia a 3ª Conferência Internacional sobre adaptação às Mudanças Climáticas.

Na programação, pesquisadores de renome e tomadores de decisão devem debater sobre os impactos climáticos e as opções de mitigação. Dentre os objetivos da Conferência estão:

– apresentar estudos de caso de impactos e existentes no mundo;

– explorar a contribuição de adaptações para o planejamento e para as decisões políticas;

– explorar as políticas e abordagens de mitigação, e compartilhar as estratégias para a tomada de decisão da escala internacional para escala local;

– introduzir novas ferramentas e metodologias para o financiamento de adaptação, monitoramento e avaliação.

A Conferência tem o suporte do CCST-INPE e do PNUMA (sigla em inglês UNEP). Tem, ainda, o apoio do CGEE e da SECITECE. Os brasileiros Prof. Dr. Antônio Rocha Magalhães (CGEE), Prof. Dr. Carlos Nobre (SEPED/MCTI), Prof. Dr. José Marengo (CCST/INPE) e Dra. Patrícia Pinho (CCST/INPE) estão dentre os membros do Comitê Internacional de Organização.

A data limite para inscrições é 05 de abril, aos interessados em saber mais e realizar inscrições cliquem aqui.

Convite feito! Ainda tem tempo de estar presente e participar!

Fonte: INPE

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3ª Conferência Internacional sobre adaptação às Mudanças Climáticas

      No período de 12 a 16 de maio, Fortaleza, no Ceará, sedia a 3ª Conferência Internacional sobre adaptação às Mudanças Climáticas.

Na programação, pesquisadores de renome e tomadores de decisão devem debater sobre os impactos climáticos e as opções de mitigação. Dentre os objetivos da Conferência estão:

– apresentar estudos de caso de impactos e existentes no mundo;

– explorar a contribuição de adaptações para o planejamento e para as decisões políticas;

– explorar as políticas e abordagens de mitigação, e compartilhar as estratégias para a tomada de decisão da escala internacional para escala local;

– introduzir novas ferramentas e metodologias para o financiamento de adaptação, monitoramento e avaliação.

A Conferência tem o suporte do CCST-INPE e do PNUMA (sigla em inglês UNEP). Tem, ainda, o apoio do CGEE e da SECITECE. Os brasileiros Prof. Dr. Antônio Rocha Magalhães (CGEE), Prof. Dr. Carlos Nobre (SEPED/MCTI), Prof. Dr. José Marengo (CCST/INPE) e Dra. Patrícia Pinho (CCST/INPE) estão dentre os membros do Comitê Internacional de Organização.

A data limite para inscrições é 05 de abril, aos interessados em saber mais e realizar inscrições cliquem aqui.

Convite feito! Ainda tem tempo de estar presente e participar!

Fonte: INPE