Mudanças Climáticas Archives - Página 5 de 13 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Mudanças Climáticas

Cúpula do G7 – passo importante na luta contra o aquecimento global

     Hoje, na Reunião do G7, os líderes das principais democracias industrializadas do mundo tomaram uma decisão importante com relação a diminuir o consumo energético dos combustíveis fósseis, estabelecendo, assim, um passo importante na luta contra o aquecimento global.

G7_2015_reuters

      Concernente às mudanças climáticas, os líderes se comprometeram a desenvolver estratégias de baixo teor de carbono, em longo prazo (2050) e abandonar os combustíveis fósseis até o final do século XXI.

     A seguir, transcrição de trecho do documento: “Comprometemo-nos a fazer a nossa parte para alcançar uma economia global de baixo carbono no longo prazo, incluindo o desenvolvimento e a implantação de tecnologias inovadoras que concorram para uma transformação dos setores da energia até 2050”.

    Além disso, os líderes convidaram outros países a seguirem esses passos, no sentido de acelerar o acesso a energias renováveis, bem como a intensificar apoio aos países vulneráveis com relação à gestão das alterações climáticas.

     Esse acordo pode significar um ganho sem precedentes para todo o mundo.

Fonte: Agência Reuters

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Simpósio Internacional de Proteção contra Descargas Atmosféricas – 2015

     A Universidade de São Paulo e o Instituto de Energia e Meio Ambiente, em parceria com o Institute of Electrical and Eletronics Engineers (IEEE) promove o XIII Simpósio Internacional de Proteção contra Descargas Atmosféricas, no período 28 de setembro a 2 de outubro de 2015, no Balneário Camboriú, Santa Catarina.

     O Simpósio se constitui em um dos fóruns de apresentação, discussão e difusão das técnicas mais modernas relativas à proteção e aterramento contra descargas atmosféricas e seus efeitos, promovendo o intercâmbio de conhecimentos entre diversas instituições, do Brasil e do exterior, que desenvolvem estudos relacionados ao tema, promovendo troca de experiências entre pesquisadores, alunos e profissionais do setor.

descarga_atmosferica_IEE_USP_2015

    Este ano os temas abordados no evento serão:

– Física e caracterização das descargas

– Sistemas de detecção e localização de descargas atmosféricas

– Proteção de linhas de transmissão e de subestações

– Proteção de redes de distribuição de média e de baixa tensão

– Proteção de estruturas e instalações

– Proteção de sistemas eletrônicos e de telecomunicações

– Aterramentos elétricos

– Compatibilidade eletromagnética

– Proteção de equipamentos

– Testes e normalização

– Acidentes e prejuízos causados por descargas atmosféricas

     As inscrições seguem até dia 01 de junho de 2015, e podem ser feitas aqui. 

     Aos pesquisadores, professores e estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, uma informação importante: todos os trabalhos aprovados e apresentados no XIII SIPDA serão publicados na base de dados do IEEE Xplore, sendo que há intenção de ser feita edição especial da revista Electric Power Systems Research (Qualis A1) que conterá versões dos principais artigos selecionados.

Fonte: IEE/USP. Foto retirada do site do XIII SIPDA 2015.

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Casa Passiva – Edifícios com elevada eficiência energética

Em tempos de necessidade de poupar energia e de minimizar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) para atmosfera, o conceito da Casa Passiva pode ser uma adequada alternativa.

    A Passivhaus, em alemão, (Passive House, em inglês) é um conceito que surgiu na Alemanha, que imprime a eficiência energética e o conforto térmico aos edifícios, durante todo o ano, mesmo considerando climas frios ou quentes.

     A ideia é que qualquer edificação, em qualquer lugar, possa se tornar uma Casa Passiva, desde que os conceitos sejam aplicados. Portanto, a Casa Passiva é mais do que um edifício de baixo consumo energético.

    Ao se transformar um edifício em Casa Passiva é possível se alcançar uma economia de até 75%, uma vez que as temperaturas no interior dos edifícios são mantidas em níveis de conforto aos seus usuários, independente da temperatura do ar exterior, se mais elevada ou mais reduzida.

     O Instituto Federal do Ceará (IFCE), por meio do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Gestão Ambiental (PGTGA) e do Laboratório de Energias Renováveis e Conforto Ambiental (LERCA), trouxe, dias 5 e 6 de maio, a Profa. Fernanda Rodrigues, da Universidade de Aveiro, Portugal, para ministrar um curso de curta duração, para ampliar o conceito da Casa Passiva, bem como fomentar parcerias entre ambas as instituições, com vistas a aplicar esse conceito em edificações no Ceará e no Brasil.

Fonte: LERCA/IFCE

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Consulta Pública do Inventário de Gases de Efeito Estufa de São Paulo

   Teve início em 01º/04, a consulta pública do documento Inventário de Gases de Efeito Estufa do estado de São Paulo: uso da terra, mudança do uso da terra e florestas (período 2008-2011). Mencionado documento é uma atualização do Inventário anterior, período 1994-2008, e cumpre requisito obrigatório preconizado na Política Estadual de Mudanças Climáticas do estado de São Paulo.

     As contribuições recebidas serão analisadas pela coordenação e poderão ser incorporadas ao documento final. O interessado deve preencher um formulário e enviar sua contribuição por email: vic_cetesb@sp.gov.br.

      Para mais informações e para acessar o documento na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: CETESB

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Estratégias para mudanças climáticas – 2014-2017

    O Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) reconhece o valor intrínseco do meio ambiente nos serviços econômicos e nas necessidades sociais. O Relatório “Estratégias de Médio Prazo 2014-2017” da UNEP/ONU também reconhece a importância dos processos naturais para prover os meios de sustentação das necessidades humanas. Reconhece que são os ecossistemas os responsáveis pelo bem-estar humano e, portanto, a erradicação da pobreza e o futuro da humanidade estão diretamente correlacionados aos sistemas de suporte de vida do Planeta.

     Assim, para o período 2014-2017, o objetivo principal é catalisar ações para a necessária transição de baixo carbono, eficiência dos recursos e desenvolvimento equitativo baseado na proteção e no uso sustentável dos recursos naturais.

     Para isto, a UNEP estabeleceu algumas áreas ou subprogramas para atuação. As estratégias de cada um dos subprogramas devem estar relacionadas ao Plano Estratégico para Biodiversidade 2011-2020 e as Metas de Biodiversidade de Aichi. As estratégias apresentadas no Relatório da ONU estão também correlacionadas ao estado do meio ambiente, no mundo, e nas prioridades ambientais identificadas pela comunidade mundial, considerando os diversos acordos multilaterais e outros processos.

    Dentre as estratégias por área ou subprograma está a área de Mudanças Climáticas. Conforme o Relatório as expectativas de realização neste tema são três, a saber:

1) resiliência climática, considerando o atendimento da Meta 10 – redução das pressões sobre ecossistemas vulneráveis e Meta 15 – ecossistemas restaurados;

2) baixa meta de crescimento de emissões, com relação à Meta 4 – consumo e produção sustentáveis;

3) Metas REDD-plus, concernente à meta 5 – redução de perda de habitat para a metade e à Meta 15 – ecossistemas restaurados.

    Conforme o Relatório, os riscos da mudança climática estão bem documentados e seus impactos já estão afetando pessoas e ecossistemas, em todo o mundo. Enfrentar o desafio do clima exige que indivíduos e instituições – públicas e privadas – sejam capazes de avaliar e entender a mudança climática para implementar políticas públicas adequadas, bem como reconhecer e agir sobre a necessidade de baixa emissão de carbono.

Fonte: UNEP/ONU

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Estratégias de médio prazo 2014-2017 – Relatório da ONU

A Organização das Nações Unidas publicou um Relatório intitulado “Estratégias de médio prazo 2014-2017” em que provê, aos tomadores de decisão, estratégias concernentes a mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, desastres e conflitos, dentre outras áreas.

   As pressões humanas sobre sistemas da Terra são responsáveis pela aceleração do alcance de vários limites globais, regionais e locais críticos. Alguns, inclusive, já foram ultrapassados ou estão prestes a serem ultrapassados.

  Uma vez ultrapassados, as mudanças bruscas e possivelmente irreversíveis para as funções de suporte de vida do planeta são susceptíveis de ocorrer, com implicações adversas significativas para o bem-estar humano, em médio e longo prazo.

    O relatório da ONU aponta que as mudanças complexas e não-lineares resultantes nos sistemas da Terra são:

– Os aumentos nas temperaturas médias acima dos níveis de limite, em alguns lugares, levando a impactos significativos para a saúde humana;

– O aumento da freqüência e gravidade dos eventos climáticos (eventos extremos), como inundações e secas, que afetam tanto os ativos naturais e segurança humana;

Aceleração de mudanças de temperatura e do aumento do nível do mar, afetando bem-estar humano em alguns lugares, especialmente nas comunidades costeiras e nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento;

Perda substancial da biodiversidade e a extinção contínua de espécies, afetando a prestação de serviços dos ecossistemas, podendo ocorrer o colapso da pesca ou a perda de espécies utilizadas para fins medicinais.

     Assim mencionado Relatório, que teve a participação de mais de 400 cientistas e especialistas do mundo todo, identificou questões emergentes, definidas como questões com impacto ambiental global que são muito importantes para o bem-estar humano, mas que ainda não receberam a devida atenção por parte da comunidade política.

      O Blog Verde, então, traz esta semana as informações deste Relatório, no intuito de divulgar as estratégias aos interessados, inclusive tomadores de decisão em nível local (municípios).

Fonte: ONU

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Dia Internacional das Florestas – 21 de março

   Aproxima-se o Dia Internacional das Florestas. O tema deste ano é “Florestas e Mudanças Climáticas”, notadamente em virtude das necessárias ações, no mundo, de mitigação e adaptação ás mudanças climáticas.

    Este ano, na sede das Nações Unidas, em Nova York, por ocasião da comemoração desta data haverá o evento especial intitulado “Dia Internacional das Florestas: criar um clima futuro inteligente”, no dia 20 de março, das 10h às 13h.

    As florestas cobrem um terço do Planeta, realizam funções vitais em todo o mundo e fornecem significativos serviços ecossistêmicos. Conforme a ONU, cerca de 1,6 bilhão de pessoas – incluindo mais de 2.000 culturas indígenas – dependem das florestas para sua subsistência.

     Ainda conforme a ONU, as florestas possuem diversos ecossistemas e se constituem em habitat para mais de 80% das espécies terrestres de animais, plantas e insetos. Elas também fornecem abrigo, emprego e segurança para as comunidades que dependem da floresta. Portanto, desempenham um papel fundamental na nossa luta em adaptação e mitigação da mudança climática.

     No entanto, alerta a ONU, apesar de todos estes de valor inestimável, o desmatamento global continua a um ritmo preocupante – 13 milhões de hectares de floresta são destruídos anualmente. O desmatamento é responsável por 12% a 20% das emissões de gases de efeito estufa globais que contribuem para as alterações climáticas.

Fonte: ONU

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O PNUD contrata consultor na área ambiental

    O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, processo BRA/11/001, contrata um consultor (pessoa física) para a vaga de especialista para produzir subsídios à elaboração do componente sobre Biodiversidade e Adaptação à Mudança do Clima no Plano Nacional de Adaptação, analisando a provável resposta da biodiversidade aos impactos da mudança do clima e da fragmentação da vegetação nativa.

    São exigidos do candidato os seguintes requisitos:

a) Curso Superior (Graduação) Completo em Ciências Biológicas, Ecologia, Geografia, Veterinária, Engenharia Florestal, Agronomia e afins;

b) Mestrado em áreas afins ao objeto do Termo de Referência; e

c) Experiência mínima comprovada de três anos em trabalhos sobre análise da influência do clima sobre a biodiversidade.

    São experiências desejáveis:

a) Doutorado em áreas afins ao objeto do Termo de Referência;

b) Experiência ou conhecimento comprovados sobre análise de impactos da fragmentação da vegetação nativa sobre a biodiversidade (espécies, populações, comunidades da fauna e flora ou ecossistemas);

c) Experiência ou conhecimento comprovados em geoprocessamento e espacialização de dados climáticos; e

d) Experiência ou conhecimento comprovados em geoprocessamento e espacialização de dados de espécies, populações, comunidades da fauna e flora ou ecossistemas.

Aos interessados, acessem aqui o Termo de Referência a que se refere esse processo seletivo.

Fonte: Diário Oficial da União, número 33, dia 19/02/2015, pp 93-94

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IPCC apresenta resultados em Nairobi

    Hoje, dia 23/02, em Nairobi, O Painel Intergovernamental dobre Mudanças Climáticas apresentou os resultados do seu último relatório para os tomadores de decisão, para a sociedade civil, para cientistas e para estudantes de Quênia e de outros países da África Oriental.

     O Quinto relatório de Avaliação (AR5)  foi escrito por mais de 800 cientistas de 80 países e avaliou mais de 30.000 artigos científicos, o que permitiu informar à sociedade e aos tomadores de decisão sobre o que a comunidade científica conhece sobre a base científica das mudanças climáticas, seus impactos e seus riscos futuros, bem como as opções para adaptação e mitigação.

     As principais conclusões do AR5, conforme expresso no relatório síntese, lançado em 2 de novembro de 2014, são:

A influência humana sobre o sistema climático é clara;

– Quanto mais houver perturbações, causadas pelo Homem, no clima, mais existirão riscos graves e impactos irreversíveis; e

– Nós temos os meios para limitar as alterações climáticas e construir uma sociedade mais próspera e um futuro sustentável.

    Com relação especificamente á África Oriental o AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos.

     Para a África Oriental, o IPCC AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos. Dirigindo- vulnerabilidades atuais podem reduzir os riscos climáticos de hoje e contribuir para o clima-resistente desenvolvimento ao longo das próximas décadas.

     Amanhã, dia 24/02, começa oficialmente a 41ª Sessão do IPCC e segue até o dia 27/02. O presidente do IPCC, Rajendra K. Pachauri, não presidirá mencionada sessão plenária do IPCC em Nairobi por causa de questões que demandam sua atenção na Índia. Um dos vice-presidentes do IPCC deve, então, presidir a reunião.

Fonte: IPCC – Press release.

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3ª Conferência Científica da UNCCD

     A 3ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) acontecerá no período de 9 a 12 março de 2015, no México, com o tema geral: “A luta contra a desertificação, contra a degradação dos solos e contra a seca para a redução da pobreza e do desenvolvimento sustentável – a contribuição da ciência, a tecnologia, o conhecimento tradicional e práticas”.

    O evento será realizado durante a quarta sessão especial da Comissão de Ciência e Tecnologia (CST S-4) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).  Mencionada Conferência Científica tem como objetivo geral aproveitar gama de conhecimentos científicos, locais e tradicionais para alcançar o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza em áreas susceptíveis à desertificação, à degradação do solo e à seca.

    A conferência abordará três grandes desafios:

Diagnóstico de restrições: Como melhor caracterizar e compreender a vulnerabilidade e capacidade de adaptação dos ecossistemas e populações em regiões afetadas, incluindo regiões recém sensíveis às consequências das alterações climáticas?

Respostas: Como a promover a implementação de práticas e tecnologias mais adaptadas baseadas no conhecimento, histórias e lições de sucesso disponíveis?

Monitoramento e avaliação: Quais são os novos métodos de monitorização e avaliação disponível para avaliar a eficácia destas práticas e tecnologias?

    Convite feito. Ainda há tempo participar. Aos interessados, cliquem aqui para mais informações.

Fonte: UNCCD

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3ª Conferência Científica da UNCCD

     A 3ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) acontecerá no período de 9 a 12 março de 2015, no México, com o tema geral: “A luta contra a desertificação, contra a degradação dos solos e contra a seca para a redução da pobreza e do desenvolvimento sustentável – a contribuição da ciência, a tecnologia, o conhecimento tradicional e práticas”.

    O evento será realizado durante a quarta sessão especial da Comissão de Ciência e Tecnologia (CST S-4) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).  Mencionada Conferência Científica tem como objetivo geral aproveitar gama de conhecimentos científicos, locais e tradicionais para alcançar o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza em áreas susceptíveis à desertificação, à degradação do solo e à seca.

    A conferência abordará três grandes desafios:

Diagnóstico de restrições: Como melhor caracterizar e compreender a vulnerabilidade e capacidade de adaptação dos ecossistemas e populações em regiões afetadas, incluindo regiões recém sensíveis às consequências das alterações climáticas?

Respostas: Como a promover a implementação de práticas e tecnologias mais adaptadas baseadas no conhecimento, histórias e lições de sucesso disponíveis?

Monitoramento e avaliação: Quais são os novos métodos de monitorização e avaliação disponível para avaliar a eficácia destas práticas e tecnologias?

    Convite feito. Ainda há tempo participar. Aos interessados, cliquem aqui para mais informações.

Fonte: UNCCD