economia ambiental Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

economia ambiental

Relatório da ONU identifica inovações para o Investimento em Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de Janeiro de 2015

     O relatório divulgado pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), da ONU, identificou inovações críticas no sistema financeiro global dos EUA de mais de 300 trilhões de dólares, que poderiam ajudar a fechar as lacunas de investimento do desenvolvimento sustentável. O relatório foi lançado, na semana passada, durante no Fórum Econômico Mundial, em Davos – uma vez que este ano de 2015 promete ser um ano importante para o desenvolvimento sustentável.

    Na sequência da crise financeira, o foco é: como o sistema financeiro pode cumprir o seu propósito primordial de servir à saúde da economia global em longo prazo. Este Relatório, intitulado Pathways to Scale, é o terceiro relatório do UNEP, dentro do programa de sistema financeiro sustentável, e traz em seu bojo o trabalho desenvolvido em 12 países e por setores críticos como o setor bancário, de seguros, de investimentos e de valores mobiliários. Um dos principais problemas é que os mercados financeiros ainda não “precificaram”, efetivamente, os recursos ambientais, com o consequente resultado que o valor dos estoques do capital natural (tais como ar puro, solos produtivos e água abundante) está caindo em 116 dos 140 países em todo o mundo.

Fonte: UNEP.

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Cooperação Sul-Sul: Exposição Global

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

14 de outubro de 2013

     No período de 28 de outubro a 01º de novembro, em Nairobi, haverá a Global South-South Development Expo (GSSD Expo2013), que deve aproveitar número crescente de desenvolvimento de soluções que os países em desenvolvimento têm apresentado, com relação aos desafios à operacionalização ao desenvolvimento sustentável, e que portanto atendam tanto aos desafios existentes quanto aos emergentes.

Fonte: UNEP

Fonte: UNEP

     Pela primeira vez, a GSSD Expo2013 será realizada no Sul sob o tema geral “Construir Incluindo Economias Verdes : Cooperação Sul-Sul para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza”. Deve reunir políticos de alto nível, sendo a Expo2013 uma ocasião para demonstrar a resposta coletiva global considerando as disposições (resultados) da Rio+20, bem como a sua capacidade de facilitar a cooperação Sul-Sul e a troca de experiências com economias verdes .

O evento de cinco dias inclui uma série de fóruns de intercâmbio de soluções que abrangem a construção de economias verdes inclusivas, tecnologia limpa e verde da indústria, agricultura e segurança alimentar, desenvolvimento sustentável e a erradicação do trabalho, meio ambiente, desenvolvimento sustentável e pobreza.

    Aos interessados em saber mais, cliquem aqui.

   Fonte: UNEP

 

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ONU sela aliança por uma Economia Verde

    Quatro agências das Nações Unidas selaram uma aliança que visa apoiar 30 países para construir, ao longo dos próximos sete anos, as estratégias nacionais de economia verde que ajudarão a criar novos empregos e novas competências, para promover o uso tecnologias limpas e reduzir os riscos ambientais e de pobreza.

     Conforme o site Ambientum, a nova aliança intitulada Ação para a Economia Verde é uma resposta para o documento final aprovado na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), intitulado O futuro que queremos, em que reconhece a importância da economia verde, como um meio de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.

    Em um apelo às agências das Nações Unidas, os Governos na Rio +20 solicitaram apoio para ajudar os países, no sentido de acelerar a transição para uma economia verde e inclusiva, dentro de um quadro de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza .

     Portanto, as quatro agências da ONU que participam desta aliança do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a saber: Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) e do Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR); devem fornecer um pacote global de economia verde que irá permitir aos países transformar suas estruturas econômicas nacionais em novas estruturas capazes de responder às crescentes exigências e desafios do século XXI.

Fonte: Ambientum

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Riscos Globais 2013 – ambientais e econômicos

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

08 de Janeiro de 2013

    O Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum) publicou hoje o Relatório Riscos Globais 2013 (Global Risks 2013 Report – eighth edition) em que comenta que, em linhas gerais, as perspectivas econômicas e sociais são ligeiramente mais pessimistas se comparadas a 2012.

Fonte:WEF

     Mencionado Relatório é desenvolvido anualmente por um grupo de mais de 1000 especialistas oriundos das áreas de indústria, do Governo, da Academia e da sociedade civil que analisaram cenários de 50 riscos globais.

     O Relatório reflete a preocupação com o impacto da crise na zona do euro e da falta de perspectiva positiva sobre o aquecimento global da atmosfera oriunda, sobretudo, da ação industrial do ser humano.

    O Relatório considera como um dos riscos globais, cuja realização é mais provável de acontecer nos próximos 10 anos, uma grande falha no sistema financeiro.

    O aumento das emissões dos gases de efeito estufa é o terceiro maior risco apontado pelos especialistas. Dois outros riscos estão entre os cinco de maior impacto provável, conforme o Relatório: uma crise de água por causa das mudanças climáticas e inadequado manejo no processo de envelhecimento da população.

     Textualmente o Relatório Global Risks 2013 diz “a natureza dos riscos globais muda constantemente. Trinta anos atrás, os clorofluorcarbonos (CFCs) foram vistos como um risco planetário, enquanto a ameaça de um ataque cibernético em massa foi tratado por muitos como ficção científica. No mesmo período, a proliferação de armas nucleares ocuparam as mentes dos cientistas e políticos, enquanto a proliferação de detritos orbitais não.”

     Continua o Relatório “com novas informações, as percepções e realidades dos riscos mudaram, e muitas vezes em direções imprevisíveis. Por exemplo, em alguns momentos, a ameaça das emissões de gases de efeito estufa fez a energia nuclear parecer ser menos perigosa do que os combustíveis fósseis, em longo prazo. No entanto, a catástrofe nuclear em Fukushima, no Japão, mudou a percepção do público não apenas lá, mas também a política energética, quase do dia para noite, em algumas partes da Europa”.

     Aos interessados em conhecer os Riscos Globais 2013, cliquem aqui.

Fonte: WEF

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Riscos Globais 2013 – ambientais e econômicos

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

08 de Janeiro de 2013

    O Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum) publicou hoje o Relatório Riscos Globais 2013 (Global Risks 2013 Report – eighth edition) em que comenta que, em linhas gerais, as perspectivas econômicas e sociais são ligeiramente mais pessimistas se comparadas a 2012.

Fonte:WEF

     Mencionado Relatório é desenvolvido anualmente por um grupo de mais de 1000 especialistas oriundos das áreas de indústria, do Governo, da Academia e da sociedade civil que analisaram cenários de 50 riscos globais.

     O Relatório reflete a preocupação com o impacto da crise na zona do euro e da falta de perspectiva positiva sobre o aquecimento global da atmosfera oriunda, sobretudo, da ação industrial do ser humano.

    O Relatório considera como um dos riscos globais, cuja realização é mais provável de acontecer nos próximos 10 anos, uma grande falha no sistema financeiro.

    O aumento das emissões dos gases de efeito estufa é o terceiro maior risco apontado pelos especialistas. Dois outros riscos estão entre os cinco de maior impacto provável, conforme o Relatório: uma crise de água por causa das mudanças climáticas e inadequado manejo no processo de envelhecimento da população.

     Textualmente o Relatório Global Risks 2013 diz “a natureza dos riscos globais muda constantemente. Trinta anos atrás, os clorofluorcarbonos (CFCs) foram vistos como um risco planetário, enquanto a ameaça de um ataque cibernético em massa foi tratado por muitos como ficção científica. No mesmo período, a proliferação de armas nucleares ocuparam as mentes dos cientistas e políticos, enquanto a proliferação de detritos orbitais não.”

     Continua o Relatório “com novas informações, as percepções e realidades dos riscos mudaram, e muitas vezes em direções imprevisíveis. Por exemplo, em alguns momentos, a ameaça das emissões de gases de efeito estufa fez a energia nuclear parecer ser menos perigosa do que os combustíveis fósseis, em longo prazo. No entanto, a catástrofe nuclear em Fukushima, no Japão, mudou a percepção do público não apenas lá, mas também a política energética, quase do dia para noite, em algumas partes da Europa”.

     Aos interessados em conhecer os Riscos Globais 2013, cliquem aqui.

Fonte: WEF