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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Fecomércio e Corecon divulgam novo Índice de  Expectativa com Economistas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de Fevereiro de 2016

A Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima primeira edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período janeiro-fevereiro as expectativas de 180 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a segunda vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: gastos públicos (95,2 pontos); cenário internacional (77,8 pontos); taxa de inflação (65,1 pontos); oferta de crédito (54,0 pontos); taxa de câmbio (52,6 pontos); evolução do PIB (42,0 pontos); taxa de juros (40,6 pontos); nível de emprego (36,4 pontos) e salários reais (25,3 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou o menor patamar da série histórica, 54,3 pontos, revelando elevado pessimismo na percepção geral dos especialistas do Ceará. A pesquisa mostra também aumento no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis que declinou de 77,6 pontos para 68,1 pontos, o que corresponde a uma significativa variação negativa de 12,3%. Ademais, vale destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento de 7,3%, com o índice declinando de 43,6 pontos para 40,4 pontos.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima primeira edição, que o ceticismo dos analistas consultados aumentou no início de 2016 em relação a 2015, ocorrendo piora nas expectativas captadas pelos três índices: de percepção geral, presente e futura.Os resultados estão em consonância com o comportamento dos indicadores econômicos nacionais e internacionais e com a realidade política do país. 

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Fecomércio e Corecon divulgam novo Índice de  Expectativa com Economistas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de Fevereiro de 2016

A Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima primeira edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período janeiro-fevereiro as expectativas de 180 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a segunda vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: gastos públicos (95,2 pontos); cenário internacional (77,8 pontos); taxa de inflação (65,1 pontos); oferta de crédito (54,0 pontos); taxa de câmbio (52,6 pontos); evolução do PIB (42,0 pontos); taxa de juros (40,6 pontos); nível de emprego (36,4 pontos) e salários reais (25,3 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou o menor patamar da série histórica, 54,3 pontos, revelando elevado pessimismo na percepção geral dos especialistas do Ceará. A pesquisa mostra também aumento no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis que declinou de 77,6 pontos para 68,1 pontos, o que corresponde a uma significativa variação negativa de 12,3%. Ademais, vale destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento de 7,3%, com o índice declinando de 43,6 pontos para 40,4 pontos.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima primeira edição, que o ceticismo dos analistas consultados aumentou no início de 2016 em relação a 2015, ocorrendo piora nas expectativas captadas pelos três índices: de percepção geral, presente e futura.Os resultados estão em consonância com o comportamento dos indicadores econômicos nacionais e internacionais e com a realidade política do país.