Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

2 de abril: Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

02 de Abril de 2018

Psicóloga explica os sintomas do transtorno que atinge um em cada 60 indivíduos, segundo dados da ONU

 

O Dia Mundial da Conscientização do Autismo é comemorado dia 2 abril com o objetivo de pedir mais atenção ao transtorno do espectro autista – nome oficinal do autismo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 1% da população mundial ou um em cada 68 indivíduos apresenta algum transtorno do gênero, e a discussão do tema está mais abrangente a cada ano.

De acordo com a psicóloga Sarah Lopes, do Hapvida Saúde, o autismo é um transtorno global do desenvolvimento, ainda de origem desconhecida. “Existem algumas teorias quanto às causas, mas, nenhuma ainda confirmada. Este transtorno afeta especialmente a capacidade comunicativa das crianças”, explica.

Os níveis da patologia estão divididos em leve, moderado e grave, sendo os mais conhecidos o Autismo Infantil e a Síndrome de Aspeger. Os sinais do autismo, quando leve ou moderado, costumam ser percebidos em idade escolar ou quando há um atraso na linguagem oral durante a infância.

“Casos mais graves podem ser diagnosticados mais cedo considerando alguns sinais: ausência de interesse nos adultos, não reconhecimento dos pais ou de seu próprio nome, restrição alimentar seletiva e atraso no desenvolvimento motor. Quando a criança é maior, podemos observar as dificuldades para expressão de sentimentos, linguagem simbólica (fantasiar em brincadeiras, como brincar que fala ao telefone, casinha, carrinho), para aceitar regras e complicações no processo de aprendizagem”, descreve a psicóloga.

O diagnóstico acontece com a avaliação clínica de um psiquiatra infantil ou neuropediatra, que se baseia na análise dos sintomas citados acima, além da realização de outros exames complementares que, apesar de não identificarem o transtorno, servem para verificar a existência de duas ou mais doenças em simultâneo e/ou relacionadas.

O tratamento, normalmente multidisciplinar, consiste em permitir a compreensão linguística da criança, auxiliar sua expressão simbólica e possibilitar seu desenvolvimento cognitivo e motor. “Dependendo da gravidade, o uso de medicação pode ser indicado”, conclui.

Publicidade aqui

2 de abril: Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

02 de Abril de 2018

Psicóloga explica os sintomas do transtorno que atinge um em cada 60 indivíduos, segundo dados da ONU

 

O Dia Mundial da Conscientização do Autismo é comemorado dia 2 abril com o objetivo de pedir mais atenção ao transtorno do espectro autista – nome oficinal do autismo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 1% da população mundial ou um em cada 68 indivíduos apresenta algum transtorno do gênero, e a discussão do tema está mais abrangente a cada ano.

De acordo com a psicóloga Sarah Lopes, do Hapvida Saúde, o autismo é um transtorno global do desenvolvimento, ainda de origem desconhecida. “Existem algumas teorias quanto às causas, mas, nenhuma ainda confirmada. Este transtorno afeta especialmente a capacidade comunicativa das crianças”, explica.

Os níveis da patologia estão divididos em leve, moderado e grave, sendo os mais conhecidos o Autismo Infantil e a Síndrome de Aspeger. Os sinais do autismo, quando leve ou moderado, costumam ser percebidos em idade escolar ou quando há um atraso na linguagem oral durante a infância.

“Casos mais graves podem ser diagnosticados mais cedo considerando alguns sinais: ausência de interesse nos adultos, não reconhecimento dos pais ou de seu próprio nome, restrição alimentar seletiva e atraso no desenvolvimento motor. Quando a criança é maior, podemos observar as dificuldades para expressão de sentimentos, linguagem simbólica (fantasiar em brincadeiras, como brincar que fala ao telefone, casinha, carrinho), para aceitar regras e complicações no processo de aprendizagem”, descreve a psicóloga.

O diagnóstico acontece com a avaliação clínica de um psiquiatra infantil ou neuropediatra, que se baseia na análise dos sintomas citados acima, além da realização de outros exames complementares que, apesar de não identificarem o transtorno, servem para verificar a existência de duas ou mais doenças em simultâneo e/ou relacionadas.

O tratamento, normalmente multidisciplinar, consiste em permitir a compreensão linguística da criança, auxiliar sua expressão simbólica e possibilitar seu desenvolvimento cognitivo e motor. “Dependendo da gravidade, o uso de medicação pode ser indicado”, conclui.