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por Oswaldo Scaliotti

Análise

Mentoring: uma nova forma de desenvolver pessoas

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

17 de julho de 2019

Por Guilherme Said, professor e consultor empresarial e responsável pelo programa de mentoria da Gomes de Matos consultores

 

O Mentoring é um processo de orientação individual, no qual uma pessoa – o mentor – auxilia o mentorado no desenvolvimento de habilidades, estabelecimento e conquista de metas, adaptação às mudanças, desenvolvimento de competências profissionais ou qualquer mudança que o indivíduo queira realizar, ou esteja vivenciando em sua vida pessoal ou profissional. Trata-se de uma forma de desenvolver pessoas através de uma metodologia de relacionamento. Normalmente, o mentor é alguém com mais experiência e conhecimento em alguma área – e o mentorado é aquele que busca assimilar e praticar os conselhos e orientações do seu mentor.

Mentoring – ou mentoria em português – tem sua origem na palavra “mentor”, que apareceu pela primeira vez na obra Odisseia, do poeta grego Homero, escrita há 2.800 anos. Odisseu (ou Ulisses, como era chamado em Roma), protagonista da história, – vai para a Guerra de Tróia e precisa preparar seu único herdeiro – Telêmaco, que reinaria enquanto seu pai estivesse na guerra. Ulisses então contrata um amigo de confiança chamado Mentor, para ser o tutor e educador do seu filho, missão essa que durou 20 anos, sendo executada com dedicação e fidelidade. Mentor é sábio e sensível, – duas características fundamentais para o mentoring de alto nível.

Muitas pessoas podem achar que o termo Mentoring está bem distante da sua realidade. Mas os assuntos relacionados a mentoring – ou Mentoria – estão no dia a dia de muitos de nós. Por exemplo, a Mentoria informal é comum nas organizações, famílias e círculos de amizade. Pessoas dispostas a ensinar, a transferir conhecimentos, a ouvir o outro.

Existem algumas semelhanças e diferenças entre os processos de Mentoring e Coaching. No Mentoring, o mentor compartilha o seu conhecimento em áreas que domina, sugere ações e emite opiniões com o objetivo de acelerar a aprendizagem e o crescimento do mentorado. No coaching, o profissional idealmente não emite sua opinião, e trabalha basicamente com perguntas e ferramentas comportamentais para que o coachee encontre suas próprias respostas. O mentor também utiliza a estratégia de perguntas, porém fica mais livre para opinar e indicar caminhos.

Outra diferença, ressaltada pela pesquisadora Rosa Bernhoeft, é que no Coaching busca-se, mediante aplicação de técnicas, obter resultados mensuráveis para o negócio e dentro de prazos acordados. Subjetividades, como dramas pessoais, sonhos, alegri­as e tristezas, não integram a pauta do Coaching. No Mentoring, por outro lado, não se perde de vista a performance do mentorado, mas tem-se uma visão mais larga no tempo e mais profunda na abordagem de temas, que podem ser de foro íntimo e estar fora do ambiente profissional.

Em ambos os processos, o cliente ou profissional desenvolve as suas habilidades, aprende a ter mais assertividade em suas escolhas, mais confiança em si mesmo, alcançando as suas metas estabelecidas com maior facilidade.

No Mentoring os ganhos serão recíprocos, e tanto o mentor como o mentorado saem do processo fortalecidos, podendo superar com mais motivação os desafios que se apresentam na atualidade.

É importante destacar que não é função do mentor ser uma espécie de psiquiatra ou psicólogo do mentorado, nem tampouco dizer o que o mentorado deve fazer. Contudo, o mentor precisa reconhecer os medos do seu aprendiz e ter uma clara compreensão do seu estado emocional para poder ajudá-lo na decisão dos próximos passos a serem dados na sua carreira, no seu negócio ou no desenvolvimento do seu trabalho atual.

Por fim, o Mentoring não termina com conselhos, feedback e instruções. Seu objetivo não é simplesmente aprender, mas sim promover melhoria, aumento de desempenho, maior produtividade e eficácia para o profissional que está sendo orientado.

 

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Financiamento de automóveis pela Porto Seguro cresce 43% no primeiro trimestre de 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

29 de junho de 2019

Mesmo em um momento de incerteza econômica, o setor de automóveis respondeu de maneira positiva no início deste ano. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a venda de veículos novos subiu 11,4% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O financiamento para compra de veículos também acompanhou o otimismo do setor. A Porto Seguro Financeira, por exemplo, registrou um crescimento de 43% na contratação do financiamento de carros novos e seminovos durante o período.

“Crescemos quatro anos consecutivos em vendas para financiamento de usados e esse ano, no acumulado até março, tivemos um bom desempenho em novos, impulsionado pela sazonalidade de início de ano”, afirma Roger Garcia, Superintendente da Porto Seguro Financeira. O investimento em novas tecnologias e na otimização da contratação, atualmente 100% digital, também contribuiu para estimular os resultados positivos.

A Financeira permite a simulação e contratação do serviço de forma totalmente online e oferece taxas personalizadas para cada perfil, facilitando o acesso ao crédito. Segundo Garcia, o site tem sido um canal bastante utilizado para a contratação do financiamento. “No primeiro trimestre deste ano, 9,3% do total de contratações do serviço foram realizadas pelo site, enquanto em 2017, durante o ano inteiro, apenas 2,6% dos fechamentos foram feitos por este meio”, destaca.

O Estado de São Paulo teve destaque na contratação dos serviços da Porto Seguro Financeira. No total, o estado paulista representou 57% das adesões, enquanto Paraná, Minas gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Santa Catarina somaram 43%.

Sobre a Porto Seguro

A Porto Seguro é uma empresa brasileira com mais de 70 anos de mercado e está entre as maiores seguradoras do País, ocupando a primeira posição nos ramos de Seguro Auto e Residência. Atualmente, são quase 8,5 milhões de clientes únicos, 13,2 mil funcionários, 12,5 mil prestadores e 36 mil corretores parceiros. A companhia tem ainda 105 sucursais e escritórios regionais em todo o Brasil. O Grupo Porto Seguro é formado por 27 empresas – entre elas Azul Seguros, Itaú Seguros de Auto e Residência, Porto Seguro Saúde e Porto Seguro Uruguai – que atuam nos mais diversos ramos como seguros, produtos financeiros, serviços de emergência e conveniência, proteção e monitoramento, plano de saúde para Pets, entre outros. Em 2018, o lucro líquido da companhia foi de R$ 1,3 bilhão.

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Fintech FortBrasil cresce em confiabilidade de crédito, segundo agência internacional

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

28 de junho de 2019

A FortBrasil vem alcançando resultados significativos diante do cenário econômico brasileiro. A mais nova conquista é o crescimento em confiabilidade de crédito, elevando o FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), da Fintech FortBrasil, de BBB- para BBB+, o que demonstra que a FortBrasil está no caminho certo e segue em expansão, tornando-se ainda mais representativa no mercado financeiro. A reavaliação da nota foi atribuída pela Fitch Ratings, uma das três maiores e mais respeitadas agências internacionais de classificação de risco de crédito do mundo.

Segundo Augusto Félix, gerente Financeiro da FortBrasil, essa nova avaliação traz ainda mais segurança aos seus investidores. “Essa é uma conquista muito importante, pois é avaliado o grau de confiança em um determinado investimento. Subimos duas classificações, isso demonstra que estamos no caminho certo”, ressalta.

Entenda a nova classificação

A Fitch Ratings é uma das mais tradicionais agências de classificação de risco de crédito do mundo, sendo especializada em avaliar empresas em relação a sua classificação de risco. A nota é atribuída a partir de análises técnicas quantitativas, como análises de balanço, de ambiente externo, fluxo de caixa e projeções estatísticas, percepções sobre o emissor e seus processos e questões jurídicas.

A Fitch classifica todos os países do mundo, e suas empresas mais relevantes, em dois grandes grupos: aqueles que possuem grau especulativo e aqueles que possuem grau de investimento.

Dentro de cada um desses dois grandes grupos, são atribuídas notas quanto ao risco de crédito, também conhecidas como ratings. No sistema de classificação de risco de crédito adotado pela Fitch, a nota mais baixa de todas é a D, que está situada na categoria de risco alto de inadimplência, juntamente, em ordem crescente, com as notas C, CC, CCC. Em seguida são atribuídas as notas da categoria de especulação, em ordem crescente, B-, B, B+, BB-, BB e BB+. Essas duas categorias formam o grupo especulativo.

Por outro lado, a nota mais baixa do grupo de investimento é a nota BBB-, considerada juntamente com BBB, BBB+, sendo classificada como qualidade média de investimento. Seguem-se, em ordem crescente, as notas de maior grau de investimento A-, A, A+, AA-, AA, AA+ e AAA.

FIDC FortBrasil

O FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) Fortbrasil é uma securitização de recebíveis existentes e performados, relativos a compras e financiamentos realizados com cartões de crédito emitidos pela Fortbrasil. Estes cartões são nacionais, de bandeira própria, e voltados a clientes de redes varejistas, com foco nas classes C e D.

 

O FIDC da FortBrasil emitiu, durante mês de junho, a 2ª série de cotas sêniores, trazendo R$ 65 milhões de novos investimentos. O fundo de investimento da Fintech foi estruturado para atuar exclusivamente na aquisição de seus recebíveis e assim como na 1ª série de R$ 95 milhões realizada no ano passado, essa captação ocorreu por meio de operação de securitização de recebíveis. Dessa forma, a integralização dos novos recursos para a FortBrasil ocorrerá de forma gradativa até o final do ano.

Sobre a Fortbrasil

Atuando desde 1994 na prestação de serviços financeiros, a Fortbrasil consolidou-se como especialista na administração de cartões Private Label co-branded, aqueles que levam a marca própria do estabelecimento com a bandeira Fortbrasil. Ao longo desses anos, construiu parcerias de sucesso com clientes e lojistas e hoje atua em diversos estados do Nordeste, Centro Oeste e Sudeste do Brasil com os seus mais de um milhão e quatrocentos mil clientes.

Desde setembro de 2018, a Fortbrasil atua com um cartão virtual em parceria firmada com aplicativo pelo qual usuários localizam os estabelecimentos credenciados com as ofertas em cashback que lhes interessa e, após o consumo, parte do dinheiro é recebida de volta no próprio aplicativo. A parceria com a Fortbrasil permitiu a administração de um cartão de crédito completamente virtual sem a necessidade do plástico, garantindo aos usuários a realização de compras e de pagamentos na função crédito.

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Retomada do crescimento econômico passa por reformas, dizem especialistas do mercado financeiro

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

25 de junho de 2019

Pela 17ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu a projeção de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil neste ano, conforme mostra o Boletim Focus, divulgado nessa segunda-feira (24) pelo Banco Central. Para os especialistas do mercado, a retomada do crescimento econômico do País passa pelo pacote de reformas em debate no Congresso Nacional, com destaque para a reforma da Previdência, embora elas, sozinhas, não sejam capazes de resolver todas as questões que impedem o avanço do PIB.

“O mercado vem revisando o PIB para baixo à medida que os dados econômicos são divulgados e mostram que o crescimento que era esperado no início do ano não veio. O pacote de reformas que está sendo proposto é fundamental para a retomada do crescimento. A reforma da Previdência é o pilar de todas as reformas. Elas, por si só, não resolverão tudo, mas a gente acredita que a aprovação dessas reformas aumentará a confiança dos empresários e consumidores e, assim, abrirá espaço para uma agenda positiva do governo no que diz respeito ao incentivo econômico. A aprovação das reformas criará um ambiente mais favorável para que o governo traga novos programas de aceleração do crescimento, libere verba dos bancos públicos para incentivar investimentos e promova privatizações e concessões. Tudo isso vai ser necessário para que a gente veja o Brasil crescendo na capacidade que ele pode crescer”, avalia Filipe Albuquerque, sócio da V8 Capital.

Análise semelhante é feita pelo assessor de investimentos e sócio da Conceito Investimentos, Thomaz Bianchi, para quem a melhora da economia virá pelas reformas. “O Banco Central vem cortando essa previsão de crescimento do PIB porque a economia não tem reagido conforme o planejado. Os cortes de juros não têm sido estímulo suficiente para aquecer a economia. Pelas sinalizações do Banco Central, se espera que a melhora da economia venha pelas reformas, não só da Previdência. São necessárias reformas estruturais, como a reforma tributária, para que a economia comece a andar. O primeiro trimestre foi negativo, por isso essa revisão. A expectativa é que o segundo trimestre seja negativo ou próximo de zero, pois a economia não vem reagindo aos estímulos de juros”, comenta.

Apesar da redução na projeção de crescimento do PIB brasileiro em 2019, os analistas do mercado ouvidos pelo Boletim Focus, do Banco Central, mantiveram a previsão de alta de 2,20% para 2020. As estimativas para 2021 e 2022 permaneceram em 2,50%.

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MRV investiu R$65 milhões em urbanização no primeiro trimestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

25 de junho de 2019

O fechamento dos investimentos em urbanização no primeiro trimestre de 2019 da MRV apontou mais um avanço em relação ao mesmo período dos últimos quatro anos anteriores. A construtora, maior da América Latina, investiu cerca de R$ 65 milhões nas mais de 150 cidades onde atua. A cifra reafirma o avanço da política institucional da companhia de investir no desenvolvimento das regiões que opera.

Os valores destinados para melhoria de infraestrutura pela construtora extrapolam os muros dos empreendimentos e são destinados para investimentos nas cidades como revitalizações de parques e praças, reformas de escolas e bens públicos em geral. Além de disso, o conceito dos lançamentos da MRV engloba toda uma infraestrutura local como pavimentação asfáltica, arborização, ciclovias e, em casos de parcerias com o poder público, a criação e instalação de novos postos de saúde e policiamento, creches, dentre outros.

Para o diretor executivo de produção da MRV, Homero Paiva, os valores destinados em urbanização fazem com que a chegada de um novo empreendimento seja positiva, uma vez que áreas urbanizadas trazem maior conforto e se valorizam no mercado. “O investimento em equipamentos públicos não é apenas um benefício, ele faz parte do nosso propósito, “construir sonhos de transformam o mundo”.

A construção civil é um setor que precisa promover o conceito de cidades sustentáveis e é isto que estamos buscando com este investimento ao impactar toda uma região que cresce e se valoriza”, explicou.

Sobre a MRV

Fundada em outubro de 1979, a MRV Engenharia é líder nacional no mercado de imóveis econômicos e a primeira construtora da América Latina a oferecer energia fotovoltaica para seu segmento de atuação. Presente em mais de 150 cidades de 22 Estados e no Distrito Federal, em seus 39 anos de atividade já lançou mais de 400 mil unidades. A companhia investe em responsabilidade social e mantém desde 2014 o Instituto MRV, organização sem fins lucrativos, voltada para promoção da transformação social do país por meio da educação.

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Zoom revela os smartphones mais buscados em maio

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de junho de 2019

Um levantamento feito pelo Zoom (www.zoom.com.br), site e aplicativo comparador de preços e produtos, revela os smartphones mais buscados em maio. A Samsung se manteve no topo do ranking, com o modelo Smartphone Samsung Galaxy S9 SM-G9600 128GB 12,0 MP 2 Chips Android 8.0 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi.

Em segundo lugar ficou o Smartphone Apple iPhone 8 Plus 64GB Apple A11 Bionic 12,0 MP iOS 11 3G 4G Wi-Fi. Na terceira posição está o  Smartphone Xiaomi Mi 8 Lite 64GB Qualcomm Snapdragon 660 12,0 MP 2 Chips Android 8.1 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi.

Levantamento do Zoomsite e aplicativo comparador de preços e produtos, sobre os smartphones mais buscados em maio:

  Smartphones mais buscados
1 Smartphone Samsung Galaxy S9 SM-G9600 128GB 12,0 MP 2 Chips Android 8.0 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi
2 Smartphone Apple iPhone 8 Plus 64GB Apple A11 Bionic 12,0 MP iOS 11 3G 4G Wi-Fi
3 Smartphone Xiaomi Mi 8 Lite 64GB Qualcomm Snapdragon 660 12,0 MP 2 Chips Android 8.1 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi
4 Smartphone Motorola MotorolaOne Vision XT1970-1 128GB Exynos 9609 48,0 MP Android 9.0 (Pie) 3G 4G Wi-Fi
5 Smartphone Samsung Galaxy A30 SM-A305GZ 64GB 16,0 MP 2 Chips Android 9.0 (Pie) 3G 4G Wi-Fi
6 Smartphone Samsung Galaxy J8 SM-J810M 64GB 16,0 MP 2 Chips Android 8.0 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi
7 Smartphone Motorola Moto G G7 Play XT1952-2 32GB Qualcomm Snapdragon 632 13,0 MP 2 Chips Android 9.0 (Pie) 3G 4G Wi-Fi
8 Smartphone Motorola Moto G G7 Power XT1955-1 TV Digital 32GB Qualcomm Snapdragon 632 12,0 MP 2 Chips Android 9.0 (Pie) 3G 4G Wi-Fi
9 Smartphone Samsung Galaxy J4 Plus SM-J415G 32GB Qualcomm Snapdragon 425 13,0 MP Android 8.0 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi
10 Smartphone Samsung Galaxy S9 Plus SM-G9650 128GB 12,0 MP 2 Chips Android 8.0 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi

 

Lembrando que os preços podem sofrer alterações já que a busca é dinâmica e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas.

** Levantamento realizado em 1 de junho de 2019

Sobre o Zoom:

O Zoom é uma plataforma de comércio eletrônico que conecta consumidores e lojas confiáveis. Através do site e do aplicativo, com 15 milhões de usuários mensais, o Zoom oferece um serviço completo para ajudar os consumidores a tomar a melhor decisão no processo de compra. Desde conteúdo informativo sobre os produtos à venda a serviços de apoio à compra, como o histórico e alerta de preços, que informam ao usuário o melhor momento de comprar um produto. São mais de 16 milhões de ofertas de 600 lojas confiáveis que passam por um rigoroso controle para serem credenciadas. Além disso, o serviço gratuito Zoom Garante devolve o dinheiro do consumidor caso haja um problema em compras feitas através da plataforma. Lançado em novembro de 2011, o Zoom é uma investida da Mosaico, empresa de investimentos especializada em tecnologia. Para mais informações acesse www.zoom.com.br, baixe o aplicativo do Zoom disponível para Android e iOS e confira o programa “Dando um Zoom” no canal do YouTube do Zoom: youtube.com/deumzoom

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Negócio próprio: o caminho certo para não cair no vale da frustração

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

14 de junho de 2019

 

Pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor afirma que 61,8% dos brasileiros empreenderam por oportunidade e 37,5% por necessidade

 

Em dados gerais, cerca de 70% da população brasileira sonha em empreender e esse número só tende a crescer. No Brasil, uma pesquisa feita pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em parceria com o Sebrae, aponta que, em 2018, foi registrada uma taxa de 38% de empreendedorismo, ou seja, cerca de 52 milhões de pessoas estavam ligadas a uma atividade empreendedora. Esse é o segundo maio índice desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2002. A maior taxa é de 2015, com 39,3%.

Os números parecem animadores, mas engana-se quem pensa que o caminho do empreendedorismo é fácil. Cada vez mais, diversos profissionais encontram nele uma oportunidade de mercado. Para obter sucesso, é preciso passar por algumas etapas simples, mas que fazem toda a diferença.

“Empreender é transformar sonho em realidade, porém deve-se estar disposto a encarar desafios, o primeiro deles é identificar o melhor cenário, encontrar um negócio em que o futuro empresário tenha afinidade e paixão”, afirma o Consultor Empresarial, Jean Araujo.

O profissional aponta ainda outros passos para quem desejar alcançar o sucesso profissional no próprio negócio. “Muitas pessoas acreditam que empreender é abrir uma empresa, mas não é só isso. O profissional que quer empreender deve apresentar um diferencial, sair da zona de conforto. Empreender está diretamente ligado a uma postura, como a de encarar os desafios como oportunidades”, completa.

Ainda de acordo com a GEM, também em 2018, 61,8% dos brasileiros empreenderam por oportunidade e 37,5%, por necessidade, por estarem fora do mercado de trabalho. “Posso apostar que a maioria destas pessoas que alcançaram seus objetivos, ou estão alcançando, entendem que empreender é mais que o desejo de ter liberdade financeira e que ser bem sucedido é consequência. Eles seguem uma rotina contínua de estudos, para ter embasamento e saber usar dados a seu favor. Este é o grande diferencial de um empreendedor de sucesso”, continua.

Perfil

Os jovens estão cada vez mais amadurecendo essa ideia de “ser o próprio chefe”. Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE) com cerca de 5 mil jovens empresários, de 18 a 39 anos, foi constatado que microempreendedores são a maioria no país e 15,6% desses 5 mil jovens estão no Nordeste.

Para a psicóloga, Rachel Sales, o apoio emocional para o empreendedor é um fator essencial para o possível sucesso do negócio, principalmente para os jovens, que têm garra e força de vontade, mas que podem trazer consigo o receio de errar e o medo da frustração. “É comum ver perfis assim, as emoções estão à flor da pele enquanto se é jovem, para todos os âmbitos, principalmente no setor profissional, onde há pressão de todos os lados e a responsabilidade de pagar as contas. Além de todo o conhecimento adquirido, o jovem sente a necessidade de confiar em alguém para ter como apoio na criação e sustentação do futuro negócio”, completa.

Personagem

Bruna Santiago é um exemplo de jovem empreendedor de sucesso. Ao lado da mãe, com apenas 22 anos, ela é proprietária de três lojas de roupa. Juntas, elas fabricam e comercializam as peças. Um negócio que começou quando Bruna ainda estava na escola.

“Eu sempre tive esse encanto por vendas. Ainda criança, eu colocava comidinhas para vender na porta de casa, ligava um som em casa e cobrava 25 centavos para as amigas entrarem, fingindo ser uma festa”, lembra Bruna.

A parceria com a mãe começou muito cedo. Acadia Santos sempre trabalhou com costuras e foi aos poucos, parcelando, que ela comprou as máquinas. Bruna Santiago conta ainda que sugeriu para a mãe a ideia de vender roupas. “No começo não deu muito certo, nós não compramos o tecido ideal para fazer t-shirts. Na lavagem, elas mancharam e nós perdemos o dinheiro que tínhamos, mas não desistimos, seguimos em frente e, hoje, eu posso dizer que realizei o sonho da minha mãe de ter uma casa linda, com piscina. E eu estou realizando os meus, comprando o que eu quero, viajando. Eu cheguei onde estou com muita persistência e estudos”, completa.

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Copa América: pesquisa aponta que 53% dos brasileiros apostam que a Seleção Brasileira NÃO vai ganhar a competição

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

10 de junho de 2019

Agência online de viagens levantou que 58 % dos seus viajantes garantiu seu lugar em uma das cidades sedes da competição

 

 A Copa América, competição de seleções da América do Sul, será realizada no Brasil entre os dias 14 de junho a 7 de julho de 2019. Um levantamento do Hurb – Hotel Urbano, agência online de viagens líder nacional, registrou por meio de uma pesquisa realizada com seus viajantes, que há pouco menos de 10 dias para a competição a maioria dos torcedores está pessimista e anda  descrente por conta dos últimos resultados e polêmicas fora de campo. Cerca de 53% dos que responderam a pesquisa acreditam que a seleção brasileira não ganhará a competição. A margem foi apertada, já que os que apostam na força da torcida verde e amarela foi de 40%. Quando a pergunta é qual país leva o título, o Brasil mantém os 40% e o restante foi divivido da seguinte forma, segundo nossos viajantes: a Argentina fica com 25% da preferência dos viajantes, seguido do Uruguai, com 11% , da Colômbia, com  7%, do Chile com  8%  e os países de Equador e Peru, 1% cada. Cerca de 2 mil pessoas foram ouvidas durante a pesquisa.

Segundo dados do Hurb, mesmo com o cenário pessimista para a seleção do técnico Tite, cerca de 48% dos viajantes garantiram reservas de hospedagem em São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, cidades sedes da competição durante esse período, incluindo os viajantes do segmento rodoviário, nova aposta da agência de viagens. O Hurb oferece diariamente mais de 400 mil opções de hotéis e pousadas espalhados por todo o mundo, sendo mais de 8 mil apenas no Brasil. Além disso, registra mais de 6 mil reservas ao dia, em 6.500 destinos mundo afora.

SOBRE O HURB

Sempre tendo por princípio oferecer a melhor experiência não apenas de compra online, mas de viagem, aos seus clientes, o Hurb nasceu em janeiro de 2011. Com a missão de inspirar e transformar vidas por meio de viagens, a agência online de viagens já gerou milhares de empregos diretos e indiretos, fomentou novos destinos e auxiliou no desenvolvimento de pequenos e médios empreendedores. Durante os últimos anos, o Hurb vendeu milhões de diárias para viajantes de todo o Brasil. Nos próximos anos, planeja vender algumas dezenas de milhões de diárias para viajantes não apenas brasileiros.

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Pesquisa inédita da 99 aponta que 76% dos brasileiros não fazem planejamento financeiro em relação ao transporte

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

02 de junho de 2019

O estudo indica ainda que 62% da população brasileira não sabe quanto gasta por mês em suas despesas. A variação entre a percepção dos gastos com transporte e a realidade do que realmente se gasta chega a R$ 2 mil por mês entre os donos de carro

A 99, em parceria com a Ipsos, realizou pela primeira vez no Brasil uma pesquisa sobre comportamento e percepção do brasileiro em relação à mobilidade urbana. Com o título “Como o brasileiro entende o transporte urbano”, o estudo apontou que 76% não se planeja financeiramente quanto aos custos com transporte mensal no Brasil. Foram realizadas 1.500 entrevistas domiciliares com população 18 anos ou mais entre 29 de abril e 8 de maio com margem de erro de 2,5 p.p., em todas as regiões do País.

A pesquisa mostra que 62% sequer tem a noção de quanto desembolsa mensalmente em suas despesas gerais. A variação entre percepção e realidade sobre gastos com transporte é tanta que a diferença chega a quase seis vezes entre donos de carros. O gasto médio das despesas com transporte declaradas pelos entrevistados foi de R$ 211 – média entre todas as classes sociais. Obviamente, os gastos indicados na pesquisa variam por classe: R$ 446 (Classe A), R$ 302 (Classe B), R$ 181 (Classe C) e R$ 158 (Classe D/E).Entre donos de carro, o gasto real pode chegar até R$ 2090,58, quando declarados os valores abertamente (combustível, IPVA, manutenção e etc.).

De acordo com o levantamento, os brasileiros gastam em média 1h20 para se deslocar (ida e volta) para a atividade principal do dia. Esse o gasto é de 2h07 para cumprir todos os deslocamentos diários. As classes C e D/E são as que mais tempo levam para se locomover: 129 minutos para a classe C e 130 para as classes D/E. As classes A e B levam 94 e 124 minutos respectivamente. As regiões campeãs em tempo de locomoção são a Sudeste (144 minutos) e a Nordeste (132 minutos). Em média são 2,4 deslocamentos diários com percurso maior que 500 metros.

 

Um ponto levantado pelo estudo é que os entrevistados usam em média três modalidades de transporte por semana. Entre as principais, 70% andam a pé, 46% utilizam ônibus e 43% o carro particular. Por outro lado, modais emergentes como carros por aplicativos já estão inseridos na rotina do brasileiro: 18% afirma ter utilizado aplicativos na semana anterior à entrevista.

Para 4 a cada 10 brasileiros é difícil ou muito difícil a forma de se locomover no Brasil. “É importante que o brasileiro tenha informação para se planejar e buscar a melhor combinação de modais, entre os tradicionais e emergentes, públicos e privados. Só assim é possível suprir cada tipo de necessidade, gerando não só economia de dinheiro, mas de tempo, de energia e melhor qualidade de vida – além de se ter uma experiência melhor na cidade em que se vive”, diz Pâmela Vaiano, Diretora de Relações Públicas da 99.

Uma transição em curso.  O estudo revela que dentre os proprietários de carros 30% abriria mão do carro em prol de outros meios de transporte. Os dados obtidos estão de acordo com um comportamento que já vem sendo observado na sociedade, em que o carro próprio deixa de ser um item dos sonhos, principalmente entre os mais jovens. Dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) apontam uma queda de 30% na emissão de carteiras de habilitação (CNH) nos últimos três anos.

Uma das explicações para essa queda na emissão de CNHs é o crescente uso de carros por aplicativo – na pesquisa, 79% dos entrevistados que avaliaram o serviço classificaram como bom ou excelente. “Além da qualidade do serviço, o uso de carros por aplicativo também possibilita maior controle financeiro, já que os gastos com esse modal podem ser acompanhados de perto e o usuário ganha conforto, comodidade e tempo, além da economia com impostos e gastos relacionados a um veículo próprio”, explica a executiva

Essa é a primeira vez que uma pesquisa sobre o comportamento diante do transporte e a mobilidade urbana é realizada com abrangência nacional. “Vivemos um momento de transformação e ampla discussão sobre mobilidade. Mas é preciso colocar as pessoas no centro do debate, para que planos saiam do papel e a diversidade de modais melhore a eficiência e a convivência nas cidades. Assim, entender como o brasileiro percebe seu deslocamento – em relação a hábitos, custos e escolhas – é fundamental para elaboração de soluções que atendam aos anseios da população”, afirma Pâmela Vaiano, diretora de Relações Públicas da 99.

Sai o carro, entra a qualidade de vida. Dos entrevistados que não possuem carro, 11% tinham e deixaram de ter nos últimos 5 anos. Entre as principais razões, os gastos com o veículo é o mais citado.  Já para 5%, a razão é a mudança no estilo de vida. Uma melhor integração entre os transportes é o desejo de muitos brasileiros, para uma melhor qualidade de vida, conforto e economia de tempo e dinheiro.

Na garupa do Nordeste. Os nordestinos são os que menos andam a pé em comparação a outras regiões como Centro-Oeste e Norte, além disso gastam em média 95 minutos para se deslocar até a atividade principal (ida e volta).

A diversificação do Pantanal. Em média os moradores do Centro-Oeste utilizam três tipos de transportes na semana. Além disso, 23% utilizam carros por aplicativo.

Rumo ao Chuí de carro.  O Sul é o que mais concentra o número de usuários de carro entre as regiões, (66% dos entrevistados na região Sul utilizaram o carro na última semana). 34% utilizam o ônibus como meio de transporte Além disso, 20% utilizou bicicleta ou patinete na última semana.

Quem mais anda a pé em todo o Brasil? Assim como Centro-Oeste, o Norte é a região que mais anda a pé. Dos entrevistados, 85% deslocam-se a pé e justamente são os que menos utilizam o carro em todo o País (23%). Em compensação, ganham de todas as regiões no uso de motos (32%).

Pelos túneis do Sudeste. Quem mora na Região Sudeste é o que mais utiliza o metrô em todo o País, dada a concentração de linhas no Rio de Janeiro e em São Paulo. São também os que menos utilizaram motos na última semana (11%). 21% utilizou carro por aplicativo na última semana.

A pesquisa domiciliar foi realizada pela Ipsos a pedido da 99. Foram ouvidas 1.500 pessoas entre 29 de abril e 8 de maio de 2019, em todas as regiões do País.  Margem de erro de 2,53 pontos percentuais.

 

Sobre a 99

A 99, empresa brasileira de tecnologia que conecta passageiros e motoristas através de seu aplicativo, faz parte da companhia global Didi Chuxing (“DiDi”). O aplicativo conecta mais de 600 mil motoristas a 18 milhões de passageiros em mais de 1 mil cidades no Brasil. Como uma das maiores provedoras de mobilidade do país, a startup oferece três tipos de serviços na sua plataforma: 99Pop, categoria de carros particulares presente em mais de 40 regiões metropolitanas e grandes cidades; 99Taxi, categoria que cobre todo o Brasil; e 99Top, serviço de táxis de luxo oferecido em São Paulo.

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Exportações de cera de carnaúba cearense para a China têm alta de 194,6% no quadrimestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Maio de 2019

Segmento tradicional e importante na pauta exportadora cearense, a indústria de ceras de carnaúba obteve um total de US$ 29,9 milhões em exportações no período de janeiro a abril de 2019 – um crescimento de 56,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os Estados brasileiros, é o maior montante e corresponde a 70% do volume total exportado pelo Brasil. O Ceará não importa o produto, portanto obteve um saldo comercial superavitário. É o que mostra estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Os Estados Unidos são o mercado que mais consome a cera de carnaúba e seus derivados produzidos no Ceará, com US$ 6,22 milhões, seguidos da Alemanha, que importou US$ 5,84 milhões, alcançando um aumento de 110,9% em relação ao ano anterior. Contudo, o maior aumento nas exportações fica por conta do mercado chinês, que em 2019 cresceu 194,6%, se comparado ao mesmo período do passado. O total importado pela China foi de US$ 5,2 milhões. Além desses três principais destinos, Japão e Holanda também avançaram nas compras da cera de carnaúba, totalizando US$ 3,1 milhões e US$ 1,9 milhões, respectivamente. Vale destacar o aumento no número de destinos da cera cearense. No primeiro quadrimestre de 2018, 27 países compravam o produto do Ceará, já no mesmo período desse ano, são 33.

Saiba mais

Centro Internacional de Negócios da FIEC auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportações de cera de carnaúba cearense para a China têm alta de 194,6% no quadrimestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Maio de 2019

Segmento tradicional e importante na pauta exportadora cearense, a indústria de ceras de carnaúba obteve um total de US$ 29,9 milhões em exportações no período de janeiro a abril de 2019 – um crescimento de 56,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os Estados brasileiros, é o maior montante e corresponde a 70% do volume total exportado pelo Brasil. O Ceará não importa o produto, portanto obteve um saldo comercial superavitário. É o que mostra estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Os Estados Unidos são o mercado que mais consome a cera de carnaúba e seus derivados produzidos no Ceará, com US$ 6,22 milhões, seguidos da Alemanha, que importou US$ 5,84 milhões, alcançando um aumento de 110,9% em relação ao ano anterior. Contudo, o maior aumento nas exportações fica por conta do mercado chinês, que em 2019 cresceu 194,6%, se comparado ao mesmo período do passado. O total importado pela China foi de US$ 5,2 milhões. Além desses três principais destinos, Japão e Holanda também avançaram nas compras da cera de carnaúba, totalizando US$ 3,1 milhões e US$ 1,9 milhões, respectivamente. Vale destacar o aumento no número de destinos da cera cearense. No primeiro quadrimestre de 2018, 27 países compravam o produto do Ceará, já no mesmo período desse ano, são 33.

Saiba mais

Centro Internacional de Negócios da FIEC auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.