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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Patrocínio do campeonato cearense de futebol aumenta as vendas nas lojas Polo Wear em Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

20 de Abril de 2019

A Polo Wear, grife de life style, do Top Brands Fashion Group, teve um retorno positivo da exposição da marca como patrocinadora do campeonato Cearense Polo Wear 2019. Pela primeira vez, a marca apostou na conhecida paixão nacional pelo futebol para reforçar o seu nome no Nordeste e, principalmente, no Ceará. Como resultado dessa estratégia de marketing, as vendas nas cinco lojas localizadas no Ceará cresceram, em média, 15% desde janeiro, quando começou o campeonato Cearense Polo Wear.

“Apesar de estarmos em um momento de retração da economia, as vendas aumentaram e a marca ganhou muito mais visibilidade”, afirma o presidente do Grupo, Roberto Restum. Segundo ele, o resultado dessa ação foi muito bom, superando as expectativas do grupo. Os torcedores passaram a se identificar mais com a marca, que tem lojas em vários estados do País.

Diante dos resultados positivos alcançados, a Polo Wear, avalia a possibilidade de renovar a parceria com a Federação Cearense de Futebol (FCF) no próximo ano.

O bom momento vivido pelos times participantes do Cearense Polo Wear 2019 foi um dos fatores decisivos para o investimento da marca. Das dez equipes que disputaram o troféu, cinco irão participar do Campeonato Brasileiro, o que aumentou o nível e a competitividade do campeonato estadual. Duas delas, Fortaleza e Ceará, já têm presença garantida na Série A.

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Lucro Social da Embrapa é de R$ 43,52 bilhões em 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

20 de Abril de 2019

Para cada real aplicado na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em 2018, foram devolvidos R$ 12,16 para a sociedade. Os dados são da última edição do seu Balanço Social, publicado em abril deste ano, que apontou um lucro social de R$ 43,52 bilhões no ano passado. Esse valor foi obtido a partir da análise do impacto econômico de 165 soluções tecnológicas e de cerca de 220 cultivares desenvolvidas pela Empresa.

“O lucro social é um valor decorrente dos benefícios econômicos recebidos pelo setor produtivo com a adoção das soluções tecnológicas geradas pela Empresa. Esse valor é calculado por meio da soma dos lucros obtidos pelos adotantes dessas soluções. Quando relacionamos em 2018 o lucro social de R$ 43,52 bilhões com a receita operacional líquida de R$ 3,57 bilhões, temos então o índice de retorno social de R$ 12,16 para cada real aplicado na Embrapa”, explica Flavio Avila, pesquisador responsável pela área de Avaliação de Desempenho Institucional, da Secretaria de Desenvolvimento Institucional (SDI).

Esses números sintetizam, sob o aspecto econômico, uma série de contribuições da Empresa à sociedade e estão entre os principais resultados apresentados no Balanço Social. Outros dados importantes, também obtidos a partir dessa amostra de soluções tecnológicas analisadas, são a Taxa Interna de Retorno (TIR) de 37,6%, que confirma a alta rentabilidade dos investimentos realizados pelo Estado na Embrapa e a geração de 69.936 novos empregos em 2018.

As avaliações do Balanço Social
Tais resultados são ainda reflexo do aprimoramento do Balanço Social, que em sua nova edição incorporou diversas mudanças para demonstrar a real efetividade da Embrapa. Entre as principais mudanças se encontra a ampliação da amostra de 115 para 165 soluções tecnológicas avaliadas sob o ponto de vista de impactos econômicos, sociais e ambientais e a agregação de mais dimensões de impacto, como o impacto institucional, que mostra alguns dos resultados intangíveis gerados pela solução tecnológica avaliada, como novos conhecimentos e melhorias nas capacidades relacional, científica e tecnológica e organizacional.

Nessa mesma linha, outra dimensão de impacto foi desenvolvida e será incorporada nas próximas edições da publicação: os impactos da Embrapa em políticas públicas. Para isso, foi realizado um projeto piloto no âmbito da Embrapa Pantanal, aplicado ao Sistema de Controle de Pesca de Mato Grosso do Sul (SCPESCA/MS) na Bacia do Alto Paraguai, que contribuiu para a implantação do Seguro Defeso naquele Estado. A metodologia de análise da participação da Empresa nessa política permitiu valorar diversas questões, como a contribuição da instituição para a conservação dos recursos pesqueiros regionais, para a melhoria da renda das famílias de pescadores profissionais e para o desenvolvimento do setor da pesca turística. A metodologia será agora incorporada ao Balanço Social e estendida à outras das 120 políticas públicas nas quais a Empresa teve contribuições efetivas nos últimos anos.

Soluções tecnológicas de adoção consolidada
A avaliação de impactos identifica e mensura os efeitos da pesquisa agropecuária na renda do produtor, na geração de empregos e no meio ambiente durante um longo período de tempo. No entanto, é possível saber com antecedência se determinada solução tecnológica possui potencial de geração de impactos quando se analisa em que medida ela já está sendo adotada e incorporada ao processo produtivo. Foi pensando nisso que a equipe de economistas do Balanço Social propôs um novo indicador para avaliar o desempenho das soluções tecnológicas de adoção consolidada, também conhecidas como outcomes. Para isso foi selecionada uma amostra específica de 175 tecnologias, serviços e produtos e apresentada suas respectivas taxas de uso ou adoção.

Outra forma de avaliação presente no Balanço Social se refere à produção técnico-científica da Embrapa. Um estudo sobre essa produção no contexto nacional, realizado a partir de uma busca na base de dados Web of Science (WoS) entre 2003 e 2017, demonstrou que a Empresa ocupa o 8º lugar entre todas as instituições e o primeiro lugar entre as organizações não universitárias. Além disso, foi verificado que as áreas do conhecimento mais representativas dessa amostra com todas as organizações científicas brasileiras são as Ciências da Saúde (30%), Ciências Exatas e da Terra (22%), Ciências Biológicas (18,6%), Ciências Agrárias (11,5%) e Engenharias (10,4%).

Também evidenciam a efetividade da Embrapa a quantidade de downloads de publicações técnicas disponibilizadas pela Empresa na Internet por meio de três repositórios (Ainfo, Alice e Infoteca). Em 2018 foram feitos 25,8 milhões de downloads de publicações, o que indica que as publicações produzidas nos centros de pesquisa estão sendo usadas, especialmente, por produtores e pelos técnicos da assistência técnica e extensão rural, tanto do setor público, como do privado.

Outros resultados importantes
A apresentação de resultados no Balanço Social não se esgota com os tipos de avaliação realizados anteriormente. Outros pontos significativos são as 1.039 ações de relevante interesse social realizadas pela instituição e os 118 prêmios e homenagens por ela recebidos. Para chegar a esses números, os diversos centros da Embrapa, no primeiro caso, registram e classificam em um formulário eletrônico todas as suas atividades sociais relacionadas a diversos temas, como desenvolvimento social e organização comunitária; bem-estar, saúde e segurança no trabalho; meio ambiente e educação ambiental; segurança alimentar, nutricional e inclusão produtiva. Esses registros também compõem uma base eletrônica, acessada pela internet, em que qualquer pessoa pode obter informações detalhadas sobre cada uma das ações sociais promovidas pela instituição.

No segundo caso, as descrições dos prêmios e homenagens recebidos anualmente pela Embrapa ou por seus empregados são enviadas por e-mail pelas equipes dos centros à equipe central do Balanço Social, que as contabiliza e as classifica. Assim, em 2018, o total de 118 premiações foi subdividido em 18 prêmios internacionais, 27 prêmios científicos, 33 prêmios nacionais e 40 prêmios regionais.

Casos de sucesso

A publicação do Balanço Social também é uma boa oportunidade para selecionar e descrever as principais contribuições da Embrapa no âmbito da agricultura, em temas tais como manejo e correção de solos; fibras, oleaginosas e cereais; produção animal; frutos e castanhas; hortaliças e leguminosas; sistemas e serviços; cultivares Embrapa e parceiros; e geração de novos empregos. Essas contribuições, denominadas casos de sucesso, foram adotadas no Balanço Social como exemplos ilustrativos das diversas tabelas de impactos e de adoção de soluções tecnológicas apresentadas na publicação.

Em 2018, destacam-se casos de sucesso como o projeto de transferência de tecnologias de café para as etnias indígenas Tupari e Aruá, que as tornaram referência na produção de cafés especiais, o manejo de solos e culturas para reduzir quebra de safras causadas por veranicos e a Caravana Embrapa para controlar a praga exótica Helicoverpa armigera, que vinha atacando diversas culturas no País. Podem ser citados também a forrageira tropical Paiguás resistente à sêca, o grão-de-bico brasileiro BRS Aleppo, o aplicativo Roda da Reprodução para administrar plantéis leiteiros e a cultivar de arroz fino de alta produtividade, a BRS Pampeira.

Informações auditadas
Todas as informações que constam no Balanço Social da Embrapa são auditadas e auditáveis. Os relatórios de avaliação de impacto com sua respectiva metodologia, resultados detalhados e análises são disponibilizados na Internet desde 2011. No entanto, a descentralização do processo de avaliação de impacto para os centros de pesquisa ocorre desde 2001, momento em que a Empresa adotou o enfoque multidimensional (econômico, social e ambiental) para as análises de impacto e cada relatório começou a ser avaliado por especialistas. Além disso, as unidades passaram a receber “feedbacks” anuais da Sede.

A elaboração do Balanço Social envolve cerca de 270 pessoas, situadas em todas as unidades da Embrapa no Brasil e organizadas em duas equipes interdependentes: uma delas, com 230 pessoas, é responsável pela coleta de dados de campo e análise de impactos das soluções tecnológicas. A segunda equipe, formada por 40 pessoas, é encarregada de coletar as demais informações, tais como ações sociais, casos de sucesso e premiações. Ambas as equipes são coordenadas por um grupo central localizado na sede da Embrapa, responsável pela organização dos dados e publicação do Balanço Social.

Segundo Flavio Avila, que também atua como supervisor geral desse processo, “todo o esforço realizado na elaboração do Balanço Social é direcionado para a demonstração à sociedade de um conjunto de indicadores que vai além da eficácia e da eficiência da gestão, geralmente demonstrada em outros documentos corporativos, tais como os relatórios de gestão e de administração. No caso do Balanço Social, focamos primordialmente na efetividade da Embrapa, ou seja, nos impactos gerados e nas transformações induzidas pela instituição no mercado e na sociedade, a partir da adoção das soluções tecnológicas da Empresa. Atualmente a sociedade e os órgãos de controle do Estado não querem apenas saber como os recursos públicos estão sendo utilizados, mas quais benefícios sociais estão sendo por eles gerados”.

História e metodologia do Balanço Social
Balanço Social é um documento publicado anualmente por organizações públicas e privadas, destinado a seus públicos interno e externo, que reúne um conjunto de informações sobre seus projetos, benefícios e ações sociais. A ampla disseminação dessa prática corporativa recebeu grande impulso no Brasil com o surgimento, em 1993, da Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida, também conhecida como Campanha contra a Fome.

Criada pelo sociólogo Herbert José de Sousa, o Betinho, essa campanha foi desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), que promoveu a aproximação de parte do setor empresarial de relevantes problemas sociais brasileiros. Em 1997, o Ibase e o Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (COEP) idealizaram um modelo e realizaram uma campanha para promover a divulgação voluntária de balanços sociais por parte das empresas. Nesse mesmo ano a Embrapa publicou a primeira edição de seu Balanço Social.

O Balanço Social da Embrapa é uma adaptação do modelo sugerido pelo Ibase. A principal diferença em relação à proposta original se deve à adequação de alguns de seus indicadores, então criados especificamente para organizações com fins lucrativos, aliada à inclusão de dados socioeconômicos das tecnologias geradas pela Empresa e já incorporadas ao processo produtivo. No primeiro caso, a Embrapa não foi criada para gerar lucros financeiros, mas sim o chamado “lucro social”, dada a sua contribuição ao desenvolvimento da agropecuária brasileira.

O maior desafio desse documento, no âmbito institucional, consiste, portanto, em demonstrar o papel da pesquisa agropecuária como um esforço estratégico para o país. Para isso, a Empresa precisou incorporar à publicação, além dos indicadores sociais, aqueles decorrentes de estudos de impactos de tecnologias que já vinham sendo tradicionalmente realizados pela Empresa desde os anos 1980.

A partir da publicação do primeiro número do Balanço Social, em 1997, sua metodologia vem sendo constantemente aprimorada. As primeiras edições contemplavam um limitado número de dimensões de avaliações, tais como as ações sociais desenvolvidas pela Empresa, os impactos econômicos de suas tecnologias e seu lucro social.

Ao longo do período foram agregadas à publicação informações tais como os impactos ambientais e sociais, a geração de empregos, premiações e reconhecimentos da sociedade. Mais recentemente foram incorporados os casos de sucesso, a taxa interna de retorno (TIR) de cada tecnologia, os impactos institucionais e a análise das contribuições da Empresa no ambiente da comunidade científica.

Referência nacional e internacional
Apesar desse perfil mais restrito, o Balanço Social da Embrapa vem servindo de referência a muitas outras instituições de pesquisa similares, tais como a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

Em 2017, a Corporación Colombiana de Investigación Agropecuaria (Agrosavia) adotou a metodologia do Balanço Social da Embrapa por intermédio de acordo de cooperação internacional e lançou no ano seguinte sua primeira edição desse documento. Da mesma forma, as instituições de pesquisa agropecuária dos países participantes do Programa Cooperativo para o Desenvolvimento Tecnológico, Agroalimentar e Agroindustrial do Cone Sul (Procisur) – Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai – também receberam treinamento da Embrapa e passaram a adaptar a metodologia para suas respectivas realidades.

Em recente estudo realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a iniciativa da Embrapa na avaliação dos impactos da pesquisa agropecuária em múltiplas dimensões, vinculada à publicação anual de um Balanço Social, foi reconhecida como experiência única e bem sucedida. Por isso a Empresa é colocada no mesmo patamar que o de prestigiadas instituições similares de outros países, tais como o Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS/USDA) dos Estados Unidos, o Instituto Nacional de Pesquisa Agrícola (INRA) da França e a Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Comunidade Britânica (CSIRO) da Austrália, ou supranacionais, como os 15 centros de pesquisa do Consórcio de Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR).

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Técnica de ranqueamento no meio digital pode dobrar faturamento de empresas

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Abril de 2019

Direto dos Estados Unidos, técnica de ranqueamento no meio digital vem transformando o faturamento de grandes e pequenas empresas no Estado do Ceará e até em outros locais do Brasil. O método está sendo aplicado por dois empreendedores cearenses credenciados pelo Google, que resolveram ousar e convencer que estar bem posicionado nos buscadores e da forma correta, pode trazer lucratividade direta aos negócios. Em dois anos de serviço prestado, já foram atendidas mais de 2.000 empresas em todo o país e a empresa dos cearenses credenciados pelo google, já faturaram mais de 2 milhões de reais. “Temos caso de empreendimentos cearenses que chegaram a duplicar o faturamento depois da aplicação do método Adicione seu Negócio. Hoje são mais de 4 bilhões de buscas diárias somente no Google, imagine o seu cliente te procurando e você simplesmente aparecer na hora que ele procura, da forma correta e assertiva, é venda certa.”

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Relatório apresenta impacto do Turismo de Eventos na economia do Estado e abre espaço para estratégias do setor

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de Abril de 2019

Pesquisa elaborada pela Fecomércio-CE, Unifor e Visite Ceará será apresentada na terça-feira, 09 de abril, na sede da Fecomércio-CE

Não há dúvidas sobre a importância do mercado de eventos no Brasil. O setor tem crescido consideravelmente e é fonte para o desenvolvimento de negócios, empregos e renda. De acordo com dados da Secretaria de Turismo do Ceará (Setur-CE), as atividades turísticas no Estado registraram de 2006 a 2017 um aumento de mais de 60%. Para mostrar o desenvolvimento do Ceará neste cenário, três instituições reconhecidas pelo trabalho e ações em prol do turismo, a Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio – CE), a Universidade de Fortaleza (Unifor) e o Visite Ceará/FC&VB – responsável em atrair eventos e avanços para o turismo, apresentam o resultado da Pesquisa de Impacto Econômico do Turismo de Eventos Realizados em Fortaleza 2018.

O resultado será apresentado em um evento para convidados na próxima terça-feira (9), às 08h30min, na sede da Fecomércio-CE. A pesquisa tem como objetivo apresentar o impacto do turismo de eventos no Ceará. “Este estudo analisou o impacto econômico dos eventos realizados em Fortaleza através do gasto per capita, os serviços turísticos e a infraestrutura”, explica a presidente do Visite Ceará/FC&VB, Ivana Bezerra Rangel.

Parceira da pesquisa e uma referência educacional do País, a Unifor comemora a pesquisa e frisa que é uma oportunidade para preparar melhor os alunos e futuros profissionais do mercado. “A pesquisa é de extrema importância para o setor e para a academia, pois além de nos mostrar o impacto na economia local, os alunos do curso de eventos da Unifor puderam participar do processo da pesquisa e conhecer a relevância econômica do setor de eventos”, afirma Milena Auip, coordenadora da Graduação Tecnológica em Eventos da Unifor.

O presidente do Fecomércio-CE, Maurício Filizola ressaltou que as pesquisas são peças fundamentais para entender melhor o fluxo dentro do segmento de turismo. Para a realização da Pesquisa de Dimensionamento Econômico do Turismo de Eventos em 2018 foi necessária a parceria entre os órgãos. “A Fecomércio, por meio do IPDC em parceria com Unifor e o Visite Ceará, realizaram uma pesquisa de extrema importância para o segmento do turismo, mapeando a qualificação e o destino dos gastos dos turistas no nosso Estado. Com certeza, a partir desses dados, muitas decisões estratégicas poderão ser tomadas pelas empresas e instituições para fortalecer, cada vez mais, esse grande segmento que é o turismo de eventos, com a relevância que tem hoje no Brasil e no nosso Ceará”.

Recortes da pesquisa

A aplicação da pesquisa foi realizada no período de abril a novembro de 2018 com uma amostra total de 3.308 entrevistados em 26 eventos com total de 23.712 participantes. Ao todo, serão apresentados e discutidos 12 itens como a Origem dos Turistas, a Escolaridade, Renda Familiar, Característica do Grupo, Organização da Viagem, Permanência no Ceará, Meios de Hospedagem, entre outros.

O professor Chico Alberto, Coordenador do Bacharelado em Economia da Unifor, reforça que os eventos estão influindo diretamente no Ceará. “A pesquisa é de relevância pra economia do estado do Ceará à medida que contribui com o setor de eventos com a informação inédita sobre o impacto da atividade de eventos de negócios no Produto Interno Bruto do Estado”, completa Chico Alberto.

A diretora do Centro de Ciências da Comunicação e Gestão da Unifor, Danielle Coimbra, celebra a iniciativa. “Trabalhos desta natureza, desenvolvidos em parceria com atores e segmentos importantes da sociedade em diferentes esferas, materializam o nosso papel enquanto universidade, agregando valor ao processo de formação dos nossos estudantes e contribuindo com a geração de novos conhecimentos e insights para fomentar o desenvolvimento do nosso Estado”, complementa.

Ivana Bezerra Rangel celebra os resultados de 2018 e afirma que o trabalho que vem sendo desenvolvido no Ceará é fundamental para o crescimento do Estado. “Acredito que esses resultados refletem no trabalho que vem sendo feito. Estamos confiantes no potencial do Ceará para atrair eventos cada vez mais significativos e com efeito multiplicador na cadeia produtiva gerando emprego e renda”, finaliza a presidente do Visite Ceará.

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Redução da desigualdade coloca a Uece no 2º lugar do Brasil em novo ranking internacional

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

04 de Abril de 2019

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) ganha destaque em mais uma lista de classificação internacional. O Ranking de Impacto das Universidades é a nova lista do Times Higher Education (THE), único que realiza rankings de desempenho universitário global. São avaliadas as universidades em relação aos indicadores de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Um desses indicadores é a “Redução da Desigualdade”. Foi com as ações realizadas para este fim que a Uece se destacou no novo ranking, ocupando o 2º lugar entre as universidades brasileiras e o 92º do mundo.

Segundo o reitor da Estadual do Ceará, professor Jackson Sampaio, “é uma grande conquista para a universidade, levando em consideração que essa é a primeira avaliação baseada em indicadores de desenvolvimento sustentável”, comemora. Neste indicador são consideradas informações como o número de alunos que integra a primeira geração da família a ingressar no Ensino Superior; a existência de política de admissão não-discriminatória; assim como de programas de aconselhamento/apoio a alunos, servidores e professores de grupos subrepresentados.

Nesta primeira edição do ranking, mais de 450 universidades, de 76 países, foram avaliadas por meio desses indicadores cuidadosamente calibrados pelo THE para fornecer comparações abrangentes e equilibradas em três grandes áreas: pesquisa, divulgação e administração. De acordo com a Folha de São Paulo, essa é a primeira vez que uma avaliação global de universidades considera também aspectos voltados ao que, no Brasil, chamamos de extensão universitária, ou seja, a ligação da universidade com seu entorno. Nesse aspecto, a Uece oferece, por exemplo, eventos abertos ao público e projetos de extensão voltados para a comunidade, alcançando a média de 164 mil pessoas atendidas no último triênio.

Além disso, a Uece foi classificada ainda nos ODS de “Educação de Qualidade”, de “Saúde e Bem-Estar” e de “Parcerias e Meios de Implementação”.

Clique aqui para ver o ranking completo.

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Comércio digital promete movimentar vendas em 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

31 de Março de 2019


A Constance Riomar, por exemplo, aposta no contato por redes sociais e WhatsApp para ampliar lucros

No ano de 2018, uma a cada seis pessoas comprou online pela primeira vez, segundo dados da Ebit/Nielsen. Esse número garantiu que o setor encerrasse o ano com expansão acima dos 12% previstos inicialmente. Para 2019, essa movimentação online segue como aposta dos empreendedores e a demanda de vendas que chega pelas redes sociais se tornou um dos alvos dos investidores, como é o caso da Constance Fortaleza, marca de referência em bolsas e calçados femininos. “Aqui na loja, as vendas realizadas por intermediação de redes sociais já representam 45% do faturamento. É um mercado que segue em constante expansão e queremos aproveitar essa oportunidade”, comemora a Cap da Constance Riomar, Liz Arcoverde.

As redes sociais são ferramentas de extrema importância no comércio digital, por isso, a atenção está redobrada quando de trata de Instagram e WhatsApp. “Nos último ano, sentimos a necessidade de atender essas demandas que chegavam pela rede social. Muitas clientes perguntavam se tinha delivery, se podíamos mostrar as novidades. As pessoas têm menos tempo disponível e querem ver os modelos, escolher o tamanho, encomendar e receber em casa, com o processo todo realizado de forma digital. E, agora já oferecemos esse serviço”, finaliza a Cap.

Constance RioMar

Única franquia da marca no Ceará, a Constance tem como destaque o atendimento exclusivo no conceito de self shoes, sistema de compra dividido por numeração e exposto em formato de closet que é uma de suas principais referências, além de modelos estilosos e confortáveis, com um mix de peças para atender variados gostos.

Serviços Constance

Endereço: Shopping RioMar Fortaleza – R. Des. Lauro Nogueira, 1500 – Papicu

Instagram Constance Fortaleza: instagram.com/constancefortaleza

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Prêmio IBHE elege Outback como uma das empresas mais hospitaleiras do Brasil

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Março de 2019

O Instituto Brasileiro de Hospitalidade Empresarial entregou o Prêmio IBHE de Hospitalidade ao Outback Steakhouse Brasil, reconhecendo o alto padrão do serviço oferecido pelos restaurantes da marca e a excelência do atendimento. O prêmio é resultado de uma pesquisa eletrônica realizada pelo Instituto. Além do restaurante de temática australiana, outras cinco empresas receberam o prêmio.

Segundo Pierre Berenstein, CEO da Bloomin’ Brands no Brasil, grupo detentor da marca Outback, “esta conquista é resultado de uma equipe de outbackers que trabalha diariamente para proporcionar uma experiencia única aos nossos clientes, por meio de um ambiente acolhedor e atendimento personalizado. O prêmio nos dá muito orgulho e reforça que a hospitalidade faz parte do nosso DNA”.

A pesquisa IBHE sobre Hospitalidade Empresarial foi realizada entre os meses de outubro e dezembro de 2018 e contou com 500 representantes de empresas de diferentes segmentos e cargos. O levantamento acontece desde 2009 e tem como objetivo promover a cultura da hospitalidade nas empresas através de processos mais eficientes, profissionais com prazer em servir, ambientes e comunicação mais calorosa, tornando as corporações mais genuínas e cuidadosas em sua cadeia de valor.

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Até que ponto vale ter um corpo perfeito?

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Março de 2019

Em tempos de forte influência de blogueiros e instagramers que bombardeiam as redes sociais com dietas, exercícios e muitas fotos de corpos “perfeitos”, não é raro ver alguém frustrado por não estar no padrão exigido. O professor de Educação Física da SELFIT Academias, Jones Santos esclarece que cada corpo possui suas particularidades e reações a exercícios físicos e dietas. “Além disso, cada um tem seu próprio ritmo de vida e isso significa que os resultados serão diferentes do que se vende na mídia. O profissional esclarece que as pessoas precisam se conhecer, conhecer seus limites e entender as respostas que seus corpos lhes apresentam”, esclarece o profissional.

Segundo uma pesquisa realizada por especialistas do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (Ambulim), cerca de 1% da população mundial sofre de transtornos alimentares. Tais números estão crescendo consideravelmente nos últimos anos e não por coincidência podem ser associados a essa nova doutrina da beleza. A indústria alimentícia e estética, tão fortes no Brasil e no mundo, contribuem com a pressão.

Associada ao surgimento destes distúrbios, a saúde mental é um assunto que vem ganhando cada vez mais espaço em debates sobre qualidade de vida. Em meio ao turbilhão de informações compartilhadas 24h a palavra educação tornou-se uma chave crucial na busca por um equilíbrio emocional. Jones afirma que é preciso ter cabeça aberta e senso crítico para saber filtrar aquilo que lhe ajuda: “hoje passamos muito tempo presos às redes sociais, celulares e computadores. Perdemos tempo que poderia estar sendo direcionado à convivência social, à família e amigos. Essa avalanche de informação a qual somos submetidos pode, sim, influenciar as escolhas. Passamos a era da proibição. Proibir não educa, mas o diálogo aberto e franco, sim. Antes de tudo, saúde mental é a base para uma vida saudável”, pontua.

Quanto ao desejo do corpo ideal, é importante ressaltar que os resultados são extremamente individuais, dependendo dos objetivos, foco, rotina e predisposição de cada um. O especialista ressalta que mudar hábitos de vida é bem complexo e requer alterações na alimentação, comportamento e prática regular de exercício. “Parece pouco, mas isso impacta em tudo, inclusive na vida social das pessoas. Imagine o quão difícil é para quem sempre teve um estilo boêmio, regado à bebedeira nos fins de semana, que decide mudar radicalmente. Não conseguirá manter os mesmos programas ou até os mesmos amigos”.

Dentro das academias, um dos objetivos da equipe do professor é falar sobre saúde, ressaltar a importância do bem-estar e de manter um equilíbrio nas atividades. “Já tivemos alunos com algum distúrbio alimentar (anorexia ou vigorexia), em que investimos no acompanhamento de suas rotinas durante o treino. Estamos sempre atentos aos comportamentos e objetivos do aluno, adaptando a sua rotina à variedade de atividades disponíveis. O bem-estar deve ficar em primeiro lugar.

Serviço:

Inauguração SELFIT – 18 de março – Av. Bezerra de Menezes.

Horário de funcionamento

Seg. a Sex: 05:30 às 23:00

Sábado: 08:00 às 18:00

Domingo: 08:00 às 14:00

O espaço contará com estacionamento, musculação e aeróbico, sala de ginástica e duas opções de planos: Self e Blue. A mensalidade do Plano Self custa R$ 69,90, permitindo o acesso para treinar e usar os equipamentos em horário livre. Já no Plano Blue, o investimento é de R$ 89,90 e dá direito a todos os benefícios do Plano Self, mais aulas de ginástica e ao exclusivo espaço Self Intense e Self Extreme, voltado para treinamento funcional e treino intervalado de alta intensidade. O aluno Blue também tem livre acesso para fazer musculação nas unidades implantadas em diferentes praças que possuem academias da rede, além de ganhar uma camiseta exclusiva do plano e poder levar até quatro amigos por mês para treinar junto.

Fundada em Salvador, a marca está em processão de expansão nacional, com unidades espalhadas por todo o Nordeste, Norte e Sudeste brasileiro. Segundo o C&O Leonardo Pereira, a rede proporciona um diferencial competitivo apostando em aparelhos de última geração e preços acessíveis, enfatizando o bem-estar e autoconhecimento através das atividades físicas: “entramos no segmento de entrega de valor, pois oferecemos excelência em tecnologia e atendimento, com baixo custo”.

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Pesquisa aponta que 43% dos aprendizes formados pelo CIEE estão cursando o ensino superior

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

13 de Março de 2019

Segundo levantamento em parceria com o Instituto Datafolha, maioria dos jovens passa a receber de 1 a 2 salários mínimos por mês após concluir o programa

Alcançar o ensino superior e consolidar uma carreira profissional. Essas são as principais expectativas dos egressos do programa de aprendizagem do CIEE, segundo apontou pesquisa encomendada ao Instituto de pesquisa Datafolha. Foram entrevistados 1,8 mil jovens que concluíram o Programa Aprendiz Legal entre 2016 e 2017. Ainda de acordo com o levantamento, 43% estão cursando o ensino superior, média superior à nacional.

“Os números mostram que os aprendizes entendem que quanto mais qualificação, maiores são chances de conseguir uma profissão. Além de ser uma importante ferramenta no combate à evasão escolar, a aprendizagem oferece perspectivas futuras a esses jovens, que geralmente são oriundos de camadas sociais mais vulneráveis”, explicou o superintendente Nacional de Operações do CIEE, Marcelo Gallo.

Para 53% dos jovens, o crescimento profissional foi citado como grande benefício ao término do programa. Na avaliação dos egressos, a principal mudança após concluir a aprendizagem também incluiu o crescimento pessoal (36%) e o acúmulo de mais experiência para o mundo do trabalho (27%).

De acordo com o superintendente Geral do CIEE, Humberto Casagrande, esse tipo de formação profissional também traz vantagens para as empresas, do ponto de vista dos Recursos Humanos.

“Como forma de recrutamento, o programa de aprendizagem tem foco na formação de novos profissionais de acordo com a cultura organizacional de cada empresa. Ao mesmo tempo, traz juventude e um novo olhar para as empresas”, concluiu Humberto Casagrande.

CIEE 55 anos – Transformando vidas, construindo futuros

Desde sua fundação, há 55 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente com a aprendizagem. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook,Instagram, Twitter, YouTube e Linkedin. www.ciee.org.br

5 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CIEE

1 – É uma entidade de assistência social, de caráter filantrópico, sem fins lucrativos e não tem qualquer vinculação com os governos, Sistema S (Sesi, Sesc, Senai) ou entidades de classe.

2 – Promove o acesso e a integração ao mundo do trabalho a adolescentes e jovens por meio da oferta de programas de estágio e aprendizagem.

3 – É uma entidade qualificada para ministrar os encontros de capacitação socioprofissional a aprendizes.

4 – É mantida por contribuições de empresas e órgãos públicos parceiros nos programas ofertados. Nada é cobrado dos jovens e adolescentes beneficiados.

5 – É dirigido com um conselho composto por educadores, profissionais liberais e empresários, todos voluntários.

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Varejo de material de construção tem crescimento de 6% no mês de Fevereiro

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de Março de 2019


A Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará – Acomac Ceará segue otimista para o mês de Março.

As vendas de material de construção cresceram 6% no mês de Fevereiro, comparado com o mesmo mês do ano anterior segundo o tracking mensal da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção-Anamaco. A pesquisa ainda avaliou a expectativa dos lojistas para março: dois terços dos entrevistados (cerca de 65%) está otimista com o comércio neste mês, bem como com as novas estratégias e diretrizes do novo governo. Para o presidente da Acomac Ceará, Carlito Lira, a pesquisa só ratificou a perspectiva positiva para o segmento. “Esta Pesquisa, realizada pela Anamaco, confirma a nossa expectativa positiva para este ano. Torno a dizer que será um grande ano para as revendas de materiais de construção aqui no nosso Estado”, afirma o presidente. Em 2018 o comércio de materiais de construção obteve faturamento recorde de R$ 122 milhões. Nosso setor já tem um índice positivo: nos últimos 12 meses o acumulado representa 6%. E, quando olhamos este bimestre, vemos que foi 3% melhor que o mesmo período do ano passado.

Emprego em alta

Há mais de 12 milhões de brasileiros e brasileiras sem emprego e para 20% dos varejistas, as contratações serão inevitáveis no próximo mês. O comércio da construção gera milhares de empregos diretos e indiretos. Para 2019, a Anamaco prevê crescimento de 8,5% sobre 2018.
A Pesquisa Tracking mensal da Anamaco foi realizada entre 22 e 27 de fevereiro pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco e conta com o apoio da Anfacer, Abrafati e Instituto Crisotila Brasil.

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Varejo de material de construção tem crescimento de 6% no mês de Fevereiro

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de Março de 2019


A Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará – Acomac Ceará segue otimista para o mês de Março.

As vendas de material de construção cresceram 6% no mês de Fevereiro, comparado com o mesmo mês do ano anterior segundo o tracking mensal da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção-Anamaco. A pesquisa ainda avaliou a expectativa dos lojistas para março: dois terços dos entrevistados (cerca de 65%) está otimista com o comércio neste mês, bem como com as novas estratégias e diretrizes do novo governo. Para o presidente da Acomac Ceará, Carlito Lira, a pesquisa só ratificou a perspectiva positiva para o segmento. “Esta Pesquisa, realizada pela Anamaco, confirma a nossa expectativa positiva para este ano. Torno a dizer que será um grande ano para as revendas de materiais de construção aqui no nosso Estado”, afirma o presidente. Em 2018 o comércio de materiais de construção obteve faturamento recorde de R$ 122 milhões. Nosso setor já tem um índice positivo: nos últimos 12 meses o acumulado representa 6%. E, quando olhamos este bimestre, vemos que foi 3% melhor que o mesmo período do ano passado.

Emprego em alta

Há mais de 12 milhões de brasileiros e brasileiras sem emprego e para 20% dos varejistas, as contratações serão inevitáveis no próximo mês. O comércio da construção gera milhares de empregos diretos e indiretos. Para 2019, a Anamaco prevê crescimento de 8,5% sobre 2018.
A Pesquisa Tracking mensal da Anamaco foi realizada entre 22 e 27 de fevereiro pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco e conta com o apoio da Anfacer, Abrafati e Instituto Crisotila Brasil.