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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

B2B

FAST CHANNEL ATUA EM TODA A PLATAFORMA B2B E CRIA CONCEITO INOVADOR

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

07 de junho de 2018

 

Empresa ajuda quem precisa vender produtos e também aqueles que necessitam comprar no ambiente online

 

A Fast Channel, dos mesmos acionistas da Fast Shop, está há oito anos no mercado e é a primeira empresa brasileira a ter uma plataforma completa no ambiente B2B – Business to Business, além de possuir um Full Service Digital com solução DSAS – Digital Sales as a Service. Os executivos da Fast Channel perceberam que havia uma grande oportunidade em criar ferramentas para corporações que precisam efetuar suas próprias compras online entre empresas. Segundo uma pesquisa da Forrester 71% dos compradores corporativos utilizam o Google antes de fazer uma compra. Mas somente 2% efetuam essa mesma compra no ambiente online. Portanto, 98% das companhias estão fora desse mercado.

 

Foi neste segmento que a Fast Channel enxergou seu potencial e resolveu associar a lógica de mercado das Fintech ao segmento Business To Business – chegando, assim, ao novo conceito de B2B Tech. Criando uma nova forma das empresas se relacionarem com a compra e venda de produtos, através do uso intensivo de tecnologia, tornando esses processos mais simples, fáceis e intuitivos, disponíveis 24/7 e acessíveis através de celulares, tablets e computadores. “Somos a primeira empresa brasileira B2B Tech. Desenvolvemos soluções personalizadas, que rapidamente podem entrar em operação e apresentar grandes resultados,” afirma Giulio Salomone, CEO da Fast Channel.

 

O resultado das ferramentas da Fast Channel é o aumento exponencial nos negócios de seus clientes, tanto na venda quanto na compra digital dos produtos, com eficiência, tecnologia e publicidade. “No caso da Fast Shop Empresas, em apenas seis meses, a empresa apresentou um crescimento de 45% em suas vendas empresariais digitais. Outro grande diferencial nosso é a equipe de marketing B2B Digital – uma Task Force -, completamente experiente e focada no B2B”, diz Salomone. Para ele, ao aprimorar a experiência do usuário, potencializando a possibilidade de novas transações, o resultado imediato é o crescimento das receitas do cliente. 

 

“Estamos investindo, propondo uma mudança no comportamento do mercado e queremos ser um unicórnio brasileiro em 2023”, relata Giulio Salomone. A primeira B2B Tech brasileira tem como clientes a Goodyear, Della Via, Fast Shop, Santanense Tecidos, Dickies,  LDI, ArcelorMittal, entre outros, para quem desenvolveu a base digital para comercialização dos produtos e é responsável também pela gestão.

 

“A nossa solução é própria para o B2B e tem todos os meios de pagamentos para empresas, como por exemplo, o cartão BNDES e a faturar. Tenho o prazer de ter na Fast Channel como acionista majoritário e inspirador, Marcio Kakumoto, e também os fundadores, Maurício Bonifácio e Chris Vidigal,  que continuam na companhia e são todos peças fundamentais para entender o mercado e as necessidades dos nossos clientes”, finaliza Salomone.

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Oi investe R$ 56,9 milhões no Ceará com foco na melhoria da qualidade dos serviços

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de agosto de 2017

A Oi investiu mais de R$ 56,9 milhões no Ceará no primeiro semestre de 2017, o que representa crescimento de 6% em relação ao mesmo período de 2016. A operadora está priorizando investimentos em suas redes de telecomunicações como uma das estratégias do plano de transformação operacional da companhia para melhoria da qualidade do serviço aos clientes em todas as regiões. No mesmo período foram implantados 43 novos sites de telefonia móvel (2G 3G 4G) e outros 62 foram ampliados. Além disso, 3.112 novas portas para o serviço de banda larga fixa também foram implantadas. Sites são locais onde ficam as antenas que realizam a transmissão do sinal do serviço móvel. A Oi oferece cobertura 4G nas cidades de Caucaia, Crato, Fortaleza, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Maranguape e Sobral.

 

Do ponto de vista operacional, a Oi registrou mais um trimestre positivo. A companhia gerou EBITDA de rotina de R$ 1,6 bilhão com as operações brasileiras, com aumento anual de quase 11%. Na comparação com mesmo período de 2016, os volumes de adições brutas cresceram em todos os produtos residenciais:  10,4% na telefonia fixa, 16,6% na banda larga e 24,7% na TV. Esse desempenho se deve, em grande parte, ao sucesso das ofertas de serviços convergentes. No segmento de Mobilidade Pessoal, a receita de dados da companhia continua sendo o principal fator de crescimento da receita líquida de clientes móveis, e já corresponde a 57% de participação na receita total de clientes da Oi. O crescimento da receita de dados vem alavancando a receita do pós-pago e do controle, que registrou aumento anual de 4,1%, compensando a queda da receita do pré-pago.

 

Já no B2B, apesar do cenário macro desfavorável, a Oi segue investindo na qualidade dos serviços, melhorando seus indicadores operacionais e gerando impactos positivos na satisfação dos clientes. O indicador de tempo médio de instalação caiu, no ano, 3,6% para grandes empresas e 27,0% no PME;  enquanto o volume de contestações caiu 48,1% para grandes empresas e 37,6% no PME.

 

A Oi continua desenvolvendo seu processo de digitalização. Uma das iniciativas é o Técnico Virtual, lançado em maio, recurso acessado através do aplicativo Minha Oi que permite ao cliente identificar e resolver problemas na utilização do telefone fixo e da banda larga sem precisar falar com um atendente. Ao fim de junho, o Técnico Virtual havia evitado que 584 mil chamadas fossem feitas para o call center da operadora – este é o número acumulado do período de teste e dos dois meses de operação nacional. Sua taxa de resolução é de 45%. Até agora foram feitos 500 mil downloads.  Até o fim de junho, a Oi tinha 16.272 milhões de clientes no segmento residencial,  39.802 milhões na mobilidade e 6.501 no corporativo, além de 641 mil orelhões.

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Oi investe R$ 56,9 milhões no Ceará com foco na melhoria da qualidade dos serviços

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de agosto de 2017

A Oi investiu mais de R$ 56,9 milhões no Ceará no primeiro semestre de 2017, o que representa crescimento de 6% em relação ao mesmo período de 2016. A operadora está priorizando investimentos em suas redes de telecomunicações como uma das estratégias do plano de transformação operacional da companhia para melhoria da qualidade do serviço aos clientes em todas as regiões. No mesmo período foram implantados 43 novos sites de telefonia móvel (2G 3G 4G) e outros 62 foram ampliados. Além disso, 3.112 novas portas para o serviço de banda larga fixa também foram implantadas. Sites são locais onde ficam as antenas que realizam a transmissão do sinal do serviço móvel. A Oi oferece cobertura 4G nas cidades de Caucaia, Crato, Fortaleza, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Maranguape e Sobral.

 

Do ponto de vista operacional, a Oi registrou mais um trimestre positivo. A companhia gerou EBITDA de rotina de R$ 1,6 bilhão com as operações brasileiras, com aumento anual de quase 11%. Na comparação com mesmo período de 2016, os volumes de adições brutas cresceram em todos os produtos residenciais:  10,4% na telefonia fixa, 16,6% na banda larga e 24,7% na TV. Esse desempenho se deve, em grande parte, ao sucesso das ofertas de serviços convergentes. No segmento de Mobilidade Pessoal, a receita de dados da companhia continua sendo o principal fator de crescimento da receita líquida de clientes móveis, e já corresponde a 57% de participação na receita total de clientes da Oi. O crescimento da receita de dados vem alavancando a receita do pós-pago e do controle, que registrou aumento anual de 4,1%, compensando a queda da receita do pré-pago.

 

Já no B2B, apesar do cenário macro desfavorável, a Oi segue investindo na qualidade dos serviços, melhorando seus indicadores operacionais e gerando impactos positivos na satisfação dos clientes. O indicador de tempo médio de instalação caiu, no ano, 3,6% para grandes empresas e 27,0% no PME;  enquanto o volume de contestações caiu 48,1% para grandes empresas e 37,6% no PME.

 

A Oi continua desenvolvendo seu processo de digitalização. Uma das iniciativas é o Técnico Virtual, lançado em maio, recurso acessado através do aplicativo Minha Oi que permite ao cliente identificar e resolver problemas na utilização do telefone fixo e da banda larga sem precisar falar com um atendente. Ao fim de junho, o Técnico Virtual havia evitado que 584 mil chamadas fossem feitas para o call center da operadora – este é o número acumulado do período de teste e dos dois meses de operação nacional. Sua taxa de resolução é de 45%. Até agora foram feitos 500 mil downloads.  Até o fim de junho, a Oi tinha 16.272 milhões de clientes no segmento residencial,  39.802 milhões na mobilidade e 6.501 no corporativo, além de 641 mil orelhões.