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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Ceará em Comex

Balança comercial cearense alcança superávit em janeiro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

11 de Fevereiro de 2019

O Ceará mantém o bom desempenho no comércio internacional. O primeiro mês de 2019 foi o melhor da história em termos de volume exportado, segundo o estudo Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). O estado vendeu ao exterior US$ 238,6 milhões, valor 32,2% superior ao mesmo mês de 2018. As importações também registraram evolução, porém menos significativa, saindo de US$ 195,1 milhões em janeiro do ano passado, para US$ 206,1 milhões em 2019. O saldo da balança comercial do estado, em janeiro, ficou superavitário em US$ 32,5 milhões, primeira vez desde 2009.

A salto das exportações em 2019 é ainda mais notável quando comparada a 2015. Nesse caso, o crescimento foi de 139,7%, quando o Ceará exportou US$ 99,5 milhões. Já em relação às importações, a conclusão é inversa. Nos mesmos cinco anos, houve uma redução de 68,1%.

Outra informação do Ceará em Comex é que em janeiro o estado se manteve como o terceiro maior exportador do Nordeste, atrás apenas de Bahia de Maranhão. Do total exportado pela região, 16,78% provém do Ceará. O estudo destaca que essa participação é a maior já registrada para o período. Do mesmo modo, a participação nas exportações nacionais também subiu para 1,28% em 2019. Nota-se que, dos quinze maiores estados exportadores do Brasil, o Ceará foi o terceiro que mais cresceu do ano passado para cá.

A análise sobre as principais cidades exportadoras do Ceará revelou que Caucaia e Uruburetama foram os municípios que mais aumentaram suas vendas ao exterior no comparativo de janeiro de 2018 e o mesmo mês de 2019. Caucaia, quarta maior do estado, saiu de pouco mais de US$ 1 milhão, para US$ 11,7 milhões, crescendo mais de 700% nesse intervalo, e Uruburetama, saltando de US$ 1,7 milhão para US$ 3,7 milhões, avanço de 118,8%. São Gonçalo do Amarante, cidade-sede da maior empresa exportadora do estado, mantém a liderança da lista, com US$ 139,7 milhões e ocupa a 25ª posição no ranking nacional de municípios exportadores, que conta com mais de 1.500 cidades. Sobral, com US$ 29,3 milhões e Fortaleza com US$ 13,9 milhões, vêm em seguida e registraram crescimentos de 59,1% e 10,5%, respectivamente.

Saiba mais

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportações cearenses atingem maior volume da história com US$ 2,32 bilhões

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de Janeiro de 2019

Seguindo as expectativas, 2018 quebrou recordes e se consolidou como o ano mais expressivo na história das exportações do Ceará. O estado contabilizou US$ 2,32 bilhões vendidos ao exterior, o que representa um crescimento de 10,7% ante 2017 (US$ 2,1 bilhões). No comparativo com 2015, o valor das exportações de 2018 mais que dobrou, sendo 122,9% superior ao contabilizado três anos atrás (US$ 1,04 bilhões). Os dados são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

Em dezembro, de acordo com o estudo, manteve-se a alta performance exportadora do estado, com um crescimento de 36,7%. Os US$ 259,9 milhões vendidos ao exterior no último mês do ano representam o segundo melhor resultado mensal de 2018.

Terceiro maior exportador do Nordeste, o Ceará representou, no acumulado de 2018, 12,55% das exportações da região. O saldo da balança comercial cearense, no período analisado, porém, manteve-se deficitário em US$ 205,4 milhões.

Caucaia e Aquiraz foram os municípios com os maiores percentuais de crescimento entre 2017 e 2018. O primeiro apresentou um aumento de 74,2%, partindo de US$ 46,2 milhões para US$ 80,5 milhões, garantindo o posto de sexta maior cidade exportadora do Ceará. Aquiraz, por sua vez, ocupa a 8ª posição e saltou de US$ 31,4 milhões em 2017 para US$ 48,4 milhões em 2018, uma variação positiva de 53,8%. São Gonçalo do Amarante (US$ 1,3 bilhão), Sobral (US$ 144,5 milhões) e Fortaleza (US$ 144,2 milhões) se mantém como municípios líderes nas vendas externas cearenses.

O setor de “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes” merece destaque nas exportações cearenses, com variação positiva de 140,9% em relação à 2017, totalizando US$ 65,3 milhões em 2018. Outros setores da pauta exportadora do estado também exibiram aumentos consideráveis justificando a performance positiva do estado. É o caso do líder em exportações “Ferro fundido, ferro e aço”, que cresceu 28,5%, chegando a US$ 1,37 bilhão. Os segmentos de frutas e de pescados também contribuíram de forma bastante positiva, com acréscimos de 9,3% e 14,2% respectivamente. O setor de calçados cearenses, mesmo com redução de 15,4% em suas exportações, manteve seu posto em segundo lugar no ranking, contabilizando US$ 264,5 milhões.

Quanto aos principais produtos (NCM) exportados pelo Ceará em 2018, os semimanufaturados siderúrgicos somam US$ 1,3 bilhão, representando 57,9% do total das exportações. Ainda no segmento, destaque para o subsetor de produtos com 0,25% ou mais de carbono em sua composição, que exibiu aumento expressivo de 7.736,2%, partindo de US$ 2 milhões para US$ 158 milhões. A exportação de componentes utilizados em usinas de energia eólica também foi um forte impulsionador para as exportações, crescendo 146,8% e chegando a marca de US$ 63,2 milhões. As castanhas de caju mantêm-se como um dos carros chefes do comércio exterior do estado, os frutos chegaram a cifra de US$ 94,1 milhões e são o terceiro maior produto exportado pelo Ceará em 2018. “Melões frescos” é outro setor de alimentos bastante exportado pelo Estado, apresentando aumento de 17,9% nas vendas ao exterior da fruta, contabilizando US$ 62,9 milhões.

A parceria com os Estados Unidos o consolida como maior destino das exportações do estado, com US$ 858,8 milhões, representando 36,9% do total. Os norte-americanos mais que dobraram suas compras do Ceará entre 2017 e 2018. A Coréia do Sul conquista a segunda posição, com um aumento de 92,1% nas vendas externas cearense, contabilizando US$ 180,9 milhões. Turquia e México vêm em seguida com valores aproximados no ranking de US$ 143,1 milhões e US$ 141,5 milhões, respectivamente. Dos 10 maiores destinos das exportações do Ceará, quatro são países europeus e todos esses exibiram aumento nos valores no período analisado, sendo eles: Alemanha (42,3%), Reino Unido (34,5%), Holanda (8,6%) e ainda de forma mais expressiva as vendas para a Polônia, com um avanço de 182,6%.

Sobre o CIN
O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Acumulado das exportações cearenses de janeiro a setembro bate recorde 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

10 de outubro de 2018

Os nove primeiros meses do ano de 2018 foram produtivos para o comércio exterior cearense, com o estado já acumulando US$ 1,55 bilhões em exportações. O montante é valor recorde para o período da série janeiro – setembro em vinte anos. Se comparado ao mesmo período de 2017, por exemplo, o valor cresceu 5,8%. Levando em consideração apenas o mês de setembro, o valor exportado pelo Ceará foi de US$ 133,7 milhões. Já nas importações, o registro foi de US$ 190,6. Os números fazem parte do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em dados do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

Apesar do recorde, esses valores mantiveram a balança comercial do estado deficitária em US$ 56,9 milhões, posicionando o Ceará como 3° maior do Nordeste, atrás apenas de Bahia e Maranhão. O montante exportado faz do estado o 14° colocado entre as unidades federativas do Brasil em vendas externas. Isso se deve porque as importações também cresceram em relação ao ano passado. As cifras em compras de outros países somam US$ 1,99 bilhões, valor 14,3% maior que o do período em 2017.

O município de São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana de Fortaleza, que comporta a ZPE (Zona de Processamento de Exportações) e o Complexo do Pecém, vem sendo responsável por boa parte do resultado cearense. O município, sozinho, exportou US$ 889,3 milhões, o que significa 57% de todo o valor que o estado vendeu ao exterior. Esse total cresceu 14,7% em relação ao ano anterior. O produto abastece diversas cadeias de produção, como as indústrias civil e de produção de maquinário.

Fortaleza e Sobral vêm logo em seguida no ranking dos municípios exportadores com US$ 104,5 milhões e US$ 95,8 milhões, respectivamente. Como já esperado, o de “ferro fundido e aço” lidera, com mais de US$ 895 milhões. Em seguida surge o setor de calçados, pauta que tem a cidade de Sobral como líder no país, totalizando US$ 176,3 milhões. Em 3° posiciona-se o setor de frutas, que alçou destaque devido à produção de melões e melancias, vindo a ser destaque nacional.

O principal destino da produção do Ceará tem sido os Estados Unidos. Apesar do estado ter diversas nações como destino, a demanda americana engloba 36,9% de nossas vendas, principalmente de placas de aço. O total chega a US$ 572.2 milhões. Em seguida estão Turquia, com US$ 116,8 milhões, e México, com US$ 112,8 milhões. A Polônia aumentou em mais de dois mil pontos percentuais as compras dos produtos cearenses, passando de US$ 2,5 milhões para US$ 56,5 milhões, entre 2017 e 2018.

As importações também cresceram. O valor apresentado em setembro foi 14,1% inferior ao de agosto e 11% menor que o alcançado no mês referente no ano anterior. Entretanto, os valores não ofuscam os resultados, uma vez que os quase US$ 2 bilhões importados representam a expansão da capacidade industrial. O acumulado anual é 14,3% superior ao da mesma série em 2017. Merecem destaque as cidades de Quixeré e Chorozinho, ambas pelo aumento em mais de 20 vezes de suas importações em relação ao mesmo período em 2017.

Quixeré está instalando um complexo de energia solar e demanda painéis vindos da China, principal fornecedor cearense. Os painéis fazem parte do grupo de produto adquirido pelo estado que mais cresceu em relação ao ano anterior, aumentou seus valores em 65,1% e totalizou US$ 144 milhões, sendo também o que mais cresceu em exportações. Por sua vez, Chorozinho tem iniciado a produção de motocicletas e sua demanda por combustível fez as importações da cidade crescerem mais de 2200 pontos percentuais.

Os artigos líderes em nossa pauta de importação são os combustíveis sólidos que abastecem a siderúrgica do Pecém, que equivale a um montante de US$ 815,2 milhões. Logo atrás estão o gás natural, e trigo e derivados, que suprem a alta demanda de insumos da consolidada indústria local de massas alimentícias. A capital do estado, 2° maior município cearense em importações, é o principal destino do trigo. O subgrupo que teve maior participação no consumo vindo do exterior foi o de combustíveis e seus destilados. Este contém os combustíveis utilizado pela produção de Chorozinho.

Como anteriormente mencionado, o principal fornecedor cearense é a China. Este compõe 20,42% das importações do estado, com um total de US$ 406,4 milhões. O valor compõe-se principalmente de defensivos agrícolas e os painéis solares destinados a Quixeré. Segundo maior mercado de origem, os americanos fornecem, sobretudo, combustíveis sólidos e destilados. Estes são de suma importância na atividade siderúrgica cearense, respectivamente. O total adquirido vindo dos Estados Unidos chega à soma de US$ 378,2 milhões. Um mercado que tem obtido contraste, entre nossos exportadores, é Trinidad e Tobago. O país insular aumentou suas vendas ao Ceará, em relação a 2017, mais de 2000 pontos percentuais. O resultado faz da nação nosso 5° maior fornecedor, um total US$ 100 milhões. Seu principal fornecimento é o de combustíveis gasosos.

Confira o estudo completo AQUI.

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Importações cearenses crescem 5,5% em fevereiro

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de Março de 2018

As exportações cearenses em fevereiro de 2018 atingiram a cifra de US$ 156,3 milhões, valor 13,4% inferior aos US$ 180,5 milhões de janeiro. Em comparação ao mesmo período de 2017, o resultado representa um decréscimo de 10,9%. No que diz respeito às importações, fevereiro totalizou US$ 205,5 milhões. Em relação a janeiro, quando fora importado US$ 194,8 milhões, as compras externas apresentaram um aumento de 5,5%. Em relação à 2017, quando foi contabilizado US$ 126,9 milhões, o crescimento foi de 61,9%. Observando o comportamento da balança comercial do Estado, as exportações no acumulado do ano de 2018 alcançaram a melhor marca dos últimos cinco anos, chegando à cifra de US$ 336,8 milhões, valor 1,5% maior que 2017. Por sua vez, as importações registraram o segundo maior valor (US$ 400,2milhões) dos mesmos cinco anos, ficando atrás apenas de 2015. Os dados são do documento Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC, com base em números do Mdic.

Como resultado final dessas trocas comerciais, a balança cearense fechou o mês de fevereiro com saldo negativo de US$ 63,5 milhões. No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses nos dois primeiros meses de 2018 foi de 13,60% (abaixo dos 14,52% registrados em 2017) e acima dos 11% das importações. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram queda, de 1,09% para 0,98%. Em contrapartida, a participação das compras do exterior aumentou de 1,43% para 1,50%. O Ceará posicionou-se na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros no acumulado de 2018, a mesma posição que encerrou 2017. São Paulo lidera a lista com 22% do total exportado pelo país.

No que tange aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram crescimento nas vendas externas sobre o ano anterior. Vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 180,2 milhões, representando mais da metade da pauta exportadora do Estado. As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactam diretamente no resultado positivo do referido município. Sobral ultrapassou Fortaleza e vem em segundo no ranking, exportando US$ 32,4 milhões. Icapuí ganha significância no mercado externo devido à forte produção e exportação de melões. Ocupando a quarta posição com um aumento de mais de mil e quinhentos pontos percentuais, suas exportações chegaram à marca de US$ 19,8 milhões.

Ao examinar o ranking dos principais setores exportados pelo Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 181,2 milhões. Em relação à 2017, o aumento foi de 8,4%. Novamente constata-se a importância da CSP no perfil das exportações cearenses. O setor de “frutas; cascas de frutos cítricos e de melões” ganha destaque por ter um aumento de 101,3%, colocando o Ceará entre os líderes nacionais desse ramo. O setor calçadista, apesar de perder a liderança estadual, segue como forte participante na pauta exportadora cearense, e apresentou um leve crescimento de 0,1% entre 2017 e 2018.

Os itens exportados pela CSP, classificados como “outros produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado, de seção transversal retangular”, obtiveram um aumento de 6,6% em relação a 2017 e
representam mais metade das vendas externas do Estado, totalizando US$ 176,2 milhões. Como citado acima, “melões frescos” exibiu, nos dois primeiros meses de 2018, um resultado significativo, os produtos cresceram mais de oito mil pontos percentuais saindo de US$ 173,1 mil em 2017, para US$ 15,3 milhões no ano presente. Mais de um quarto das exportações cearenses de 2018 tem como destino os Estados Unidos,  o equivalente a US$ 85,1 milhões. A Alemanha, assim como em janeiro, segue como segundo maior responsável pelas vendas externas do Estado, com US$ 45,7 milhões. A maior variação percentual no comparativo entre os anos é trazida pela Polônia, com um aumento superior a mil pontos percentuais, alterando sua participação de 0,3% para 4,1% e totalizando um valor exportado de US$ 13,7 milhões.

Com a maior participação no ranking dos municípios cearenses importadores (49,1%), São Gonçalo do Amarante apresentou forte acrescimento de 54% nas compras externas em 2018 diante de 2017, saindo de US$ 127,6 milhões para US$ 196,4 milhões. Fortaleza, apesar de apresentar uma queda de 16,7%, segue em segunda colocação no ranking, com uma participação de 14,8%, referentes aos US$ 59,1 milhões comprados pela capital. Maranguape exibiu o maior aumento dentre os dez principais municípios, 41,3%. O setor de maior representação na pauta importadora cearense em 2018 é “Combustíveis e óleos minerais”, liderando com US$ 200,7 milhões, 73,9% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

Outro destaque diz respeito aos elevados aumentos na participação de “Produtos químicos orgânicos”, que subiu de US$ 12,8 milhões para US$ 24,2 milhões. O setor de “Cereais”, apesar de registrar queda de 31%, se encontra em segundo lugar. Em relação as importações cearenses no acumulado de 2018, “Hulha betuminosa, não aglomerada” é o principal item importado pelo Estado, apesar de ter sofrido uma queda de 7,5%. Pode-se destacar, entretanto, com o aumento nas compras do exterior de outros itens, uma maior diversificação na pauta importadora cearense dos quais seis dos dez principais produtos relacionados não haviam sido importados no mesmo período do ano anterior.

A Colômbia se configura como o principal parceiro das importações cearenses no primeiro bimestre de 2018, com US$ 69,9 milhões, um crescimento de 16,3%. Destaques para Trinidad e Tobago, Nigéria e Moçambique que não figuravam como origens das compras externas cearenses em 2017 e atualmente representam 14%, 5,9% e 3,8% respectivamente, devido ao fornecimento de insumos para a CSP.

CONFIRA AQUI o estudo completo.  

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Ceará segue na terceira posição no Brasil em exportação de bebidas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

21 de Fevereiro de 2018

 

O Ceará em 2018 segue como terceiro maior exportador de bebidas do Brasil – atrás apenas de São Paulo e Paraná. As vendas externas cearenses do setor acompanharam a tendência nacional de queda, registrando uma discreta retração de 4,9% em relação ao ano de 2017, alcançando no acumulado do ano o montante de US$ 5,1 milhões. Já nas importações, o estado exibiu queda de 65,5%, em relação ao ano anterior, bem acima da média nacional que foi de 20,8%. Os dados são do estudo Ceará em Comex relativo a janeiro, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC. Os destaques das exportações ficam por conta da “Água de Coco”, que representa sozinha quase 70% do total de bebidas vendido. Principal destino das exportações cearenses, os EUA reduziram as compras de bebidas do Estado em 5,9%, mas ainda são responsáveis por 68% do total exportado.

Confira AQUI o estudo completo. 

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Balança comercial cearense apresenta melhor desempenho no comparativo dos últimos cinco anos

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de Fevereiro de 2018

As exportações cearenses em janeiro de 2018 atingiram a cifra de US$ 180,5 milhões, o valor representa crescimento de 15,3% quando comparado ao valor do mesmo mês em 2017. Já em dezembro do ano passado o valor é US$ 231,4 milhões. Do lado das importações, o primeiro mês de 2018 totalizou US$ 194,8 milhões, expressiva elevação em relação a dezembro de 2017 quando foi importado US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período do ano anterior, houve decréscimo de 4,1%. Vale ressaltar que as compras externas cearenses vinham registrando retração durante os últimos três meses de 2017. Os dados são do documento Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O comportamento da balança comercial do Estado, janeiro de 2018 alcançou a marca de melhor mês para o período, desde o início da série histórica, no ano 2000. Por sua vez, as importações registraram o segundo menor valor dos mesmos cinco anos, ficando à frente apenas de 2016. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o mês com saldo negativo de US$ 14,3 milhões. Apesar do resultado, foi o melhor desempenho para o período no comparativo dos últimos cinco anos.

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Exportação de calçados cearense cresce 7,6% em 2017

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de Janeiro de 2018

 

Segundo maior estado exportador do Brasil em valores (e primeiro em pares), o Ceará exportou em 2017, o total de US$ 312,9 milhões, o que representa alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2016. As importações exibiram um aumento de 97,3%, passando de US$ 3,5 para US$ 6,9 milhões. Esta elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De acordo com o estudo Ceará em Comex, é importante destacar que se tais itens da pauta de exportações forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição destes componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim as empresas mais competitivas. Vale ressaltar que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, em 2017, o posto do principal setor exportado do Ceará para o metal mecânico (devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense de 22,5% para 14,8%.

Sob o âmbito dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 96,2 milhões. Vale o destaque para “Calçados para outros esportes, de borracha ou plástico”, que apresentaram aumento de 107,6% entre 2016 e 2017. A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados e apresentou crescimento de 21,4% em relação a 2016. Os EUA estão em segundo, com uma pequena diferença na participação nas importações, porém exibem uma queda de 10,5% em relação ao ano anterior. Colômbia e Bolívia foram outros destinos de destaque, com aumento respectivo de 14,8% e 76,8%.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de Janeiro de 2018

As exportações cearenses em dezembro de 2017 atingiram a cifra de US$ 231,4 milhões (recorde para um mês), apresentando crescimento de 45,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No comparativo com novembro, quando fora exportado US$ 217,1 milhões, o desempenho é 6,6% superior. Trata-se do quarto mês consecutivo em que as vendas externas do Ceará registram incremento. Do lado das importações, dezembro apresentou queda de 18,6% em relação a novembro, totalizando US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período de 2016, o decréscimo foi de 16,7%. Na contramão do que vem ocorrendo com as exportações, as compras do exterior vêm registrando queda ao longo dos últimos meses. Trata-se do terceiro declínio consecutivo.

Observando o comportamento da balança comercial do Estado em 2017, as vendas externas cearenses ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016. Por sua vez, as importações atingiram US$ 2,2 bilhões, representando uma queda de 35,7% em relação ao ano anterior. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o ano com saldo negativo de US$ 140,5 milhões. Apesar de negativo, o valor representa uma redução do déficit em 93,6% em relação a 2016.

No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses no acumulado do ano foi de 12,54% (acima dos 10,10% registrado em 2016) e acima dos 11,55% das importações. Trata-se de um comportamento inédito em relação aos últimos 5 anos do período em análise. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram alta, de 0,70% para 0,97%. Novamente, trata-se de um desempenho histórico. Em contrapartida, a participação das compras do exterior regrediu de 2,54% para 1,49%.

O Ceará posicionou-se na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros em 2017. Em termos de crescimento, o Estado registrou a quarta maior alta percentual no país com 62,5%, bem acima da média nacional, de 17,5%. No que tange aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram queda nas vendas externas sobre o ano anterior. Entretanto, vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 1,1 bilhão (aumento de 362,8%), representando mais da metade da pauta exportadora do Estado.

As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactam diretamente no resultado positivo do referido município. Sobral ultrapassou Fortaleza e vem em segundo no ranking, exportando US$ 177,7 milhões. Caucaia, Eusébio, Icapuí, Uruburetama e Cascavel apresentaram expressivas retrações nas vendas externas. Examinando o ranking dos principais setores exportadores do Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 1 bilhão, graças ao expressivo aumento de 465,3%. Novamente constata-se a importância da CSP no perfil das exportações cearenses. O desempenho das exportações do Estado só não foram melhores, em virtude das quedas de 61,2% das “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos”; de 24,4% dos “fios e tecidos de algodão”; de 18,7% das “frutas (incluindo a castanha de caju)”; e de 15,8% das “peles e couros”.

Confira o estudo completo AQUI.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Exportações cearenses crescem 79,7% em relação ao mesmo período de 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

11 de julho de 2017

As exportações cearenses em junho registraram queda de 31,5% em relação ao mês anterior, alcançando US$ 140,7 milhões. Já o montante exportado é 79,7% superior à igual período de 2016, quando fora exportado US$ 78,3 milhões. Durante todo o ano de 2017 o Ceará registra aumento quando comparado com os meses do ano anterior. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.
Importações
As importações em junho registraram queda de 3,0% em relação ao mês anterior, chegando a US$ 176,1 milhões. Além disso, em comparação com o mesmo período de 2016, quando foi importado quase U$ 1,5 bilhão, as importações caíram em 87,9%. Como resultado dessas movimentações, o Ceará registrou balança comercial deficitária em US$ 35,4 milhões em junho. Observando o comportamento das trocas comerciais do estado no acumulado do ano, as vendas externas cearenses alcançaram a cifra de US$ 964,9 milhões, alta de 104,1% quando comparado com 2016. No entanto, as compras do exterior representaram queda de 49,1%, atingindo US$ 1.1 bilhão. Como efeito dessas transações comerciais, a balança cearense no acumulado do ano ficou negativa em US$ 142,6 milhões. Apesar do resultado, tais valores representam evolução em 91,6% em relação a 2016, quando o estado acumulou perda de US$ 1,7 bilhão.
As movimentações das trocas comerciais do Ceará influenciaram diretamente na participação das exportações e importações cearenses na balança comercial do Nordeste no acumulado do ano, onde o peso das vendas externas do Ceará avançou de 7,73% (em 2016) para 12,1% (em 2017). As compras do exterior passaram de 23,6% (ano passado) para 11,5% (atual). É a primeira vez desde 2013 que o valor das exportações cearenses no Nordeste excede o das importações. Em relação ao Brasil, o peso das exportações cearenses praticamente dobrou, passando 0,52% e 0,90%. Do lado das importações, a participação regrediu de 3,27% para 1,55%.
Ranking
O Ceará posicionou-se na 15{ colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros, com US$ 964,9 milhões. Em termos de indicadores de crescimento, o Ceará apresentou a terceira maior alta no país com 104,1%, bem acima da média nacional de 19,3%.
Municípios
Em relação aos principais municípios exportadores cearenses, São Gonçalo do Amarante, lidera a lista com US$ 522,2 milhões, representando mais da metade da pauta exportadora do estado. As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP têm destaque na série temporal do Ceará, repercutindo diretamente nas vendas externas do referido município. Cascavel, Uruburetama, Caucaia e Aquiraz apresentaram quedas nas suas vendas externas quando comparado com 2016.
Setores exportadores
Examinando o ranking dos principais setores exportadores do Ceará, o setor de “ferro fundido, ferro e aço”, afirma sua posição no topo da lista, com aumento exponencial em torno de 13 mil pontos percentuais sobre 2016, saindo de US$ 3,7 milhões para US$ 494,8 milhões. Mais uma vez, constata-se a importância da CSP na pauta das exportações cearenses. Ainda como destaque, registra-se um aumento no setor de “Combustíveis Minerais”, de dois mil pontos percentuais e de “Suco de frutas e demais preparações hortícolas e de frutas”, com 39%. Em sentido contrário, o setor de “Algodão” e “Frutas (incluindo castanha de caju) ” representaram as maiores quedas da lista, com 36,5% e 35,8% respectivamente. Em ambos os casos, a limitação dos recursos hídricos afetou significativamente o resultado de tais setores.
Compradores
Principal comprador dos produtos cearenses, os Estados Unidos registraram participação de quase 25% no mercado importador do Ceará, com total de US$ 239,4 milhões no ano. Vale ressaltar o aumento significativo acima de dez mil pontos percentuais do volume exportado para a Turquia, firmando a terceira colocação. Há também consideráveis elevações para a Coreia do Sul (quase seis mil pontos), Tailândia (acima de mil pontos) e México (aproximadamente mil pontos). Tais desempenhos são em virtude das chapas metálicas exportadas pela CSP.
Importadores
Verificando o ranking dos estados brasileiros importadores em 2017, o Ceará se firma na 14ª posição, com US$ 1,107 bilhão. Apenas cinco unidades federativas apresentaram decréscimos nas compras externas. São elas Rio de Janeiro, Ceará, Distrito Federal, Pará e Sergipe. São Gonçalo do Amarante continua sendo a cidade com a maior participação nas importações cearenses com US$ 465,6 milhões, representando 42%.  Destaque para Tianguá, com aumento de 264,5% quando comparado com o ano anterior. Em relação aos principais setores importados pelo Estado em 2017, “Combustíveis e óleos minerais” lidera a pauta, com US$ 426 milhões. Outros destaques se relacionam aos elevados aumentos na participação de “Ferro fundido, ferro e aço”; “Algodão” e “Produtos químicos diversos”, respectivamente com 286,4%, 166,9% e 147,4%, quando comparados ao ano de 2016. Na contramão, os setores de “Máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos” e “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos” registraram quedas respetivas de 92,4% e 79,2%. A China foi o principal parceiro das importações cearenses no acumulado de 2017, com aproximadamente US$ 179,4 milhões e participação de 16,2%. Chama a atenção os elevados aumentos registrados por Austrália (401,5%) e Moçambique (561,4%).
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Importações do setor têxtil cearense crescem 81,4% no acumulado do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de julho de 2017

O setor têxtil do Ceará registrou um saldo negativo na balança comercial dos cinco primeiros meses de 2017, com um déficit de US$ 61,7 milhões. É o terceiro ano consecutivo em que as compras do setor para o mercado internacional superam as vendas no período. Em relação ao acumulado de 2017, as importações registraram um aumento de 81,4%, saindo de US$ 41,7 milhões de janeiro a maio de 2016 para US$ 75,7 milhões. Já as exportações caíram (37,3%) de US$ 22,3 milhões para US$ 13,9 milhões também no mesmo período.

Os dados fazem parte do miniestudo setorial têxtil produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC com dados referentes ao acumulado de janeiro a maio de 2017. O estudo revela também que a participação do setor no total das importações cearenses é de 8,13% e nas exportações é de 1,7%. Os principais países de origem das importações Estados Unidos, China e Indonésia. Os países para onde mais o Ceará vende são Argentina, Paraguai e Sri Lanka. O Ceará ocupa o nono lugar no ranking brasileiro de Estados que mais exportam e o quinto que mais importa.

Ceará em Comex

O “Ceará em Comex” é um estudo de inteligência elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, que retrata o panorama do comércio exterior do estado. Na última edição, o estudo revelou que as exportações cearenses apresentaram em maio crescimento de 117,2% em relação ao mês anterior, alcançando US$ 205,4 milhões. O montante exportado é 154,2% superior à igual período de 2016, quando fora exportado US$ 80,8 milhões. Trata-se do décimo mês consecutivo em que o Estado registra aumento quando comparado com os meses do ano anterior. As importações também registraram crescimento (8,1%) em maio em relação ao mês anterior, chegando a US$ 181,5 milhões. Além disso, o resultado é 46,4% superior aos US$ 124,0 milhões registrados no mesmo período de 2016. Como resultado dessas movimentações, o Ceará registrou balança comercial superavitária em US$ 23,8 milhões em maio.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Importações do setor têxtil cearense crescem 81,4% no acumulado do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de julho de 2017

O setor têxtil do Ceará registrou um saldo negativo na balança comercial dos cinco primeiros meses de 2017, com um déficit de US$ 61,7 milhões. É o terceiro ano consecutivo em que as compras do setor para o mercado internacional superam as vendas no período. Em relação ao acumulado de 2017, as importações registraram um aumento de 81,4%, saindo de US$ 41,7 milhões de janeiro a maio de 2016 para US$ 75,7 milhões. Já as exportações caíram (37,3%) de US$ 22,3 milhões para US$ 13,9 milhões também no mesmo período.

Os dados fazem parte do miniestudo setorial têxtil produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC com dados referentes ao acumulado de janeiro a maio de 2017. O estudo revela também que a participação do setor no total das importações cearenses é de 8,13% e nas exportações é de 1,7%. Os principais países de origem das importações Estados Unidos, China e Indonésia. Os países para onde mais o Ceará vende são Argentina, Paraguai e Sri Lanka. O Ceará ocupa o nono lugar no ranking brasileiro de Estados que mais exportam e o quinto que mais importa.

Ceará em Comex

O “Ceará em Comex” é um estudo de inteligência elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, que retrata o panorama do comércio exterior do estado. Na última edição, o estudo revelou que as exportações cearenses apresentaram em maio crescimento de 117,2% em relação ao mês anterior, alcançando US$ 205,4 milhões. O montante exportado é 154,2% superior à igual período de 2016, quando fora exportado US$ 80,8 milhões. Trata-se do décimo mês consecutivo em que o Estado registra aumento quando comparado com os meses do ano anterior. As importações também registraram crescimento (8,1%) em maio em relação ao mês anterior, chegando a US$ 181,5 milhões. Além disso, o resultado é 46,4% superior aos US$ 124,0 milhões registrados no mesmo período de 2016. Como resultado dessas movimentações, o Ceará registrou balança comercial superavitária em US$ 23,8 milhões em maio.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti