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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Centro Internacional de Negócios da FIEC

Exportações cearenses crescem 9,9% no primeiro semestre de 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de julho de 2019

O ano de 2019 permanece registrando melhora nos resultados do comércio do Ceará com o exterior. De janeiro a junho, o estado já acumula US$ 1,1 bilhão em exportações, após um crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período no ano de 2018. Por sua vez, as importações registraram queda de 15,8%, exibindo um total de US$ 1,09 bilhões. O valor importado em junho é o segundo menor do ano. As variações resultaram ao estado cearense uma balança comercial superavitária, que totaliza US$ 29,2 milhões. O saldo comercial cearense, positivo em 2019, cresceu 110,5% em relação a 2018.

O Ceará foi o sexto estado com maior aumento das exportações, se comparado com o ano anterior. Mesmo com resultados otimistas, o Ceará ainda é o 14° estado em exportações nacionais, permanecendo com 1% em participação. Com relação ao posicionamento na região Nordeste, o Ceará é o 3° em volume exportado.

Como de costume, o município de São Gonçalo do Amarante corresponde a um dos grandes impulsionadores dos resultados do estado, exportando um total de US$ 598,5 milhões. O valor responde por 53,3% do total vendido pelo Ceará para o exterior. O município exporta principalmente produtos siderúrgicos, setor que corresponde ao principal grupo nas exportações do estado, que totaliza US$ 604,2 milhões.

O valor exportado pelo Ceará em ferro e aço é 5 vezes maior que o segundo colocado, o setor de calçados, que por sua vez totalizou US$ 132,3 milhões no acumulado de 2019, provenientes principalmente do município de Sobral, que é o líder nacional em exportações do setor.

O 2° município no ranking cearense de exportações é Caucaia, com US$ 116,7 milhões e números notabilíssimos para a economia do estado. Caucaia, que tem 10,4% de participação no total das exportações cearenses, triplicou sua representatividade em relação a 2018. Além disso, Caucaia foi o município cearense que apresentou o maior crescimento em vendas para o exterior em relação ao acumulado janeiro-junho de 2018, totalizando 262,1% em crescimento.

A respeito dos setores exportados pelo estado cearense, ainda que os grupos de produtos siderúrgicos e calçadistas liderem o ranking, o grupo de máquinas e aparelhos elétricos é o que apresenta maior alta nos dois últimos anos. Ao acumular o valor de US$ 107,51 milhões em exportações e apresentar um aumento de 355,1% em relação ao que foi exportado no mesmo período no ano anterior, o setor de elétricos foi o que mais cresceu.
No que se refere aos destinos das exportações cearenses, os Estados Unidos mantiveramse na posição de principal parceiro comercial do estado, crescendo 64,7% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 498,3 milhões em valor comprado do Ceará. O consumo estadunidense é equivalente a quase metade do valor total vendido ao exterior pelo estado. A Itália, por sua vez, importou US$ 107,1 milhões, apresentando um aumento de 447,1%. Maior destaque, porém, ficou para a República Tcheca, que importou US$ 54,4 milhões, aumentando, assim, suas importações do Ceará em 48392,5% em relação a 2018. Ambos os países importaram principalmente produtos semimanufaturados de ferro ou aço do mercado cearense.

Confira o estudo completo AQUI.

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O Centro Internacional de Negócios da FIEC apoia a internacionalização das empresas cearenses e promove ações estratégicas, de capacitação e relações institucionais, com o objetivo de impulsionar as exportações e importações da indústria do Ceará. Faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), que junto com Serviço Social da Indústria (SESI Ceará), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI Ceará), Instituto Euvaldo Lodi (IEL Ceará) e o Observatório da Indústria formam o Sistema FIEC.

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Ceará amplia exportação de couros para Alemanha, Vietnã e Espanha

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

04 de junho de 2019

Segundo no Nordeste em exportação de couros e oitavo no Brasil, o Ceará exportou US$ 19,4 milhões entre janeiro e abril de 2019. As importações totalizaram a US$ 1,2 milhão, fazendo do estado o quarto maior importador nacional no setor. Apesar da leve queda de 13,2% em relação ao ano anterior, o saldo comercial do estado do setor permanece superavitário em US$ 18,2 milhões. Os dados são de estudo do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC).

As exportações em couros são representadas, sobretudo pelas exportações de couro bovino. Incluindo os couros de búfalo, as peles bovinas são principalmente marcadas pelas vendas do produto dividido pela superfície, líder das exportações no setor. O couro bovino dividido pela camada externa totalizou US$ 17,4 milhões, seguido pelo couro bovino úmido, com US$ 1,05 milhão.

O mercado que mais consumiu os couros cearenses foram os Estados Unidos, com US$ 8,6 milhões, seguido pela Itália, que importou US$ 6,3 milhões. Juntos Estados Unidos e Itália representam 76,5% de todas as vendas externas de couro do Estado no intervalo analisado. O país destino que mais cresceu em consumo das peles cearenses foi a Alemanha, que importou 765,3% a mais na série janeiro-abril de 2019 em relação aos mesmos meses de 2018, chegando à marca de US$ 1,5 milhões. Vietnã (US$ 1,5 milhões) e Espanha (US$ 406,3 mil) também exibiram aumentos de 244,8% e 793,5%, respectivamente.

Mesmo nas importações, os produtos bovinos são a força-motriz. O couro bovino não dividido na superfície foi o mais adquirido externamente pelo Ceará no período, com US$ 634 mil. Com um total de US$ 562,3 mil, o mercado norte-americano, assim como maior cliente, é também o maior fornecedor do segmento, englobando 46,1% de todo o montante que o Estado adquiriu externamente em couros. A Itália, segundo no ranking de fornecedores, exportou ao Ceará 290,4% a mais em relação ao mesmo período no ano anterior, totalizando US$ 510,6 mil.

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Centro Internacional de Negócios da FIEC auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportações de cera de carnaúba cearense para a China têm alta de 194,6% no quadrimestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Maio de 2019

Segmento tradicional e importante na pauta exportadora cearense, a indústria de ceras de carnaúba obteve um total de US$ 29,9 milhões em exportações no período de janeiro a abril de 2019 – um crescimento de 56,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os Estados brasileiros, é o maior montante e corresponde a 70% do volume total exportado pelo Brasil. O Ceará não importa o produto, portanto obteve um saldo comercial superavitário. É o que mostra estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Os Estados Unidos são o mercado que mais consome a cera de carnaúba e seus derivados produzidos no Ceará, com US$ 6,22 milhões, seguidos da Alemanha, que importou US$ 5,84 milhões, alcançando um aumento de 110,9% em relação ao ano anterior. Contudo, o maior aumento nas exportações fica por conta do mercado chinês, que em 2019 cresceu 194,6%, se comparado ao mesmo período do passado. O total importado pela China foi de US$ 5,2 milhões. Além desses três principais destinos, Japão e Holanda também avançaram nas compras da cera de carnaúba, totalizando US$ 3,1 milhões e US$ 1,9 milhões, respectivamente. Vale destacar o aumento no número de destinos da cera cearense. No primeiro quadrimestre de 2018, 27 países compravam o produto do Ceará, já no mesmo período desse ano, são 33.

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Exportações de calçados do Ceará registram alta no primeiro quadrimestre de 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de Maio de 2019

De janeiro a abril de 2019, as exportações cearenses de calçados já acumularam US$ 99,3 milhões, o que representa um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Importações, por sua vez, somam US$ 2,45 milhões no mesmo período, resultando um saldo comercial superavitário em US$ 96,8 milhões. O setor calçadista, que entre 2001 e 2016 era o principal exportador do Estado, tem o município de Sobral como líder nacional em exportações. As informações são de estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

A indústria local, tem exportado principalmente sandálias, que ocupam as primeiras posições do ranking de produtos vendidos ao exterior. Representando 39,7% do total exportado pelo setor no Ceará, as sandálias somaram mais de US$ 39,5 milhões no acumulado de 2019, com um crescimento de 20,4% em relação aos quatro primeiros meses do ano passado. Líder entre os destinos cearenses do setor, os Estados Unidos importaram do Ceará US$ 27,2 milhões em calçados, tendo aumentado a demanda em mais de 60% em relação ao ano anterior, no mesmo período. Logo em seguida, a Argentina, segundo maior cliente da indústria calçadista cearense, importou US$ 9,95 milhões. A Espanha, por sua vez, ocupa o quarto lugar nesse ranking. O país europeu apresentou um crescimento de 49,5%, chegando à marca de US$ 3,3 milhões.

Os produtos mais importados pelo Ceará no primeiro quadrimestre do ano foram justamente as partes para calçados, sobretudo partes superiores, que totalizaram US$ 1,54 milhões. Oriundos em sua maioria da China, os componentes superiores dos calçados representam 63% do total importado pelo Estado. O mercado chinês é, inclusive, o maior fornecedor cearense no setor, com US$ 1,9 milhões. O segundo maior fornecedor é o Vietnã, que costuma receber parte da produção chinesa. O mercado vietnamita forneceu US$ 470,7 mil ao Estado, conquistando-o com fornecimento de calçados para esportes.

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Ceará mantém liderança nas exportações de bebidas no Nordeste

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

27 de Maio de 2019

Líder nordestino em exportações de bebidas, o Ceará acumulou US$ 17,8 milhões em vendas ao exterior de janeiro a abril de 2019, sendo o terceiro estado brasileiro em exportações no segmento. As importações no setor totalizaram US$ 2,2 milhões, fazendo a balança comercial resultar em superávit de US$ 15,6 milhões. Água de coco e suco de acerola são os principais itens exportados.  Os dados são de estudo produzido pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), relativo ao segmento de bebidas no Ceará. Confira o estudo completo AQUI.

O estudo mostra que a bebida mais exportada é água de coco, que representa mais da metade do total exportado pelo estado no setor, montante correspondente a US$ 9,81 milhões. O valor da água de coco é seguido pelo de suco de acerola, em segundo lugar. O total vendido ao exterior em suco de acerola é 6% maior em relação ao mesmo período do ano passado, somando agora US$ 4,3 milhões, o que significa 24% das exportações cearenses do setor.

As bebidas cearenses chegaram a 32 países diferentes, em 2019. Entre os principais mercados de destino, os Estados Unidos lideram, tendo consumido US$ 12,1 milhões dos produtos selecionados. No mercado norte-americano, sobretudo a água de coco cearense é popular devido à imagem saudável associada. Já na Holanda, 2° maior comprador internacional de bebidas do Ceará, a vitamina C é muito procurada, fazendo com o que o suco de acerola cearense seja tão consumido.

Quanto às importações, a água de coco, vinda das Filipinas, representa quase tudo, com um total de US$ 1,98 milhões. Os vinhos também foram bastante importados pelo Ceará, em 2019, com um total de US$ 110,1 mil e aumento de mais de 500%.

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Sobral vende calçados para 71 países e têm alta de 37,4% nas exportações

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de Abril de 2019

Em 2019, as relações comerciais da cidade de Sobral com outros países estão em alta. No primeiro bimestre do ano, o município exportou US$ 44,5 milhões, um aumento de 37,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado torna a cidade a segunda que mais exporta no Ceará, com 11,3% do total vendido ao exterior pelo Estado. Do outro lado da balança, as importações no período somaram US$ 1,91 milhões, o que gerou um superávit de US$ 42,5 milhões, um crescimento de 39,5% ante o mesmo período do ano passado. Os dados são de estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Representando basicamente a totalidade das exportações de Sobral, o setor calçadista permaneceu elevando suas vendas no exterior, sobretudo em chinelos e sandálias. Os US$ 44 milhões exportados no setor sustentam o município como o maior exportador de calçados do país. O principal destino são os Estados Unidos que consumiram US$ 5,6 milhões no período. Ainda entre os mercados de destino, destaca-se a Colômbia, que obteve o maior crescimento entre os 5 maiores importadores. O mercado colombiano aumentou suas compras de Sobral em 98,5%, registrando em 2019, US$ 2,6 milhões. Além de Estados Unidos e Colômbia, outros 69 países são destinos das exportações sobralenses, com representação em todos os continentes.

Ácidos policarboxílicos são a principal pauta nas importações de Sobral, com US$ 1,63 milhões importados no primeiro bimestre de 2019. Os ácidos são provenientes, em sua totalidade, de Taiwan, que foi, praticamente o principal fornecedor internacional de Sobral no intervalo observado.

Sobral concentra mais de 70% do seu PIB no setor de serviços é a quarta maior economia do Estado e a maior do interior. A indústria que corresponde a 28% do produto da cidade é destaque nos ramos de cosméticos, mineração, embalagens e cimento. Vale a ênfase também para o setor de Rochas Ornamentais. (IBGE 2015).

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Juazeiro do Norte tem alta de 7,4% nas exportações de calçados

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

25 de Abril de 2019

O município de Juazeiro do Norte, um dos principais produtores de calçados do Brasil, exportou US$ 98,9 mil no primeiro bimestre de 2019. O valor representa um aumento de 7,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar disso, as exportações têm um peso pequeno no comércio internacional do município. O forte da cidade são as importações. O total importado por Juazeiro do Norte no período foi de US$ 631,7 mil, o que faz a cidade ocupar o 16º lugar no ranking dos municípios que mais importam no Ceará. Com o grande volume de importações, o saldo comercial do bimestre registrou um déficit de US$ 532,8 mil. Os dados são de estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Os calçados são os únicos produtos da pauta exportadora de Juazeiro e a Argentina foi o único país que importou os calçados juazeirenses.

As importações registradas no período tiveram uma queda de 8,9%. Os principais produtos importados foram papéis e cartões. Desses produtos, o município adquiriu US$ 351,6 mil do exterior, volume 85,5% maior que o do primeiro bimestre de 2018. Aparelhos para impressão aparecem no segundo lugar no ranking dos produtos mais importados, com US$ 76,69 mil ao todo. Entre os parceiros comerciais de Juazeiro do Norte, destaca-se a China, que vendeu para a cidade US$ 280 mil no período. Espanha e Paraguai vêm em seguida, ambos com mais de US$ 170 mil e crescimentos de 42% e 172,1%, respectivamente.

Centro Internacional de Negócios da FIEC apoia a internacionalização das empresas cearenses e promove ações estratégicas, de capacitação e relações institucionais, com o objetivo de impulsionar as exportações e importações da indústria do Ceará. Faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), que junto com Serviço Social da Indústria (SESI Ceará), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI Ceará), Instituto Euvaldo Lodi (IEL Ceará) e o Observatório da Indústria formam o Sistema FIEC.

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Setor calçadista cearense atinge superávit de US$ 207,3 milhões em setembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

18 de outubro de 2017

Segundo maior exportador de calçados no Brasil, o Ceará exportou de janeiro a setembro de 2017 US$ 221,8 milhões, o que representa uma alta de 8% em relação ao mesmo período de 2016. As importações sofreram um aumento de 80,1%, passando de US$ 2,5 milhões para US$ 4,5 milhões. Mesmo com a elevação das importações, o saldo da balança comercial do setor foi positivo, com um superávit US$ 207,3 milhões – um recorde para o mês de setembro nos últimos três anos, segundo o Miniestudo Setorial de Calçados realizado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

De acordo com a gerente da instituição, Karina Frota, o aumento das importações está relacionado à aquisição de componentes para a produção do produto final, como é o caso de solas, palmilhas e partes superiores, obtidos principalmente da China. “Vale destacar que se tais itens forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição desses componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim mais competitivas”, explica.

Apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, em 2017, o posto do principal setor exportador do Ceará para o metalmecânico por conta do início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Tal fato explica a queda na participação do setor na balança comercial cearense de 23,69% para 14,4%.

A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados e apresenta crescimento de 20,7% em relação a 2016. Os EUA estão em segundo, com pouca diferença na participação nas importações, porém exibem uma queda de 8,5% em comparação ao ano anterior. Colômbia e Bolívia foram outros destinos de destaque, com incremento respectivo de 24,8% e 54,0%.

 

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Exportações de bebidas cearenses têm alta de 13,1% no acumulado do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de outubro de 2017

Terceiro maior exportador de bebidas do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Paraná, o Ceará registra alta de 13,1% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2016, somando um volume de US$ 58,4 milhões em vendas externas. Já as importações somaram US$ 8,1 milhões, 2,5% a mais ante igual período do ano passado. O resultado foi um saldo positivo da balança comercial de US$ 50,2 milhões – um incremento de 15% se comparado ao mesmo período de 2016.

Os dados fazem parte do Miniestudo Setorial de Bebidas realizado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC. O estudo revela também que embora os números mostrem aumento das exportações, a participação do setor de bebidas no acumulado do ano na balança comercial do Ceará caiu de 6,24% para 3,98%. A representatividade das importações, por sua vez, subiu de 0,25% para 0,47%.

Os principais produtos exportados foram sucos (sumo), não fermentados, sem adição de açúcar; suco de acerola, com adição de açúcar; bebidas alcoólicas; água de coco; e suco de qualquer outro fruto cítrico. Os principais produtos importados são sucos (sumo) de frutas, não fermentado, sem adição de açúcar; uísques; soro de leite; e vinhos.

Estados Unidos, Canadá, França, Holanda e Argentina são os países que mais compram produtos cearenses. O Ceará importa bebidas principalmente das Filipinas, Reino Unido e Argentina.

 

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Importações de castanha de caju têm elevação recorde no Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de julho de 2017

O miniestudo setorial de castanha de caju, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, revela que no período de janeiro a maio de 2017 a balança comercial do setor fechou com saldo positivo de US$ 28,5 milhões. No entanto, o valor representa uma queda de 36,6% em relação ao saldo do mesmo período do ano passado, fruto de um aumento recorde nas importações do produto que subiram de US$ 56,8 mil para US$ 10,7 milhões. Já as exportações sofreram uma retração de 12,8%, saindo de US$ 45,0 milhões para US$ 39,2 milhões no mesmo período.

“Trata-se de um momento peculiar de um setor tradicionalmente exportador, com uma substancial elevação das importações e um decréscimo das exportações.Todavia, analisando o produto adquirido do exterior, é necessário que seja beneficiado no Estado e ele pode ser utilizando tanto para o consumo interno quanto para o mercado externo. Apesar da queda nas exportações, o Ceará continua sendo o maior exportador de castanha do Brasil”, analisa Karina Frota, gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC.

As exportações de castanha que de janeiro a maio do ano passado representavam 11,42% do total das exportações cearenses, neste ano impactam com 4,75% no volume total para o período. Por outro lado, as importações participam neste ano com 1,15% do total no acumulado do ano ante 0,01% do mesmo período do ano passado. Os Estados Unidos, Canadá e Holanda são os principais destinos das exportações. As importações vêm da Costa do Marfim e da Indonésia.

Ceará em Comex
O “Ceará em Comex” é um estudo de inteligência elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, que retrata o panorama do comércio exterior do estado. Na última edição, o estudo revelou que as exportações cearenses apresentaram em maio crescimento de 117,2% em relação ao mês anterior, alcançando US$ 205,4 milhões. O montante exportado é 154,2% superior à igual período de 2016, quando fora exportado US$ 80,8 milhões. Trata-se do décimo mês consecutivo em que o Estado registra aumento quando comparado com os meses do ano anterior. As importações também registraram crescimento (8,1%) em maio em relação ao mês anterior, chegando a US$ 181,5 milhões. Além disso, o resultado é 46,4% superior aos US$ 124,0 milhões registrados no mesmo período de 2016. Como resultado dessas movimentações, o Ceará registrou balança comercial superavitária em US$ 23,8 milhões em maio.

Confira o miniestudo setorial de castanha de caju completo AQUI

 

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Importações de castanha de caju têm elevação recorde no Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de julho de 2017

O miniestudo setorial de castanha de caju, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, revela que no período de janeiro a maio de 2017 a balança comercial do setor fechou com saldo positivo de US$ 28,5 milhões. No entanto, o valor representa uma queda de 36,6% em relação ao saldo do mesmo período do ano passado, fruto de um aumento recorde nas importações do produto que subiram de US$ 56,8 mil para US$ 10,7 milhões. Já as exportações sofreram uma retração de 12,8%, saindo de US$ 45,0 milhões para US$ 39,2 milhões no mesmo período.

“Trata-se de um momento peculiar de um setor tradicionalmente exportador, com uma substancial elevação das importações e um decréscimo das exportações.Todavia, analisando o produto adquirido do exterior, é necessário que seja beneficiado no Estado e ele pode ser utilizando tanto para o consumo interno quanto para o mercado externo. Apesar da queda nas exportações, o Ceará continua sendo o maior exportador de castanha do Brasil”, analisa Karina Frota, gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC.

As exportações de castanha que de janeiro a maio do ano passado representavam 11,42% do total das exportações cearenses, neste ano impactam com 4,75% no volume total para o período. Por outro lado, as importações participam neste ano com 1,15% do total no acumulado do ano ante 0,01% do mesmo período do ano passado. Os Estados Unidos, Canadá e Holanda são os principais destinos das exportações. As importações vêm da Costa do Marfim e da Indonésia.

Ceará em Comex
O “Ceará em Comex” é um estudo de inteligência elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, que retrata o panorama do comércio exterior do estado. Na última edição, o estudo revelou que as exportações cearenses apresentaram em maio crescimento de 117,2% em relação ao mês anterior, alcançando US$ 205,4 milhões. O montante exportado é 154,2% superior à igual período de 2016, quando fora exportado US$ 80,8 milhões. Trata-se do décimo mês consecutivo em que o Estado registra aumento quando comparado com os meses do ano anterior. As importações também registraram crescimento (8,1%) em maio em relação ao mês anterior, chegando a US$ 181,5 milhões. Além disso, o resultado é 46,4% superior aos US$ 124,0 milhões registrados no mesmo período de 2016. Como resultado dessas movimentações, o Ceará registrou balança comercial superavitária em US$ 23,8 milhões em maio.

Confira o miniestudo setorial de castanha de caju completo AQUI

 

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