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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Corecon

UFC promove palestra “O desafio do ajuste fiscal e o crescimento econômico”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de outubro de 2018

A UFC promove, nesta quarta-feira (10), às 9 horas, a palestra “O desafio do ajuste fiscal e o crescimento econômico”, que será ministrada pelo Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, e terá como debatedor o economista-chefe do BNB, Luiz Esteves. A VSM Comunicação e o Corecon são apoiadores do evento, que conta com patrocínio do BNB e do TMBM Advogados Associados.

Mansueto Almeida

Secretário do Tesouro Nacional, consultor independente e especialista na área de Contas Públicas, Mestre em Economia (USP), e cursou Doutorado em Políticas Públicas (MIT, EUA). É Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA (atualmente licenciado) e foi coordenador- geral de Política Monetária e Financeira no Ministério da Fazenda, além de Secretário de Acompanhamento Econômico (Seae) no mesmo órgão.

Luiz Esteves

Economista-chefe do Banco do Nordeste do Brasil S/A; Doutor em Economia pela Universidade de Siena, Itália; Professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná; foi economista-chefe do Conselho Administrativo de Defesa Econômica do Ministério da Justiça (CADE/MJ, Agência Antitruste); Foi chefe-adjunto da Assessoria Econômica (ASSEC) do Ministério do Planejamento.

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Ibef Ceará debate a importância da qualificação profissional nos negócios em Talk Show

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

24 de outubro de 2017

O Ibef Ceará, em parceria com o Sebrae Ceará, Corecon e Apimec, realiza, na próxima quarta-feira (25), o Talk Show ” A importância da qualificação profissional para o desenvolvimento de negócios”, com Alci Porto, diretor do Sebrae Ceará; Célio Fernando Melo, presidente da Apimec; Raul dos Santos, presidente do Ibef Ceará e Lauro Chaves, presidente do Corecon. 
 
O evento é gratuito e aberto ao público e ocorre no auditório do Sebrae, na Av. Monsenhor Tabosa, 777, a partir das 19h. Mais informações: (85) 3221.6531.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Fecomércio e Corecon divulgam novo Índice de  Expectativa com Economistas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de Fevereiro de 2016

A Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima primeira edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período janeiro-fevereiro as expectativas de 180 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a segunda vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: gastos públicos (95,2 pontos); cenário internacional (77,8 pontos); taxa de inflação (65,1 pontos); oferta de crédito (54,0 pontos); taxa de câmbio (52,6 pontos); evolução do PIB (42,0 pontos); taxa de juros (40,6 pontos); nível de emprego (36,4 pontos) e salários reais (25,3 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou o menor patamar da série histórica, 54,3 pontos, revelando elevado pessimismo na percepção geral dos especialistas do Ceará. A pesquisa mostra também aumento no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis que declinou de 77,6 pontos para 68,1 pontos, o que corresponde a uma significativa variação negativa de 12,3%. Ademais, vale destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento de 7,3%, com o índice declinando de 43,6 pontos para 40,4 pontos.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima primeira edição, que o ceticismo dos analistas consultados aumentou no início de 2016 em relação a 2015, ocorrendo piora nas expectativas captadas pelos três índices: de percepção geral, presente e futura.Os resultados estão em consonância com o comportamento dos indicadores econômicos nacionais e internacionais e com a realidade política do país. 

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Fecomércio e Corecon divulgam novo Índice de  Expectativa com Economistas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de Fevereiro de 2016

A Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima primeira edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período janeiro-fevereiro as expectativas de 180 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a segunda vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: gastos públicos (95,2 pontos); cenário internacional (77,8 pontos); taxa de inflação (65,1 pontos); oferta de crédito (54,0 pontos); taxa de câmbio (52,6 pontos); evolução do PIB (42,0 pontos); taxa de juros (40,6 pontos); nível de emprego (36,4 pontos) e salários reais (25,3 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou o menor patamar da série histórica, 54,3 pontos, revelando elevado pessimismo na percepção geral dos especialistas do Ceará. A pesquisa mostra também aumento no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis que declinou de 77,6 pontos para 68,1 pontos, o que corresponde a uma significativa variação negativa de 12,3%. Ademais, vale destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento de 7,3%, com o índice declinando de 43,6 pontos para 40,4 pontos.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima primeira edição, que o ceticismo dos analistas consultados aumentou no início de 2016 em relação a 2015, ocorrendo piora nas expectativas captadas pelos três índices: de percepção geral, presente e futura.Os resultados estão em consonância com o comportamento dos indicadores econômicos nacionais e internacionais e com a realidade política do país.