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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Crise

Apesar da crise, investimentos crescem no primeiro trimestre e ajudam economia do país; fintechs se destacam

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

02 de junho de 2018

 
IBGE divulga dados positivos – Fintech também registra aumento de 270% de investidores no período

Mesmo com a crise dos caminhoneiros, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (30), o balanço do primeiro trimestre, que aponta crescimento tímido da economia brasileira, em torno de 0,4%. Os investimentos também tiveram resultado positivo neste período. Nos três primeiros meses deste ano, cresceu 0,6% e, na comparação com o primeiro trimestre de 2017, avançando 3,5%. Dentro deste cenário, as fintechs – empresas de tecnologia financeira – também se destacaram e obtiveram resultados positivos com o aumento de investimentos no primeiro trimestre.

A Nexoos (http://www.nexoos.com.br) – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – recebeu quase 3.000 novos investidores no período e registrou crescimento de 270% nos cadastros de investidores. “Estamos otimistas com os resultados do primeiro trimestre e vamos trabalhar para alcançarmos o marco de mais de 100 milhões de reais financiados ainda este ano”, afirma Daniel Gomes, CEO da Nexoos.
Como funciona para o investidor

O investidor se cadastra na plataforma e investe um valor mínimo de R$ 6 mil – que pode ser aplicado em até 3 empresas de sua escolha. Na Nexoos o investidor tem total liberdade para decidir quanto e onde vai investir. Cada investidor pode emprestar até 5% do valor solicitado pela empresa.

Quando aprovada, a empresa é apresentada aos investidores cadastrados na plataforma, durante a Rodada de Investimentos que acontece todas as segundas-feiras e dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias.

As fintechs têm se destacado como opção de investimento, pelas inúmeras vantagens em relação aos bancos tradicionais, como processos 100% online, mais rápidos e menos burocráticos e ainda, taxas de juros até 70% menores para as empresas (na comparação com bancos tradicionais) e retorno de até 200% acima da Selic para os investidores.

Sobre a Nexoos

A Nexoos (www.nexoos.com.br) é uma fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores. Operando no modelo peer-to- peer lending (P2P) – empréstimo coletivo – no qual é pioneira e líder de mercado no país, a plataforma oferece taxas mais baixas, retornos mais altos e menos burocracia que os empréstimos bancários e as opções tradicionais de investimento. Com dois anos de operação, a Nexoos já financiou mais de R$ 58 milhões em operações de crédito e conta com uma cartela de mais de 400 empresas financiadas e mais de 15 mil investidores. Em fevereiro de 2018 a Nexoos foi selecionada como uma das finalistas para o prêmio Internacional LendIt Fintech USA 2018 – maior feira de inovação em serviços financeiros do mundo – na categoria “Emerging Lending Platform”.

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Crise: tempo ideal de abrir uma empresa?

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de agosto de 2016

Ter o próprio negócio e alcançar o sucesso no empreendimento é o desejo de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor – 2014, empreender é o terceiro maior sonho da população brasileira. Entretanto, com a atual situação econômica do país, abrir uma empresa é a decisão corretar a ser tomada?

De acordo com o consultor Marcos Sá, sim, dependendo do negócio que se deseja investir, empreender tem sido uma das alternativas encontradas pela população para driblar essa realidade. “É muito interessante ver que os brasileiros não estão apenas sonhando com o próprio negócio, eles agora estão investindo e vendo que é algo possível, ainda mais em momentos como este na realidade do país. É a hora certa para empreender e sair do pessimismo”, afirma.

Contudo, para alcançar o êxito na empresa, o consultor ressalta que é preciso planejamento, avaliar o setor no qual se está investido e, além disso, seguir todos os trâmites necessários para a abertura do novo empreendimento. “O planejamento em todas as etapas é fundamental. É preciso verificar em qual categoria o novo negócio se enquadra: pequeno, médio ou grande porte, realizar a pesquisa de mercado antes de investir e, claro, montar um plano de negócios. Após todas essas etapas pode-se partir para a abertura da empresa”, explica.

 

Fonte da pesquisa: Global Entrepreneurship Monitor (GEM) /Sebrae 2014

Marcos Sá – Diretor e consultor na ST Assessoria Contábil, empresa que atua há mais de 9 anos no mercado  auxiliando empresas nacionais e internacionais de pequeno, médio e grande porte a expandir seus negócios para outras regiões do país.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Crise: tempo ideal de abrir uma empresa?

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de agosto de 2016

Ter o próprio negócio e alcançar o sucesso no empreendimento é o desejo de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor – 2014, empreender é o terceiro maior sonho da população brasileira. Entretanto, com a atual situação econômica do país, abrir uma empresa é a decisão corretar a ser tomada?

De acordo com o consultor Marcos Sá, sim, dependendo do negócio que se deseja investir, empreender tem sido uma das alternativas encontradas pela população para driblar essa realidade. “É muito interessante ver que os brasileiros não estão apenas sonhando com o próprio negócio, eles agora estão investindo e vendo que é algo possível, ainda mais em momentos como este na realidade do país. É a hora certa para empreender e sair do pessimismo”, afirma.

Contudo, para alcançar o êxito na empresa, o consultor ressalta que é preciso planejamento, avaliar o setor no qual se está investido e, além disso, seguir todos os trâmites necessários para a abertura do novo empreendimento. “O planejamento em todas as etapas é fundamental. É preciso verificar em qual categoria o novo negócio se enquadra: pequeno, médio ou grande porte, realizar a pesquisa de mercado antes de investir e, claro, montar um plano de negócios. Após todas essas etapas pode-se partir para a abertura da empresa”, explica.

 

Fonte da pesquisa: Global Entrepreneurship Monitor (GEM) /Sebrae 2014

Marcos Sá – Diretor e consultor na ST Assessoria Contábil, empresa que atua há mais de 9 anos no mercado  auxiliando empresas nacionais e internacionais de pequeno, médio e grande porte a expandir seus negócios para outras regiões do país.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti