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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

déficit

Balança comercial cearense apresenta déficit em julho

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de agosto de 2016

O Ceará voltou a apresentar em julho queda nas exportações (-3,7%) na comparação com o mesmo período do ano anterior, passando de U$ 89,6 milhões para U$ 86,3 milhões. Já as importações cresceram, registrando aumento de 139,4% (passando de U$ 223,9 milhões para U$ 536,1 milhões). Esse resultado se deve sobretudo a aquisição de bens do setor de caldeiras, máquinas e instrumentos mecânicos, voltados principalmente à CSP. Em vista disso a balança comercial cearense no período atingiu U$ 449,8 milhões. Os dados são da edição de agosto de 2016 (período de referência: Janeiro a Julho  de 2016) do “Ceará em Comex”, Estudo de Inteligência Comercial elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, que retrata o panorama do comércio exterior do estado do Ceará. O referido estudo (em anexo) tem como fonte de informação o sistema AliceWeb, da Secretaria de Comércio Exterior – SECEX, do Ministério de Desenvolvimento e Comércio Exterior – MDIC.
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Balança comercial do Ceará acumula déficit de US$ 129,9 milhões em 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

15 de Março de 2016

A balança comercial do Ceará registrou um déficit de US$ 107,1 milhões em fevereiro deste ano, valor 44,7% superior em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações somaram US$ 188,1 milhões enquanto as exportações atingiram US$ 80,9 milhões durante o período. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), divulgado hoje(15/03). De acordo com o estudo, depois de três anos em queda, o volume de compras e de vendas ao exterior voltou a subir considerando-se o mês de fevereiro. Houve um aumento de 8,3% nas exportações e de 26,4% nas importações em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do ano, o volume das importações supera o das exportações em US$ 129,9 milhões, resultado 79,1% inferior ao do primeiro bimestre de 2015. Nesse período, as exportações recuaram 9%, passando de US$ 174,2 milhões em 2015 para US$ 158,6 milhões em 2016. Recuo ainda maior foi registrado nas importações nos mesmos dois meses. A retração foi de 68,3%, resultante da relação entre US$ 796,4 milhões importados em 2015 e US$ 288,5 milhões em 2016.

Segundo o estudo, a baixa nas importações ocorreu em função da diminuição da compra de produtos para a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Outra redução significativa está associada ao setor de combustíveis e óleos minerais, que no acumulado de 2015 registrava um valor de US$ 499,2 milhões ante US$ 118,5 milhões em igual período deste ano.

As exportações caíram não só no Ceará, mas também em mais 14 estados, contrariando a expectativa de que as exportações seriam estimuladas com a desvalorização do real frente ao dólar. Em 2015, as exportações cearenses representaram 0,68% das exportações brasileiras, enquanto que em 2016 o indicador passou para 0,64%. O recuo foi mais acentuado quando analisado o desempenho do Ceará em relação aos outros estados do Nordeste. Em 2015 o Ceará representou 16,31% das exportações nordestinas, ao passo que em 2016 alcançou apenas 13,64%. Nesse contexto, o Ceará manteve a mesma posição relativa, figurando na 14a posição entre os estados exportadores, tanto em 2015 como em 2016.

A queda nas importações foi generalizada entre os estados brasileiros, salvo no Distrito Federal. Enquanto no primeiro bimestre de 2015 as importações do Ceará representavam 2,5% das importações brasileiras, essa participação diminuiu para 1,4% em 2016.

Entre os municípios cearenses, Sobral teve o melhor desempenho nas exportações, seguido de Fortaleza, que no mesmo período do ano passado figurava como o mais bem colocado. O recuo da capital foi motivado, conforme o estudo, à queda nas exportações de combustíveis e óleos minerais. “Na realidade, a queda se deveu à transferência da produção de outros Estados, trazida para escoamento através do Porto do Pecém. Em uma configuração inversa, a posição de Sobral está predominantemente associada à produção da sua indústria de calçados”, revela o estudo.

Os setores que mais pesaram nas exportações foram calçados (US$ 46,1 milhões), frutas (US$ 35,8 milhões), peles e couros (US$ 25,7 milhões), cera de carnaúba (US$ 9,9 milhões) e algodão (US$ 8 milhões). Esses setores totalizaram US$ 125,5 milhões, participando assim com 79,1% do valor global exportado pelo estado. Apesar da concentração, apenas dois desses setores obtiveram crescimento: frutas (11.2%) e algodão (70,3%). Os outros três recuaram: calçados (-4,2%), peles e couros (0,2%) e cera de carnaúba (-29,4%).

Juntos, os dez mais importantes destinos das exportações cearenses concentram 71,8% do valor global exportado, enquanto que todos os demais destinos perfizeram apenas 28,2%. Os Estados Unidos foram o principal destino das vendas ao exterior do Ceará no primeiro bimestre do ano, com US$ 31,7 milhões, o que representa uma participação de 23,4% do total.

Em relação às importações, o Ceará ocupa o mesmo 14olugar entre os estados brasileiros que mais importam em 2016 e 2015. Entretanto, em 2016 o Estado representa apenas 1,4% das importações brasileiras, enquanto que em 2015 representava 2,5%.

São Gonçalo do Amarante permanece no topo das cidades cearenses importadoras, com um valor de US$ 151,1 milhões em 2016, ao passo que o valor alcançado em 2015 havia sido de US$ 528,0 milhões, apresentando, portanto, uma acentuada redução. Em razão disso, enquanto que em 2016 concentrava 52,4% das importações cearenses, em 2015 essa concentração havia sido de 66,3%. Essa diferença é motivada pela queda na entrada de combustíveis e óleos minerais. Em 2015 havia sido de US$ 499,2 milhões, mas alcançou apenas US$ 188,5 milhões em 2016. Logo em seguida, o menor ingresso de itens relacionados à instalação da CSP.

Além de São Gonçalo do Amarante, mantém-se como principais municípios cearenses importadores: Fortaleza, Maracanaú, Aquiraz, Caucaia, Horizonte, Sobral, Pacajus, Pacatuba e Maranguape. Esses 10 municípios do topo reuniram US$ 288,5 milhões, correspondentes a 94,3% do valor importado pelo estado nos dois primeiros meses de 2016. Por sua vez, nos dois primeiros meses de 2015 haviam alcançado US$ 759,5 milhões, correspondentes à concentração quase a 94,4%.

Relativamente aos setores importados, registrou-se uma tendência de queda, apenas com incremento referente a máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos e às aeronaves; essas, oriundas dos Estados Unidos, não constavam na pauta dos dois primeiros meses de 2015.

Enquanto que nas exportações cearenses a China figura como sétimo na ordem dos países de destino, nas importações figura como primeiro país de origem. Do mesmo modo como em relação aos setores e produtos houve o registro de queda, em relação aos países de origem também. O único país com registro de crescimento foram os Estados Unidos, que assumiram o terceiro lugar. Em 2016, somados, os dez principais países de origem das importações cearenses representaram 77,6% do valor global das compras externas do Estado. Em 2015, representava 50,7%.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Exportações cearenses acumulam queda de 35% em 2015

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de agosto de 2015

O Ceará registrou um déficit de US$ 134,3 milhões na balança comercial no mês de julho de 2015, com as exportações e importações retraindo respectivamente 28,4% (de US$ 125,1 milhões para US$ 89,6 milhões), e 58,1% (de US$ 534,6 milhões para US$ 223,9 milhões), em comparação com igual período de 2014. No acumulado do ano, as vendas para o exterior caíram 35,0%, de US$ 876,8 milhões para US$ 569,9 milhões. As compras externas também sofreram retração: 5,0% (de US$ 1,95 bilhão para US$ 1,86 bilhão), resultando em um saldo negativo de US$ 1,29 bilhão.

Estes são os principais destaques do estudo de inteligência comercial “Ceará em Comex”, elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), referente ao mês de julho de 2015.(Documento em anexo)

Apesar de seguir a tendência brasileira de queda das importações, o Ceará aumentou sua participação nas compras externas em relação ao país nos sete primeiros meses do ano, alcançando 1,72% – com aumento de 18,6% em relação à igual período de 2014, quando registrou 1,45%. Já a participação do estado nas exportações nacionais obteve uma retração, passando de 0,66%, em 2014, para 0,50%, em 2015. O Ceará figurou na décima sexta posição entre os principais estados brasileiros exportadores, devido à retração de 35,0% nas vendas externas, superando a média brasileira, de 15,5%. Apenas os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Rio Grande do Norte e Acre registraram incremento nas exportações no ano. Já em relação ao Nordeste, a participação cearense passou de 9,7% para 7,0% – queda de 27,8%.

Exportação

Em relação aos setores exportadores, os calçados; as peles e couros; as frutas (incluindo a castanha de caju); e as gorduras/óleos animais e vegetais (incluindo as ceras de carnaúba); foram os quatro mais relevantes no acumulado do ano, respectivamente com US$ 149,8 milhões; US$ 106,9 milhões; US$ 78,9 milhões e US$ 40,4 milhões. Ressalta-se, porém, que, nos três mais relevantes, houve retração (13,2% para os calçados; 17,5% para as peles e couros e 8,6% para as frutas) em relação ao ano anterior. Chama ainda atenção, o aumento de 101,3% nas máquinas, aparelhos e materiais elétricos e a queda de 92,6% nos combustíveis e óleos minerais.

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações cearenses no ano, com US$ 134,3 milhões, com participação de 23,6% do total das vendas externas cearenses. Ressalta-se, ainda, o incremento de 38,1% da Alemanha, em virtude de “Partes de outros motores/geradores/grupos eletrogeradores”. No sentido oposto, a Holanda e as Antilhas Holandesas registraram queda, respectivamente, de 83,0% e 83,8%, fruto da ausência de exportação/abastecimento de combustível de navio do tipo “fuel-oil” no acumulado de 2015.

Entre os principais corredores logísticos nas vendas externas cearenses no acumulado do ano, Pecém foi o principal porto exportador, com US$ 180,5 milhões, apesar da retração de 63,3%, fruto, sobretudo, da redução das exportações de óleo combustível do tipo “fuel-oil” e dos calçados. Por outro lado, o Porto de Salvador – posicionado na quarta colocação entre os principais corredores, apresentou um incremento de 128,7%, em virtude, principalmente dos calçados; dos couros e peles; dos tecidos; da castanha de caju; e dos sucos.

Outros portos em destaque foram o de Sepetiba e São Francisco do Sul, com aumento, respectivamente, de 244,3% e 133,5%. No caso do porto carioca, os calçados; os complementos alimentares; e os couros e peles foram os principais responsáveis pelo aumento. Já no porto catarinense, o aumento esteve relacionado basicamente aos couros.

Importações

No que refere-se às importações, o Ceará posicionou-se no décimo quarto lugar entre as unidades da Federação em 2015. O estado seguiu a tendência do país, ao obter uma retração em suas importações de 5,0%. Já em relação ao Nordeste, a participação cearense passou de 11,5% para 12,7% – aumento de 10,6%.

Entre os corredores logísticos das compras externas cearenses no acumulado do ano Pecém foi o principal porto em valores importados, com US$ 1,1 bilhão (redução de 17,2%). Embora o gás natural liquefeito tenha obtido um acréscimo relevante, uma série de produtos que foram comercializados em menor quantidade ou não comercializados, como laminados em aço e ferro, explicam a redução das importações. O porto de Santos, segundo corredor logístico mais utilizado para as importações cearenses, apresentou um acréscimo de 124,3% em relação ao mesmo período do ano passado, graças ao forte incremento de diversos bens. O corredor que obteve maior crescimento percentual, dentre os 10 maiores corredores logísticos de importação foi o Aeroporto de Foz do Iguaçu, com 560%, fruto, unicamente, da compras de “Aviões e outros veículos aéreos”. No sentido inverso, o Aeroporto de Boa Vista apresentou uma queda de 87,1% (tabela 13), fruto da inexistência da importação de “Aviões e outros veículos aéreos, de peso superior a 7 toneladas, mas não superior a 15 toneladas”.

Em relação aos setores importadores, os combustíveis e óleos minerais obtiveram o maior aumento, tanto em valor absoluto – US$ 260,9 milhões, quanto em aumento percentual – 46,9%. Vale destacar ainda a retração de 59,2% nas compras externas de “Obras de ferro fundido, ferro ou aço”. O gás natural liquefeito (tabelas 34, 36 e 37, respectivamente) foi o responsável por colocar Espanha, Nigéria e Catar entre os principais mercados fornecedores para o Estado. No caso da Argentina, “Outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura” colocaram o país sul-americano em evidência. Já os Estados Unidos destoam como destaque negativo, reduzindo em 64,9% as exportações de seus produtos para o Ceará. Os maiores protagonistas do decréscimo norte-americano foram o trigo; o algodão; os “Aviões e outros veículos aéreos, a turbojato, 7 toneladas < peso <= 15 toneladas” ; a hulha betuminosa; os ”outros grupos eletrogêneos de energia eólica”, como também outros diversos produtos.

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Exportações cearenses acumulam queda de 35% em 2015

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de agosto de 2015

O Ceará registrou um déficit de US$ 134,3 milhões na balança comercial no mês de julho de 2015, com as exportações e importações retraindo respectivamente 28,4% (de US$ 125,1 milhões para US$ 89,6 milhões), e 58,1% (de US$ 534,6 milhões para US$ 223,9 milhões), em comparação com igual período de 2014. No acumulado do ano, as vendas para o exterior caíram 35,0%, de US$ 876,8 milhões para US$ 569,9 milhões. As compras externas também sofreram retração: 5,0% (de US$ 1,95 bilhão para US$ 1,86 bilhão), resultando em um saldo negativo de US$ 1,29 bilhão.

Estes são os principais destaques do estudo de inteligência comercial “Ceará em Comex”, elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), referente ao mês de julho de 2015.(Documento em anexo)

Apesar de seguir a tendência brasileira de queda das importações, o Ceará aumentou sua participação nas compras externas em relação ao país nos sete primeiros meses do ano, alcançando 1,72% – com aumento de 18,6% em relação à igual período de 2014, quando registrou 1,45%. Já a participação do estado nas exportações nacionais obteve uma retração, passando de 0,66%, em 2014, para 0,50%, em 2015. O Ceará figurou na décima sexta posição entre os principais estados brasileiros exportadores, devido à retração de 35,0% nas vendas externas, superando a média brasileira, de 15,5%. Apenas os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Rio Grande do Norte e Acre registraram incremento nas exportações no ano. Já em relação ao Nordeste, a participação cearense passou de 9,7% para 7,0% – queda de 27,8%.

Exportação

Em relação aos setores exportadores, os calçados; as peles e couros; as frutas (incluindo a castanha de caju); e as gorduras/óleos animais e vegetais (incluindo as ceras de carnaúba); foram os quatro mais relevantes no acumulado do ano, respectivamente com US$ 149,8 milhões; US$ 106,9 milhões; US$ 78,9 milhões e US$ 40,4 milhões. Ressalta-se, porém, que, nos três mais relevantes, houve retração (13,2% para os calçados; 17,5% para as peles e couros e 8,6% para as frutas) em relação ao ano anterior. Chama ainda atenção, o aumento de 101,3% nas máquinas, aparelhos e materiais elétricos e a queda de 92,6% nos combustíveis e óleos minerais.

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações cearenses no ano, com US$ 134,3 milhões, com participação de 23,6% do total das vendas externas cearenses. Ressalta-se, ainda, o incremento de 38,1% da Alemanha, em virtude de “Partes de outros motores/geradores/grupos eletrogeradores”. No sentido oposto, a Holanda e as Antilhas Holandesas registraram queda, respectivamente, de 83,0% e 83,8%, fruto da ausência de exportação/abastecimento de combustível de navio do tipo “fuel-oil” no acumulado de 2015.

Entre os principais corredores logísticos nas vendas externas cearenses no acumulado do ano, Pecém foi o principal porto exportador, com US$ 180,5 milhões, apesar da retração de 63,3%, fruto, sobretudo, da redução das exportações de óleo combustível do tipo “fuel-oil” e dos calçados. Por outro lado, o Porto de Salvador – posicionado na quarta colocação entre os principais corredores, apresentou um incremento de 128,7%, em virtude, principalmente dos calçados; dos couros e peles; dos tecidos; da castanha de caju; e dos sucos.

Outros portos em destaque foram o de Sepetiba e São Francisco do Sul, com aumento, respectivamente, de 244,3% e 133,5%. No caso do porto carioca, os calçados; os complementos alimentares; e os couros e peles foram os principais responsáveis pelo aumento. Já no porto catarinense, o aumento esteve relacionado basicamente aos couros.

Importações

No que refere-se às importações, o Ceará posicionou-se no décimo quarto lugar entre as unidades da Federação em 2015. O estado seguiu a tendência do país, ao obter uma retração em suas importações de 5,0%. Já em relação ao Nordeste, a participação cearense passou de 11,5% para 12,7% – aumento de 10,6%.

Entre os corredores logísticos das compras externas cearenses no acumulado do ano Pecém foi o principal porto em valores importados, com US$ 1,1 bilhão (redução de 17,2%). Embora o gás natural liquefeito tenha obtido um acréscimo relevante, uma série de produtos que foram comercializados em menor quantidade ou não comercializados, como laminados em aço e ferro, explicam a redução das importações. O porto de Santos, segundo corredor logístico mais utilizado para as importações cearenses, apresentou um acréscimo de 124,3% em relação ao mesmo período do ano passado, graças ao forte incremento de diversos bens. O corredor que obteve maior crescimento percentual, dentre os 10 maiores corredores logísticos de importação foi o Aeroporto de Foz do Iguaçu, com 560%, fruto, unicamente, da compras de “Aviões e outros veículos aéreos”. No sentido inverso, o Aeroporto de Boa Vista apresentou uma queda de 87,1% (tabela 13), fruto da inexistência da importação de “Aviões e outros veículos aéreos, de peso superior a 7 toneladas, mas não superior a 15 toneladas”.

Em relação aos setores importadores, os combustíveis e óleos minerais obtiveram o maior aumento, tanto em valor absoluto – US$ 260,9 milhões, quanto em aumento percentual – 46,9%. Vale destacar ainda a retração de 59,2% nas compras externas de “Obras de ferro fundido, ferro ou aço”. O gás natural liquefeito (tabelas 34, 36 e 37, respectivamente) foi o responsável por colocar Espanha, Nigéria e Catar entre os principais mercados fornecedores para o Estado. No caso da Argentina, “Outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura” colocaram o país sul-americano em evidência. Já os Estados Unidos destoam como destaque negativo, reduzindo em 64,9% as exportações de seus produtos para o Ceará. Os maiores protagonistas do decréscimo norte-americano foram o trigo; o algodão; os “Aviões e outros veículos aéreos, a turbojato, 7 toneladas < peso <= 15 toneladas” ; a hulha betuminosa; os ”outros grupos eletrogêneos de energia eólica”, como também outros diversos produtos.