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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

geração

UTE Pecém reutiliza 23% do efluente na geração de energia elétrica

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de julho de 2018

A EDP Brasil, companhia do setor elétrico que atua em toda a cadeia de valor, vem implementando projetos voltados à redução do consumo de água e de reuso dos efluentes gerados pela UTE Pecém, localizada em São Gonçalo do Amarante (CE). Com isso, 23% do resíduo gerado – o equivalente a 20 mil metros cúbicos por mês – deixaram de ser descartados e fazem parte do processo de geração de energia elétrica. O projeto recebe um investimento anual de R$ 1,2 milhão, sendo 66% por parte da EDP e 33% da Eneva – empresa que tem participação na produção da usina Pecém II.

O reaproveitamento e tratamento de efluentes foi proporcionado por um sistema de clarificação da água moderno e compacto. Até o fim do ano, a meta da Companhia é praticamente triplicar o volume recuperado do recurso, passando de 20 mil para mais de 57 mil metros cúbicos mensais.

Outra inovação foi a implantação de um sistema de alta tecnologia, inédito no Brasil, para o tratamento da água de recirculação das torres de resfriamento, a fim de aumentar os ciclos de concentração de 3,5 para 12 vezes, e de reduzir a necessidade de descarte e reposição de água. A iniciativa gerou, ainda, uma redução de até 80 mil metros cúbicos por mês no consumo de água do sistema de resfriamento da Usina. No total, alcançou-se uma economia de 100 mil metros cúbicos mensais.

A redução do gasto de água é uma prioridade para a Usina desde o início das suas atividades, em 2012. “A UTE Pecém é uma das mais eficientes do País. Por conta disso, todos os anos investimos em ações para reduzir o consumo de água, diminuindo o impacto no meio ambiente”, afirma Lourival Teixeira, diretor técnico da UTE Pecém. A água que já foi economizada desde a implementação dos projetos seria suficiente para abastecer, durante seis meses, uma cidade com cerca de 48 mil habitantes.

As unidades geradoras de Pecém, pertencentes ao grupo EDP, têm capacidade de produção de 720MWh, equivalente a 45% da energia consumida em todo o estado do Ceará.


Sobre a EDP no Brasil
Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Soluções em Energia, e possui 15 unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,4 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, adquiriu participação na CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 12 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

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Oi vai gerar energia solar em Minas Gerais

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

22 de Fevereiro de 2018

 

  • Energia limpa será usada para compensar consumo de cerca de 3 mil unidades da companhia em Minas Gerais
  • Economia de custos faz parte de plano de eficiência energética iniciado há dois anos pela operadora

 

A Oi está levantando áreas para a criação de fazendas solares que converterão a luz do sol em eletricidade nos municípios de Janaúba e Capitão Enéas, no Norte de Minas Gerais. As duas fazendas, com potência de 5 MWp cada, terão capacidade de gerar 1,7 GWh/mês. Essa energia seria equivalente ao consumo mensal de cerca de 10 mil residências, devendo entrar em operação em novembro de 2018. O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a GD Solar e faz parte do plano estratégico da Oi de diversificar a sua matriz de consumo, utilizando fontes renováveis com menor custo, complementando a aquisição de energia no mercado livre. A geração de energia das plantas será compensada pela Oi nas contas de energia de suas unidades de consumo. Assim, a energia produzida pelas fazendas será injetada na rede da distribuidora de energia local, e utilizada para abater do consumo de energia de cerca de 3 mil unidades da Oi em Minas Gerais, entre prédios, estações e outros imóveis da companhia. No total, o projeto prevê a instalação de  22 usinas em todo o Brasil, no prazo de três anos, com um investimento de cerca de R$ 330 milhões. O valor médio de cada usina gira em torno de R$ 15 a 18 milhões.

Este modelo, regulamentado como geração distribuída pela ANEEL, permite a compensação de energia, e já é adotado por outras empresas ou por consumidores residenciais. O investimento, além de gerar energia limpa, vai significar uma redução de custos da empresa em um de seus principais insumos. Minas Gerais, local definido para as 2 primeiras plantas, tem condições de irradiação solar muito favoráveis, e um alto custo de tarifa, favorecendo a implantação das fazendas solares.  A Oi estuda ampliar as soluções de geração distribuída para outros estados

O investimento em fazendas de energia solar faz parte de um plano de eficiência energética inaugurado pela Oi em 2015. A companhia já vem aumentando o consumo de energia limpa, vinda de fontes renováveis, e vendida a preços mais baratos do que as de fontes não-renováveis, no mercado de energia livre.  De 2015 a 2017, a participação da energia limpa no consumo global da operadora passou de 15,8% para 22,4%. O resultado, para a Oi, foi uma economia de R$ 128 milhões. A meta da empresa é chegar a R$ 428 milhões de economia de 2015 até 2019, quando o percentual de energia limpa consumida será de 42,5% do total.

Outra medida dentro deste programa foi a troca de 100 mil lâmpadas fluorescentes pelas do tipo LED em cinco estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Paraná. As lâmpadas LED, além de consumirem menos eletricidade, duram mais.

 

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Oi vai gerar energia solar em Minas Gerais

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

22 de Fevereiro de 2018

 

  • Energia limpa será usada para compensar consumo de cerca de 3 mil unidades da companhia em Minas Gerais
  • Economia de custos faz parte de plano de eficiência energética iniciado há dois anos pela operadora

 

A Oi está levantando áreas para a criação de fazendas solares que converterão a luz do sol em eletricidade nos municípios de Janaúba e Capitão Enéas, no Norte de Minas Gerais. As duas fazendas, com potência de 5 MWp cada, terão capacidade de gerar 1,7 GWh/mês. Essa energia seria equivalente ao consumo mensal de cerca de 10 mil residências, devendo entrar em operação em novembro de 2018. O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a GD Solar e faz parte do plano estratégico da Oi de diversificar a sua matriz de consumo, utilizando fontes renováveis com menor custo, complementando a aquisição de energia no mercado livre. A geração de energia das plantas será compensada pela Oi nas contas de energia de suas unidades de consumo. Assim, a energia produzida pelas fazendas será injetada na rede da distribuidora de energia local, e utilizada para abater do consumo de energia de cerca de 3 mil unidades da Oi em Minas Gerais, entre prédios, estações e outros imóveis da companhia. No total, o projeto prevê a instalação de  22 usinas em todo o Brasil, no prazo de três anos, com um investimento de cerca de R$ 330 milhões. O valor médio de cada usina gira em torno de R$ 15 a 18 milhões.

Este modelo, regulamentado como geração distribuída pela ANEEL, permite a compensação de energia, e já é adotado por outras empresas ou por consumidores residenciais. O investimento, além de gerar energia limpa, vai significar uma redução de custos da empresa em um de seus principais insumos. Minas Gerais, local definido para as 2 primeiras plantas, tem condições de irradiação solar muito favoráveis, e um alto custo de tarifa, favorecendo a implantação das fazendas solares.  A Oi estuda ampliar as soluções de geração distribuída para outros estados

O investimento em fazendas de energia solar faz parte de um plano de eficiência energética inaugurado pela Oi em 2015. A companhia já vem aumentando o consumo de energia limpa, vinda de fontes renováveis, e vendida a preços mais baratos do que as de fontes não-renováveis, no mercado de energia livre.  De 2015 a 2017, a participação da energia limpa no consumo global da operadora passou de 15,8% para 22,4%. O resultado, para a Oi, foi uma economia de R$ 128 milhões. A meta da empresa é chegar a R$ 428 milhões de economia de 2015 até 2019, quando o percentual de energia limpa consumida será de 42,5% do total.

Outra medida dentro deste programa foi a troca de 100 mil lâmpadas fluorescentes pelas do tipo LED em cinco estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Paraná. As lâmpadas LED, além de consumirem menos eletricidade, duram mais.