Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

IEE

Pesquisa aponta aumento de pessimismo entre economistas

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de junho de 2018

O desempenho geral das variáveis registrou diferença de -15,8% com relação ao mesmo período do ano anterior

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua vigésima quinta edição, uma piora na percepção dos analistas sobre o comportamento das variáveis econômicas capturadas pelos três índices: de percepção geral (97,1 pontos), presente (93,2 pontos) e futura (104,7 pontos). O levantamento é realizado pela Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce).

         De acordo com a pesquisa, a deterioração recente do quadro econômico e político do país, bem como as incertezas no cenário internacional, impactaram negativamente nas expectativas dos agentes econômicos consultados, contribuindo para a redução do otimismo. Os analistas revelaram otimismo em apenas cinco das nove variáveis investigadas: evolução do PIB (150,8 pontos), oferta de crédito (124,8 pontos), cenário internacional (116,0), nível de emprego (113,9 pontos), e taxa de juros (107,6 pontos).

Em relação à pesquisa anterior, os analistas revelaram pessimismo com um número maior de variáveis, quatro: taxa de inflação (91,6 pontos), salários reais (72,3 pontos), gastos públicos (59,2 pontos) e taxa de câmbio (37,8 pontos), que apresentou a menor pontuação entre as nove variáveis.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral atingiu 97,1 pontos, um aumento de 13,4% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra redução de 5,6% no otimismo dos analistas. Cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento expressivo de 17,8% ante a pesquisa anterior.

         Vale salientar que as expectativas movem os especialistas impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período maio-junho as expectativas de 136 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

Sobre os 70 anos do Sistema Fecomércio

Após o período da Segunda Guerra o Brasil passou por grandes desafios. O Estado não conseguia atender à crescente demanda por serviços sociais, nem acompanhar o novo contexto do mercado de trabalho. Deste modo, em maio de 1945, representantes empresariais da indústria, comércio e agricultura, realizam em Teresópolis, a primeira Conferência das Classes Produtoras (CONCLAP). Nesse encontro elaboram uma proposta ousada de custeio dos serviços sociais e da educação profissional para os trabalhadores com recursos das classes patronais. A Carta da Paz Social foi o documento que formalizou as diretrizes para o desenvolvimento econômico com justiça social. Nascia assim, a partir da iniciativa do empresariado, o Sistema S, o maior Sistema de desenvolvimento social do mundo.

No Ceará, em 16 de março de 1948, o empresário Clóvis Arrais Maia fundou a Federação do Comércio com a finalidade de unir lideranças do setor para colaborarem com a educação profissional e a qualidade de vida dos trabalhadores. No mesmo ano, a Fecomércio implanta o Sesc e o Senac instituições mantidas pelos empresários do comércio que ofertam serviços sociais e educam para o comércio de bens, serviços e turismo.

Publicidade

Economistas fecham o ano otimistas

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de dezembro de 2017

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE), realizada pela Fecomércio-Ce e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), revela, em sua vigésima segunda edição, otimismo em seis das nove variáveis investigadas: evolução do PIB (156,3 pontos), cenário internacional (143,8 pontos), nível de emprego (132,1 pontos), taxa de juros (125,4 pontos), oferta de crédito (123,3 pontos) e taxa de inflação (103,3 pontos).

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Em relação à pesquisa anterior, os analistas revelaram pessimismo com um número maior de variáveis: taxa de câmbio (76,3 pontos), gastos públicos (68,8 pontos) e salários reais (66,5 pontos), que mais uma vez apresentou a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral alcançou 110,6 pontos, representando uma redução de 8,0% no otimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra uma redução de 7,8% no otimismo dos analistas. Cabe destacar que a percepção sobre o desempenho presente das variáveis também registrou queda no otimismo de 118,2 pontos para 108,5 pontos, mostrando uma variação negativa de 8,2% ante a pesquisa anterior.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos, interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

O estudo mostra, ainda, que ocorreu uma piora na percepção dos analistas sobre o comportamento das variáveis econômicas capturadas pelos três índices: de percepção geral (110,6 pontos), presente (108,5 pontos) e futura (112,8 pontos). A dinâmica política do país, as incertezas quanto à aprovação das reformas econômicas e o crescente desequilíbrio fiscal impactaram negativamente as expectativas dos agentes econômicos consultados, contribuindo para reduzir o otimismo.

De periodicidade bimestral, a pesquisa colheu no período novembro-dezembro as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

Publicidade

16° Índice de Expectativa dos Economistas revela pessimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

20 de dezembro de 2016

   

A Fecomércio/CE, em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon/CE), divulga a décima sexta edição do Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período novembro-dezembro as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos, configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Os analistas revelaram otimismo em apenas quatro variáveis das nove investigadas: taxa de inflação (136,9 pontos), taxa de juros (135,5 pontos), gastos públicos (129,9 pontos) e cenário internacional (105,1 pontos). Diferentemente da pesquisa anterior, e alinhada com outras pesquisas de expectativas, como a Focus, por exemplo, o IEE mostra pessimismo no que respeita à evolução da atividade econômica interna que atingiu 99,1 pontos.

Além da evolução do PIB, os analistas revelaram pessimismo com mais quatro variáveis: oferta de crédito (82,7 pontos), taxa de câmbio (76,2 pontos), que na pesquisa anterior foi avaliada com otimismo, nível de emprego (72,4 pontos) e salários reais (40,7 pontos), que atingiu, mais uma vez, a menor pontuação. Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral atingiu 97,6 pontos, um aumento de 5,0% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra redução de 6,8% no otimismo dos analistas. Ademais, cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento de 2,4%%, alcançando 79,0 pontos contra 80,9 pontos da pesquisa anterior.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima sexta edição, que ocorreu um aumento no ceticismo dos analistas cearenses consultados, conforme indicam os índices de percepção geral (97,6 pontos) e de percepção presente (79,0 pontos). O otimismo, capturado pelo índice de percepção futura (116,2 pontos) é pequeno e menor do que o registrado na pesquisa anterior.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

12° Índice de Expectativa com Economistas Revela Pessimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de Abril de 2016

A Fecomércio-Ce e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima segunda edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período março-abril as expectativas de 140 especialistas em economia, dentre eles: economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a terceira vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: cenário internacional (99,6 pontos); taxa de câmbio (97,5 pontos); taxa de inflação (93,6 pontos); gastos públicos (91,9 pontos); taxa de juros (85,2 pontos); oferta de crédito (65,3 pontos); nível de emprego (42,8 pontos); evolução do PIB (41,5 pontos) e salários reais (27,1 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou 71,6 pontos, um recuo de 31,8% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. A pesquisa mostra também recuo de 23,8% no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis. Cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou redução de 45,9%.

Vale salientar ainda que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima segunda edição que embora tenha recuado, o ceticismo dos analistas cearenses consultados permanece muito elevado. Os resultados espelham as dificuldades econômicas e políticas do país.

 

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

12° Índice de Expectativa com Economistas Revela Pessimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de Abril de 2016

A Fecomércio-Ce e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima segunda edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período março-abril as expectativas de 140 especialistas em economia, dentre eles: economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a terceira vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: cenário internacional (99,6 pontos); taxa de câmbio (97,5 pontos); taxa de inflação (93,6 pontos); gastos públicos (91,9 pontos); taxa de juros (85,2 pontos); oferta de crédito (65,3 pontos); nível de emprego (42,8 pontos); evolução do PIB (41,5 pontos) e salários reais (27,1 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou 71,6 pontos, um recuo de 31,8% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. A pesquisa mostra também recuo de 23,8% no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis. Cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou redução de 45,9%.

Vale salientar ainda que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima segunda edição que embora tenha recuado, o ceticismo dos analistas cearenses consultados permanece muito elevado. Os resultados espelham as dificuldades econômicas e políticas do país.

 

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti