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por Oswaldo Scaliotti

Índice de Confiança do Consumidor

Confiança do Consumidor recua em maio

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

23 de Maio de 2018

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,5 pontos em maio, ao passar de 89,4 para 86,9 pontos, o menor nível desde outubro passado (85,8).

“A confiança dos consumidores cai pelo segundo mês consecutivo retornando a níveis observados no último trimestre de 2017. A perda de otimismo atinge consumidores de todas as classes de renda e capitais e parece estar bastante relacionado às piores avaliações em relação às perspectivas para o emprego nos próximos meses”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor.

Mais informações sobre os resultados abaixo. Dados completos no Portal IBRE, no link: http://goo.gl/nzRZho.

A coordenadora da Sondagem do Consumidor do FGV/IBRE, Viviane Seda, atenderá a imprensa a partir das 11h pelo telefone (21) 3799-6758.

Caso precise de mais informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo (21) 2509-5399.
Em maio, houve aumento da satisfação com a situação presente e piora, pelo segundo mês consecutivo, das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 0,9 ponto, para 77,2 pontos, recuperando parte da perda de satisfação ocorrida em abril. Apesar de ser baixo em termos históricos, é o segundo maior nível desde março de 2015. Por outro lado, o Índice de Expectativas (IE) recuou 4,8 pontos, ao passar de 99,0 para 94,2 pontos, o menor nível desde setembro de 2017 (93,1 pontos).

O indicador que mede o grau de satisfação com a situação da economia no momento recuou pelo segundo mês consecutivo, atingindo 82,0 pontos o menor nível desde novembro de 2017 (80,6). A têndencia de queda é observada também nas expectativas para a economia. O indicador que mede o otimismo com a evolução da economia nos próximos seis meses caiu 3,6 pontos, para 107,1 pontos, menor nível desde agosto de 2017 (105,7 pontos).

O indicador que mede a satisfação dos consumidores com a situação financeira da família no momento recuperou parte das perdas sofridas em abril ao avançar 2,9 pontos, para 72,7 pontos. As expectativas, que vinham se recuperando, recuaram em maio. O indicador que mede o otimismo em relação às finanças pessoais nos próximos meses recuou 1,6 ponto, para 94,8 pontos.

Entre os quesitos que integram o ICC, a maior contribuição para a queda da confiança no mês foi dada pelo indicador que mede o ímpeto de compras de bens duráveis, que caiu 8,4 pontos ao passar de 89,8 para 81,4 pontos.

“A diminuição do ímpeto de compras de bens duráveis pelo segundo mês consecutivo retrata um consumidor preocupado com a dificuldade de se conseguir (ou manter) emprego e com a repercussão da instabilidade do ambiente político sobre as perspectivas econômicas do país” afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor.

A análise por classes de renda reforça o resultado volátil que tem se apresentado no ICC nos últimos meses. Houve queda da confiança em todas as classes de renda, exceto para as famílias com renda até R$ 2.100,00, que já tinha caído fortemente no mês anterior (14,1 pontos).

A edição de maio de 2018 coletou informações de 1805 domicílios entre os dias 02 e 19 de maio. A próxima divulgação da Sondagem do Consumidor ocorrerá em 26 de junho de 2018.

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Índice de Confiança sinaliza possível retomada do consumo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

05 de novembro de 2015

Segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-Ce), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza teve uma queda de 2,7%, indo para 95,8 pontos neste mês – o mesmo patamar observado em agosto último, reforçando sinalização de alteração de tendência. Tal sinal é explicado pela média móvel trimestral do ISF (Índice de Situação Futura), que sobe pelo segundo mês consecutivo.

A redução do ICC decorreu da queda dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente caiu -2,7%, passando de 92,4 pontos em setembro, para 88,1 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura (ISF) caiu menos, -1,5%, atingindo 100,7 pontos.

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve queda de 3,1 pontos percentuais, passando de 42,6%, em outubro, para 39,5% neste mês. A tendência do indicador é a mesma observada para o ICC, sinalizando inflexão na tendência de queda, mas o índice ainda é inferior ao observado em novembro do ano passado, de 47,6%.

O valor médio das compras é estimado em R$ 301,66 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (41,6%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,8%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (63,5%).

Os produtos mais procurados são: Artigos de vestuário, citados por (21,5%) dos entrevistados; Aparelhos de telefonia celular (15,8%); Móveis e artigos de decoração (14,4%); Aparelho de telefonia celular (14,0%); Calçados (12,9%); Televisores (12,8%); Geladeiras e refrigeradores (10,9%) e Fogão (10,3%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis teve queda em novembro, passando de 33,9%, em setembro, para 31,2% neste mês.

No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero feminino (32,2%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (35,9%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (33,5%).

A pesquisa também revela que 56,7% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 70,8% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 67,0% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da aceleração da inflação, do aumento dos juros e da percepção de relativa piora no mercado de trabalho.

Índice de Confiança do Consumidor

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é uma medida sintética de indicadores da percepção do consumidor quanto à sua situação econômica, composto do Índice da Situação Presente (ISP) e Índice das Expectativas Futuras (IEF). O ICC funciona, portanto, como um indicador do potencial de consumo, baseado na opinião dos próprios consumidores.O índice varia no intervalo de 0 a 200, sendo o índice 100 a fronteira entre a situação de pessimismo (abaixo desse valor) e otimismo (acima desse valor). O índice zero denotaria a situação de total pessimismo, enquanto 200 pontos indicariam a situação de total otimismo.

 

Saiba mais

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio-Ce. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Índice de Confiança sinaliza possível retomada do consumo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

05 de novembro de 2015

Segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-Ce), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza teve uma queda de 2,7%, indo para 95,8 pontos neste mês – o mesmo patamar observado em agosto último, reforçando sinalização de alteração de tendência. Tal sinal é explicado pela média móvel trimestral do ISF (Índice de Situação Futura), que sobe pelo segundo mês consecutivo.

A redução do ICC decorreu da queda dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente caiu -2,7%, passando de 92,4 pontos em setembro, para 88,1 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura (ISF) caiu menos, -1,5%, atingindo 100,7 pontos.

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve queda de 3,1 pontos percentuais, passando de 42,6%, em outubro, para 39,5% neste mês. A tendência do indicador é a mesma observada para o ICC, sinalizando inflexão na tendência de queda, mas o índice ainda é inferior ao observado em novembro do ano passado, de 47,6%.

O valor médio das compras é estimado em R$ 301,66 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (41,6%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,8%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (63,5%).

Os produtos mais procurados são: Artigos de vestuário, citados por (21,5%) dos entrevistados; Aparelhos de telefonia celular (15,8%); Móveis e artigos de decoração (14,4%); Aparelho de telefonia celular (14,0%); Calçados (12,9%); Televisores (12,8%); Geladeiras e refrigeradores (10,9%) e Fogão (10,3%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis teve queda em novembro, passando de 33,9%, em setembro, para 31,2% neste mês.

No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero feminino (32,2%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (35,9%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (33,5%).

A pesquisa também revela que 56,7% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 70,8% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 67,0% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da aceleração da inflação, do aumento dos juros e da percepção de relativa piora no mercado de trabalho.

Índice de Confiança do Consumidor

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é uma medida sintética de indicadores da percepção do consumidor quanto à sua situação econômica, composto do Índice da Situação Presente (ISP) e Índice das Expectativas Futuras (IEF). O ICC funciona, portanto, como um indicador do potencial de consumo, baseado na opinião dos próprios consumidores.O índice varia no intervalo de 0 a 200, sendo o índice 100 a fronteira entre a situação de pessimismo (abaixo desse valor) e otimismo (acima desse valor). O índice zero denotaria a situação de total pessimismo, enquanto 200 pontos indicariam a situação de total otimismo.

 

Saiba mais

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio-Ce. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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