Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

João Bosco

JOÃO BOSCO NO LANÇAMENTO DO ÁLBUM MANO QUE ZUERA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de Março de 2018

Apresentações ocorrem no mês de abril em Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Natal


Crédito: Flora Pimentel

O novo álbum de JOÃO BOSCO, Mano que zuera, está sendo lançado nas plataformas físicas e digitais (via MP,B Discos/Som Livre), oito anos depois de Não vou pro céu, mas já não vivo no chão, último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012 Bosco havia lançado o projeto João Bosco – 40 anos depois, reunindo sucessos de seu repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato.

 

Com realização de MP,B Produções e Opus Promoções, as apresentações ocorrem nos seguintes dias e locais: 05 de abril, no Teatro do Bourbon Country (Porto Alegre/RS); 12 de abril, no Teatro RioMar Fortaleza (Fortaleza/CE); 14 de abril, no Teatro RioMar Recife (Recife/PE);
15 de abril, no Teatro Riachuelo Natal (Natal/RN). João conta com os músicos Guto Wirtti (contrabaixo), Kiko Freitas (bateria) e Ricardo Silveira (guitarra) no show. Confira o serviço completo abaixo.

 

Para João Bosco, na verdade, o ineditismo de uma canção está ligado às muitas possibilidades que ela tem de se reinventar. “Eu tenho um ponto de vista um pouco diferente das pessoas que acham que música inédita é uma música que ainda não foi gravada. Acho que música inédita e aquela que um músico, um intérprete, um arranjador, transforma em outra coisa. A canção nunca se esgota da primeira vez. Há sempre a possibilidade de você procurar novos limites e eu sempre fiz isso nos meus discos”, pontua Bosco. “Depois do projeto de 2012, agora vem o disco inédito, Mano Que Zuera, mas não estou há oito anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca”, finaliza.

 

A nova safra começou a ser conhecida com o lançamento do single Onde estiver, parceria com Francisco Bosco inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras quatro inéditas, incluindo a faixa título, FimNenhum futuro e Quantos Rios. Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas Sinhá, composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão 7 cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. João do Pulo, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 30 anos no álbum Cabeça de Nego, e uma versão instrumental para Clube da esquina n02 (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima Coisa n02, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos.

 

A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba Duro na queda, clássica representante da nobre linhagem da dupla. Pé de vento inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano. “Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá”, ressalta.

 

Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em Ultra leve, canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhou um videoclipe.

 

Ainda celebrando os 70 anos, Bosco lança Mano que zuera em meio à homenagem da Academia Latina da Gravação: no dia 15 de novembro passado, em Las Vegas, ele recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.

 

Duração: 1h30
Classificação: Livre

Realização: MP,B Produções e Opus Promoções
FORTALEZA (CE)
Dia 12 de abril
Quinta-feira, às 21h
Teatro RioMar Fortaleza (Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 – Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Fortaleza – CE)
www.teatroriomarfortaleza.com.br

INGRESSOS:

Setor Valor  Meia-Entrada
Plateia Alta R$ 100,00  R$ 50,00
Plateia Baixa B R$ 140,00  R$ 70,00
Plateia Baixa A R$ 160,00  R$ 80,00

 

*Descontos não cumulativos a demais promoções e/ou descontos;
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;
***A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Ceará:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– PROFESSORES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE FORTALEZA mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação e Assistência Social (SEDAS).
– DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido por banco de sangue. São considerados doadores regulares de sangue aqueles registrados nos bancos de sangue cos hospitais do Estado do Ceará.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

 

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

Site: www.uhuu.com

Atendimento: falecom@uhuu.com

 

Bilheteria do Teatro RioMar Fortaleza: Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 –

Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das

12h às 21h, e domingo e feriados, das 14h às 20h. Em dias de apresentações: das 12h até o

início da última apresentação. Segunda-feira: fechada.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

JOÃO BOSCO E HAMILTON DE HOLANDA SE APRESENTAM NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

31 de Janeiro de 2018

 

Uma homenagem ao mais brasileiro dos ritmos: Eu vou pro samba, um show inédito na cidade com o cantor e compositor João Bosco e o instrumentista e compositor Hamilton de Holanda

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 23 a 25 de fevereiro de 2018, o show Eu vou pro samba, encontro inédito em Fortaleza dos renomados músicos Hamilton de Holanda e João Bosco. No palco, os artistas celebram o samba, apresentando alguns de seus temas preferidos em novos e personalizados arranjos que integram o violão (e a voz) de João Bosco com o bandolim de Hamilton de Holanda.

Cada artista, a seu modo, construiu uma vitoriosa carreira que, neste momento, conflui nos acordes do samba, em um lugar compartilhado: o palco. “Incompatibilidade de gênios”, “Linha de passe” e “Corsário”, composições de João Bosco e Aldir Blanc, ganham renovados contornos instrumentais. Também integram o repertório desse show as canções “Milagre” de Dorival Caymmi, e “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso.

Sobre João Bosco

O mineiro mais carioca da música popular tem mais de 40 anos de carreira. Cantor, compositor e violonista, viveu sua infância em um ambiente musical. Em 1967, conheceu o poeta Vinicius de Moraes, que viria a ser seu primeiro parceiro. Com o poeta compôs “Rosa dos Ventos”, “Samba do Pouso” e “O Mergulhador”, entre outras canções. A parceria com Aldir Blanc começou em 1970, quando conheceu o compositor que formaria com Bosco a parceria que lhes rendeu mais de uma centena de canções como “O Mestre Sala dos Mares”, “O Bêbado e A Equilibrista”, “Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”. Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: “Bala com Bala”. A carreira de João Bosco deslanchou com a interpretação da cantora para o bolero “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”.

Nos anos de 1980 e 1990, após encerrar parceria com Aldir Blanc, passa a compor com diferentes parceiros, como Antonio Cícero, Wally Salomão, Abel Silva e, de uns anos para cá, com seu filho Francisco Bosco, escritor e poeta. Em 2003, João Bosco lança o inédito “Malabaristas do Sinal Vermelho”. No álbum, o artista provou ser capaz de atualizar a temática social, sempre presente na sua obra, sem esquecer seu jeito de fazer música. O trabalho, parceria com o filho Francisco Bosco, recebeu indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Atualmente, trabalha o lançamento do álbum “Mano Que zuera”, que saiu no final de 2017, foi aclamado pela crítica, além de indicado na categoria de Melhor Disco na premiação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Recentemente, João Bosco recebeu o Prêmio à Excelência Musical da Academia Latina da Gravação, durante a 18ª Entrega Anual do Grammy Latino.

Sobre Hamilton de Holanda

Hoje, 17 anos depois de adicionar duas cordas extras ao bandolim, 10 no total, reinventa a forma de tocar o instrumento e o liberta do legado de algumas de suas influências e gêneros. Hamilton é um músico de estilo único. A Música Popular Brasileira é a sua matriz desde o início. A paixão e comprometimento com essa herança musical nacional é tão grande que, a partir de sua iniciativa, no ano 2000 foi criado o Dia Nacional do Choro, que é comemorado todo dia 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha. Em sua trajetória consta o prêmio de melhor instrumentista por unanimidade, erudito e popular, do Icatu Hartford de Artes 2001.

O seu primeiro trabalho solo, ‘01 byte 10 cordas’, foi o primeiro CD de bandolim 10 solo do mundo. Hamilton de Holanda foi diversas vezes nominado ao Latin Grammy, sendo premiado nas duas últimas edições: em 2016, na categoria Melhor Disco Instrumental com ‘Samba de Chico’ e, em 2015, na categoria Melhor Canção Brasileira com “Bossa Negra”, parceria com Diogo Nogueira e Marcos Portinari. Já dividiu o palco com Milton Nascimento, Chico Buarque, Chucho Valdes, Egberto Gismonti, Zeca Pagodinho, Stefano Bollani, Djavan, Richard Galliano, Marisa Monte, Alcione, Maria Bethania, SeuJorge, entre muitos outros. Participou também das gravações de CDs/DVDs de Maria Bethania, Djavan, Beth Carvalho, João Bosco, entre outros. Em constante produção, Hamilton enfileira inúmeros lançamentos em 36 anos de profissão. Em 2018, o Baile do Almeidinha celebrou seis anos e ganhou uma versão infantil, o Bailinho do Almeidinha.

Serviço:

Música: Eu vou pro samba, de João Bosco e Hamilton de Holanda

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 23 a 25 de fevereiro de 2018

Horários: sexta, às 20h | sábado, às 18h e às 20h | domingo 19h
Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: livre

Ingressos: R$20,00 e R$ 10,00

Vendas a partir do dia 22 de fevereiro, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

Atendimento à imprensa:

Divulga Ação
Ana Peyroton: (85) 99944.2005 / (21) 97977.7539 (whatsApp)

ana@divulgaacao.com / imprensa@divulgacao.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):
Bebel Medal – (85) 99934.0866 – bebelmedal@gmail.com
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA

Acesse o site www.caixacultural.gov.br
Siga a fanpage: facebook.com/CaixaCulturalFortaleza
Baixe o aplicativo “Caixa Cultural”

Publicidade

Cineteatro São Luiz recebe João Bosco em sessão única no dia 17 de dezembro

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

13 de dezembro de 2017

Músico faz apresentação em Fortaleza após ganhar GRAMMY por Excelência Musical

Um dos mais importantes nomes da Música Popular Brasileira, o cantor, compositor e violonista mineiro João Bosco se apresenta no palco no Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, no dia 17 de dezembro, às 18h, com show em formato voz e violão. Com mais de 40 anos de carreira e uma obra de grande relevância para a MPB, João Bosco apresenta uma performance intimista onde faz uma síntese de sua vida e carreira. Os ingressos para o evento estão a venda com os valores: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).

Com um roteiro de canções que faz uma reflexão de todo esse tempo, em formato voz e violão, João Bosco garante músicas marcantes como “Incompatibilidade de Gênios”, “Papel Machê”, “Jade”, “Quando o amor acontece”, “O Bêbado e a Equilibrista”, “Corsário” e tantas outras.

Em setembro deste ano, João Bosco foi homenageado pela Academia Latina da Gravação com o Prêmio à Excelência Musical da 18ª Entrega Anual do Latin GRAMMY, sendo o único brasileiro na premiação especial em homenagem ao conjunto de sua obra.

SERVIÇO
Evento: Show João Bosco
Data: 17/12
Horário: às 18h | Duração: 1h30
Classificação: livre
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Venda sem taxas de conveniência: Bilheteria do Cineteatro São Luiz Fortaleza (Endereço: Rua Major Facundo, 500. Centro – Fortaleza – CE). De terça a sábado, de 10h às 18h30.

Venda com taxa de conveniência:

https://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-joao-bosco-acustico

(Restrição dos ingressos no valor de meia-entrada até 40% da capacidade do espaço)

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

JOÃO BOSCO, YAMANDU COSTA E TURÍBIO SANTOS TOCAM JUNTOS EM ESPETÁCULO INÉDITO NA CIDADE

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Março de 2017

 

Os três músicos apresentam o projeto Cordas Brasileiras, em curta temporada, na CAIXA Cultural Fortaleza

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 17 a 19 de março, o show Cordas Brasileiras, com João Bosco, Yamandu Costa e Turíbio Santos. O projeto apresenta, pela primeira vez em Fortaleza, três grandes nomes do cenário musical brasileiro que possuem algo em comum: a impressionante habilidade com seus instrumentos de cordas.

 

Em curta temporada, o Cordas Brasileiras tem início na sexta, dia 17, com a apresentação de Turíbio Santos, às 20 horas. No sábado, 18, no mesmo horário, é a vez de João Bosco subir ao palco e tocar seus clássicos da MPB. No domingo, dia 19, às 19h, Yamandu Costa encerra o projeto tocando seu violão de sete cordas.

 

O projeto mostra grandes canções do cenário musical brasileiro registradas nas vozes e na atuação virtuosa destes grandes instrumentistas consagrados do grande público brasileiro e internacional.

 

Turíbio Santos – Dia 17 (sexta)

 

Turíbio Santos é um dos maiores nomes do violão erudito brasileiro. Desenvolveu uma carreira de sucesso tanto no universo erudito quanto no popular. Fundou, em 1983, a Orquestra Brasileira de Violões. Titular da cadeira número 38 da Academia Brasileira de Música, com 64 discos gravados no Brasil e no exterior, este maranhense radicado no Rio de Janeiro, consagrou-se um dos grandes nomes do violão com apenas 22 anos, ao conquistar o primeiro lugar no VII Concours International de Guitare do Office de Radiodiffusion et Television Française (ORTF), premiação que lhe rendeu um convite para lecionar no Conservatório do Xeme Arrondissement, em Paris.

 

Na Europa, teve a oportunidade de aprimorar a sua técnica com os mestres Julian Bream e Andrés Segóvia. Os quinze anos de residência na Europa resultaram na gravação de mais de 20 discos.

 

Turíbio é diretor do Museu Villa-Lobos. Sua gestão, que iniciou em 1986, é marcada por ações voltadas para a proteção e universalização da obra do maestro. E, desde 2000, a convite do cineasta João Salles, Turíbio coordena o Projeto Villa-Lobinhos, voltado para o aprendizado musical de crianças carentes.

 

João Bosco – Dia 18 (sábado)

 

Compositor, cantor e instrumentista, João Bosco é um dos maiores artistas do nosso país e responsável pela criação de grandes clássicos da nossa música popular brasileira, eternizados na sua própria voz e na outros grandes artistas. É um dos artistas brasileiros mais prestigiados e reconhecidos por seu talento no Brasil e no mundo. Em 1972, conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: Bala com bala, e em seguida, o bolero Dois pra lá, dois pra cá. Sua obra já foi gravada por outros grandes artistas, como: Maria Bethânia, Gal Costa e Zizi Possi.

 

Yamandu Costa – Dia 19 (domingo)
Violonista e compositor de Passo Fundo, RS, Yamandu Costa começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai e, aos 17 anos, apresentou-se em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil. A partir daí, passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro e hoje é um dos maiores fenômenos da música brasileira.

 

Yamandu toca de choro a música clássica brasileira, mas também é um gaúcho cheio de milongas, tangos, zambas e chamamés. Um violonista e compositor que não se enquadra em nenhuma corrente musical, ele é uma mistura de todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de sete cordas. Em 2010, o CD Luz da Aurora, com Hamilton de Holanda, foi indicado para o Grammy Latino. Em 2012, ganhou em Cuba o Prêmio Internacional Cubadisco pelo CD Mafuá e uma Menção do Prêmio ALBA pelo CD Lida.

 

Ficha Técnica:

 

Turíbio Santos – Violão

João Bosco – Violão

Yamandu Costa – Violão

Carlos Fausto – Técnico de som

Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes –  Produção Executiva

Projesom – Sonorização

Proluz – Iluminação
Serviço:

 

Música: Cordas Brasileiras

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 17 a 19 de março de 2017

Horários: sexta e sábado, às 20h | domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingressos:  R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 16/03, das 10h às 20h, na bilheteria do local (venda restrita a quatro ingressos por pessoa, sendo no máximo dois ingressos por sessão)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

 

Acesse o site www.caixacultural.gov.br
Siga a fanpage: facebook.com/CaixaCulturalFortaleza
Baixe o aplicativo “Caixa Cultural”

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

JOÃO BOSCO, YAMANDU COSTA E TURÍBIO SANTOS TOCAM JUNTOS EM ESPETÁCULO INÉDITO NA CIDADE

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Março de 2017

 

Os três músicos apresentam o projeto Cordas Brasileiras, em curta temporada, na CAIXA Cultural Fortaleza

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 17 a 19 de março, o show Cordas Brasileiras, com João Bosco, Yamandu Costa e Turíbio Santos. O projeto apresenta, pela primeira vez em Fortaleza, três grandes nomes do cenário musical brasileiro que possuem algo em comum: a impressionante habilidade com seus instrumentos de cordas.

 

Em curta temporada, o Cordas Brasileiras tem início na sexta, dia 17, com a apresentação de Turíbio Santos, às 20 horas. No sábado, 18, no mesmo horário, é a vez de João Bosco subir ao palco e tocar seus clássicos da MPB. No domingo, dia 19, às 19h, Yamandu Costa encerra o projeto tocando seu violão de sete cordas.

 

O projeto mostra grandes canções do cenário musical brasileiro registradas nas vozes e na atuação virtuosa destes grandes instrumentistas consagrados do grande público brasileiro e internacional.

 

Turíbio Santos – Dia 17 (sexta)

 

Turíbio Santos é um dos maiores nomes do violão erudito brasileiro. Desenvolveu uma carreira de sucesso tanto no universo erudito quanto no popular. Fundou, em 1983, a Orquestra Brasileira de Violões. Titular da cadeira número 38 da Academia Brasileira de Música, com 64 discos gravados no Brasil e no exterior, este maranhense radicado no Rio de Janeiro, consagrou-se um dos grandes nomes do violão com apenas 22 anos, ao conquistar o primeiro lugar no VII Concours International de Guitare do Office de Radiodiffusion et Television Française (ORTF), premiação que lhe rendeu um convite para lecionar no Conservatório do Xeme Arrondissement, em Paris.

 

Na Europa, teve a oportunidade de aprimorar a sua técnica com os mestres Julian Bream e Andrés Segóvia. Os quinze anos de residência na Europa resultaram na gravação de mais de 20 discos.

 

Turíbio é diretor do Museu Villa-Lobos. Sua gestão, que iniciou em 1986, é marcada por ações voltadas para a proteção e universalização da obra do maestro. E, desde 2000, a convite do cineasta João Salles, Turíbio coordena o Projeto Villa-Lobinhos, voltado para o aprendizado musical de crianças carentes.

 

João Bosco – Dia 18 (sábado)

 

Compositor, cantor e instrumentista, João Bosco é um dos maiores artistas do nosso país e responsável pela criação de grandes clássicos da nossa música popular brasileira, eternizados na sua própria voz e na outros grandes artistas. É um dos artistas brasileiros mais prestigiados e reconhecidos por seu talento no Brasil e no mundo. Em 1972, conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: Bala com bala, e em seguida, o bolero Dois pra lá, dois pra cá. Sua obra já foi gravada por outros grandes artistas, como: Maria Bethânia, Gal Costa e Zizi Possi.

 

Yamandu Costa – Dia 19 (domingo)
Violonista e compositor de Passo Fundo, RS, Yamandu Costa começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai e, aos 17 anos, apresentou-se em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil. A partir daí, passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro e hoje é um dos maiores fenômenos da música brasileira.

 

Yamandu toca de choro a música clássica brasileira, mas também é um gaúcho cheio de milongas, tangos, zambas e chamamés. Um violonista e compositor que não se enquadra em nenhuma corrente musical, ele é uma mistura de todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de sete cordas. Em 2010, o CD Luz da Aurora, com Hamilton de Holanda, foi indicado para o Grammy Latino. Em 2012, ganhou em Cuba o Prêmio Internacional Cubadisco pelo CD Mafuá e uma Menção do Prêmio ALBA pelo CD Lida.

 

Ficha Técnica:

 

Turíbio Santos – Violão

João Bosco – Violão

Yamandu Costa – Violão

Carlos Fausto – Técnico de som

Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes –  Produção Executiva

Projesom – Sonorização

Proluz – Iluminação
Serviço:

 

Música: Cordas Brasileiras

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 17 a 19 de março de 2017

Horários: sexta e sábado, às 20h | domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingressos:  R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 16/03, das 10h às 20h, na bilheteria do local (venda restrita a quatro ingressos por pessoa, sendo no máximo dois ingressos por sessão)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

 

Acesse o site www.caixacultural.gov.br
Siga a fanpage: facebook.com/CaixaCulturalFortaleza
Baixe o aplicativo “Caixa Cultural”

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti