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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

logística reversa

Governo do Estado do Ceará e Sistema Campo Limpo assinam Termo de Compromisso sobre logística reversa

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

07 de dezembro de 2017

A iniciativa atende determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e Legislação Estadual quanto à responsabilidade compartilhada na destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas

O Sistema Campo Limpo, representado pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) e pelas associações de revendas de produtos agrícolas e o Governo do Ceará, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), da Superintendência do Meio Ambiente do Ceará (Semace) e Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), assinam, no próximo dia 12 de dezembro, o Termo de Compromisso para a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas  no estado. O documento atende a determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, e  Decreto Federal Nº 7.404 de 23 de dezembro de 2010) e a Lei Estadual nº 16.032 de 20 de junho de 2016, estabelecendo compromissos específicos entre os elos do Sistema Campo Limpo (poder público, indústria fabricante, comerciantes e agricultores) que garantem o cumprimento efetivo da logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas e seus resíduos.

Atualmente o estado cearense destina cerca de 50 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas por meio dos postos de recebimento de Quixeré e Ubajara e também por meio dos eventos de recebimento itinerante. “Em 2018 um maior número de produtores rurais passa a ser atendido pelo Sistema Campo Limpo, já que o estado terá mais um posto para entrega de embalagens: a unidade será construída na região do Cariri e deve entrar em operação ainda no primeiro semestre. Além disso, serão realizados mais de 50 eventos de recebimento itinerante ao longo do ano, aumentando a capilaridade do Sistema e beneficiando, especialmente, agricultores de menor porte”, destaca João Cesar M. Rando, diretor-presidente do Instituto.

A solenidade de assinatura acontece no Auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec), a partir das 9h, com a presença do Secretário do Meio Ambiente Artur Bruno, e de autoridades e representantes de diversos órgãos ligados à agricultura e meio ambiente, indústrias, revendas, entre outros setores da economia. Também assinam o Termo de Compromisso a Associação do Comércio Agropecuário do Ceará (Acace), Associação do Comércio Agropecuário do Semiárido (Acasa) e Associação de Distribuidores e Revendedores de Insumos Agrícolas do Cariri (Adiac).

Sobre o inpEV

Há 15 anos, o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) atua como núcleo de inteligência do Sistema Campo Limpo nas atividades de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas e promove ações de conscientização e educação ambiental sobre o tema, conforme previsto em legislação. É uma instituição sem fins lucrativos formada por mais de 100 empresas e nove entidades representativas da indústria do setor, distribuidores e agricultores.

Sobre o Sistema Campo Limpo

O Sistema Campo Limpo tem como base o princípio das responsabilidades compartilhadas entre todos os elos da cadeia produtiva (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) para realizar a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O Brasil é referência mundial na destinação ambientalmente correta do material, encaminhando 94% de embalagens plásticas primárias para reciclagem ou incineração. Mais informações sobre o inpEV e o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site www.inpev.org.br, no FacebookYoutube e Instagram.

  • postado por Oswaldo Scaliotti

 

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O Boticário troca embalagens vazias por itens de maquiagem

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

22 de Maio de 2017

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Entre os dias 22 e 26 de maio, a marca vai distribuir 420 mil produtos das linhas Intense e Make B.. A troca será feita nas lojas de todo país a partir de um cadastro no site da ação

A marca que mais entende de beleza no país também ajuda a cuidar do meio ambiente. De 22 a 26 de maio, O Boticário vai trocar embalagens vazias de seus produtos por 420 mil itens de maquiagem nas lojas físicas da marca. A ação faz parte do programa de reciclagem da indústria, o Boti Recicla, que tem como proposta orientar as pessoas e incentivá-las a fazer o descarte correto dos resíduos.

Para fazer a troca, os consumidores precisam se cadastrar no site da promoção (botirecicla.com.br) e, depois, entregar a embalagem vazia em uma loja. Ao fazer o cadastro, o participante escolhe o ponto de venda no qual prefere fazer a troca e verifica a disponibilidade dos produtos de maquiagem das marcas Intense e Make B..O cadastro também garante um voucher de desconto de até 20% na compra de produtos na linha Intense.

A promoção é válida até 26 de maio, apenas nas lojas físicas, ou enquanto durarem os estoques. O cadastro pode ser feito exclusivamente pelo site. O consumidor irá receber na troca apenas um item por CPF cadastrado.

Logística reversa

Permanentemente, a empresa mantém um programa de logística reversa para evitar descartes inapropriados destas embalagens. Em qualquer época do ano, as lojas físicas recebem frascos, cartuchos, potes e outros recipientes das quatro marcas do Grupo Boticário (O Boticário, quem disse, Berenice?, The Beauty Box e Eudora).

 

Todas as embalagens vazias recolhidas são enviadas a cooperativas de coletores de material reciclável homologadas pela indústria. Assim, a empresa contribuiu para a geração de renda das famílias envolvidas na atividade, bem como garante a redução do impacto do descarte inapropriado das embalagens no meio ambiente.

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Dia Mundial da Reciclagem é comemorado nesta terça-feira (17). Logística reversa é prática importante para esse mercado

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Maio de 2016

Há alguns anos atrás, uma empresa que produzia pneus, tinha a preocupação apenas de colocar o seu produto no mercado, sem responsabilizar-se pelo futuro daquele material. O descarte ficaria por conta do consumidor que adquiriu o pneu, que poderia dar como destino uma borracharia ou ainda, lança-lo no próprio meio natural. Segundo dados da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), em 2012, cerca de 40% dos resíduos sólidos urbanos produzidos pela população brasileira deixaram de ser coletados e, por consequência, tiveram destino impróprio. Em outras palavras, quase 24 milhões de toneladas de lixo – o equivalente a 168 estádios do Maracanã lotados – foram descartados de forma incorreta em lixões ou aterros controlados, locais desprovidos do conjunto de sistemas necessários para a proteção do meio ambiente e da saúde pública, gerando inúmeros danos ambientais que comprometem seriamente a qualidade de vida e a conservação do meio natural.

Essa realidade começou a mudar após a instituição da Lei 12.305/10 – a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em 12 de agosto de 2010, que, dentre outros princípios e instrumentos relativas à gestão e ao gerenciamento de resíduos sólidos, introduziu a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e a logística reversa.

Nos termos da PNRS, a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é o “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei”.

Já a logística reversa é um dos instrumentos para aplicação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. A PNRS define a logística reversa como um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

A logística reversa é a prática mais visível de como a gestão dos resíduos está atrelada ao planejamento e à visão de “cadeia de valor”, envolvendo desde o insumo básico, até o reprocessamento da sucata para a produção de novos produtos. Diminuir a demanda por matérias primas extraídas da natureza e a reintegração dos materiais ao ciclo produtivo industrial é o que torna a logística reversa um fator importante para o mercado de reciclagem.

É o que realiza o Grupo Aço Cearense, grupo cearense produtor e distribuidor de aço, formado por cinco empresas, situadas no Ceará, Pará e Tocantins. Hoje, 70% da matéria prima utilizada na produção do aço na sua siderúrgica em Marabá (PA), a SINOBRAS, é proveniente de sucata, material reciclado, tornando-a a maior recicladora do Norte e Nordeste. Grande parte material utilizado na sua produção é reaproveitado. Uma das últimas aquisições do Grupo para otimizar esse processo de reciclagem, inclusive, foi um moderno equipamento, o Shredder, aumentando o beneficiamento de sucata para 170 mil toneladas/ano.

 

Para tratar do reaproveitamento de matérias primas e de outras formas de potencializar os negócios do setor de reciclagem, o SINDIVERDE-CE (Sindicato das Empresas de Reciclagem de Resíduos Sólidos Domésticos e Industriais do Estado do Ceará) realiza a 6ª edição do Recicla Nordeste, Feira da Indústria da Reciclagem e Transformação, um evento que traz produtos e serviços voltados para indústria e comércio de reciclagem e transformação. A feira é promovida pela Dinâmica Eventos, responsável por todo o planejamento e execução do evento, que será realizado entre os dias 15 e 17 de junho, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, das 14h às 21h.

Sendo a única feira do setor de reciclagem e transformação da região Nordeste, a Recicla Nordeste irá reunir empresários, executivos, compradores, gestores ambientais, profissionais autônomos e representantes do poder público e de ONGs de todas as regiões do Brasil, possibilitando a convergência de interesses para o conhecimento de oportunidades de negócios, de lançamentos de tecnologias e tendências de produtos, proporcionando a concretização de parcerias estratégicas e abrindo novas perspectivas de mercado.

“Apesar de já gerar R$ 22 bilhões em negócios, as cadeias produtivas envolvidas com o lixo podem gerar bem mais. O Brasil perde, anualmente, cerca de R$ 8 bilhões com lixo não reaproveitado. Trata-se de um mercado ainda com muito a ser explorado, das mais diversas formas. Segundo estudos realizados pelo SINDIVERDE-CE, somente no estado do Ceará, R$ 200 milhões poderiam ser gerados com o aumento da reciclagem de resíduos produzidos nas empresas e residências, prova de que, além de uma necessidade urgente de maior cuidado com o meio ambiente, a reciclagem é também um investimento lucrativo e cada vez mais promissor”, justifica o Diretor-presidente da Dinâmica Eventos, Sérgio Resende.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti

 

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Dia Mundial da Reciclagem é comemorado nesta terça-feira (17). Logística reversa é prática importante para esse mercado

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Maio de 2016

Há alguns anos atrás, uma empresa que produzia pneus, tinha a preocupação apenas de colocar o seu produto no mercado, sem responsabilizar-se pelo futuro daquele material. O descarte ficaria por conta do consumidor que adquiriu o pneu, que poderia dar como destino uma borracharia ou ainda, lança-lo no próprio meio natural. Segundo dados da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), em 2012, cerca de 40% dos resíduos sólidos urbanos produzidos pela população brasileira deixaram de ser coletados e, por consequência, tiveram destino impróprio. Em outras palavras, quase 24 milhões de toneladas de lixo – o equivalente a 168 estádios do Maracanã lotados – foram descartados de forma incorreta em lixões ou aterros controlados, locais desprovidos do conjunto de sistemas necessários para a proteção do meio ambiente e da saúde pública, gerando inúmeros danos ambientais que comprometem seriamente a qualidade de vida e a conservação do meio natural.

Essa realidade começou a mudar após a instituição da Lei 12.305/10 – a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em 12 de agosto de 2010, que, dentre outros princípios e instrumentos relativas à gestão e ao gerenciamento de resíduos sólidos, introduziu a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e a logística reversa.

Nos termos da PNRS, a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é o “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei”.

Já a logística reversa é um dos instrumentos para aplicação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. A PNRS define a logística reversa como um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

A logística reversa é a prática mais visível de como a gestão dos resíduos está atrelada ao planejamento e à visão de “cadeia de valor”, envolvendo desde o insumo básico, até o reprocessamento da sucata para a produção de novos produtos. Diminuir a demanda por matérias primas extraídas da natureza e a reintegração dos materiais ao ciclo produtivo industrial é o que torna a logística reversa um fator importante para o mercado de reciclagem.

É o que realiza o Grupo Aço Cearense, grupo cearense produtor e distribuidor de aço, formado por cinco empresas, situadas no Ceará, Pará e Tocantins. Hoje, 70% da matéria prima utilizada na produção do aço na sua siderúrgica em Marabá (PA), a SINOBRAS, é proveniente de sucata, material reciclado, tornando-a a maior recicladora do Norte e Nordeste. Grande parte material utilizado na sua produção é reaproveitado. Uma das últimas aquisições do Grupo para otimizar esse processo de reciclagem, inclusive, foi um moderno equipamento, o Shredder, aumentando o beneficiamento de sucata para 170 mil toneladas/ano.

 

Para tratar do reaproveitamento de matérias primas e de outras formas de potencializar os negócios do setor de reciclagem, o SINDIVERDE-CE (Sindicato das Empresas de Reciclagem de Resíduos Sólidos Domésticos e Industriais do Estado do Ceará) realiza a 6ª edição do Recicla Nordeste, Feira da Indústria da Reciclagem e Transformação, um evento que traz produtos e serviços voltados para indústria e comércio de reciclagem e transformação. A feira é promovida pela Dinâmica Eventos, responsável por todo o planejamento e execução do evento, que será realizado entre os dias 15 e 17 de junho, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, das 14h às 21h.

Sendo a única feira do setor de reciclagem e transformação da região Nordeste, a Recicla Nordeste irá reunir empresários, executivos, compradores, gestores ambientais, profissionais autônomos e representantes do poder público e de ONGs de todas as regiões do Brasil, possibilitando a convergência de interesses para o conhecimento de oportunidades de negócios, de lançamentos de tecnologias e tendências de produtos, proporcionando a concretização de parcerias estratégicas e abrindo novas perspectivas de mercado.

“Apesar de já gerar R$ 22 bilhões em negócios, as cadeias produtivas envolvidas com o lixo podem gerar bem mais. O Brasil perde, anualmente, cerca de R$ 8 bilhões com lixo não reaproveitado. Trata-se de um mercado ainda com muito a ser explorado, das mais diversas formas. Segundo estudos realizados pelo SINDIVERDE-CE, somente no estado do Ceará, R$ 200 milhões poderiam ser gerados com o aumento da reciclagem de resíduos produzidos nas empresas e residências, prova de que, além de uma necessidade urgente de maior cuidado com o meio ambiente, a reciclagem é também um investimento lucrativo e cada vez mais promissor”, justifica o Diretor-presidente da Dinâmica Eventos, Sérgio Resende.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti