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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

primeiro semestre

Faturamento de seguros de pessoas no Sicredi cresce 15,1% no primeiro semestre

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de setembro de 2018

No primeiro semestre de 2018, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – registrou crescimento de 15,1% no volume de faturamento de seguros de pessoas, índice superior à média de mercado (8,5%), divulgada recentemente pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

Segundo Eduardo Correa, superintendente de Produtos e Serviços Financeiros do Banco Cooperativo Sicredi, a alta reflete o relacionamento próximo da instituição com os seus associados. “A população está mais consciente e tem mais conhecimento dos benefícios dos produtos de seguros. Neste cenário, é importante oferecer um produto adaptado à realidade das pessoas, considerando a atual situação econômica e, principalmente, esclarecer todas as dúvidas na hora da contratação, como forma de um relacionamento mais próximo, que faz parte do DNA e é um dos diferenciais do Sicredi”, explica Correa.

No Sicredi, as modalidades de seguros de pessoas que se destacaram foram o Vida Individual e o Vida em Grupo, com crescimento de 12,8%. Ao final deste ano, a instituição financeira cooperativa estima manter o percentual de crescimento de 15% no faturamento de seguros de pessoas, que hoje representa mais de 2,5 milhões de seguros ativos.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Aquiraz aumenta exportações em 50% no primeiro semestre de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

27 de agosto de 2018

Oitavo maior município exportador do Ceará, Aquiraz, localizado na região metropolitana de Fortaleza, exibiu, no primeiro semestre de 2018, um desempenho muito significativo nas vendas ao exterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, foi registrado aumento de 50,5%, saindo de US$ 15,4 milhões para US$ 23,2 milhões. Na ótica das importações, a cidade apresentou o sétimo maior valor, contabilizando US$ 33,6 milhões, valor esse 39,3% menor do que o de 2017. Os dados são do estudo Análise em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, referente ao período de janeiro a julho deste ano.
O principal subsetor responsável por esse forte aumento nas vendas externas é o que engloba os produtos da castanha de caju, com um total exportado de US$ 19,5 milhões, valor esse 55,9% maior do que o exibido no mesmo período de 2017. Holanda (US$ 3,1 milhões) e México (US$ 2,3 milhões) foram os países que exibiram maior aumento nas compras dos produtos exportados por Aquiraz, com 440% e 135% respectivamente. Ainda assim, esse ranking segue sendo liderado pelos Estados Unidos, que comprou, no primeiro semestre de 2018, US$ 7,3 milhões, quase um terço do total exportado.
No primeiro semestre de 2018, a Alemanha superou a China como principal origem das importações de Aquiraz, com US$ 12,3 milhões, valor esse 120,5% maior do que o registrado em 2017. O país asiático vem em segundo com US$ 8,8 milhões, seguido por Índia, Dinamarca e Estados Unidos. O PIB de Aquiraz, contabilizado pelo IBGE em 2015 chegou à marca de R$ 1,9 bilhão, sendo 67% desse total englobado pelo setor de serviços, visto que a cidade possui a segunda maior rede hoteleira do estado. A indústria abarca 25%, enquanto o setor primário cerca de 6%. A produção de castanha de caju, frutas e mel são os principais motores da economia local.

Sobre o CIN

Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Oi investe R$ 80,4 milhões no Ceará no primeiro semestre de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

16 de agosto de 2018

 

A Oi investiu mais de R$ 80,4 milhões no Ceará no primeiro semestre de 2018, o que representa um crescimento de 41% em comparação ao mesmo período do ano passado. A operadora implantou no Ceará 198 novos sites de telefonia móvel e outros 550 sites foram ampliados ou modernizados no primeiro semestre do ano.  Além disso, 7.559 novas portas para o serviço de banda larga fixa foram implantadas. A Oi oferece cobertura 4G em 59 cidades do Ceará.

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EDP registra alta de 60% no Lucro Líquido no primeiro semestre

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de julho de 2018

 

Depois da entrega da Usina São Manoel, Companhia prepara antecipação de obras de Transmissão. Cerca de 50% da construção do primeiro projeto já estão concluídos

 

 

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico brasileiro, registrou Lucro Líquido de R$ 441,8 milhões no primeiro semestre de 2018, um aumento de 59,6% na comparação com os mesmos meses do ano passado. O EBITDA (lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização) da Companhia teve alta de 15,6% no período, passando de R$ 1,073 bilhão em 2017 para R$ 1,241 bilhão neste ano.

O crescimento é resultado da consistência operacional e financeira da EDP em todas as suas áreas. Em Distribuição, merecem destaque o aumento do volume de energia distribuída e a redução das perdas. Na comercialização e na Geração, a estratégia assertiva de trabalho para a mitigação do risco hidrológico permitiu melhorias e ganhos em ambos os negócios.

Consolidando sua atuação no mercado de Transmissão, a Empresa se mantém focada na execução dos cinco empreendimentos adquiridos nos últimos dois anos. No primeiro semestre, concluiu 48% da construção da Linha do Espírito Santo. Com isso, a previsão é que a entrega do empreendimento seja adiantada em 17 meses em relação ao cronograma regulatório.

A Companhia também já está com as licenças prévias requeridas dos lotes de Santa Catarina, Maranhão e Minas Gerais/São Paulo, sinal favorável para a antecipação das obras.“A primeira metade de 2018 foi marcada por avanços importantes em todos os objetivos da EDP. Além dos resultados consistentes, a Empresa continua assegurando a marca de excelência na execução de suas obras”, avalia Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

Resultados crescentes

Os resultados crescentes apresentados pela EDP de janeiro a junho deste ano tiveram como base as melhorias operacionais apresentadas em cada um dos segmentos da Companhia, com destaque para a Distribuição e a Geração Termelétrica.

No caso da Usina Termelétrica Pecém I, no Ceará, o destaque vai para a eficiência operacional. Em junho, a disponibilidade média da UTE ficou em 97,6%, a melhor da história. Em Comercialização, o volume 22,1% maior de energia vendida no primeiro semestre deste ano ante 2017 ajudou a trazer resultados positivos para a Empresa. Um dos destaques da área, no semestre, foi a assinatura de um contrato de R$ 86 milhões com o Banco do Brasil. Com entrada em vigor a partir de 2019, trata-se do maior negócio já fechado no País para a migração ao mercado livre de energia na modalidade varejista.

As Distribuidoras do Grupo em São Paulo e no Espírito Santo registraram alta de 10,4% no EBITDA do primeiro semestre frente ao mesmo período de 2017, para R$ 426 milhões. O aumento é decorrente da elevação de 3,2% no volume de energia distribuída e pela redução de perdas nas concessionárias, além do efeito dos reajustes tarifários do ano passado.

Compromisso com investimentos

Em linha com o seu compromisso de investir R$ 1,4 bilhão neste ano, a EDP encerrou o primeiro semestre com aportes acumulados de R$ 685 milhões. Até abril, R$ 298 milhões foram direcionados à compra de 19,62% de participação na Celesc. Outros R$ 251,6 milhões foram destinados a melhorias nas redes de Distribuição em São Paulo e no Espírito Santo. A maior parte dos recursos foi utilizada para a instalação de sistemas de medição, expansão das linhas, ligação de novos clientes e para a substituição de equipamentos, além do programa de combate às perdas.

Em Geração, foram investidos outros R$ 85,3 milhões, sobretudo para a conclusão das obras da UHE São Manoel. Na área de Transmissão, os aportes somaram R$ 50,6 milhões, com destaque para os recursos direcionados ao início dos estudos territoriais e projetos de engenharia dos lotes adquiridos pela Empresa.

Mantendo sua estratégia de buscar a liderança em inovação, a EDP Brasil lançou em maio a EDP Ventures Brasil, o primeiro veículo de investimento de capital de risco do setor elétrico brasileiro, com previsão de aportes iniciais de R$ 30 milhões em startups com negócios focados em soluções para o mercado de energia. A Companhia também inaugurou na Rodovia Presidente Dutra, em julho, em parceria com o BMW Group, o maior corredor para abastecimento de carros elétricos da América Latina, interligando as duas cidades mais populosas do País –Rio e São Paulo. São investimentos que posicionam a EDP na vanguarda das principais tendências do setor elétrico e apontam o caminho do seu crescimento nos próximos anos.

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EDP registra alta de 60% no Lucro Líquido no primeiro semestre

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de julho de 2018

 

Depois da entrega da Usina São Manoel, Companhia prepara antecipação de obras de Transmissão. Cerca de 50% da construção do primeiro projeto já estão concluídos

 

 

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico brasileiro, registrou Lucro Líquido de R$ 441,8 milhões no primeiro semestre de 2018, um aumento de 59,6% na comparação com os mesmos meses do ano passado. O EBITDA (lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização) da Companhia teve alta de 15,6% no período, passando de R$ 1,073 bilhão em 2017 para R$ 1,241 bilhão neste ano.

O crescimento é resultado da consistência operacional e financeira da EDP em todas as suas áreas. Em Distribuição, merecem destaque o aumento do volume de energia distribuída e a redução das perdas. Na comercialização e na Geração, a estratégia assertiva de trabalho para a mitigação do risco hidrológico permitiu melhorias e ganhos em ambos os negócios.

Consolidando sua atuação no mercado de Transmissão, a Empresa se mantém focada na execução dos cinco empreendimentos adquiridos nos últimos dois anos. No primeiro semestre, concluiu 48% da construção da Linha do Espírito Santo. Com isso, a previsão é que a entrega do empreendimento seja adiantada em 17 meses em relação ao cronograma regulatório.

A Companhia também já está com as licenças prévias requeridas dos lotes de Santa Catarina, Maranhão e Minas Gerais/São Paulo, sinal favorável para a antecipação das obras.“A primeira metade de 2018 foi marcada por avanços importantes em todos os objetivos da EDP. Além dos resultados consistentes, a Empresa continua assegurando a marca de excelência na execução de suas obras”, avalia Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

Resultados crescentes

Os resultados crescentes apresentados pela EDP de janeiro a junho deste ano tiveram como base as melhorias operacionais apresentadas em cada um dos segmentos da Companhia, com destaque para a Distribuição e a Geração Termelétrica.

No caso da Usina Termelétrica Pecém I, no Ceará, o destaque vai para a eficiência operacional. Em junho, a disponibilidade média da UTE ficou em 97,6%, a melhor da história. Em Comercialização, o volume 22,1% maior de energia vendida no primeiro semestre deste ano ante 2017 ajudou a trazer resultados positivos para a Empresa. Um dos destaques da área, no semestre, foi a assinatura de um contrato de R$ 86 milhões com o Banco do Brasil. Com entrada em vigor a partir de 2019, trata-se do maior negócio já fechado no País para a migração ao mercado livre de energia na modalidade varejista.

As Distribuidoras do Grupo em São Paulo e no Espírito Santo registraram alta de 10,4% no EBITDA do primeiro semestre frente ao mesmo período de 2017, para R$ 426 milhões. O aumento é decorrente da elevação de 3,2% no volume de energia distribuída e pela redução de perdas nas concessionárias, além do efeito dos reajustes tarifários do ano passado.

Compromisso com investimentos

Em linha com o seu compromisso de investir R$ 1,4 bilhão neste ano, a EDP encerrou o primeiro semestre com aportes acumulados de R$ 685 milhões. Até abril, R$ 298 milhões foram direcionados à compra de 19,62% de participação na Celesc. Outros R$ 251,6 milhões foram destinados a melhorias nas redes de Distribuição em São Paulo e no Espírito Santo. A maior parte dos recursos foi utilizada para a instalação de sistemas de medição, expansão das linhas, ligação de novos clientes e para a substituição de equipamentos, além do programa de combate às perdas.

Em Geração, foram investidos outros R$ 85,3 milhões, sobretudo para a conclusão das obras da UHE São Manoel. Na área de Transmissão, os aportes somaram R$ 50,6 milhões, com destaque para os recursos direcionados ao início dos estudos territoriais e projetos de engenharia dos lotes adquiridos pela Empresa.

Mantendo sua estratégia de buscar a liderança em inovação, a EDP Brasil lançou em maio a EDP Ventures Brasil, o primeiro veículo de investimento de capital de risco do setor elétrico brasileiro, com previsão de aportes iniciais de R$ 30 milhões em startups com negócios focados em soluções para o mercado de energia. A Companhia também inaugurou na Rodovia Presidente Dutra, em julho, em parceria com o BMW Group, o maior corredor para abastecimento de carros elétricos da América Latina, interligando as duas cidades mais populosas do País –Rio e São Paulo. São investimentos que posicionam a EDP na vanguarda das principais tendências do setor elétrico e apontam o caminho do seu crescimento nos próximos anos.