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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

recuperação judicial

Pedido de falência no Brasil cai 17% e cenário apresenta expectativa de lucros

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

09 de dezembro de 2017

Especialistas alertam que os empresários só devem se submeter ao recurso da recuperação, nos casos em que não seja possível resolver com uma organização financeira

O número de pedidos de falência, se comparado ao mesmo período do ano passado – de janeiro a novembro, caíram em 17,1%. Os dados foram divulgados pela Boa Vista – Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), na última segunda-feira (04/12). A queda nas falências representa uma expectativa de lucros, após um período de intensa redução da atividade econômica, acompanhada de queda no consumo.

Já as falências decretadas, por meio da intervenção judicial, subiram 3,1%. “Os pedidos de recuperação judicial, requeridas por um fornecedor ou credor, tiveram retração de 23,3% no período, apesar da alta de 41,5% registrada em novembro na comparação com outubro”, comenta o consultor Marcos Sá.

Recuperação judicial

O processo de falência de uma empresa pode durar uma média de 60 dias, a contar da entrada do pedido judicial. O juiz, com base na Lei Federal 11.101, de 09 de fevereiro de 2005, após estudar o plano de recuperação judicial e analisar o cumprimento, pode decreta a falência em um conjunto de medidas e procedimentos jurídicos, econômicos e administrativos.

Quando um empresário se encontra nessa situação, ele apresenta aos credores um novo cálculo do seu débito, que é votado pela aceitação ou não, com base no plano de recuperação. “Caso aceito, um plano de pagamento é apresentado a estes credores, com uma condição passível de pagamento pela própria empresa, que possibilitaria a esta manter seu funcionamento enquanto quitasse a dívida em longo prazo e a um custo menor”, orienta o contador Marcos Sá.

Segundo o advogado especialista Gladson Mota, muitas das vezes os empresários são induzidos, por agentes financeiros e jurídicos, a recorrer a esse recurso, devido a qualquer ameaça financeira. “É importante que o empresário só utilize o instituto da recuperação judicial quando ele efetivamente estiver diante de uma crise, em que ele não consiga resolver com uma simples organização financeira. Pois assim, não compromete o mercado, nem muito menos as condições financeiras e credíveis do empresário e da empresa, que gera mão de obra e renda, formal e informal, para milhões de brasileiros”, alertou.

Caso OI

O maior caso de recuperação judicial da história no Brasil é o da empresa Oi. A empresa de telefonia fixa entrou com o pedido de recuperação judicial em junho do ano passado, listando 55 mil credores e dívidas de mais de R$ 64 bilhões. O caso segue na justiça e deve ser apresentada aos credores uma proposta de pagamento das dívidas. Se nada for aceito, caberá à justiça decretar a falência.

 

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Credores da Recuperação da Oi no Ceará têm até amanhã (19/10), às 17h, para assinar acordo e receber valores até R$ 50 mil

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

18 de outubro de 2017

 

Interessados devem acessar a plataforma eletrônica, postar documentos e se dirigir ao Centro de Atendimento em Fortaleza

 

 Os credores da recuperação judicial da Oi residentes no Ceará têm até amanhã (quinta-feira – 19 de outubro), às 17h, para assinar o acordo do Programa para Acordo com Credores e receber valores até R$ 50 mil. É necessário acessar a plataforma eletrônica www.credor.oi.com.br para se cadastrar, apresentar a documentação necessária e se dirigir ao Centro de Atendimento da Oi no Estado – Fortaleza – para assinar o acordo. Caso o credor precise de apoio para acessar a plataforma também pode se dirigir ao centro de atendimento, na Av. Santos Dumont, 6355, que também está disponível no website da Recuperação Judicial da Oi: www.recjud.com.br).

 

Até o momento, a Oi fechou, aproximadamente, 21 mil acordos com credores em todo Brasil. O volume de valores envolvido nos acordos firmados até agora está em torno de R$ 286 milhões. Cerca de 32 mil credores já se cadastraram para participar do Programa. Do total de 55 mil credores da Recuperação Judicial da Oi, cerca de 53 mil têm a receber valores até R$ 50 mil.

 

O credor que aderir ao Programa receberá os valores por meio de depósito em conta bancária. Caso não possua uma, poderá receber na conta de terceiros, desde que autorizado. Em caso de processos com depósito judicial, os valores depositados serão liberados em adiantamento ao credor, mediante expedição de alvará no processo de origem.

 

Como funciona o Programa

 

Para o credor cujo valor for inferior ou igual a R$ 50 mil, o pagamento será efetuado em duas parcelas. A primeira, correspondente a 90% do valor, acontecerá em até 10 dias úteis após a assinatura do termo de acordo. Os 10% do crédito remanescente serão recebidos pelo credor em até 10 dias úteis após a homologação do Plano de Recuperação Judicial, a ser votado em Assembleia de Credores.

 

Já o credor que tiver valor superior a R$ 50 mil receberá o valor de R$ 50 mil também em duas parcelas. A primeira, correspondente a 90% do valor, será recebida em até 10 dias úteis após a assinatura do termo de acordo; e os 10% remanescentes serão recebidos pelo credor em até 10 dias úteis após a homologação do Plano de Recuperação Judicial, a ser votado em Assembleia de Credores; e o restante do valor será pago na forma do plano.

 

Dúvidas e mais informações sobre o programa podem ser obtidas pelo 0800-644-3111 e pelo website da Recuperação Judicial da Oi (www.recjud.com.br).

 

Endereço do Centro de Atendimento do Programa para Acordo com Credores no Ceará 

 

Funcionamento até amanhã (quinta-feira – 19/10), às 17h.

 

Fortaleza – Av. Santos Dumont, 6355

 

 

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Carta de Esclarecimento – Recuperação judicial da Aço Cearense

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

05 de Maio de 2017

 Com a transparência e responsabilidade que em 37 anos guiaram o Grupo Aço Cearense em sua trajetória empresarial, vem a público para esclarecer e tranquilizar a sociedade, fornecedores, clientes e seus 3.800 colaboradores, a respeito do processo de recuperação judicial, protocolado no fim do dia 04 de maio de 2017.

 

Cenário

 Como é de conhecimento de todos, o Brasil atravessa uma grande crise econômica que afeta toda a cadeia produtiva nacional. O setor da siderurgia é um dos mais impactados.

 Apesar deste quadro, o Grupo Aço Cearense vem apresentando no último ano uma melhoria significativa nos seus números de faturamento e lucratividade.

 No entanto, mesmo com resultados positivos, nos últimos meses a empresa tem encontrado dificuldades para ajustar sua estrutura de capital dentro desse cenário econômico adverso.

 

Uma saída responsável e diferente

 Seguindo o padrão que sempre norteou as decisões do Grupo Aço Cearense, foi indispensável buscar uma recuperação judicial diferenciada, preventiva e responsável, tendo como premissa a manutenção da saúde financeira e operacional das empresas do Grupo, como segue:

 – Preservar e garantir os empregos dos seus 3.800 colaboradores;

 – Permitir a continuidade das operações e a sustentabilidade dos seus negócios;

 – Propor um plano de pagamento das dívidas que permita honrar todas as categorias inseridas nessa situação;

 – Manter a boa relação com os fornecedores com os quais lida diariamente;

 – Viabilizar a retomada do crescimento e de suas ações sociais.

 

Ações e Esperança para um Futuro Melhor

 Ao optar por tomar tal decisão, o Grupo Aço Cearense  reforça sua premissa básica de não abrir mão da transparência e da lealdade com as quais sempre baseou suas ações, mantendo a filosofia de uma empresa séria e consciente de seu papel para com a sociedade.

 O Grupo Aço Cearense reitera sua disposição para seguir com a vontade e trabalho de sempre, com a crença no seu papel de desenvolvimento e transformação do Brasil, vislumbrando um futuro promissor e benéfico a todos os envolvidos.

  

Vilmar Ferreira

 Presidente Grupo Aço Cearense

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Oi cresce base de clientes em telefonia móvel e TV por assinatura

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

29 de Abril de 2017

Mesmo em recuperação judicial, a Oi continua atraindo clientes. Nos relatórios divulgados pela Anatel referentes ao mês de março, a companhia se destacou tanto em TV por assinatura quanto na telefonia móvel. A Oi TV registrou crescimento da base de assinantes pelo 13º mês consecutivo, fechando o mês com 1,351 milhão de assinantes, o que representa um aumento de 14,5% no comparativo com março do ano passado e de 1,3% com relação ao mês anterior. Na telefonia móvel, a Oi registrou 50 mil adições líquidas em março, encerrando o período com 42,07 milhões de clientes, uma variação mensal de 0,12%, a maior no comparativo entre os grandes grupos econômicos.

 

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Empresas em dificuldades financeiras podem recorrer à Recuperação Judicial

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

25 de novembro de 2015

Fotos Marcos Sá2

Para evitar a falência do negócio, a recuperação judicial é uma medida que pode ser solicitada quando uma empresa está endividada e com dificuldades de caixa. “Nesse período de instabilidade econômica, temos observado que o número de empresas solicitando a recuperação judicial tem aumentado”, indica o contador Marcos Sá. “É uma oportunidade que qualquer empresa nesta situação pode requerer para reequilibrar os negócios, mantendo seu ritmo normal de empresa em funcionamento e o emprego dos seus colaboradores”, explica.

Ainda de acordo com Marcos Sá, a medida apresenta vantagens contábeis, como suspensão das obrigações e negociação de prazo para pagamento das dívidas. O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça por um advogado especializado, porém é um contador quem organiza a documentação necessária.  A partir da entrada, a empresa tem seis meses para apresentar à Justiça um plano de viabilidade financeira de como pretende sair da atual crise. Caso aprovado pelo juiz, a empresa entra em processo de recuperação judicial e deverá ser cumprido o plano para evitar a falência do negócio.

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Empresas em dificuldades financeiras podem recorrer à Recuperação Judicial

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

25 de novembro de 2015

Fotos Marcos Sá2

Para evitar a falência do negócio, a recuperação judicial é uma medida que pode ser solicitada quando uma empresa está endividada e com dificuldades de caixa. “Nesse período de instabilidade econômica, temos observado que o número de empresas solicitando a recuperação judicial tem aumentado”, indica o contador Marcos Sá. “É uma oportunidade que qualquer empresa nesta situação pode requerer para reequilibrar os negócios, mantendo seu ritmo normal de empresa em funcionamento e o emprego dos seus colaboradores”, explica.

Ainda de acordo com Marcos Sá, a medida apresenta vantagens contábeis, como suspensão das obrigações e negociação de prazo para pagamento das dívidas. O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça por um advogado especializado, porém é um contador quem organiza a documentação necessária.  A partir da entrada, a empresa tem seis meses para apresentar à Justiça um plano de viabilidade financeira de como pretende sair da atual crise. Caso aprovado pelo juiz, a empresa entra em processo de recuperação judicial e deverá ser cumprido o plano para evitar a falência do negócio.

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