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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Tendências

Alunos do Senac Cariri promovem ação Gestão, Tendências e Negócios na área de eventos

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

15 de Abril de 2019

Enquanto representam a realização de um sonho para alguns, celebrações como casamentos, aniversários e festas de formatura são parte de um mercado que girou mais de 17 bilhões de reais somente no ano de 2017, de acordo com dados da Associação Brasileira de Eventos Sociais (Abrafesta). Com o intuito de apresentar os diversos segmentos e empresas que prestam serviços para esse tipo de atividade na região, os alunos formandos do curso Técnico em Eventos do Senac Cariri realizam, entre os dias 16 e 18 de abril, no Centro Cultural do Araripe (Largo da RFFSA), o Gestão, Tendências e Negócios.

O evento vai começar em grande estilo, com a realização de um casamento. O casal, que está junto há cinco anos, tinha o sonho de fazer a festa, mas nunca teve os recursos necessários. “Então os nossos alunos e os parceiros do Gestão, Tendências e Negócios se uniram para proporcionar a celebração desejada de uma forma muito especial e cheia de surpresas, demostrando para todo o público o que é possível realizar com criatividade e os fornecedores certos”, revela o gerente das unidades do Senac em Crato e Juazeiro do Norte, Cristiano Saraiva.

“Se trata de uma prática supervisionada, em que os alunos do Senac têm a oportunidade de realizar atividades comprovando o que aprenderam em sala de aula, além de adquirir experiência, realizar contatos profissionais e conhecer melhor o mercado em que vão atuar”, explica a instrutora Hermínia Rachel Saraiva do curso Técnico em Eventos do Senac Cariri.

O Gestão, Tendências e Negócios vai focar na realização de casamentos, festas de 15 anos e formaturas, apresentando novidades nas áreas de música, decoração, moda, beleza, gastronomia, fotografia, cerimonial, glamour, realização de sonhos. Entre as empresas participantes estão: Erika Criações, Madame Formiga, Awany Landim, Henrique Vidal, Mercadão das Flores, Yolanda Flores, Bruno Serafim Fotografia, Salão Bastos e Nogueira, Marcos Som, Odenia Bolos, Flor di Canela, Galdino Filho, Personal Chef, Grupo São Geraldo, Cariri Fogos, Banda Klima, Control P, Cosmo Design e Araújo SAT.

Fruto de uma parceria entre o Senac e o Buffet Quinta dos Lobos com diversas empresas do setor no Cariri, o evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal do Crato e pretende facilitar as relações entre clientes e fornecedores, gerando negócios e satisfazendo expectativas.

SERVIÇO

Gestão, Tendências e Negócios

Data: 16, 17 e 18 de abril

Horário: 17h às 22h

Local: Centro Cultural do Araripe (Largo da RFFSA – Crato)

Entrada gratuita

Sobre o Sistema Fecomércio

O Sistema Fecomércio é formado pela Fecomércio, pelo Sesc, pelo Senac, e pelo IPDC, instituições privadas, criadas e mantidas pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

Juntas, a Fecomércio, o Sesc, o Senac e o IPDC atuam como um Sistema, em que cada instituição tem seu papel e missão, transformando a vida do trabalhador e colaborando com os empresários do comércio.

Por meio da Fecomércio, auxilia no fortalecimento e defesa do segmento do comércio de bens, serviços e turismo; pelo IPDC leva informação e dados por meio da realização de pesquisas de mercado e tendências de consumo; via Senac, atua na qualificação profissional, e por meio do Sesc, realiza milhares de ações em educação, cultura, esportes, lazer e promoção social.

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Grupo Marquise segue a tendências de grandes empresas e implanta o conceito Marquise Gestão Corporativa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

24 de setembro de 2018

 
FOTO: Marcelo Arantes, CFO Grupo Marquise
Com o objetivo de garantir a longevidade e eficiência nos negócios, cada vez mais as empresas têm investido em governança corporativa. Seguindo essa tendência, a sede do grupo Marquise, que era dividida em Centro de Serviços Compartilhados (CSC) e Holding, agora se funde e assim nasce a Marquise Gestão Corporativa (MGC)
 A mudança não é apenas na nomenclatura, trata-se na verdade de um novo conceito, que visa fortalecer ainda mais a corporação, dando a ideia de homogeneidade, mas sempre atentos às características e dinâmicas de cada negócio. Assim, a MGC já nasce com a missão de integrar, inovar e dar maior segurança aos processos e diretrizes, além de apoiar as áreas de negócio na conquista de seus resultados.
A Marquise segue a uma tendência dessa prática já estabelecida em grandes empresas como 3M, AMBEV, Votorantin, dentre outras que, por atuarem em diferentes seguimentos e setores da economia, mantém uma gestão unificada por meio de diretrizes e cultura corporativa.
Assim também agora é o Grupo Marquise – um conglomerado empresarial, com grande capilaridade de negócios, com atuação nos mais diversos segmentos, presente em 14 Estados – mas com uma única identidade em todos os negócios que levam o selo Marquise.
“Acreditamos que, por meio de um projeto bem elaborado para toda a corporação, o grupo se tornará mais eficiente e sólido para atuar na nova onda de crescimento que vislumbramos para um futuro próximo. Essa padronização está sendo feita de forma gradativa, com diálogo e muita responsabilidade, respeitando as características de cada uma das empresas do grupo e suas distintas estratégias e aspectos societários, além dos interesses dos seus acionistas”, explica Marcelo Arantes, CFO Grupo Marquise.

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IEEE aponta as três principais tendências de eletrônicos de consumo em 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de Janeiro de 2018

 

Casas inteligentes, equipamentos controlados por voz e aparelhos de realidade aumentada lideram a lista de eletrônicos que mais se expandirão

Além de estar presente ativamente na indústria, sistema financeiro, telecomunicações e outros setores fundamentais da economia, a tecnologia eletrônica também cada vez mais faz parte do dia-a-dia das pessoas. Mas quais seriam as três principais tendências que terão seu uso ampliado pelos consumidores em 2018?  Artur Ziviani, membro sênior do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e pesquisador do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, instalado em Petrópolis, aponta as principais:

  • Equipamentos e aplicativos para casas inteligentes: esta nova tecnologia substitui, por exemplo, interruptores e tomadas tradicionais por aparelhos que oferecem três canais de alimentação diferentes, capazes de controlar lâmpadas dos ambientes ou aparelhos elétricos tradicionais, como uma cafeteira conectada à internet, o que permite ligá-la ou desligá-la à distância.
  • Dispositivos controlados por voz: hoje já uma das tecnologias mais populares, as chamadas interfaces conversacionais podem oferecer 15.000 habilidades que podem variar de funções básicas para experiências mais complexas. Além disso, esses equipamentos permitem videoconferências entre os usuários.
  • Aparelhos de realidade aumentada (augmented reality): esta tecnologia permite que o mundo virtual seja misturado ao real, possibilitando maior interação e abrindo uma nova dimensão na maneira de executar tarefas, mesmo aquelas incumbidas às máquinas. Suas aplicações vão desde a criação de jogos interativos até a melhoria de processos cirúrgicos quando médico está distante do paciente ou a facilitação de manutenção de carros pelo próprio proprietário.

Os chamados “eletrônicos de consumo” (em tradução livre de Consumers Electronics) evoluíram bastante nos últimos anos e, para a próxima década, devem se tornar cada vez mais integrados entre si, consolidando a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) como um cenário comum nos lares, prevê Ziviani. Mostradores flexíveis e realidade aumentada, sobretudo, se destacarão nesse contexto por uma maior expansão em seu uso.

Mas o avanço tecnológico também acarreta desafios para que seu uso ocorra de maneira positiva e benéfica aos consumidores. Por isso, Ziviani recomenda que desenvolver sistemas com maior segurança e privacidade deve ser um objetivo central, assim como oferecer equipamentos confiáveis a um custo acessível ao maior número possível de pessoas. Caso essas orientações sejam seguidas, Ziviani prevê maior expansão da realidade aumentada nos eletrônicos de consumo, assim como de “equipamentos vestíveis”, que incluem pulseiras, braceletes, relógios, óculos, anéis, trajes e dispositivos facilmente acoplados ao corpo, hoje já uma aposta das grandes empresas do mercado eletrônico.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Tendências e cenário da Educação das Engenharias, Arquiteturas e Urbanismo serão discutidos no próximo dia 24  

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

19 de Janeiro de 2018

Promovido pela Unicesumar, evento terá palestra de Aécio Lira, Ph.D. em Engenharia Civil pela UFMG e professor visitante da Universidade de Illinois 

O mercado de trabalho vem passando por inúmeras mudanças nos últimos anos. Isso também impacta nas grades curriculares dos cursos de ensino superior. Há profissões ameaçadas de extinção, outras que vêm ganhando novas configurações e algumas surgindo. Duas das áreas que vem ganhando novos contornos são a engenharia e a arquitetura e urbanismo. Pensando nisso, o Centro Universitário Unicesumar traz a Fortaleza o prof. Aécio Lira, Ph.D. (Engenheiro Civil /EE.UFMG, Mestre em Estruturas  /Coppe-UFRJ,  Doutor em Estruturas/M.S.U/USA, . Pos-Doutor em Estruturas/M.I.T./USA,  Professor visitante da University of Illinois at Urbana-Champaign) para falar sobre tema “Tendências e Cenário da Educação das Engenharias, Arquitetura e Urbanismo”. O evento é gratuito e acontece na quarta-feira (24), às 19h30, no Auditório da Unicesumar (Av. Washington Soares, 3636 – Parque Manibura, Fortaleza). O evento tem apoio da Apodi e AD2M Engenharia de Comunicação.

A oferta de cursos de Engenharia presenciais aumentou significativamente nos últimos anos. No setor privado, as vagas passaram de 125.173 ingressantes em 2010 para 259.811 em 2015, um crescimento de mais de 100%. Já nas faculdades públicas, o crescimento no mesmo período foi de 28% – passando de 55.614 para 71.514 vagas. Esse crescimento, entretanto, não vem acompanhado necessariamente pela qualidade. “Mais de 80% dos cursos de engenharia do país são de má qualidade”, ressalta o professor Aécio Lira, embasado por indicadores do Ministério da Educação (MEC). “Além disso, há outros problemas como alta evasão escolar, a baixa empregabilidade dos recém-formados e o comprometimento da indústria nacional num futuro bem próximo”, complementa.

Modelo híbrido 

A Unicesumar lançou, em setembro de 2017, o primeiro modelo híbrido de ensino de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo do Brasil. O Híbrido foi apontado por especialistas como uma das maiores inovações do ensino superior no país. Desenvolvido ao longo de dois anos, o novo modelo nasceu da troca de experiências de professores renomados de Engenharia no Brasil que, juntos, descobriram um novo significado para o ensino oferecido até hoje no país, seja no modelo presencial, como na educação a distância.  O projeto é coordenado pelo professor Aécio Lira. 

Depois de 30 anos como professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde ocupou a diretoria da Escola de Engenharia, e 13 anos de atuação no ensino privado, Lira constatou uma “crise nacional” na formação de engenheiros no Brasil. “A cada ano, cerca de 300 mil novos alunos ingressam nas centenas de faculdades de Engenharia no país. De cada 100 alunos que entram na faculdade, apenas 35 concluem o curso. E dos cinco mil cursos de Engenharia existentes no Brasil, apenas 19% têm nota 4 ou 5 no Enade, contra 51% que têm notas 1 e 2. O ensino de Engenharia no Brasil só cresce em quantidade, mas não em qualidade; um verdadeiro caos”, explica.

Diante dessa realidade, Lira começou a buscar parceiros para criar um novo modelo de formação de engenheiros no Brasil e encontrou as condições necessárias na Unicesumar. “A partir daí, conhecemos profundamente os modelos híbridos existentes  nos Estados Unidos, no MIT, Stanford, Berkeley, Olin College, Purdue, Illinois/Urbana, Iowa State University e Northeastern University, e nos Institutos Indianos de Tecnologia, na Índia, que estão muito avançados nessa área, e reunimos os melhores profissionais das melhores instituições federais e públicas de ensino de São Paulo. Depois, validamos o modelo híbrido junto às principais entidades do setor”, conta o coordenador do projeto.

O Híbrido Unicesumar utiliza técnicas pedagógicas presenciais e a distância. É uma metodologia inovadora que oferece qualidade de ensino, tecnologia educacional de ponta, garantia de aprendizagem, material didático próprio e estrutura física nos polos, que oferecerão salas de aulas modernas e laboratórios físicos e virtuais, com recursos em realidade aumentada e práticas programadas. O modelo Híbrido oferece cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Arquitetura e Urbanismo, todos com cinco anos de formação.

O ano letivo será dividido em quatro módulos, com duração de dez semanas cada e duas disciplinas por módulo. A semana de aula está estruturada para seis dias de atividades, sendo três dias de auto estudo, um dia de aula ao vivo (transmitidas via streaming live), dois dias de encontro presencial no polo e/ou de prática laboratorial, também no polo. Todas as atividades presenciais terão controle de frequência de no mínimo 60% de presença.

O Híbrido Unicesumar foi estruturado a partir de metodologias ativas, com aprendizagem baseada na reflexão sobre a experiência, em projetos e solução de problemas e em timing. A metodologia reúne, ainda o ensino dirigido e por pesquisa, estudos de caso, gamificação e peer instruction (instrução entre pares). A sala de aula no modelo Híbrido é invertida. Antes das aulas, o aluno prepara-se sobre o tema. Durante as aulas, o aluno pratica os conceitos aprendidos. Depois das aulas, o aluno revisa o conteúdo e estende seu aprendizado. No início de cada disciplina, o aluno conhece a sua trilha de aprendizagem, visualizando onde está e onde vai chegar. Trata-se de um mapa mental que ajuda a orientar as dez semanas de estudos.

Sobre a Unicesumar  

A Unicesumar iniciou suas atividades em educação a distância em 2006. Desde novembro já está atuando em Fortaleza, com 45 cursos superiores de Graduação, e 80 cursos de pós-graduação, além de 400 cursos livres de curta duração. Está lançando ainda, cursos superiores na modalidade híbrida, o primeiro do país para Engenharias e Arquitetura, com o melhor do EAD e a prática do presencial, contando com laboratórios dos mais modernos do país, e professores (engenheiros e arquitetos) presentes no polo, tornando um curso de engenharia e arquitetura da mais alta qualidade e com preços mais acessíveis, a partir de 599,00.

Seu corpo docente é formado por 80% de mestres e/ou doutores, enquanto que a exigência do MEC é de apenas 30%. A Unicesumar obteve nota 4 no Índice Geral de Cursos (IGC) pelo sétimo ano consecutivo, em uma escala de avaliação de 1 a 5. No ranking dos 149 centros universitários públicos e privados do Brasil, ocupa a 7ª posição. Segundo o Guia do Estudante, da Editora Abril, a Unicesumar está entre as três melhores instituições em número de cursos indicados entre os melhores do Brasil, se comparada a outras instituições inclusive presenciais com sede em Fortaleza.  

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Tendências e cenário da Educação das Engenharias, Arquiteturas e Urbanismo serão discutidos no próximo dia 24  

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

19 de Janeiro de 2018

Promovido pela Unicesumar, evento terá palestra de Aécio Lira, Ph.D. em Engenharia Civil pela UFMG e professor visitante da Universidade de Illinois 

O mercado de trabalho vem passando por inúmeras mudanças nos últimos anos. Isso também impacta nas grades curriculares dos cursos de ensino superior. Há profissões ameaçadas de extinção, outras que vêm ganhando novas configurações e algumas surgindo. Duas das áreas que vem ganhando novos contornos são a engenharia e a arquitetura e urbanismo. Pensando nisso, o Centro Universitário Unicesumar traz a Fortaleza o prof. Aécio Lira, Ph.D. (Engenheiro Civil /EE.UFMG, Mestre em Estruturas  /Coppe-UFRJ,  Doutor em Estruturas/M.S.U/USA, . Pos-Doutor em Estruturas/M.I.T./USA,  Professor visitante da University of Illinois at Urbana-Champaign) para falar sobre tema “Tendências e Cenário da Educação das Engenharias, Arquitetura e Urbanismo”. O evento é gratuito e acontece na quarta-feira (24), às 19h30, no Auditório da Unicesumar (Av. Washington Soares, 3636 – Parque Manibura, Fortaleza). O evento tem apoio da Apodi e AD2M Engenharia de Comunicação.

A oferta de cursos de Engenharia presenciais aumentou significativamente nos últimos anos. No setor privado, as vagas passaram de 125.173 ingressantes em 2010 para 259.811 em 2015, um crescimento de mais de 100%. Já nas faculdades públicas, o crescimento no mesmo período foi de 28% – passando de 55.614 para 71.514 vagas. Esse crescimento, entretanto, não vem acompanhado necessariamente pela qualidade. “Mais de 80% dos cursos de engenharia do país são de má qualidade”, ressalta o professor Aécio Lira, embasado por indicadores do Ministério da Educação (MEC). “Além disso, há outros problemas como alta evasão escolar, a baixa empregabilidade dos recém-formados e o comprometimento da indústria nacional num futuro bem próximo”, complementa.

Modelo híbrido 

A Unicesumar lançou, em setembro de 2017, o primeiro modelo híbrido de ensino de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo do Brasil. O Híbrido foi apontado por especialistas como uma das maiores inovações do ensino superior no país. Desenvolvido ao longo de dois anos, o novo modelo nasceu da troca de experiências de professores renomados de Engenharia no Brasil que, juntos, descobriram um novo significado para o ensino oferecido até hoje no país, seja no modelo presencial, como na educação a distância.  O projeto é coordenado pelo professor Aécio Lira. 

Depois de 30 anos como professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde ocupou a diretoria da Escola de Engenharia, e 13 anos de atuação no ensino privado, Lira constatou uma “crise nacional” na formação de engenheiros no Brasil. “A cada ano, cerca de 300 mil novos alunos ingressam nas centenas de faculdades de Engenharia no país. De cada 100 alunos que entram na faculdade, apenas 35 concluem o curso. E dos cinco mil cursos de Engenharia existentes no Brasil, apenas 19% têm nota 4 ou 5 no Enade, contra 51% que têm notas 1 e 2. O ensino de Engenharia no Brasil só cresce em quantidade, mas não em qualidade; um verdadeiro caos”, explica.

Diante dessa realidade, Lira começou a buscar parceiros para criar um novo modelo de formação de engenheiros no Brasil e encontrou as condições necessárias na Unicesumar. “A partir daí, conhecemos profundamente os modelos híbridos existentes  nos Estados Unidos, no MIT, Stanford, Berkeley, Olin College, Purdue, Illinois/Urbana, Iowa State University e Northeastern University, e nos Institutos Indianos de Tecnologia, na Índia, que estão muito avançados nessa área, e reunimos os melhores profissionais das melhores instituições federais e públicas de ensino de São Paulo. Depois, validamos o modelo híbrido junto às principais entidades do setor”, conta o coordenador do projeto.

O Híbrido Unicesumar utiliza técnicas pedagógicas presenciais e a distância. É uma metodologia inovadora que oferece qualidade de ensino, tecnologia educacional de ponta, garantia de aprendizagem, material didático próprio e estrutura física nos polos, que oferecerão salas de aulas modernas e laboratórios físicos e virtuais, com recursos em realidade aumentada e práticas programadas. O modelo Híbrido oferece cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Arquitetura e Urbanismo, todos com cinco anos de formação.

O ano letivo será dividido em quatro módulos, com duração de dez semanas cada e duas disciplinas por módulo. A semana de aula está estruturada para seis dias de atividades, sendo três dias de auto estudo, um dia de aula ao vivo (transmitidas via streaming live), dois dias de encontro presencial no polo e/ou de prática laboratorial, também no polo. Todas as atividades presenciais terão controle de frequência de no mínimo 60% de presença.

O Híbrido Unicesumar foi estruturado a partir de metodologias ativas, com aprendizagem baseada na reflexão sobre a experiência, em projetos e solução de problemas e em timing. A metodologia reúne, ainda o ensino dirigido e por pesquisa, estudos de caso, gamificação e peer instruction (instrução entre pares). A sala de aula no modelo Híbrido é invertida. Antes das aulas, o aluno prepara-se sobre o tema. Durante as aulas, o aluno pratica os conceitos aprendidos. Depois das aulas, o aluno revisa o conteúdo e estende seu aprendizado. No início de cada disciplina, o aluno conhece a sua trilha de aprendizagem, visualizando onde está e onde vai chegar. Trata-se de um mapa mental que ajuda a orientar as dez semanas de estudos.

Sobre a Unicesumar  

A Unicesumar iniciou suas atividades em educação a distância em 2006. Desde novembro já está atuando em Fortaleza, com 45 cursos superiores de Graduação, e 80 cursos de pós-graduação, além de 400 cursos livres de curta duração. Está lançando ainda, cursos superiores na modalidade híbrida, o primeiro do país para Engenharias e Arquitetura, com o melhor do EAD e a prática do presencial, contando com laboratórios dos mais modernos do país, e professores (engenheiros e arquitetos) presentes no polo, tornando um curso de engenharia e arquitetura da mais alta qualidade e com preços mais acessíveis, a partir de 599,00.

Seu corpo docente é formado por 80% de mestres e/ou doutores, enquanto que a exigência do MEC é de apenas 30%. A Unicesumar obteve nota 4 no Índice Geral de Cursos (IGC) pelo sétimo ano consecutivo, em uma escala de avaliação de 1 a 5. No ranking dos 149 centros universitários públicos e privados do Brasil, ocupa a 7ª posição. Segundo o Guia do Estudante, da Editora Abril, a Unicesumar está entre as três melhores instituições em número de cursos indicados entre os melhores do Brasil, se comparada a outras instituições inclusive presenciais com sede em Fortaleza.