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Arraiá da Inclusão: APAE Maranguape realiza festa junina

Por Dadynha Saturnino em Inclusão Social

22 de junho de 2019

A Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Maranguape realizou na última sexta (21), o tradicional “Arraiá da Inclusão”, reunindo a família apaeana e comunidade em geral. Na ocasião, aconteceram apresentações das quadrilhas juninas “Arraiá da Roça”, “Grupo Pé Quente” e “APAE”, quermesse com venda de comidas típicas, muito forró com o trio “Os Cazuzas” e bingo no valor de R$1.000,00. A Miss Brasil Glamour Gay 2019 Ysis Lauanda também marcou presença.

 

Arraiá da Inclusão

 

O ponto alto da festança aconteceu com a divulgação da parceria com as tintas Hidracor que doou todo o material para a pintura da APAE, da apresentação do novo veículo da Associação (uma van doada pela Central Geral do Dízimo) e da entrega do cheque simbólico no valor de R$4.080,00 feita pela Indústria de calçados Dakota Nordeste – filial Maranguape – que, em parceria com pontos comerciais, donas de casa e colaboradores da Empresa, executa desde 2009 o “Projeto Socioambiental  Eco Vida” de reutilização de óleo de cozinha, que tem como slogan a frase “Um pequeno gesto que faz a diferença e a natureza agradece”.

 

Colaboradores Dakota entregam à APAE o cheque do valor simbólico arrecadado pelo Projeto Socioambiental EcoVida

O cheque, entregue pelos colaboradores Claudia Silva e Marcos Tavares, refere-se ao valor arrecadado com a comercialização de 5.150 litros de óleo de fritura no ano de 2018, beneficiando a APAE integralmente. “Todo o óleo que seria descartado no ralo da cozinha e voltaria para o meio ambiente, é entregue à Dakota que negocia com um comprador e repassa o valor para a Instituição maranguapense”, pontua Aneli Silva, Diretora Dakota. Em 10 anos de Projeto, foram retirados do meioambiente mais de 52.693 litros de óleo de fritura que seriam descartados em ralos de cozinha.

 

“A Dakota tem sido uma grande parceira nos Projetos da APAE Maranguape. Um deles é a arrecadação do óleo de fritura que todos os anos nos beneficia com esta benção que utilizamos para custeio das nossas necessidades. Obrigada, Dakota! A família APAEANA agradece de coração”, pontuou Dezyrer Uchôa, presidente da APAE.

Confira registros do Arraiá da Inclusão

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Deseja fazer parte do Projeto? Entre em contato com a APAE ou Dakota (Marcos – 3052-700) e será orientado para iniciar a entrega do óleo, contribuindo assim com o meio ambiente. A APAE está localizada na Avenida Stênio Gomes, Parque Iracema, em Maranguape-Ceará.

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Caçadores de Medula: cadastro de doadores é realizado na Dakota, em Maranguape

Por Dadynha Saturnino em Solidariedade

05 de dezembro de 2018

A Campanha Caçadores de Medula aconteceu nesta segunda (03), na fábrica de calçados Dakota Nordeste, em Maranguape. Durante todo o dia, a equipe do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (HEMOCE) esteve à disposição dos funcionários e realizou um total de 191 novos cadastros de doadores voluntários de medula óssea. Instalada em Maranguape deste 1995, a Dakota é parceira de instituições públicas e privadas desta cidade na constante realização de ações sociais junto aos seus colaboradores, desde a realização de palestras preventivas sobre os mais variados tipos de doenças em homens e mulheres como o apoio a campanhas de incentivo à valorização da vida, como esta dos Caçadores de Medula.

 

Cadastro

 

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Caçadores de Medula na DAKOTA 1

Caçadores de Medula na DAKOTA. Divulgação

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O cadastro de doador de medula óssea pode ser feito em qualquer hemocentro do país. O voluntário deve apresentar um documento oficial com foto, preencher a ficha cadastral, assinar o Termo de Consentimento e autorizar a coleta de uma pequena amostra de sangue do braço (5ml). O doador precisa ter entre 18 e 55 anos, não ter doença infecciosa ou incapacitante, não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico.

 

 

Doação de Medula Óssea (transplante)

 

Segundo o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), o transplante de medula óssea pode beneficiar o tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios e faixas etárias. Além disso, o doador ideal (irmão compatível) só está disponível em cerca de 25% das famílias brasileiras – para 75% dos pacientes é necessário identificar um doador alternativo a partir dos registros de doadores voluntários, bancos públicos de sangue de cordão umbilical ou familiares parcialmente compatíveis (haploidênticos). A cada 100 mil cadastros, somente uma medula de um doador alternativo é 100% compatível com a de algum paciente que aguarda na fila do transplante. O objetivo da campanha Caçadores de Medula é aumentar o número de cadastro para aumentar as chances de compatibilidade.

 

A doação (transplante) é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação de 24 horas. A medula é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. O procedimento leva em torno de 90 minutos. A medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana após a doação.

 

Há outro método de doação chamado coleta por aférese. Neste caso, o doador faz uso de uma medicação por cinco dias com o objetivo de aumentar o número de células-tronco (células mais importantes para o transplante de medula óssea) circulantes no seu sangue. Após esse período, a pessoa faz a doação por meio de uma máquina de aférese, que colhe o sangue da veia do doador, separa as células-tronco e devolve os elementos do sangue que não são necessários para o paciente. Não há necessidade de internação nem de anestesia, sendo todos os procedimentos feitos pela veia. A decisão sobre o método de doação mais adequado é exclusiva dos médicos assistentes, tanto do paciente quanto do doador, e será avaliada em cada caso.

 

Fonte: REDOME

 

 

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Festival Jazz & Blues realiza oficina de cortejo em Maranguape

Por Dadynha Saturnino em Cultura

21 de Janeiro de 2017

O Festival Jazz & Blues, em parceria com a DAKOTA e a FITEC – Fundação Viva Maranguape de Turismo, Esporte e Cultura, vai preparar jovens músicos de Maranguape em uma Oficina de Cortejo. Os participantes vão formar o grupo Tambores do Chico, que sairá nas ruas de Guaramiranga na abertura do evento, no sábado de Carnaval, 25 de fevereiro. A oficina será ministrada pelo instrumentista e professor Vanildo Franco, de 21 a 24 de fevereiro, das 18h às 21h, na Casa Chico Anysio. As inscrições estão abertas para o público em geral de 23 de janeiro a 13 de fevereiro de 2017, segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, na FITEC (Rua Major Agostinho, 290, Centro, Maranguape). Para funcionários da Dakota as inscrições devem ser feitas no setor pessoal. Serão selecionadas 25 pessoas com noções básicas de ritmo.

Casa Chico Anysio. Foto Dadynha Saturnino

Na oficina, os participantes utilizarão instrumentos de percussão confeccionados por Vanildo Franco e, após o cortejo, eles serão doados para a APAMA – Associação dos Agentes do Patrimônio Natural e Cultural de Maranguape.

Apresentado pelo Ministério da Cultura, o 18° Festival Jazz & Blues tem como patrocinadores: REDE, INDAIÁ, HIPERCOR, BNB. Apoio Cultural:  Casa Pio, Prefeitura de Guaramiranga, DAKOTA, Cineteatro São Luiz e Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura. Agradecimento: ENEL. Promoção: Diário do Nordeste. Realização: APAMA, Via de Comunicação e Ministério da Cultura.

SERVIÇO

Oficina de Cortejo Festival Jazz e Blues – 2017

Inscrições: de 23 de janeiro a 13 de fevereiro

Oficina: de 21 a 24 de fevereiro em Maranguape.

Informações: (85) 3262-7230 e www.jazzeblues.com.br.

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Festival Jazz & Blues realiza oficina de cortejo em Maranguape

Por Dadynha Saturnino em Cultura

21 de Janeiro de 2017

O Festival Jazz & Blues, em parceria com a DAKOTA e a FITEC – Fundação Viva Maranguape de Turismo, Esporte e Cultura, vai preparar jovens músicos de Maranguape em uma Oficina de Cortejo. Os participantes vão formar o grupo Tambores do Chico, que sairá nas ruas de Guaramiranga na abertura do evento, no sábado de Carnaval, 25 de fevereiro. A oficina será ministrada pelo instrumentista e professor Vanildo Franco, de 21 a 24 de fevereiro, das 18h às 21h, na Casa Chico Anysio. As inscrições estão abertas para o público em geral de 23 de janeiro a 13 de fevereiro de 2017, segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, na FITEC (Rua Major Agostinho, 290, Centro, Maranguape). Para funcionários da Dakota as inscrições devem ser feitas no setor pessoal. Serão selecionadas 25 pessoas com noções básicas de ritmo.

Casa Chico Anysio. Foto Dadynha Saturnino

Na oficina, os participantes utilizarão instrumentos de percussão confeccionados por Vanildo Franco e, após o cortejo, eles serão doados para a APAMA – Associação dos Agentes do Patrimônio Natural e Cultural de Maranguape.

Apresentado pelo Ministério da Cultura, o 18° Festival Jazz & Blues tem como patrocinadores: REDE, INDAIÁ, HIPERCOR, BNB. Apoio Cultural:  Casa Pio, Prefeitura de Guaramiranga, DAKOTA, Cineteatro São Luiz e Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura. Agradecimento: ENEL. Promoção: Diário do Nordeste. Realização: APAMA, Via de Comunicação e Ministério da Cultura.

SERVIÇO

Oficina de Cortejo Festival Jazz e Blues – 2017

Inscrições: de 23 de janeiro a 13 de fevereiro

Oficina: de 21 a 24 de fevereiro em Maranguape.

Informações: (85) 3262-7230 e www.jazzeblues.com.br.