5 de outubro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

5 de outubro de 2018

Domingo, a urna será o sacrário do povo brasileiro

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de outubro de 2018

Domingo é o dia em que todo cidadão pode decidir o destino de um povo. O de eleger os seus representantes. No mundo livre, essa é a forma mais democrática que dispomos para decidir o nosso futuro político. Por isso, importa muito que o eleitor vá cumprir o seu dever, que é votar. É dessa participação popular que o sistema democrático se fortalece. Seja qual for o candidato, o brasileiro não pode fugir a esse dever cívico.

A presença no local de votação é a mais forte expressão de liberdade que alcançamos ao longo da trajetória republicana.

O eleitor é o senhor do domingo. De maneira alguma, ele deve perder esse momento histórico. Mais do que isso: ele não deve vender ou trocar o seu voto, sob pena de estar traindo a sua própria consciência.

Votar livre. E sem medo, mesmo diante dos anúncios que circulam em redes sociais de que facções estarão em alguns locais para saber em quem fulano e cicrano vai votar. Não se deixe levar por essa ou qualquer outra ameaça. O seu voto é secreto. Nem os políticos têm acesso à urna. No domingo, ela é o sacrário de cada um de nós, fazendo valer a nossa força. O nosso próprio destino.

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Domingo, a urna será o sacrário do povo brasileiro

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de outubro de 2018

Domingo é o dia em que todo cidadão pode decidir o destino de um povo. O de eleger os seus representantes. No mundo livre, essa é a forma mais democrática que dispomos para decidir o nosso futuro político. Por isso, importa muito que o eleitor vá cumprir o seu dever, que é votar. É dessa participação popular que o sistema democrático se fortalece. Seja qual for o candidato, o brasileiro não pode fugir a esse dever cívico.

A presença no local de votação é a mais forte expressão de liberdade que alcançamos ao longo da trajetória republicana.

O eleitor é o senhor do domingo. De maneira alguma, ele deve perder esse momento histórico. Mais do que isso: ele não deve vender ou trocar o seu voto, sob pena de estar traindo a sua própria consciência.

Votar livre. E sem medo, mesmo diante dos anúncios que circulam em redes sociais de que facções estarão em alguns locais para saber em quem fulano e cicrano vai votar. Não se deixe levar por essa ou qualquer outra ameaça. O seu voto é secreto. Nem os políticos têm acesso à urna. No domingo, ela é o sacrário de cada um de nós, fazendo valer a nossa força. O nosso próprio destino.