9 de outubro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

9 de outubro de 2018

No novo governo Camilo, para onde vai a Segurança?

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

09 de outubro de 2018

Em tempos de violência, tudo o que se fizer em favor de minimizar o problema é bemvindo. Como essa proposta da Federação das Indústrias do Ceará- a FIEC que vai realizar este mês uma discussão em torno de como enfrentar a violência.

É que ninguém consegue mais conviver com um ambiente de insegurança como o que o Ceará assiste. A cada mês aumenta o número de mortes por homicídio. O descontrole das autoridades com relação aos furtos e roubos é bastante visível. E o que é mais terrível é que não há sinais, por parte dos gestores da segurança pública, de um plano que, pelo menos, ofereça alternativas de diminuir o problema.

Comerciantes da noite, acabei de ler num dos jornais da cidade, estão preocupados com a queda do movimento de fregueses e, por isso, estão encerrando o expediente mais cedo com receio de serem, eles também, vítimas da violência.

Diante de tudo isso, a FIEC convidou o ex-prefeito de Medelin, na Colombia, cidade que conseguiu enfrentar o tráfico e sua violência, a partir de programas sociais, implementados na cidade que era a mais violenta da América Latina, e que hoje respira mais aliviada a questão da insegurança.

Que ele venha e derrame luz sobre as mentes que têm a responsabilidade de dirigir essa área que, provavelmente, a partir de janeiro ganhe um novo reordenamento com as mudanças que se espera no secretariado do governo Camilo Santana. É o mínimo que se pretende da política de governo para a continuidade do Ceará Pacífico.

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No novo governo Camilo, para onde vai a Segurança?

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

09 de outubro de 2018

Em tempos de violência, tudo o que se fizer em favor de minimizar o problema é bemvindo. Como essa proposta da Federação das Indústrias do Ceará- a FIEC que vai realizar este mês uma discussão em torno de como enfrentar a violência.

É que ninguém consegue mais conviver com um ambiente de insegurança como o que o Ceará assiste. A cada mês aumenta o número de mortes por homicídio. O descontrole das autoridades com relação aos furtos e roubos é bastante visível. E o que é mais terrível é que não há sinais, por parte dos gestores da segurança pública, de um plano que, pelo menos, ofereça alternativas de diminuir o problema.

Comerciantes da noite, acabei de ler num dos jornais da cidade, estão preocupados com a queda do movimento de fregueses e, por isso, estão encerrando o expediente mais cedo com receio de serem, eles também, vítimas da violência.

Diante de tudo isso, a FIEC convidou o ex-prefeito de Medelin, na Colombia, cidade que conseguiu enfrentar o tráfico e sua violência, a partir de programas sociais, implementados na cidade que era a mais violenta da América Latina, e que hoje respira mais aliviada a questão da insegurança.

Que ele venha e derrame luz sobre as mentes que têm a responsabilidade de dirigir essa área que, provavelmente, a partir de janeiro ganhe um novo reordenamento com as mudanças que se espera no secretariado do governo Camilo Santana. É o mínimo que se pretende da política de governo para a continuidade do Ceará Pacífico.