17 de outubro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

17 de outubro de 2018

As cidades adoecem

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de outubro de 2018

Quando alguém adoece, a primeira reação é buscar ajuda. Auxílio médico. Assim como as pessoas, as cidades também adoecem. E são muitos os problemas que elas enfrentam. Sofrem de inchaço populacional, como quando alguém come demais e se empanzina. E por má gestão, muitas delas se indigestam.

Grandes cidades, como Fortaleza, já conhecem o diagnóstico de seus problemas maiores. Sofrem atrofiamento de suas vias diante da infestação de veículos, ameaçando o caos com o nervosismo doentio que eles alimentam. . Da praga do desemprego, miserabilizando ainda mais a periferia.

Mas de todos os males que atacam as cidades, nenhum é mais terrível do que o da insegurança. Nas cidades atormentadas pelo mal da violência, as pessoas vivem de forma neurotizante, com medo de tudo e de todos, temendo a qualquer instante um ataque qualquer. Vivem com o coração na mão.

Fortaleza, com toda a solidez de seu nome, sofre desse mal contagioso. E toda a medicação aplicada até aqui, pela iniciativa das autoridades, parece não surtir o efeito desejável. Com isso, o tecido social vai se fragilizando, piorando cada vez mais, com a sensação de que, logo logo, ela possa ocupar uma vaga na UTI das cidades mais atormentadas do mundo. Nessas ocasiões, uma boa reza vale muito mais do que todo o receituário aplicado. E sem sucesso.

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As cidades adoecem

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de outubro de 2018

Quando alguém adoece, a primeira reação é buscar ajuda. Auxílio médico. Assim como as pessoas, as cidades também adoecem. E são muitos os problemas que elas enfrentam. Sofrem de inchaço populacional, como quando alguém come demais e se empanzina. E por má gestão, muitas delas se indigestam.

Grandes cidades, como Fortaleza, já conhecem o diagnóstico de seus problemas maiores. Sofrem atrofiamento de suas vias diante da infestação de veículos, ameaçando o caos com o nervosismo doentio que eles alimentam. . Da praga do desemprego, miserabilizando ainda mais a periferia.

Mas de todos os males que atacam as cidades, nenhum é mais terrível do que o da insegurança. Nas cidades atormentadas pelo mal da violência, as pessoas vivem de forma neurotizante, com medo de tudo e de todos, temendo a qualquer instante um ataque qualquer. Vivem com o coração na mão.

Fortaleza, com toda a solidez de seu nome, sofre desse mal contagioso. E toda a medicação aplicada até aqui, pela iniciativa das autoridades, parece não surtir o efeito desejável. Com isso, o tecido social vai se fragilizando, piorando cada vez mais, com a sensação de que, logo logo, ela possa ocupar uma vaga na UTI das cidades mais atormentadas do mundo. Nessas ocasiões, uma boa reza vale muito mais do que todo o receituário aplicado. E sem sucesso.