29 de outubro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

29 de outubro de 2018

O PAÍS QUE SURPREENDE

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

29 de outubro de 2018

Apesar de todos os problemas que se vê por aqui, este é um País interessante. Interessante demais! Capaz de mostrar ao mundo como é possível mobilizar seu povo para eleger um presidente e conseguir dar o resultado pouco mais de uma hora do final do pleito. O mundo todo se surpreende com a velocidade com que funciona a estrutura da Justiça Eleitoral. E olha que, territorialmente, somos um país continente. A maioria das nações leva um tempo enorme para oficializar o resultado de um pleito.

Esse é um ponto que se destaca da eleição de ontem. Um outro, o de se vencer as diferenças. Quantas vezes, ao longo da campanha, se pôs em evidência o discuso da intolerância, do medo e da volta aos dias de chumbo. Só o tempo vai dizer se essas previsões andaram corretas ou na contramão da história.

Por enquanto, importa reconhecer a vocação do País para seguir o seu destino democrático. Restaurar as feridas abertas diante da pressão da campanha. Cumprir o destino de um País marcado na consolidação de seu fuituro no seio das grandes Nações. As discussões vazias e efêmeras devem ceder lugar ao exercício do trabalho prático. da vigilância dos novos representantes no Legislativo e Executivo e cumprir o roteiro que compete, não a uma só pessoa, mas a cada um de nós.

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O PAÍS QUE SURPREENDE

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

29 de outubro de 2018

Apesar de todos os problemas que se vê por aqui, este é um País interessante. Interessante demais! Capaz de mostrar ao mundo como é possível mobilizar seu povo para eleger um presidente e conseguir dar o resultado pouco mais de uma hora do final do pleito. O mundo todo se surpreende com a velocidade com que funciona a estrutura da Justiça Eleitoral. E olha que, territorialmente, somos um país continente. A maioria das nações leva um tempo enorme para oficializar o resultado de um pleito.

Esse é um ponto que se destaca da eleição de ontem. Um outro, o de se vencer as diferenças. Quantas vezes, ao longo da campanha, se pôs em evidência o discuso da intolerância, do medo e da volta aos dias de chumbo. Só o tempo vai dizer se essas previsões andaram corretas ou na contramão da história.

Por enquanto, importa reconhecer a vocação do País para seguir o seu destino democrático. Restaurar as feridas abertas diante da pressão da campanha. Cumprir o destino de um País marcado na consolidação de seu fuituro no seio das grandes Nações. As discussões vazias e efêmeras devem ceder lugar ao exercício do trabalho prático. da vigilância dos novos representantes no Legislativo e Executivo e cumprir o roteiro que compete, não a uma só pessoa, mas a cada um de nós.