3 de Janeiro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

3 de Janeiro de 2019

O QUE O SISTEMA PENITENCIÁRIO TEM A VER COM OS ATAQUES DE HOJE

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Janeiro de 2019

O assunto de hoje não poderia ser outro, senão a repulsa total a todas essas ações criminosas da madrugada.

Ao assumir ontem o ministério da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, foi contundente ao dizer que o País não pode ser porto seguro para a criminalidade.

Com isso, referia-se a que não se deve ser complacente com quem busca o plantio da violência e, depois de julgado e condenado, vai para o presídio, onde passa a ter alguns privilégios, que a maioria dos trabalhadores honestos não detém. Ruim ou não, eles têm onde dormir, comer e tempo para planejar suas ações do mal.

Suspeita-se que os atos de terror cometidos hoje, tenham sido wem represália às declarações do secretário estadual da administração penitenciária, Luis Mauro Albuquerque. Ele lembrou que não vai dar moleza para esses grupos criminosos que impõem o terror no Estado, citando as facções que vão ter tratamento de choque. Nenhum benefício que permita aos seus integrantes, usar celulares, fazer postagens nas redes sociais, muitas vezes ditando de dentro do presídio quem deve viver ou morrer.

Defendeu o uso de bloqueadores nos presídios como tônica do governo, afinal o criminalidade tem ganho espaço dentro desses lugares, onde a falta de gestão, infelizmente, tem dado asas aos grupos criminosos e o controle de regras não sejam levadas em conta.

Se até em nossa casa é preciso acatar normas, exigir obediência à regras, por que não fazê-lo num ambiente onde não apenas o preso deve ser segregado, mas deve obedecer a um período de reaprendizado; para que atingir as condições de retornar ao convívio social.

Infelizmente, o sistema penitenciário é falido. Não dá conta de seus objetivos. Se transformou em universidade do crime, chegando a facilitar a vida de muitos bandidos que entram analfabetos de tudo e saem de lá especialistas em todas as modalidades criminosas.

É hora de mudar nos presídios, a politica de encarceramento que não tem o objetivo de tirar a pessoa da criminalidade, com vistas a ressocialização. Trabalho e estudo ainda são os caminhos de toda reforma humana.

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O QUE O SISTEMA PENITENCIÁRIO TEM A VER COM OS ATAQUES DE HOJE

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Janeiro de 2019

O assunto de hoje não poderia ser outro, senão a repulsa total a todas essas ações criminosas da madrugada.

Ao assumir ontem o ministério da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, foi contundente ao dizer que o País não pode ser porto seguro para a criminalidade.

Com isso, referia-se a que não se deve ser complacente com quem busca o plantio da violência e, depois de julgado e condenado, vai para o presídio, onde passa a ter alguns privilégios, que a maioria dos trabalhadores honestos não detém. Ruim ou não, eles têm onde dormir, comer e tempo para planejar suas ações do mal.

Suspeita-se que os atos de terror cometidos hoje, tenham sido wem represália às declarações do secretário estadual da administração penitenciária, Luis Mauro Albuquerque. Ele lembrou que não vai dar moleza para esses grupos criminosos que impõem o terror no Estado, citando as facções que vão ter tratamento de choque. Nenhum benefício que permita aos seus integrantes, usar celulares, fazer postagens nas redes sociais, muitas vezes ditando de dentro do presídio quem deve viver ou morrer.

Defendeu o uso de bloqueadores nos presídios como tônica do governo, afinal o criminalidade tem ganho espaço dentro desses lugares, onde a falta de gestão, infelizmente, tem dado asas aos grupos criminosos e o controle de regras não sejam levadas em conta.

Se até em nossa casa é preciso acatar normas, exigir obediência à regras, por que não fazê-lo num ambiente onde não apenas o preso deve ser segregado, mas deve obedecer a um período de reaprendizado; para que atingir as condições de retornar ao convívio social.

Infelizmente, o sistema penitenciário é falido. Não dá conta de seus objetivos. Se transformou em universidade do crime, chegando a facilitar a vida de muitos bandidos que entram analfabetos de tudo e saem de lá especialistas em todas as modalidades criminosas.

É hora de mudar nos presídios, a politica de encarceramento que não tem o objetivo de tirar a pessoa da criminalidade, com vistas a ressocialização. Trabalho e estudo ainda são os caminhos de toda reforma humana.