Janeiro 2019 - Página 2 de 2 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Janeiro 2019

Depois da tempestade, vem mesmo o quê?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Janeiro de 2019

Em meio a qualquer situação difícil a primeira orientação é de que se tenha calma. E evite-se, acima de tudo, entrar em pânico. Essa é uma medida que consegue repor em ordem o nosso equilíbrio, até mesmo para enfrentar qualquer tipo de problema.

Diante de situações adversas, como essa de violência que a cidade enfrenta, sabemos ser comum as pessoas se impacientarem com as ocorrências que surgem e que, sabemos, afetam de alguma maneira a nossa tranquilidade. Mas é preciso lembrar que nada perdura; tudo isso é momentâneo, por mais que o tempo passe e as ações continuem a se repetir.

E no meio dos fatos que realmente vêm acontecendo, é muito comum surgirem os aproveitadores. Aqueles que exercem a sua vocação de perturbar para ver o circo pegar fogo, movidos pelo combustível do quanto pior, melhor. É aí que entra a convicção de cada um de nós, de que não nos deixemos levar por ameaças que desejam impedir até mesmo nossa liberdade de ir e vir, como as que orientam o fechamento do comércio – se bem que, para isso, as autoridades deviam nos dá a real segurança de que vão nos proteger -, evitando assim que esse tipio de coisa atinja a nossa fragilidade.

Um escritor, Lourival Lopes, costumava dizer que “nós temos uma força interior. Ela aparece conforme seja chamada. Se você chamar e exigir alegria, inteligência, resistência, coragem e fé, elas se mostrarão por inteiro”.

Peça a Deus – ou seja lá o nome que dê a essa força superior – para ampliar sua capacidade de extrair as forças e a ajuda necessárias. Todos nós as temos. É preciso só que elas sejam despertadas, a fim de auxiliar a vencer essas tribulações.

Cuidados são necessários, mas nada que leve você ou qualquer um ao medo. Deus é maior que tudo isso. E se você fortalecer a sua fé de que tudo muda, de que o mal jamais há de prevalecer sobre o bem, então você estará contribuindo para que as potências de luz – que estão em nós – trabalhem racional e favoravelmente para vencer toda e qualquer provação. Você nunca ouviu falar de que depois da tempestade vem o quê?…  Então, reflita sobre isso.

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O 3 de janeiro que volta a se repetir

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de Janeiro de 2019

Desde 2012, o mês de janeiro tem sido marcado por atos violentos em nossa capital. Naquele ano, exatamente no dia 3 de janeiro, era deflagrada a greve dos policiais e que passamos a conviver uma situação de descontrole. Agora, se dá o contrário: são os bandidos que provocam ataques de toda ordem. Essas ações criminosas voltaram a se repetir hoje. E não apenas em Fortaleza mas em cidades do interior. Isso é algo que toda a sociedade repudia, principalmente por atingir setores sensíveis como a do transporte coletivo.

A frota de ônibus começou a funcionar hoje regularmente, mas muitos motoristas e operadores tiveram que retornar às garagens por conta de um outro ataque incendiário.

O Sindiônibus contabiliza 17 ataques a coletivos, mas se a gente puxar pela memória vai verificar que, desde 2014, o setor de transporte teve mais de cem ônibus danificados em ataques semelhantes.

Em conversa hoje com o comandante da PM, coronel Alexandre Ávila, tivemos um relato do que vem sendo feito para fazer frente a esses atos terroristas. O comandante e seus auxiliares mais próximos se mantém em constantes reuniões com o secretário André Costa, na avaliação de todo o problema. Ele revelou que policiais de folga e até quem estava de férias estão retornando ao quartel e se oferecendo para atender nas forças emergenciais.

A população está sendo convidada a colaborar com as autoridades, repassando informes que auxiliem o trabalho policial. Os que tiverem denúncias sobre pessoas em atitudes suspeitas, que possam repassar esses informes às autoridades, numa forma de contribuir para a detenção dos criminosos.

A chegada das tropas federais, provavelmente, será o reforço necessário a conter essas ações que, embora tenham objetivo de atingir o sistema penitenciário, diante do anúncio de mudanças para o controle das facções, essas ações criminosas acabam, na verdade, envolvendo o contigente da população – o cidadão comum – que se sente inseguro até mesmo para atender aos compromissos inadiáveis de trabalho.

O governador Camilo Santana, agora há pouco em sua página do Facebook, confirmou a prisão de 40 pessoas envolvidas com os ataques; que o policiamento continua reforçado nas ruas para garantir a segurança do cidadão e determinação para que a nossa polícia aja com todo o rigor, dentro da lei.

Na verdade, é hora de unirmos esforços e, eu diria mais, e elevarmos nossas vibrações e preces para que a cidade possa voltar à sua normalidade.

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O QUE O SISTEMA PENITENCIÁRIO TEM A VER COM OS ATAQUES DE HOJE

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Janeiro de 2019

O assunto de hoje não poderia ser outro, senão a repulsa total a todas essas ações criminosas da madrugada.

Ao assumir ontem o ministério da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, foi contundente ao dizer que o País não pode ser porto seguro para a criminalidade.

Com isso, referia-se a que não se deve ser complacente com quem busca o plantio da violência e, depois de julgado e condenado, vai para o presídio, onde passa a ter alguns privilégios, que a maioria dos trabalhadores honestos não detém. Ruim ou não, eles têm onde dormir, comer e tempo para planejar suas ações do mal.

Suspeita-se que os atos de terror cometidos hoje, tenham sido wem represália às declarações do secretário estadual da administração penitenciária, Luis Mauro Albuquerque. Ele lembrou que não vai dar moleza para esses grupos criminosos que impõem o terror no Estado, citando as facções que vão ter tratamento de choque. Nenhum benefício que permita aos seus integrantes, usar celulares, fazer postagens nas redes sociais, muitas vezes ditando de dentro do presídio quem deve viver ou morrer.

Defendeu o uso de bloqueadores nos presídios como tônica do governo, afinal o criminalidade tem ganho espaço dentro desses lugares, onde a falta de gestão, infelizmente, tem dado asas aos grupos criminosos e o controle de regras não sejam levadas em conta.

Se até em nossa casa é preciso acatar normas, exigir obediência à regras, por que não fazê-lo num ambiente onde não apenas o preso deve ser segregado, mas deve obedecer a um período de reaprendizado; para que atingir as condições de retornar ao convívio social.

Infelizmente, o sistema penitenciário é falido. Não dá conta de seus objetivos. Se transformou em universidade do crime, chegando a facilitar a vida de muitos bandidos que entram analfabetos de tudo e saem de lá especialistas em todas as modalidades criminosas.

É hora de mudar nos presídios, a politica de encarceramento que não tem o objetivo de tirar a pessoa da criminalidade, com vistas a ressocialização. Trabalho e estudo ainda são os caminhos de toda reforma humana.

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O novo ciclo dos que vão governar o povo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Janeiro de 2019

Agora, que passaram as festas, que todo mundo atendeu às celebrações da mudança do ano, é hora de arregaçar mangas. Trabalhar. Assumir as responsabilidades de cada um – e falo, principalmente, para aqueles que ontem tomaram posse em cargos públicos.

Se eles tiverem a noção de responsabilidade que essa tarefa exige, certamente saberão se comportar como verdadeiros protagonistas da História, buscando o equilíbrio de seus atos com as necessidades essenciais da população, projetando ações que sejam efetivamente produtivas. Em favor do País. Em favor de seu povo.

No Ceará, o governador Camilo Santana assume o segundo mandato, cercado de expectativa renovada, de que possa ampliar cada vez mais o seu projeto de desenvolvimento do Estado.

Evidente que se trata de um novo momento , em que se operam mudanças importantes na sociedade humana, ao mesmo tempo em que o Planeta passa por uma transição.

Por isso, há que se estabelecer políticas sociais que habilitem melhores condições de trabalho ao povo. Que superem as dificuldades econômicas que têm ampliado o desemprego e a miséria. A justiça social deve ser o apanágio desses dirigentes, principalmente, na questão da moralidade do serviço público, onde alguns políticos fugiram ao cumprimento do dever, através de atos de corrupção.

Que esses dirigentes, que ontem tomaram posse, se habilitem ao cumprimento das tarefas do dever cívico do trabalho em favor do coletivo, restaurando o princípio ético e da moralidade. Abdicando dos atos criminosos, para atender à missão de responsabilidade que, evidentemente, pode elevá-los ou rebaixá-los ao humilhante posto da falta de vergonha e do esquecimento.

O País, queiram ou não, amadureceu. Alguns representantes é que não acompanharam esse avanço. E fazem política em benefício próprio. E não no dever cívico de servir. Como é da missão de todos.


 

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Ano novo e você aí não fez nada para mudar

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

01 de Janeiro de 2019

O ano é novo, mas será que a gente vai continuar com as velhas práticas do passado? Errar os mesmos erros. Cometer as mesmas tolices. Trocar os pés, pelas mãos? Se não houver decisão de cada um assumir as mudanças, não é a passagem da folhinha do calendário que vai fazer melhorar a coisa não.

Quem leva um vida desordenada, quem vive a promover desordens – não tem esperança de mudança não. Pode entrar ano e sair ano, que as coisas não mudam.

Tem gente que passa a vida toda cometendo deslizes; provocando atritos; brigando com Deus e o mundo e, quando chega o final do ano, começa a fazer promessas de “ano novo, vida nova”… Mas se não mudar o comportamento, nada muda.

Muda sim, aqueles que se propõem a evitar cometer mesmos erros. Cair na esparrela de que a mudança de ano vai mudar a vida. Quem se viciou, quem buscou só fazer o mal e não deu um passo em favor da melhoria de vida – não tem ano novo que dê jeito; vai continuar atrelado ao seu passado de erros, guardando rancor, ódio, inveja, ciúme e todo esse lixo que a gente teima em guardar na mente e no coração.

O ano é novo, sim. Mas se as suas promessas ficarem apenas no terreno das promessas, as melhorias só acontecem se houver disponibilidade de colocá-las em prática. Quem vive a prometer melhorar e não age em favor disso, parece com aquele agricultor que reza para chover, vem a chuva e ele fica de braços cruzados só olhando e dizendo: ô chuva boa! Vamos ter um bom inverno”. Mas como não planta, não vai colher nada.

Ajuda-te que o céu te ajudará – é a máxima cristã, querendo dizer que Deus ajuda a quem faz a sua parte. Do contrário, não há ano novo para quem envelhece com os meus erros e com as mesmas tolices de anos que já se foram. Só é feliz, quem busca fazer por onde sê-lo.

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Ano novo e você aí não fez nada para mudar

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

01 de Janeiro de 2019

O ano é novo, mas será que a gente vai continuar com as velhas práticas do passado? Errar os mesmos erros. Cometer as mesmas tolices. Trocar os pés, pelas mãos? Se não houver decisão de cada um assumir as mudanças, não é a passagem da folhinha do calendário que vai fazer melhorar a coisa não.

Quem leva um vida desordenada, quem vive a promover desordens – não tem esperança de mudança não. Pode entrar ano e sair ano, que as coisas não mudam.

Tem gente que passa a vida toda cometendo deslizes; provocando atritos; brigando com Deus e o mundo e, quando chega o final do ano, começa a fazer promessas de “ano novo, vida nova”… Mas se não mudar o comportamento, nada muda.

Muda sim, aqueles que se propõem a evitar cometer mesmos erros. Cair na esparrela de que a mudança de ano vai mudar a vida. Quem se viciou, quem buscou só fazer o mal e não deu um passo em favor da melhoria de vida – não tem ano novo que dê jeito; vai continuar atrelado ao seu passado de erros, guardando rancor, ódio, inveja, ciúme e todo esse lixo que a gente teima em guardar na mente e no coração.

O ano é novo, sim. Mas se as suas promessas ficarem apenas no terreno das promessas, as melhorias só acontecem se houver disponibilidade de colocá-las em prática. Quem vive a prometer melhorar e não age em favor disso, parece com aquele agricultor que reza para chover, vem a chuva e ele fica de braços cruzados só olhando e dizendo: ô chuva boa! Vamos ter um bom inverno”. Mas como não planta, não vai colher nada.

Ajuda-te que o céu te ajudará – é a máxima cristã, querendo dizer que Deus ajuda a quem faz a sua parte. Do contrário, não há ano novo para quem envelhece com os meus erros e com as mesmas tolices de anos que já se foram. Só é feliz, quem busca fazer por onde sê-lo.