6 de Maio de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

6 de Maio de 2019

A confusão em Jeri

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de Maio de 2019

De um policial fora de serviço espera-se que preserve a imagem da corporação a qual está ligado e que haja dentro dos limites do que orienta a lei: que seja correto como se deve a qualquer outro cidadão. Não se concebe de um agente de segurança que, mesmo nas horas de lazer, saia da linha; se desconcerte e passe a agir em desacordo o que pregam as normas.

O vídeo dos policiais civis em Jeri, que circula nas redes sociais, exibindo truculência da parte de alguns só vem revelar falta de identificação desses agentes com a filosofia retilínea da entidade maior que os incorporou.

Daqueles que fazem parte da instituição policial – civil ou militar – espera-se demonstrações de respeito a ordem pública e não serem eles protagonistas de atos indevidos – aos quais eles são pagos para combater.

Acusados de assédio a uma jovem que teria se recusado aos seus apelos, os policiais teriam exibido uma atitude que não corrobora com os postulados da Secretaria de Segurança. Puxar armas. Ameaçar pessoas. Chamar para briga os que os criticavam por uma atitude, da qual eles eram partícipes – isso pertence mais ao perfil do inimigo da sociedade e não àqueles que são pagos para lhes dar proteção.

Evidente que o secretário André Costa, que só falta fazer milagre para melhorar o nível da Polícia cearense, não fecha com esse tipo de atitude de seus agentes. Certamente, ele deve investigar tudo para chegar à verdade dos fatos. Mas os fatos, pelo que se vê no vídeo, já demonstram um ponto negativo para quem transforma o seu lazer e o dos outros em séria ameaça à ordem e a paz.

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A confusão em Jeri

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de Maio de 2019

De um policial fora de serviço espera-se que preserve a imagem da corporação a qual está ligado e que haja dentro dos limites do que orienta a lei: que seja correto como se deve a qualquer outro cidadão. Não se concebe de um agente de segurança que, mesmo nas horas de lazer, saia da linha; se desconcerte e passe a agir em desacordo o que pregam as normas.

O vídeo dos policiais civis em Jeri, que circula nas redes sociais, exibindo truculência da parte de alguns só vem revelar falta de identificação desses agentes com a filosofia retilínea da entidade maior que os incorporou.

Daqueles que fazem parte da instituição policial – civil ou militar – espera-se demonstrações de respeito a ordem pública e não serem eles protagonistas de atos indevidos – aos quais eles são pagos para combater.

Acusados de assédio a uma jovem que teria se recusado aos seus apelos, os policiais teriam exibido uma atitude que não corrobora com os postulados da Secretaria de Segurança. Puxar armas. Ameaçar pessoas. Chamar para briga os que os criticavam por uma atitude, da qual eles eram partícipes – isso pertence mais ao perfil do inimigo da sociedade e não àqueles que são pagos para lhes dar proteção.

Evidente que o secretário André Costa, que só falta fazer milagre para melhorar o nível da Polícia cearense, não fecha com esse tipo de atitude de seus agentes. Certamente, ele deve investigar tudo para chegar à verdade dos fatos. Mas os fatos, pelo que se vê no vídeo, já demonstram um ponto negativo para quem transforma o seu lazer e o dos outros em séria ameaça à ordem e a paz.