11 de junho de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

11 de junho de 2019

O PLANETA ESCOLA, HOSPITAL E PRESÍDIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de junho de 2019

Tantos crimes bárbaros. Tanta gente fazendo o mal. Tantos horrores que, às vezes, nos levam a desacreditar na melhoria do mundo. Mas é mera impressão.

A Terra, todos sabemos, não é nenhum ‘spa’ – não é nenhum hotel de cinco estrelas, nem um remanso onde seus habitantes desfrutem de tranquilidade e descanso. O planeta onde moramos mais parece uma escola, onde buscamos nos alfabetizar dos valores maiores da vida. Crescer com ajuda da família e da educação formal.

Para uma outra boa parte da humanidade, o planeta assemelha-se mesmo a um grande hospital, onde doentes de todos os males, buscam medicar-se para restabelecimento da saúde – seja física ou mental. O mais incrível é que os doentes da alma superam os doentes do corpo, com suas atitudes desequilibradas.

Mas a Terra, onde estamos de passagem, tem sido para grande parcela dos indivíduos nada mais do que uma espécie de presídio, onde fomos lançados à guisa de purgar algumas faltas e equívocos.

Nessa linha de raciocínio, pode olhar como tem gente que se sente prisioneira de si. De regras. De obediências, até porque são necessárias para o aprimoramento das pessoas.

Há casos de prisioneiros que se ressentem mais nas suas mazelas. São os que sofrem com as restrições do físico – os com algum tipo de deficiência – ou se vêem constrangidos pela ignorância absurda dos que ainda detém algum tipo de preconceito. Seja por conta da raça, da cor, do sexo, da religião.

Na Terra, nada é perfeito. Ninguém pode considerar-se melhor ou pior do que outros. Todos somos iguais. Todos estamos no mesmo barco. E diante daquele que se desgraça no crime e na dor, não esqueçamos de que devemos a eles, no mínimo, o desejo de que, algum dia, eles também melhorem.

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O PLANETA ESCOLA, HOSPITAL E PRESÍDIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de junho de 2019

Tantos crimes bárbaros. Tanta gente fazendo o mal. Tantos horrores que, às vezes, nos levam a desacreditar na melhoria do mundo. Mas é mera impressão.

A Terra, todos sabemos, não é nenhum ‘spa’ – não é nenhum hotel de cinco estrelas, nem um remanso onde seus habitantes desfrutem de tranquilidade e descanso. O planeta onde moramos mais parece uma escola, onde buscamos nos alfabetizar dos valores maiores da vida. Crescer com ajuda da família e da educação formal.

Para uma outra boa parte da humanidade, o planeta assemelha-se mesmo a um grande hospital, onde doentes de todos os males, buscam medicar-se para restabelecimento da saúde – seja física ou mental. O mais incrível é que os doentes da alma superam os doentes do corpo, com suas atitudes desequilibradas.

Mas a Terra, onde estamos de passagem, tem sido para grande parcela dos indivíduos nada mais do que uma espécie de presídio, onde fomos lançados à guisa de purgar algumas faltas e equívocos.

Nessa linha de raciocínio, pode olhar como tem gente que se sente prisioneira de si. De regras. De obediências, até porque são necessárias para o aprimoramento das pessoas.

Há casos de prisioneiros que se ressentem mais nas suas mazelas. São os que sofrem com as restrições do físico – os com algum tipo de deficiência – ou se vêem constrangidos pela ignorância absurda dos que ainda detém algum tipo de preconceito. Seja por conta da raça, da cor, do sexo, da religião.

Na Terra, nada é perfeito. Ninguém pode considerar-se melhor ou pior do que outros. Todos somos iguais. Todos estamos no mesmo barco. E diante daquele que se desgraça no crime e na dor, não esqueçamos de que devemos a eles, no mínimo, o desejo de que, algum dia, eles também melhorem.