Campanha política restringiu espaço para temas importantes - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Campanha política restringiu espaço para temas importantes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de outubro de 2018

Estamos chegando ao final da campanha política que deve eleger o novo presidente e governadores em estados onde a decisão ficou para o segundo turno, e o balanço que se faz é de que perdemos uma boa oportunidade para se discutir as questões mais sérias do País. A polarização entre esquerda e direita, acabou restringindo o espaço de temas tão importantes como o da segurança, por exemplo. Nenhuma das duas candidaturas deu visibilidade a um plano de governo que, realmente, configure um combate efetivo à violência estabelecida no Brasil.

Ficou-se na guerra intestina de fulano é isso, beltrano é aquilo – dando-se margem a um ambiente de ódio e intolerância que permeou todo o tempo de campanha. A impressão que fica é que, quem quer que vá ocupar a cadeira do Planalto, vá reproduzir a política ineficaz que se arrasta ao longo dos últimos anos, enquanto a sociedade como um todo vive à mercê de uma República genérica dominada por facções que, infelizmente, mandam mais no País do que aqueles que nos representam.

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Campanha política restringiu espaço para temas importantes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de outubro de 2018

Estamos chegando ao final da campanha política que deve eleger o novo presidente e governadores em estados onde a decisão ficou para o segundo turno, e o balanço que se faz é de que perdemos uma boa oportunidade para se discutir as questões mais sérias do País. A polarização entre esquerda e direita, acabou restringindo o espaço de temas tão importantes como o da segurança, por exemplo. Nenhuma das duas candidaturas deu visibilidade a um plano de governo que, realmente, configure um combate efetivo à violência estabelecida no Brasil.

Ficou-se na guerra intestina de fulano é isso, beltrano é aquilo – dando-se margem a um ambiente de ódio e intolerância que permeou todo o tempo de campanha. A impressão que fica é que, quem quer que vá ocupar a cadeira do Planalto, vá reproduzir a política ineficaz que se arrasta ao longo dos últimos anos, enquanto a sociedade como um todo vive à mercê de uma República genérica dominada por facções que, infelizmente, mandam mais no País do que aqueles que nos representam.