EDUCAR FAMÍLIA PARA NOS EDUCARMOS - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

EDUCAR FAMÍLIA PARA NOS EDUCARMOS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

30 de Maio de 2013

É preciso educar as famílias. Isso equivale a dizer, precisamos nos educar. Sermos mais generosos, porque na ansiedade do lucro e da riqueza, fomos perdendo a capacidade de sermos gentis.  Diante da situação aflitiva da sociedade, que mergulhou num abismo de violência, esquecemos de ser tolerantes com os ouros, mesmo aqueles infelizes que, por ignorância, não se conhecem. Como entender uma cidade violenta, se no ambiente familiar ou no trabalho, estamos quase sempre de cara amarrada, sem tirar um  nabo de conversa com aqueles com que dividimos experiência. É preciso educar a família, com os pais sendo modelos, exemplos de dignidade, para que os filhos herdem essa característica e não saiam por aí, dinamitando com ódio e raiva, os sentimentos puros que ainda existem. É preciso educar o homem, para que esse mundo violento que a gente traça todos os dias aqui, se desfaça. Não adianta o dedo acusador, nem a pecha de que fulano e cicrano são os responsáfeis pela desordem da casa, da rua, da cidade ou do País, se não oferecermos também a nossa resposta a um mundo melhor. Precisamos educar as famílias. Com isso, queremos dizer que precisamos nos educar.

(Editorial do Barra, 29 de Maio de 2013)

 

 

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EDUCAR FAMÍLIA PARA NOS EDUCARMOS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

30 de Maio de 2013

É preciso educar as famílias. Isso equivale a dizer, precisamos nos educar. Sermos mais generosos, porque na ansiedade do lucro e da riqueza, fomos perdendo a capacidade de sermos gentis.  Diante da situação aflitiva da sociedade, que mergulhou num abismo de violência, esquecemos de ser tolerantes com os ouros, mesmo aqueles infelizes que, por ignorância, não se conhecem. Como entender uma cidade violenta, se no ambiente familiar ou no trabalho, estamos quase sempre de cara amarrada, sem tirar um  nabo de conversa com aqueles com que dividimos experiência. É preciso educar a família, com os pais sendo modelos, exemplos de dignidade, para que os filhos herdem essa característica e não saiam por aí, dinamitando com ódio e raiva, os sentimentos puros que ainda existem. É preciso educar o homem, para que esse mundo violento que a gente traça todos os dias aqui, se desfaça. Não adianta o dedo acusador, nem a pecha de que fulano e cicrano são os responsáfeis pela desordem da casa, da rua, da cidade ou do País, se não oferecermos também a nossa resposta a um mundo melhor. Precisamos educar as famílias. Com isso, queremos dizer que precisamos nos educar.

(Editorial do Barra, 29 de Maio de 2013)

 

 

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