Fortaleza, casa nossa sem dono - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Fortaleza, casa nossa sem dono

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de junho de 2019

Uma cidade é a casa de todos. E toda casa só se define como verdadeiro lar, quando ela oferece condições ambientais para a verdadeira convivência. Ninguém vive bem numa casa desarrumada. Com lixo, entulhos e, principalmente, problemas funcionais que atingem sua própria estrutura.

Fortaleza é assim como uma grande casa. Abriga cearenses e visitantes. Tem tudo para ser a moradia ideal daqueles que aqui nascem e dos que a elegem como local de habitação, mas como toda grande casa – ou melhor, toda grande cidade, evidentemente, tem lá seus problemas.

Problemas provocados pela falta de cuidados dos que nela habitam e, claro, pelas intempéries que surgem com o passar do tempo.

Basta chover na cidade para se criar um pandemônio. No trânsito, nos sinais que se fixam no amarelo intermitente. Nos alagamentos, invadindo casas e desabrigando gente.Nos canais que transbordam.

Assim como uma casa cheia de goteiras, Fortaleza tem o equivalente no piso. Gente, o acúmulo das águas e a dificuldade de se escoarem provocam problemas no assoalho da cidade. E surgem os buracos. Alguns viram crateras. Causam danos e transtornos.

Hoje, Fortaleza é um retrato real de uma casa repleta de buracos. O registro deles na mídia se evidenciou com a voz do povo reclamando soluções. Os donos desse imóvel-cidade dizem que estão fazendo a sua parte. Esperamos. Mas é preciso que se dê qualidade aos serviços.

São famosos os casos de “asfalto-sonrisal”, que na primeira neblina já se desmancha. Se não for um serviço de vergonha, a casa deixa de ser o lar da gente. E a vontade é de não pagar mais o aluguel – que são os impostos, por serviços que nunca estão nas mesma proporção do esforço coletivo que se faz quando se paga tantos tributos pra se ter o que, infelizmente, não se tem.

Publicidade aqui

leia tudo sobre

Fortaleza, casa nossa sem dono

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de junho de 2019

Uma cidade é a casa de todos. E toda casa só se define como verdadeiro lar, quando ela oferece condições ambientais para a verdadeira convivência. Ninguém vive bem numa casa desarrumada. Com lixo, entulhos e, principalmente, problemas funcionais que atingem sua própria estrutura.

Fortaleza é assim como uma grande casa. Abriga cearenses e visitantes. Tem tudo para ser a moradia ideal daqueles que aqui nascem e dos que a elegem como local de habitação, mas como toda grande casa – ou melhor, toda grande cidade, evidentemente, tem lá seus problemas.

Problemas provocados pela falta de cuidados dos que nela habitam e, claro, pelas intempéries que surgem com o passar do tempo.

Basta chover na cidade para se criar um pandemônio. No trânsito, nos sinais que se fixam no amarelo intermitente. Nos alagamentos, invadindo casas e desabrigando gente.Nos canais que transbordam.

Assim como uma casa cheia de goteiras, Fortaleza tem o equivalente no piso. Gente, o acúmulo das águas e a dificuldade de se escoarem provocam problemas no assoalho da cidade. E surgem os buracos. Alguns viram crateras. Causam danos e transtornos.

Hoje, Fortaleza é um retrato real de uma casa repleta de buracos. O registro deles na mídia se evidenciou com a voz do povo reclamando soluções. Os donos desse imóvel-cidade dizem que estão fazendo a sua parte. Esperamos. Mas é preciso que se dê qualidade aos serviços.

São famosos os casos de “asfalto-sonrisal”, que na primeira neblina já se desmancha. Se não for um serviço de vergonha, a casa deixa de ser o lar da gente. E a vontade é de não pagar mais o aluguel – que são os impostos, por serviços que nunca estão nas mesma proporção do esforço coletivo que se faz quando se paga tantos tributos pra se ter o que, infelizmente, não se tem.