No Ceará, o crime não como pensam (os bandidos) - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

No Ceará, o crime não como pensam (os bandidos)

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de Janeiro de 2019

Uma semana depois do início desses ataques criminosos, orientados por integrantes de facções, em represália às medidas anunciadas de que esses criminosos não terão nenhum tipo de privilégio no sistema penitenciário, tem-se a impressão de que ainda não é possível se prever quando tudo isso será controlado. Aos poucos, a situação vai sendo contornada, disse agora há pouco o governador Camilo Santana, na Rede Band News.
Como em toda crise, esse episódio fornece oportunidades de crescimento. De que é possível se tirar lições práticas e importantes. Essa situação anômala está servindo para despertar uma discussão mais ampla, sobre a questão da criminalidade no País.

É bom lembrar que, desde o avanço da Polícia nos morros cariocas, fazendo com que criminosos se debandassem, Estados onde se evidenciava o crescimento econômico e o desenvolvimento social, passaram atrair esses fugitivos, que utilizando cidades próximas da capital, criaram suas bases de ação, passando a operar criminosamente.

Com o aumento da criminalidade e o registro de chacinas e as mortes de jovens que se atrelaram ao tráfico de drogas, o governo cearense começou a potencializar suas forças de segurança, equipando-as com material e capital humano, num investimento que, hoje, o governador Camilo Santana considera a forma que recorreu para se prevenir contra a expansão dessa criminalidiade.

A crise chegou ao ponto que chegou, mas ela está servindo de laboratório para que se tomem iniciativas mais arrojadas, como a mudança do sistema penitenciário, atualmente sob controle dos criminosos e o endurecimento de normas que revelem a quem comete qualquer ato delituoso de que prisão não é estação de férias, nem hotel onde se possa descansar, após trabalhar a serviço do crime.

O Ceará pode muito bem dá o exemplo: ao invés de apenas dizermos que “o crime não compensa” e que parece não funcionar em mentes tomadas pelo mal, a atitude do governo cearense para com os bandidos, neste momento, é de que para eles, no Ceará, “o crime é tratado não como pensam”.

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No Ceará, o crime não como pensam (os bandidos)

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de Janeiro de 2019

Uma semana depois do início desses ataques criminosos, orientados por integrantes de facções, em represália às medidas anunciadas de que esses criminosos não terão nenhum tipo de privilégio no sistema penitenciário, tem-se a impressão de que ainda não é possível se prever quando tudo isso será controlado. Aos poucos, a situação vai sendo contornada, disse agora há pouco o governador Camilo Santana, na Rede Band News.
Como em toda crise, esse episódio fornece oportunidades de crescimento. De que é possível se tirar lições práticas e importantes. Essa situação anômala está servindo para despertar uma discussão mais ampla, sobre a questão da criminalidade no País.

É bom lembrar que, desde o avanço da Polícia nos morros cariocas, fazendo com que criminosos se debandassem, Estados onde se evidenciava o crescimento econômico e o desenvolvimento social, passaram atrair esses fugitivos, que utilizando cidades próximas da capital, criaram suas bases de ação, passando a operar criminosamente.

Com o aumento da criminalidade e o registro de chacinas e as mortes de jovens que se atrelaram ao tráfico de drogas, o governo cearense começou a potencializar suas forças de segurança, equipando-as com material e capital humano, num investimento que, hoje, o governador Camilo Santana considera a forma que recorreu para se prevenir contra a expansão dessa criminalidiade.

A crise chegou ao ponto que chegou, mas ela está servindo de laboratório para que se tomem iniciativas mais arrojadas, como a mudança do sistema penitenciário, atualmente sob controle dos criminosos e o endurecimento de normas que revelem a quem comete qualquer ato delituoso de que prisão não é estação de férias, nem hotel onde se possa descansar, após trabalhar a serviço do crime.

O Ceará pode muito bem dá o exemplo: ao invés de apenas dizermos que “o crime não compensa” e que parece não funcionar em mentes tomadas pelo mal, a atitude do governo cearense para com os bandidos, neste momento, é de que para eles, no Ceará, “o crime é tratado não como pensam”.