NO FUTEBOL, SER HUMANO E NÃO BESTA-FERA - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

NO FUTEBOL, SER HUMANO E NÃO BESTA-FERA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Maio de 2013

Vida louca. Para onde você se vira, é violência. Violência de todo tipo. Se nas ruas, o comportamento do cidadão é extravasado pela neurose de um trânsito caótico. Em qualquer outro lugar você não foge de se deparar com gente arrotando arrogância, destilando ódio, vociferando no verbo – até mesmo entre os ditos religiosos.

A violência é doença da alma humana. E ela é gerada principalmente no ambiente doméstico, onde pais e filhos se desencontram. Onde a família está desestruturada pela incapacidade uma melhor convivência.

É necessário recuperar a estabilidade emocional, dinamitada pela excessiva busca do ter, quando todos sabemos que a felicidade reside em ambientar-se no ser. Ser bom, ser honesto, ser tranquilo – saber-se sair de situações adversas com diálogo, com conversa. Com jeito de gente.

Ao contrário disso, o que mais ocorre é a troca de ofensas, o desrespeito ao outro e o pouco valor que se dá à vida. É preciso começar, a partir de cada um, uma mudança.  E  neste fim-de-semana, há uma boa chance para isso.

A realçização do clássico-rei, entre Fortaleza e Ceará, é uma boa chance de oportunidade de mudar o ímpeto de vandalismo que ainda reina no íntimo daqueles que, por causa das paixões futebolísticas, perdem a estribeira e passam do terreno humano para o de besta-fera.

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NO FUTEBOL, SER HUMANO E NÃO BESTA-FERA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Maio de 2013

Vida louca. Para onde você se vira, é violência. Violência de todo tipo. Se nas ruas, o comportamento do cidadão é extravasado pela neurose de um trânsito caótico. Em qualquer outro lugar você não foge de se deparar com gente arrotando arrogância, destilando ódio, vociferando no verbo – até mesmo entre os ditos religiosos.

A violência é doença da alma humana. E ela é gerada principalmente no ambiente doméstico, onde pais e filhos se desencontram. Onde a família está desestruturada pela incapacidade uma melhor convivência.

É necessário recuperar a estabilidade emocional, dinamitada pela excessiva busca do ter, quando todos sabemos que a felicidade reside em ambientar-se no ser. Ser bom, ser honesto, ser tranquilo – saber-se sair de situações adversas com diálogo, com conversa. Com jeito de gente.

Ao contrário disso, o que mais ocorre é a troca de ofensas, o desrespeito ao outro e o pouco valor que se dá à vida. É preciso começar, a partir de cada um, uma mudança.  E  neste fim-de-semana, há uma boa chance para isso.

A realçização do clássico-rei, entre Fortaleza e Ceará, é uma boa chance de oportunidade de mudar o ímpeto de vandalismo que ainda reina no íntimo daqueles que, por causa das paixões futebolísticas, perdem a estribeira e passam do terreno humano para o de besta-fera.