O ANTÍDOTO PARA VENCER O MAL DAS DROGAS - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O ANTÍDOTO PARA VENCER O MAL DAS DROGAS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de Janeiro de 2019

Nada é mais inconsequente e temerário do que alguém se envolver com o mundo das drogas. E o número de jovens que passam a integrar esse segmento, tem crescido muito no Ceará. É que é grande a facilidade com que as drogas chegam aos usuários.

Há alguns anos, muitos dos que hoje estão largados nesse vício, eram apenas cheiradores de cola de sapateiro. Ou aqueles que se lombravam com um baseado de maconha. Daí passaram a vender tudo em casa por uma pedra de crack, que é a droga que hoje faz a cabeça dos que não usam a cabeça para pensar. Cocaína, vixe, era algo restrito a um pequeno grupo. Só os que tinham condições financeiras de bancar esse vício podiam adquiri-la. Mas tudo mudou.

A expansão do tráfico fez com que aumentasse o consumo da cocaína, do haxixe e de outras drogas sintéticas. Mas isso não quer dizer que a maioria dos seus consumidores tenha melhorado de vida, tenha tido progresso financeiro, não. Quem não tinha como pagar pelo vício, passou a roubar e a matar para continuar se drogando. Entraram no mercado do tráfico e passaram a competir com os grandes traficantes.

Por isso, o tráfico cresceu tanto. Avançou sobre áreas de IDH baixo – áreas de índices de desenvolvimento baixo – onde os traficantes de outros Estados tomaram o controle de tudo. Envolveu até famílias que passaram a bancar o tráfico doméstico, como forma de aumentar a renda familiar.

A concorrência desse comércio gerou as facções. As facções viraram espécies de seitas do mal, onde novos filiados são batizados com facilidade para que dêem suporte ao mercado da morte. E, com isso, o País perdeu a tranquilidade, à espera de que políticas sociais revertam esse quadro desolador, que tem deixado cidades como Fortaleza contaminadas pela fúria dos que preferiram o inferno do tráfico, ao invés de eleger o bem como forma de alcançar na Terra o paraíso. Existem saídas, sim. Basta que seja aplicada a força milagrosa da Educação, como melhor antídoto para vencer esse mal. Só ela, consegue vencer essa guerra não declarada.

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O ANTÍDOTO PARA VENCER O MAL DAS DROGAS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de Janeiro de 2019

Nada é mais inconsequente e temerário do que alguém se envolver com o mundo das drogas. E o número de jovens que passam a integrar esse segmento, tem crescido muito no Ceará. É que é grande a facilidade com que as drogas chegam aos usuários.

Há alguns anos, muitos dos que hoje estão largados nesse vício, eram apenas cheiradores de cola de sapateiro. Ou aqueles que se lombravam com um baseado de maconha. Daí passaram a vender tudo em casa por uma pedra de crack, que é a droga que hoje faz a cabeça dos que não usam a cabeça para pensar. Cocaína, vixe, era algo restrito a um pequeno grupo. Só os que tinham condições financeiras de bancar esse vício podiam adquiri-la. Mas tudo mudou.

A expansão do tráfico fez com que aumentasse o consumo da cocaína, do haxixe e de outras drogas sintéticas. Mas isso não quer dizer que a maioria dos seus consumidores tenha melhorado de vida, tenha tido progresso financeiro, não. Quem não tinha como pagar pelo vício, passou a roubar e a matar para continuar se drogando. Entraram no mercado do tráfico e passaram a competir com os grandes traficantes.

Por isso, o tráfico cresceu tanto. Avançou sobre áreas de IDH baixo – áreas de índices de desenvolvimento baixo – onde os traficantes de outros Estados tomaram o controle de tudo. Envolveu até famílias que passaram a bancar o tráfico doméstico, como forma de aumentar a renda familiar.

A concorrência desse comércio gerou as facções. As facções viraram espécies de seitas do mal, onde novos filiados são batizados com facilidade para que dêem suporte ao mercado da morte. E, com isso, o País perdeu a tranquilidade, à espera de que políticas sociais revertam esse quadro desolador, que tem deixado cidades como Fortaleza contaminadas pela fúria dos que preferiram o inferno do tráfico, ao invés de eleger o bem como forma de alcançar na Terra o paraíso. Existem saídas, sim. Basta que seja aplicada a força milagrosa da Educação, como melhor antídoto para vencer esse mal. Só ela, consegue vencer essa guerra não declarada.