RELIGIÃO Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

RELIGIÃO

O verdadeiro jejum que se deseja na Páscoa

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, RELIGIÃO

30 de Março de 2018

Mais do que o simbolismo de presentear chocolates nesta época; consumir peixe e pão de coco nas refeições ou conseguir cumprir o ritual de jejuar na quaresma para atender a liturgia da doutrina cristã, a Páscoa tem um simbolismo que vai muito além dessas aparentes demonstrações. Ela antecede a era cristã, quando os judeus celebravam a libertação do povo do Egito, através do que eles chamam de “pessach”, isto é ‘a passagem’. A morte do Cristo se deu nessa época de celebrações. Por isso, os cristãos adotaram a data como significativa para revelar o sacrifício de seu líder maior e a passagem dele pelas portas da morte, ressurgindo ao terceiro dia.

O tempo ajudou a transformar o comportamento adotado pelos católicos nessa época. Para alguns, antes havia um sentido de recolhimento maior. Evitava-se o consumo de carne na quaresma. Nas casas, cobriam-se as imagens dos santos. Na sexta-feira havia o que, muitos consideravam, um certo respeito à data e se tinha uma atitude mais reflexiva nas atitudes de católicos mais conservadores.

Hoje, para muitos, os dias santos servem apenas para o descanso, viagens, festas que não estão associadas ao divino, além do consumo de bebida em excesso, numa mudança que altera o sentido dessa celebração.

Não se quer com isso, reivindicar o passado como referência mais correta. Pois, na verdade, o jejum que se pede nessa época é mais o jejum das atitudes equivocadas, nas quais se formalizam os vícios do ódio, da raiva, da inveja, da mentira e da violência. Essa degradação moral dos homens e mulheres em todos os dias do ano, revela ausência do verdadeiro espírito dignificado pelo sacrificado no madeiro. O de que todos tenhamos uma vida honesta, ética, responsável e da prática dos valores morais que, na sociedade atual, parece em completo desuso.

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O CEO dos ateus

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

27 de julho de 2014

religionUm escritor suíço, residente na Inglaterra, Alain de Botton, desenvolve em seu livro ‘Religião para ateus’, reflexões interessantes sobre crença – no caso, a descrença – em Deus. As suas teses filosóficas seguem a tradição de Sêneca e Montaigne.

Por mais incrível que possa imaginar, os ateus ainda hoje permanecem um grupo de indivíduos que sofrem algum tipo de restrição. Não seria exagero incluí-los entre os grupos marginalizados por questões de credo e raça. Sempre que se fala sobre ateus, ninguém se preocupa em buscar conhecer o seu pensamento e, principalmente, a prática que eles exercem na sociedade civil.

Por absoluta dependência religiosa, os fanáticos rapidamente os colocam no lugar para onde eles próprios destinam os pecadores, as prostitutas, os homossexuais e todos aqueles que não comungam de sua fé. Mas temos conhecimento de agnósticos como o Betinho que, mesmo não sendo um desses papa-hóstias de plantão, concebeu um dos projetos sociais mais importantes que foi o ‘Fome Zero’. Não se viu nenhum católico, protestante, espírita, judeu ou muçulmano que tivesse o bom senso de criar uma ajuda tão substancial para a grande parcela dos miseráveis no Brasil. Fez mais do que eu e muitos ditos cristãos fazem.

Bem, o livro de Alain de Botton atrai curiosos não só pelo título mas por colocar o tema do ateísmo em dia. Para De Botton, as pessoas se tornam adeptas de uma religião porque ela consegue manter a saúde emocional e dar sustentação psicóloga para se aceitar e conviver com difíceis questões humanas, como morte, as desilusões e as decepções no amor, na relação com a família, etc. E enumera que se deve construir um senso de comunidade; tornar as nossas relações mais humanas; superar os sentimentos de inveja e inadequação e criar novos projetos para atender as necessidades emocionais.

Curioso que um espírita como eu, esteja divulgando as teses de um ateu convicto. Na verdade, somos abertos a todo tipo de ensinamento que promova o bem estar social e não a divisão das pessoas. Enquanto religiões promulgarem esse tipo de coisa e forem fatores de guerras, preferível não ter religião e sim religiosidade e abdicar das prédicas que visam o bem estar só no céu, ainda que permaneçamos num verdadeiro inferno.

De Botton, não tem interesse em provar que Deus não existe como fazem os ateus sem substância ou arregimentar pessoas para a sua (des)crença. Ele criou uma escola para ensinar filosofia prática a ser vivenciada no dia-a-dia. A ‘The School of Life’ busca dar respostas para que o homem consiga lidar com suas dificuldades e medos, problemas criados por ele e que devem buscar soluções pelo próprio homem. As orientações dadas no livro por Alain são humanamente possíveis de serem vivenciadas por qualquer um, mesmo achando que elas partam de alguém que não acredita no mesmo Deus que eu. Aliás, entre adeptos de religiões já existe essa divisão. Evangélicos não acreditam no Deus dos católicos, estes não se junta nem mortos com espíritas; alguns seguidores de Kardec torcem o nariz aos adeptos das religiões afro-brasileiras; judeus andam às turras com os palestinos e, por aí, vão as contradições dos que pregam o amor e vivem a indiferença.

Alain de Botton, nessa escola moderna de filosofia, é o CEO do ateísmo.

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VIBRAÇÕES DE AMOR À SUPREMA VERDADE

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

28 de Maio de 2013

Força nossa do amor, que estás em todos os caminhos do Universo,
sagrado teu nome seja na boca de todos os que te busquem auxílio;
que o desiderato do Bem, comungado pela Verdade, reine entre nós todos
e prevaleça a vontade sábia da Luz em nossos ambientes de provas.
O alimento do espírito seja constante, na atmosfera da Verdade que nos cerca,
administrando-nos o saber de entender nossos erros assim como os dos outros.
Que a tentação do pecado e o conúbio da desordem não se multipliquem
Livrando-nos de todo Mal, até que o Universo reclame nosso retorno.
Amem-se…

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IGREJA VENDE DISCO COM O SOM DO SILÊNCIO

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

24 de Fevereiro de 2013

21-Feb-DE-Fotolia-10701329-music-head-phones-jpg_104815   Você compraria um disco que tivesse apenas o som do silêncio? Pois saiba que isso vem acontecendo e o lucro é para uma igreja. A paróquia de Sao Pedro, em East Sussex, na Inglaterra, encontrou uma nova maneira de   arrecadar dinheiro extra: vende CDs com o som de seu templo, vazio. Isto é, o silêncio puro.

A curiosa gravação de 30 minutos contém o ruído típico de uma igreja quase sem pessoas: o ranger de isolados bancos de madeira, alguns passos suaves, o som do tráfego à distância, o vento fraco passando por uma janela aberta …

Curiosamente, o álbum já é um sucesso em Sussex. Os visitantes regulares da igreja de 800 anos, são os principais compradores do disco, motivados pelo destino de seu dinheiro: com o produto da venda serão feitos reparos e manutenção no antigo templo. No entanto, de acordo com uma pesquisa de marketing, muitos clientes que gostam de paz e tranquilidade e que precisam de uma calma para a meditação, contribuíram também para que o álbum virasse sucesso.

Via: Taringa

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A RENÚNCIA DE BENTO XVI E AS PROFECIAS DE SÃO MALAQUIAS

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

11 de Fevereiro de 2013

A renúncia do papa Bento xvi, anunciada para acontecer dia 28 próximo, leva-nos imediatamente a pesquisar uma das fontes mais incríveis desse processo que são as ‘profecias de São Malaquias’.  Esse religioso quando estava em Roma, no anode 1139, entrou em transe e recebeu uma visão na qual viu os futuros papas desde a morte de Inocêncio II até o fim dos tempos.

“Malaquias incluiu uma pequena frase em latim identificando uma característica de cada papa. Os historiadores dizem que a predição de Malaquias — que relaciona somente 112 papas — tem sido extraordinariamente correta. Aqui estão os sete últimos papas conforme identificados na relação de São Malaquias:

106. Pio XII 1939-1958
Eugenio Pacelli
Pastor Angelicus
Tradução: Pastor Angélico

107. João XXIII 1958-1963
Angelo Giuseppe Roncalli
Pastor Et Natua
Trandução: Pastor e Navegante

108. Paulo VI 1963-1978
Giovanni Battista Montini
Flos Florum
Tradução: Flor das Flores

“Seu brasão de armas inclui três flores-de-lis (lírio florido).”

109. João Paulo I 1978-1978
Albino Luciani
De Medietate Lunae
Tradução: Da Meia-Lua

“O nome de batismo Albino Luciani (Luz Branca). Tornou-se papa em 26 de agosto de 1978, quando a lua aparecia exatamente pela metade, porque estava na fase de quarto minguante. Ele morreu no mês seguinte, logo após um eclipse lunar.”

110. João Paulo II 1978-2005
Karol Jozef Wojtyla
De Labore Solis
Tradução: Do Trabalho do Sol

111. Bento XVI

Gloria Olivae
Tradução: A Glória da Oliveira

Antes de ser nomeado Bento XVI, a Ordem de São Bento reivindicava que o papa sairia de suas fileirs e São Bento mesmo profetizou que no fim dos tempos sua Ordem, conhecida como os Oliveiros, lideraria triunfalmente a Igreja Católica em sua luta final contra o mal.”

112. O último papa!
Petrus Romanus
Tradução: Pedro, o Romano

Acredita-se que o sucessor de Bento XVI deve ser um romano e que, pela primeira vez, um cardeal adotará o nome de Pedro II frente ao comando da Igreja Católica.

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O CHINÊS QUE FAZ MILAGRE COM O PADRE CÍCERO

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

13 de agosto de 2012

 

Na meca do Cariri, um chinês faz milagres vendendo imagens do Padre Cícero confeccionadas lá na China. O negócio dele tem prosperado tanto que, só na primeira investida há dois anos, ele faturou uma média de R$ 450 mil com esse comércio.

A história começou quando Jony Wang Kai,  descobriu a potencialidade econômica da terra do ‘padim Ciço’ e teve o que o pessoal de publicidade chama de ‘insight’.

O mais interessante é que não se trata de uma simples imagem do santo nordestino e que é reverenciado nas romarias por uma média de 2,5 milhões de fiéis. O padre Ciço chinês é uma estatueta com dispositivo eletrônico que canta o bendito da mãe das Candeias, o famoso entre os romeiros de todo o Nordeste.

“Em pouco tempo, 160 mil estatuetas do Padim Ciço saíram da China em ‘containers’ e em direção ao porto de Pecém, 60 quilômetros de Fortaleza, e fazem a festa dos comerciantes de Juazeiro do Norte e de todos os romeiros que buscam as bênçãos e graças do Padim”.

Em reportagem da revista Dinheiro, Jony explicou que registrou a reza durante uma romaria e levou a gravação para a China. A idéia de vender estatuetas com chip ocorreu por acaso, na época em que o comerciante chinês, hoje com 36 anos, preparava o trabalho de conclusão do curso de administração em Fortaleza.

Citado no livro do jornalista Lira Neto “Padre Cícero: poder, fé e guerra (Companhia das Letras), o empresário vende cada boneco por R$ 2,70, que são revendidos pelos comerciantes durante as romarias por R$ 4,20.

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USP CONFIRMA EFICÁCIA DO PASSE MAGNÉTICO

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

07 de agosto de 2012

Ir a um centro religioso espírita acompanhar trabalhos doutrinários e conhecer os objetivos da pregação difundida pelas obras de Allan Kardec  tem sido uma realidade muito freqüente nas cidades brasileiras. A doutrina compilada no século 19 tem crescido; o último censo do IBGE confirma essa evidência. Agora, um dos mecanismos de ajuda, o do passe magnético, acaba de ter a confirmada a sua eficácia.

Estudo desenvolvido pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.

Para o seu trabalho ele levou em conta as técnicas manuais do ‘johrei’, utilizada pela Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado ‘passe’.

“Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me
ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

“Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos  da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. ?Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também
os psicológicos?, completou.

“A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço  onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

Fonte:

http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25…
Fonte: Monica Heymann Fedele

 

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A CIÊNCIA QUER PROVAR O QUE DIZ A BÍBLIA

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

30 de Maio de 2012

O mundo cristão aprendeu que o seu líder religioso Jesus Cristo morreu numa sexta feira, por volta das 3 da tarde e no ano 33 da era que vivemos. Pistas textuais e geológicas, juntamente com dados astronômicos, apóiam essa data. Pois agora, geólogos investigam  a cronologia dos terremotos dos últimos 4 mil anos lá na região do Mar Morto. Tenta-se identificar o grande tremor narrado pelos quatro evangelistas.

A mais recente investigação  – publicada pela revista Geology que circulará dia 10 de julho vindouro -, foi localizada a 13 quilômetros de Jerusalém. O Evangelho de Mateus, capítulo 27, menciona que um terremoto coincidiu com a crucificação:

“E Jesus, clamando outra vez em voz alta, entregou o seu espírito. Naquele momento o véu do templo se rasgou em dois, de cima para baixo. A terra tremeu, as rochas se dividiram e os túmulos se abriram.

Para analisar a atividade de terremotos na região, o geólogo Jefferson Williams da Universidade de Georfisica e colegas do Centro de Pesquisa de Geociências da Alemanha  estudaram três núcleos próximos ao Mar Morto.

Sabe-se que, pelo menos, dois grandes terremotos afetaram a região: um generalizado em 31 A.C. e um evento sísmico no início do século primeiro que aconteceu em algum momento entre 26 dC e 36 dC.

A matéria da Geology diz  que Williams está estudando ainda outro acontecimento natural possivelmente associado à crucificação – a escuridão.

Três dos quatro evangelhos canônicos relatam escuridão do meio-dia às três horas após a crucificação. Essa escuridão pode ter sido causada por uma tempestade de poeira, acredita ele.  O pesquisador investiga se existem depósitos de poeiras de tempestade nos sedimentos coincidentes com o primeiro terremoto do início do século região de Jerusalém para confirmar o que dizem os evangelistas.

FONTE: GEOLOGY

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A CIÊNCIA QUER PROVAR O QUE DIZ A BÍBLIA

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

30 de Maio de 2012

O mundo cristão aprendeu que o seu líder religioso Jesus Cristo morreu numa sexta feira, por volta das 3 da tarde e no ano 33 da era que vivemos. Pistas textuais e geológicas, juntamente com dados astronômicos, apóiam essa data. Pois agora, geólogos investigam  a cronologia dos terremotos dos últimos 4 mil anos lá na região do Mar Morto. Tenta-se identificar o grande tremor narrado pelos quatro evangelistas.

A mais recente investigação  – publicada pela revista Geology que circulará dia 10 de julho vindouro -, foi localizada a 13 quilômetros de Jerusalém. O Evangelho de Mateus, capítulo 27, menciona que um terremoto coincidiu com a crucificação:

“E Jesus, clamando outra vez em voz alta, entregou o seu espírito. Naquele momento o véu do templo se rasgou em dois, de cima para baixo. A terra tremeu, as rochas se dividiram e os túmulos se abriram.

Para analisar a atividade de terremotos na região, o geólogo Jefferson Williams da Universidade de Georfisica e colegas do Centro de Pesquisa de Geociências da Alemanha  estudaram três núcleos próximos ao Mar Morto.

Sabe-se que, pelo menos, dois grandes terremotos afetaram a região: um generalizado em 31 A.C. e um evento sísmico no início do século primeiro que aconteceu em algum momento entre 26 dC e 36 dC.

A matéria da Geology diz  que Williams está estudando ainda outro acontecimento natural possivelmente associado à crucificação – a escuridão.

Três dos quatro evangelhos canônicos relatam escuridão do meio-dia às três horas após a crucificação. Essa escuridão pode ter sido causada por uma tempestade de poeira, acredita ele.  O pesquisador investiga se existem depósitos de poeiras de tempestade nos sedimentos coincidentes com o primeiro terremoto do início do século região de Jerusalém para confirmar o que dizem os evangelistas.

FONTE: GEOLOGY