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Rede Social CE

por Raquel Souza

cultura

Com mais de 10.000 artistas participantes, a CowParade é o maior evento de arte a céu do mundo e está com inscrições abertas em Fortaleza

Por raquelsouza em Internacional

26 de agosto de 2018

Com seletiva aberta até 13 de setembro, a CowParade é incentivadora da arte em todo mundo

A expectativa pela chegada das famosas vaquinhas da CowParade em Fortaleza é cada dia maior. Em sua 12ª edição no Brasil, a CowParade promete embelezar a capital cearense. A partir do dia 9 de novembro, as vaquinhas coloridas que, ao longo dos últimos anos, percorreram o mundo, vão invadir as ruas da capital cearense, despertando ainda mais o fascínio pela arte urbana e levantando recursos para projetos sociais. As inscrições para participar da seletiva já estão abertas e seguem até o dia 13 de setembro

Considerado um dos maiores eventos de arte a céu aberto do mundo, a CowParade surgiu em 1998, quando o artista suíço Pascal Knapp criou diversas esculturas em formato de vaca com a intenção de provocar o riso. De lá para cá, foram criadas mais de 5 mil esculturas de vacas em todos os continentes. No Brasil, o evento é idealizado pela Toptrends, empresa brasileira criada, em 2004, com a missão de democratizar a arte e a cultura através de projetos especiais.

Ao todo, serão expostas em Fortaleza 55 vaquinhas nos mais diversos pontos da cidade. O evento convoca pintores, escultores, grafiteiros, artesãos, arquitetos, designers e pessoas criativas para enviar seus projetos para a seleção. Os interessados em participar podem realizar inscrições gratuitamente no site www.cowparade.com.br

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São João de Fortaleza 2018 apresenta estrutura do maior arraiá de capital do Brasil

Por raquelsouza em Agenda

23 de Maio de 2018

FORTALEZA 25 DE JUNHO 2017. FESTA JUNINA 2017 NA PRAIA DE IRACEMA

Nos dias 14 a 17 de junho de 2018, o Sistema Verdes Mares realiza o São João de Fortaleza 2018, a maior festa junina de capital do País que ocupará o Aterro da Praia de Iracema. O evento é gratuito contará com infraestrutura de grande porte com capacidade para receber um público de 40 mil pessoas. O palco principal receberá mais de 15 atrações, incluindo grandes artistas nacionais e regionais do forró e sertanejo.

Objetivo e parceiros

O São João de Fortaleza 2018, uma realização do Sistema Verdes Mares, foi idealizado com o objetivo de promover a cultura e incrementar o entretenimento local. O público de todas as idades será beneficiado com um evento que contará com arena show, quadrilhas juninas, roda gigante e espaço gastronômico com comidas típicas.

Além de segurança privada, o São João de Fortaleza contará com a parceria dos órgãos públicos como Polícia Civil, Militar, Guarda Municipal, Juizado da Infância e Juventude, Corpo de Bombeiros, SAMU, AMC, Batalhão de Policiamento de Eventos, EMLURB, Etufor, Regional II, Secretaria de Segurança Pública e Vigilância Sanitária.

Estrutura

Na Arena Show, o palco principal receberá atrações de artistas nacionais, regionais e muito da cultura local.  Atrações de peso que proporcionarão uma linda festa para os milhares de foliões que comparecerem ao Aterro da Praia de Iracema, de 14 a 17 de junho, com realização das 18h às 00h na quinta-feira; 18h às 00h na sexta-feira e no sábado; e 15h às 00h no domingo.

Atrações para toda a família

Indo ao encontro de grandes festivais de música do país e do exterior, teremos como atração uma incrível roda gigante, que proporcionará ao público uma visão panorâmica do evento, além de um momento especial de diversão.

Toda a beleza das quadrilhas cearenses estará presente em um espaço dedicado aos amantes das apresentações culturais, o quadrilhódromo. Quatro quadrilhas, por noite, se apresentarão em uma linda arena com decoração temática e arquibancadas montadas para que o público possa apreciar com conforto os espetáculos regionais.

Transmissão ao vivo da Copa

O São João de Fortaleza acontece em plena Copa do Mundo e, para prestigiar os participantes do evento, o jogo de estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2018, Brasil x Suíça, será exibido nos telões do Aterro da Praia de Iracema, a partir das 15h do domingo, dia 17/06. Será um momento mágico para celebrar o maior campeonato mundial do Futebol. Logo em seguida, a programação do São João de Fortaleza continua com os shows e apresentação de quadrilhas juninas.

Serviço
São João de Fortaleza 2018
Data: De 14 a 17 de junho
Local: Aterro da Praia de Iracema
Realização: Sistema Verdes Mares
Gratuito

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I ENCONTRO DOS FESTIVAIS DE FOTOGRAFIA DO BRASIL

Por raquelsouza em Cultura

17 de Fevereiro de 2018

Grandes realizadores da fotografia no País vão se reunir no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura para o I Encontro dos Festivais de Fotografia do Brasil. A proposta do encontro surge do entendimento da relevância do movimento dos festivais de fotografia no Brasil, que cumprem hoje um papel essencial nas áreas de criação, formação e difusão da fotografia em nosso país. Por conta disso, cerca de 40 convidados de 22 festivais nacionais e instituições culturais brasileiras estarão reunidos em Fortaleza, de 22 a 24 de fevereiro de 2018.

O Encontro de Festivais de Fotografia Brasil é uma realização da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, através do Instituto Dragão do Mar.

 

O encontro tem como objetivo a troca de experiências entre os diversos festivais, mas também de reflexão sobre a importância dessas atividades e como é possível fortalecê-las com a elaboração de uma agenda coletiva para que possam dar continuidade a essa contribuição fundamental para a Fotografia Brasileira. Política pública na área da fotografia, financiamento e sustentabilidade, curadoria e novos formatos de festivais, difusão, circulação, internacionalização e formação serão algumas das pautas a serem debatidas.

 

Entre os participantes do Encontro dos Festivais, estarão presentes o diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron; Juliana Braga, do SESC SP; Sérgio Burgi, do IMS; e Fernanda Feitosa, do SP-Arte/Foto. Do Ceará, participam o fotógrafo Tiago Santana, idealizador do encontro; Glícia Gadelha, da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil; Patrícia Veloso, diretora do Encontros de Agosto; e Nivia Uchoa, diretora do Encontro Cearense de Fotografia no Cariri.

 Angela Berlinde, que há muitos anos foi diretora dos Encontros de Braga, em Portugal, é uma das convidadas internacionais que estarão presente no encontro, assim como a fotógrafa Marizilda Cruppe (RJ), criadora do YVY Mulheres da Imagem, uma iniciativa que envolve mulheres de todas as regiões do Brasil. Também participarão: Alcides Okubo (DF), Carlos Carvalho (RS), Emídio Bastos (BA), Eraldo Peres (DF), Eugênio Sávio (MG), Fernando Bueno (RS), Giancarlo Micarelli (RJ), Iatã Cannabrava (SP), Lucila Horn (SC), Miguel Chikaoka (PA), Milton Guran (RJ) ,Guilherme Cunha (MG), Marcelo Fernandes (SC), Wagner Araújo (GO), Thamyres Viegas (SP), Ricardo Lima (SP), Monica Maia (SP), Talita Virginia (SP), Tibério França (BA), Mateus Sá (PE), Rosely Nakagawa (SP), João Kulcksar (SP), Sofia Fan (SP), Ana Lira (PE), Diógenes Moura (SP), Mariano Klautau (PA) e Rubens Fernandes (SP).

 

O Encontro dos Festivais de Fotografia do Brasil também vai anunciar a realização no Ceará da primeira edição do Prêmio Nacional Chico Albuquerque de Fotografia e do Festival Internacional de Fotografia do Ceará. Essas ações fazem parte do Plano Estratégico para a Fotografia no Ceará que está sendo construído pela Secretaria da Cultura do Estado, através do Instituto Dragão do Mar.

 

Exposição

O primeiro dia do Encontro dos Festivais do Brasil terá na programação a abertura de exposição inédita sobre o cearense Luciano Carneiro, fotojornalista com uma das mais expressivas produções do Brasil. Realizada pelo Instituto Dragão do Mar (IDM) e o Instituto Moreira Salles (IMS), a mostra intitulada “Luciano Carneiro: O Olho e o Mundo” terá abertura no dia 22 de fevereiro, às 19h, no Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Serão cerca de 300 fotografias registradas entre o fim da década de 1940 e ao longo da década de 1950, período em que o fotojornalista atuou na revista O Cruzeiro. Sob curadoria de Sergio Burgi, coordenador de Fotografia do IMS, a mostra pretende difundir a visão de um talento ainda pouco conhecido na história da fotografia brasileira e permite um denso recorte do início do moderno fotojornalismo no país.

 

Encontro dos Festivais de Fotografia do Brasil
Quando:
 de 22 a 24 de fevereiro de 2018
Onde: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Evento fechado a convidados

 

Encerramento do Encontro dos Festivais de Fotografia do Brasil com o Lançamento do Prêmio Nacional Chico Albuquerque de Fotografia e do Festival Internacional de Fotografia do Ceará
Quando: 
24 de fevereiro de 2018
Onde: Cinema do Dragão (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Hora: 20h
Acesso gratuito e aberto ao público

 Contatos:  Glícia Gadelha: 85 99691.8458
Tiago Santana: 85 99994.0094

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Oi Futuro prorroga inscrições para o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados

Por raquelsouza em Cultura

15 de Janeiro de 2018

O Oi Futuro anuncia a prorrogação das inscrições para o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seguem abertas até dia 19 de janeiro, às 17h (horário de Brasília), por meio do site do Oi Futuro (www.oifuturo.org.br). Com isso, produtores culturais terão uma semana a mais para inscrever suas propostas. O programa destina recursos para financiamento total ou parcial de projetos aprovados em leis estaduais de incentivo à cultura seguindo duas linhas de seleção: uma para iniciativas de todo o país e outra voltada para a programação dos espaços culturais do Oi Futuro no Rio de Janeiro.

A edição deste ano traz o convite para proposição de ideias que contemplem a integração original do Museu das Telecomunicações com seus públicos, incluindo geração de conteúdo pelos visitantes. Outra novidade é a abertura a propostas de ocupação criativa do mais novo programa do Oi Futuro, o LabSonica, laboratório de pesquisa e experimentação no campo do som e suas combinações com a imagem.

O Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados investe e apoia projetos de diversas naturezas que já atraíram mais de 7 milhões de pessoas de todo o país, desde 2003. Nos 12 anos de atuação, o Oi Futuro se tornou o espaço onde as muitas formas de arte convergem e as tecnologias do nosso tempo são um campo infinito para experimentação e para a investigação artística.

SERVIÇO:

15º Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados

Inscrições: até 19 de janeiro de 2018 às 17h (horário de Brasília)

www.oifuturo.org.br

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Beer Fest Fortaleza traz novidades para sua 4ª edição 

Por raquelsouza em Eventos

02 de dezembro de 2017


O mais tradicional festival de chopes artesanais do Ceará acontecerá em ambiente climatizado, no shopping Iguatemi, com o dobro de torneiras, cinco atrações musicais, mais 70 rótulos de 18 cervejarias, entre nacionais e locais, e exposição de carros e motos de luxo, em 14 horas de festa

 

Foto Nicolas Leiva
Solerum_Foto Nicolas Leiva

A alta estação vem chegando. Para abrir o período de férias com chave de ouro e matar a sede de quem estiver na c​​​​​​​​​​​​​​​​​​apital cearense neste período, o Beer Fest Fortaleza, festival itinerante de chopes artesanais, realiza sua quarta edição, ainda maior. Em novo local, o Beer Fest Fortaleza preparou uma superestrutura, que garantirá ao seu público mais conforto e segurança. O encontro cervejeiro acontecerá no dia 09 de dezembro, de 10h a 00h, no Espaço Jangada do Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 85 – Edson Queiroz). Os ingressos de primeiro lote custarão R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia estudantil e meia solidária, esta última associada à doação de 1kg de alimento não perecível) e garantem um chope cortesia.

Além do novo ambiente, que é climatizado e oferece um amplo estacionamento, o festival dobrou o número de torneiras, para agilizar ainda mais o serviço e oferecer aos cervejeiros uma maior variedade de escolhas. O contêiner refrigerado, antes com 20 torneiras, agora disponibilizará 40 taps, que engatarão mais de 70 rótulos geladinhos de algumas das mais bem conceituadas cervejarias brasileiras. Os chopes de 250ml variam entre R$ 10,00, R$ 15,00 e R$ 20,00. Segundo os organizadores, os empresários Bebeco Baltaduonis (Hey Ho Beer Pub) e Célio Campello (BMF Fortaleza), a expectativa é que o evento atraia até 2.000 pessoas.

Campello afirma que o festival foi concebido, em 2016, com a proposta de promover a cultura do chope artesanal, num mercado que à época ainda era muito tímido. “O sucesso da primeira edição mostrou um enorme potencial e hoje, pouco mais de um ano depois da primeira, chegamos a quatro edições. Com um público mais aberto para cervejas mais elaboradas, optamos por oferecer apenas rótulos brasileiros, como forma de exaltar a qualidade do que atualmente é produzido no País e como forma de também de fortalecer essa cadeia nacional”, afirma Célio. Participam do festival as cervejarias Ekaut, Verve, Noi, OverHop, Oito, Bacurim, Swamp, Three Monkeys, Turatti, Suburbana, Rambeer, Solerun, Madalena, Babylon, Raffe, Caatinga Rocks, Cuesta, e a cearense 5Elementos, recém-premiada com medalha de ouro na I Copa da Cerveja POA, no Rio Grande do Sul.

O horário da festa também foi estendido e para garantir a animação durante todo o dia, o Beer Fest Fortaleza vai trazer cinco atrações musicais: Sis Jones, Fets Dômino, Banda Infugíveis, My Lovely Band (Red Hot Chilli Peppers Tribute) e Os Transacionais.

E se uma boa cerveja pede um bom petisco, os bares e restaurantes Beer, Meat & Fire, Rices, /Bru/, Bar B Crew, Hey Ho Beer Pub, Sherlocks Pub e o Owl Pub levarão o melhor da sua gastronomia.

O público poderá ainda contar com a consultoria gratuita de beer sommeliers, que estarão orientando interessados em saber mais sobre harmonização. Também haverá pontos de hidratação gratuitos, da Naturágua.

   Para quem gosta de estar sempre antenado com as novidades no universo dos veículos motores, a Harley-Davidson estará presente no evento, com um estande onde apresentará seus lançamentos e produtos da marca. Outras conceituadas marcas como Mercedes-Benz e Jeep também participam, expondo seus últimos modelos.

Serviço: 4º Beer Fest Fortaleza
Data: 09 de dezembro (sábado)
Hora: 10h a 00h
Local: Espaço Jangada, Shopping Iguatemi Fortaleza (Av. Washington Soares, 85 – Edson Queiroz)

Vendas (somente em dinheiro) nos pontos*:
Hey Ho Beer Pub (Rua Nunes Valente, 1247, Aldeota)
BMF (Avenida Abolição, 2951 – Meireles)
Owl Beer Pub (Rua leda Pereira, 534)
/Bru/ (Avenida Júlio Abreu, 160 – loja 18)
Mestre-Cervejeiro.com (Av. Senador Virgílio Távora, 1055)
Meat N’ Beer Boutique (Avenida Santos Dumont 5640 – lojas 6/7
5E Cervejaria Artesanal (Av. Cel. José Philomeno Gomes, 1152)
Beer N’ Friends (Avenida Eusébio de Queiroz, 101 – loja 06)

Alambic Bebidas (Av. Washington Soares, 3720 – Loja 5)

BrewLab Insumos (Rua Silva Jatahy 935 – Loja A)

Beer Cave do Posto Canaã (Avenida Antonio Sales, nº 2880)

1º lote: Ingresso + 1 copo personalizado do evento: R$ 60,00 (inteira) | 30,00 (meia estudantil e meia solidária, com doação de 1kg de alimento)**
A compra de ingressos de 1º lote dará direito a 1 (um) chope Ekaut de cortesia.

* Cada ponto de venda possui seu próprio horário de funcionamento.
** Ingressos limitados. As doações de alimentos serão destinadas a projetos sociais. Venda restrita a maiores de 18 anos. Menores de idade somente poderão entrar se acompanhados dos pais.
*** Ingressos à venda também no local, no dia do evento. Serão aceitos cartões de crédito e débito.

 

Facebook: https://www.facebook.com/beerfestfortaleza/

Instagram: @beerfestfortaleza

Mais informações: (85) 3393.8760 / 98107.2856

 

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21K Terra da Luz: Meia Maratona Turística de Fortaleza traz novidades no calendário de corridas de rua

Por raquelsouza em Eventos

14 de outubro de 2017

Fortaleza ganha uma meia maratona para incrementar e trazer novidades no calendário de corridas de rua da cidade. A “21K Terra da Luz” acontece na manhã do dia 5 de novembro e traz a proposta de convidar atletas e corredores amadores a desbravarem 21 quilômetros de interação com patrimônios culturais, históricos e arquitetônicos da capital. A primeira Meia Maratona Turística de Fortaleza tem a assinatura da Nova Letra, empresa cearense de referência na concepção, planejamento, promoção e gestão de conteúdos criativos para o esporte, cultura e turismo.   A prova também conta com os percursos de 5km e 10km e terá largada e chegada no Parque Bisão, de frente para a simbólica Estátua de Iracema e do recém-implantado letreiro luminoso do nome CEARÁ, na Avenida Beira Mar. As inscrições podem ser feitas pelo site: https://www.21kterradaluz.com.br/, ou mediante pagamento em dinheiro na Loja Pratic e no Centro Integrado de Apoio Ao Atleta (CIAA).

Serviço
21k Terra da Luz
Data: 
5 de Novembro
Horário: 5h (concentração)
Local: Parque Bisão (Av. Beira Mar, 4364 – Meireles)
Percursos: 21k, 5k e 10k

Inscrições
Online:
 https://www.21kterradaluz.com.br
Pagamento em Dinheiro: Loja Pratick – Shopping Plaza Tower – Av Santos Dumont, 2626, (85) 3244.3858; e CIAA – Centro Integrado de Apoio ao Atleta. Rua Dep Moreira da Rocha, 925, (85) 2181.0840.
Site: 
https://www.21kterradaluz.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/21kterradaluz/
Instagram: https://www.instagram.com/21kterradaluz/
Mais Informações: (85) 2181.4092
Organização: Nova Letra 

 

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Geek Expo Preview 2017 chega ao Iguatemi Fortaleza

Por raquelsouza em Eventos

14 de outubro de 2017

O evento promete esquentar os fãs do mundo Geek entre os dias 14 e 22 deste mês

Esculturas interativas, exposição de action figures, espaço de convivência com gibis, jogos digitais, com um espaço exclusivo para Just Dance, palestras sobre temas Geek, Nerd e Otaku, uma cabine policial que viaja no tempo, a TARDIS da famosa série Doctor Who, e o cobiçado TRONO DE FERRO, da série Game of Thrones são algumas das diversas atrações que estarão na Geek Expo Preview 2017, que ocorrerá no Shopping Iguatemi Fortaleza, a partir de amanhã (14) a 22 de outubro, na praça em frente à loja C&A.

Segundo o idealizador do evento, Ricardo Busgaib, a edição preview é para esquentar a moçada Geek da cidade e deixá-los em sintonia com a Geek Expo 2017, que acontecerá nos próximos dias 28 e 29 de outubro, no Espaço Jangada, localizado também no Shopping Iguatemi Fortaleza. “Organizamos os maiores eventos especializados em cultura Nerd e Geek do Estado e nosso maior intuito é destacar o Ceará no cenário nacional de eventos cada vez maiores e mais frequentes dessa cultura espalhada pelo Brasil. A Geek Expo Preview 2017 é uma espécie de aquecimento”, explica Ricardo.

Com um espaço especialmente projetado pela Phoenix Soluções e Eventos, que realiza o encontro juntamente com o Sistema Jangadeiro, o ‘esquenta’ trará ainda, nos dias 21 e 22 de outubro, das 16 horas às 19 horas, uma programação especial: painéis com diversos grupos Geeks de Fortaleza e um desfile cosplay para os amantes da prática de se caracterizar como personagens da cultura japonesa, valendo ingressos para a Geek Expo 2017 e para o Sana Fest Especial, que ocorrerá em dezembro. As inscrições serão realizadas no local, com 1h de antecedência.

O pré-evento, que tem patrocínio da Coca-Cola, Iguatemi e Uninassau, acontecerá no horário de funcionamento do shopping e é totalmente gratuito.

Geek Expo Preview 2017:

Data: 14 à 22 de outubro de 2017

Local: Shopping Iguatemi – Em frente a C&A.

Horário: 10 horas às 22 horas

Entrada gratuita

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‘RIO MAIS BRASIL, O NOSSO MUSICAL’ chega a Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

03 de outubro de 2017

O espetáculo fica em cartaz  de 06 a 08/10, no Teatro do Shopping  Rio Mar Fortaleza

 Com circulação por todo o Brasil, chega a Fortaleza, neste final de semana, o espetáculo “Rio mais Brasil, o nosso musical”. O musical fica em cartaz dias 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h), no teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza. As vendas de ingressos já foram iniciadas através do site Ingresso Rápido e bilheteria do teatro. Os valores são:  Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia).

Dirigido por Ulisses Cruz e com texto de Renata Mizrahi, a montagem retrata a batalha da produção cultural no Brasil. No elenco, renomados atores como Cris Vianna, Leonardo Vieira, Cláudio Lins, Danilo de Moura e Danilo Mesquita, além de outros 17 atores, cantores, multi-instrumentistas, apresentam composições inéditas e clássicos da história musical do País. O elenco conduz o público a um passeio por cada região do País.

O país de Villa-Lobos, Ary Barroso, Caetano Veloso, Rita Lee, Almir Sater, Tom Zé, Gilberto Gil. Mas também da mulher que carrega a lata d´água na cabeça, do menino que faz samba ou funk no morro ou no asfalto, do índio que dança em sua aldeia, do sertanejo que produz poesia à espera da chuva, da cabocla de jeito mestiço, do guri tri legal. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção de Ulysses Cruz e autoria de Renata Mizrahi, ‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ mostra um país cheio de musicalidade e contrastes. O povo brasileiro é o protagonista, com sua pluralidade, sua complexidade, seu sincretismo, livre de estereótipos. Uma gente que enverga, mas não quebra. A produção é assinada pela mesma produtora de “Cássia Eller, o musical”,  a Turbilhão de ideias Entretenimento.

 

‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ se passa nos bastidores da realização de um longa-metragem, livremente inspirado na obra ‘O Povo Brasileiro’, de Darcy Ribeiro. O produtor Martin recebe uma verba para criar uma superprodução, mostrando um Brasil jamais visto antes no cinema. Após muito procurar, ele vê suas ideias traduzidas pela cineasta Cris, que propõe mostrar a essência do povo brasileiro através do livro do Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro. E a escolha do elenco deve refletir essa proposta, com pessoas de todo o país, que mostrarão um pouco de suas vivências, ajudando a entender o Brasil através da sua gente. À medida que as filmagens avançam, os valores vão sendo reduzidos, até que o investimento na produção é completamente cancelado. Como seguir adiante? O que pode ser feito? Um novo fato reacende as esperanças e possibilita a continuação das filmagens.

 

Desde o início do processo, o idealizador do projeto, Gustavo Nunes, e o diretor Ulysses Cruz tinham uma certeza: queriam fugir do óbvio, evitar uma abordagem estereotipada. “Recusamos tudo que fosse clichê”, pontua o diretor. “Queremos um lugar mais real, de pessoas potentes, não os mesmos cartões postais, nem as mesmas frases feitas”, afirma a autora Renata Mizrahi. “Eu não quero retratar a Zona Sul do Rio, da forma como sempre é mostrada, quero também a arquibancada número 1 da Sapucaí. Aquelas pessoas que estão ali têm histórias maravilhosas para contar. Uma das primeiras visões que tive do Rio foi o baile charme de Madureira. Aquele é o Rio que me interessa, o Rio real”, acrescenta Ulysses.

 

Realidade e ficção dialogam em cena. Não apenas porque o espetáculo retrata uma rotina tão comum à cultura brasileira, mas porque foi livremente inspirado em um fato acontecido na própria produção do musical, que seria montado em 2016, porém teve o cancelamento de um patrocínio quando estava iniciando os ensaios, já com  todo o elenco escolhido. O produtor e idealizador Gustavo Nunes não desistiu e artistas como Ulysses Cruz e Cris Vianna seguiram à disposição do projeto, que pôde agora ser viabilizado com apresentação do Ourocap, em uma realização da Turbilhão de Ideias Entretenimento.

 

É a arte mais uma vez driblando os obstáculos e fazendo brotar a criação de onde antes havia apenas incerteza. “Essa primeira tentativa frustrada se transformou em história na peça. E o Martin é uma homenagem ao Gustavo, que nunca desistiu de fazer esse espetáculo nascer”, exalta Ulysses.

 

“O Ulysses foi a primeira pessoa que convidei para integrar o projeto. A ousadia que ele apresenta em suas encenações seria fundamental para poder realizar um projeto como este”, afirma Gustavo, que complementa: “sentia falta de ver nos palcos um espetáculo que refletisse o Brasil de hoje. Ainda consumimos tantas histórias que não têm absolutamente nada a ver com a nossa realidade. Nossa cultura e nossas questões precisam tomar maior proporção, ainda mais num momento como o que estamos vivendo”.

 

Assim como no filme retratado no espetáculo, a escolha do elenco traduz a diversidade brasileira: foram mais de 500 candidatos de todo o país e a lista inclui nomes do Amazonas, Mato Grosso, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Anna Bello, André Muato, Bárbara Sut, Camila Matoso, Clayson Charles, Edmundo Vitor, Janaína Moreno, Kesia Estácio, Leandro Melo, Luciana Balby, Nando Motta, Marcel Octavio, Paulo Ney, Priscilla Azevedo e Teka Balluthy foram escolhidos pela banca formada por Ulysses Cruz, os diretores musicais Carlos Bauzys e Daniel Rocha, o diretor assistente, Thiago de Los Reyes, a produtora de elenco, Vanessa Veiga, e Gustavo Nunes. O elenco se complementa ainda com o multi-instrumentista Fernando Thomaz, que também atua nesta encenação.

 

Carlos Bauzys não esconde a satisfação com os atores escolhidos: “foi uma das seleções mais difíceis que já fiz, fiquei entusiasmado com o alto nível dos multi-artistas”, celebra. “Queríamos um elenco que espelhasse o Brasil, mas um elenco real, não pessoas que parecessem, mas que fossem. Nossa vontade é realmente colocar em cena o povo brasileiro”, explica Ulysses.

 

Renata conta que recebeu o pedido do texto com a ideia de trabalhar em cima do Rio e do Brasil, mas sem um argumento definido. “Tive várias conversas com o Ulysses e o Gustavo. Bati muita bola com eles e, aos poucos, fomos construindo essa história. A gente troca ideia, debate muito. E agora temos também os atores, que chegaram, cada um com uma bagagem e histórias que só nos enriquecem. Esse trabalho é a arte de ouvir, filtrar e escrever”, explica Renata.“O texto foi sendo finalizado com a minha ida aos ensaios. Os atores nos trouxeram informações, vivências, além de demandas naturais da encenação”, complementa Ulysses.

 

 

Participação popular e trilha musical

O espetáculo inovou ainda ao possibilitar a participação do público na criação do roteiro final. As pessoas puderam enviar histórias verídicas e letras inéditas de músicas, através do site http://riomaisbrasil.com.br/. Uma dessas histórias e uma canção inédita foram selecionadas e incorporadas ao enredo final, que tem uma linha narrativa não-cronológica e não-linear.  Em dado momento, podem ser mostrados, simultaneamente, o teste dos candidatos junto às cenas de suas vidas reais; cenas dos investidores podem se alternar com as filmagens ou com cenas dos bastidores. “Primeiro, eles entram como atores e vão virando personagens. Nas cenas dos testes, são os próprios atores, com um pouco de suas experiências” explica Ulysses.

 

A trilha é um dos pontos altos do musical: congrega letras originais de Renata Mizrahi, com uma releitura de músicas consagradas e também canções representativas das 05 regiões brasileiras. O espetáculo reúne canções inéditas, além de composições de Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Rita Lee, Gonzaguinha, Almir Sater, Gilberto Gil, Ary Barroso, Cazuza, Tom Zé, Aldir Blanc, Arlindo Cruz, Waldemar Henrique, Kleiton e Kledir, Dani Black, Dona Onete, A Banda mais bonita da Cidade, entre outros, que ressurgem em arranjos originais de Carlos Bauzys e Daniel Rocha. “A nossa busca é refletir nos arranjos, na escolha das músicas, um pouco de tudo do Brasil, essa mistura imensa. Então, estamos trazendo várias referências. É uma mistura de múltiplas influências brasileiras adicionadas aos elementos do teatro musical”, esclarece Bauzys, que não esconde o entusiasmo com a grandeza musical desse país. “Essa riqueza parte de uma espontaneidade sublime. Em cada canto do Brasil que você vai, encontra tradições populares que existem há muito tempo e são extremamente ricas e únicas. O que mais me atrai é essa beleza que parte da espontaneidade e da simplicidade”, finaliza.

Um dos exemplos da busca por essa originalidade é a canção ‘Aquarela do Brasil’ (Ary Barroso), que ressurge completamente renovada, não só pelo arranjo inédito, mas pelo rap escrito pelo próprio Bauzys, incorporado à letra. “Na hora que a música fala, Terra de Nosso senhor, ali já entra um rap que diz, entre outras coisas: Terra de Nosso Senhor, de Oxalá, de Iemanjá, de Jesus. Exaltamos o sincretismo no Brasil, que é algo tão lindo no nosso país, essa pátria de todos”, exalta.

Os atores tocarão uma gama de instrumentos (mais de 30), muitos deles inusitados, como: berimbau de boca, ganzá e timbal. A direção musical aposta na percussão corporal como um elemento primordial na construção do espetáculo. “Quero todos tocando muito, tirando sons do próprio corpo, isso mostra nossa precariedade, dói. Somos todos precários, isso é lindo porque é o que nos torna humanos”, vibra Ulysses. Carlos Bauzys tem vasta experiência com essa linguagem, já trabalhou com o Barbatuques, um dos maiores expoentes do mundo em percussão corporal. “Essas escolhas partiram da nossa vontade de fazermos coisas diferentes, explorarmos distintos recursos vocais. E tem tudo a ver com o espetáculo, porque o corpo é muito rico de sonoridades e traz essa precariedade que o Ulysses busca. E também é natural da cultura do Brasil: fazer música, arte com o que é disponível”, acrescenta Bauzys.

 

Os diretores musicais dialogam muito com os atores e alguns arranjos nascem dessa troca de vivências. “A ideia é justamente trazer um pouco do conhecimento e da cultura do elenco, esse processo de construção coletiva também acontece. Muitas vezes, levamos os arranjos fechados e ensaiamos, mas somos muito abertos a sugestões, porque entendemos que a colaboração das pessoas é muito importante para o resultado ficar mais rico ainda”, aponta Bauzys.

 

A potência da música que segue sendo produzida nos mais diferentes Brasis espalhados dentro de um mesmo país é uma das principais motivações de Carlos Bauzys ao realizar esse espetáculo. “Ainda na adolescência, quando eu conheci a nossa música de verdade, que eu me entendi como brasileiro e pela primeira vez tive orgulho do lugar onde eu nasci. Se eu puder passar um pouco disso para o público, minha missão estará cumprida”, celebra Bauzys.

 

O musical representa o hoje, com um olhar otimista. “Nosso povo se reinventa a cada momento. Queremos revelar a cara dessa gente, exaltar o quanto somos grandes e ricos de diversidade e quanta beleza pode haver!​”, celebra Renata.

 

Apresentado por

MINISTÉRIO DA CULTURA E OUROCAP

 

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

 

Patrocínio Master

OUROCAP

 

Uma Produção

TURBILHÃO DE IDEIAS ENTRETENIMENTO

 

Realização

MINISTÉRIO DA CULTURA

BRASIL GOVERNO FEDERAL

 

Produção executiva – Fortaleza

Milca Luna

Verônica Sobreira

 

 

SERVIÇO:

“Rio Mais Brasil, o Nosso Musical”

Quando: 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h)

Onde: Teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza (Rua Lauro Nogueira, 1500, Papicu)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 105 minutos

Valores dos ingressos: Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia )

Vendas:

– BILHETERIA TEATRO RIOMAR (Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3, Papicu)

Horários de Funcionamento:
De Terça a Sábado das 12h às 21h

Domingos e Feriados das 14h às 20h.

OUTROS PONTOS DE VENDA

Ingresso Rápido
Telefone: 4003-1212
https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=1207#!/tickets

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Bienal Internacional de Dança do Ceará festeja 20 anos de existência e chega a 11ª edição

Por raquelsouza em Eventos

19 de setembro de 2017

Nielson Souza e Ana Paula Camargo no pas de deux “Pássaro de Fogo”, da São Paulo Companhia de Dança. Foto: Wilian Aguiar

Apresentada pelo Ministério da Cultura, Petrobras, Enel e Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, a XI Bienal começa no dia 19 de outubro com Edisca em Sobral e dia 20 em Fortaleza, no Theatro José de Alencar, palco da abertura oficial com a São Paulo Companhia de Dança e os cearenses Fauller e Wilemara Barros. A programação é gratuita e se estende a cinco outras cidades cearenses.

 

Em 1997 a Bienal de Dança do Ceará realizava sua primeira edição. Naquele momento não havia ainda a percepção clara de que essa iniciativa seria um divisor de águas na história da dança cearense. Em 2017, a Bienal Internacional de Dança do Cearácelebra 20 anos de existência e chega à sua 11ª edição. Será de 19 a 29 de outubro com programação em Fortaleza e mais seis cidades cearenses, somando 25 companhias locais, nove nacionais e nove de mais sete países.

 

Com toda a programação gratuita, a XI Bienal de Dança acontece em Sobral (19 a 22/10), Fortaleza (20 a 29/10), Paracuru (20 e 21/10), Trairí(20 e 21/10), Aquiraz (21 e 22/10), Juazeiro do Norte (25 e 26/10) e Itapipoca (27 e 28/10). Em Fortaleza, leva espetáculos ao Theatro José de Alencar, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Cineteatro São Luiz, Sesc Iracema, Centro Cultural Bom Jardim, Praça dos Leões e Centro Cultural Banco do Nordeste.

 

NOITE DE ABERTURA EM SOBRAL E FORTALEZA

 

A programação começa em Sobral, no dia 19 de outubro, quinta-feira, com Edisca apresentando Religare, às 21h, em palco montado na Praça São João. Lançado em 2015, este é o 11º e mais recente trabalho da escola, fundada em 1991 pela coreógrafa Dora Andrade. Em 2012 a Edisca recebeu a Ordem do Mérito Cultural, maior comenda da Cultura do país, concedida pelo Governo Federal. Dora e o prefeito de Sobral, Ivo Gomes, serão homenageados pela Bienal na noite de abertura na cidade.

 

Em Fortaleza, a Bienal volta ao Theatro José de Alencar depois de dois anos em outros espaços, com abertura oficial desta edição na sexta-feira, 20, a partir das 21h. No Palco Principal, a Cia Dita, do Ceará, abre a cena com dois solos: A cadeirinha e eu, uma criação de Fauller a partir da obra homônima da coreógrafa cearense Silvia Moura, e A morte do Cisne, com a bailarina Wilemara Barros.

 

De volta à Bienal, a São Paulo Companhia de Dança traz para a noite de abertura desta edição em Fortaleza dois trabalhos. Um deles é 14’20’’ (2002), coreografia e produção do checo JiríKylián. É um extrato de sua obra 27’52´´, cujo título refere-se à duração do espetáculo. A companhia também interpreta Pássaro de Fogo (2010), coreografia, palco e figurino do alemão Marco Goecke, que criou este pas de deuxpara a música de Stravinsky – composta para o balé de Michel Fokine (1880-1942), The Firebird, estreado em 1910 – na ocasião dos 100 anos da obra, durante o Holland Dance Festival (2010).

As homenagens na noite de abertura em Fortaleza vão para o bailarino e coreógrafo cearense Cláudio Bernardo, residente na Bélgica, Dora Andrade e o secretário da Cultura do Ceará, Fabiano Piúba. E festejando os 20 anos da primeira edição, a programação da noite de abertura em Sobral e Fortaleza termina com festa e o forró da cantora Eliane e o DJ Guga de Castro, na Praça do Teatro São João na quinta-feira, 19, e no Jardim do Theatro José de Alencar, na sexta-feira, dia 20.

A XI Bienal Internacional de Dança do Ceará – 20 anos é apresentada pelo Ministério da Cultura, Petrobras, Enel e Secretaria da Cultura do Estado do Ceará. Patrocínio: Petrobras, Banco do Nordeste e M. Dias Branco. Apoio Cultural: Governo do Estado do Ceará, Prefeitura de Sobral através da Secretaria da Cultura, Juventude, Esporte e Lazer-SEJEL e do Instituto ECOA, Prefeitura de Paracuru, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Meio Ambiente, e Prefeitura de Aquiraz, através da Secretaria da Cultura. Apoio institucional: Embaixada da França, Instituto Francês, TransArte, Consulado da França no Brasil em Recife, SESC-CE, Instituto Goethe, Escócia, Bélgica, Canadá, Governo do Estado do Paraná, Governo do Estado da Bahia e Governo do Estado de São Paulo. Parceria: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Quitanda das Artes e Prodança. Realização: Proarte, Indústria da Dança, Theatro São João, Theatro José de Alencar, Cineteatro São Luiz, Porto Iracema das Artes, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, CCBJ e CCBN.

 

AS ATRAÇÕES

Nesta edição comemorativa, a Bienal apresenta companhias e bailarinos do Brasil,Itália, França, Alemanha, Canadá, Congo, Bélgica e Argentina. Entre os nomes internacionais, a Bienal recebe a companhia belga As Palavras, que apresenta Giovanni’s Club, coreografia de Cláudio Bernardo, diretor da companhia, que entra em cena no solo Só20, sobre sua carreira.

A Bienal também apresenta Francesco Scavetta, da Itália, com StrangelyEnoughVanessa Goodman, do Canadá, com ContainerFaustinLinyekula, do Gongo, de volta à Bienal, dessa vez com Le CargoLuisGaray, da Argentina, também de volta ao Ceará. Da França, a Bienal conta com a Cie Fêtes Galantes, da coreógrafa BéatriceMassin, com Mass B, um dos espetáculos mais importantes do France-Dance 2016; Fanny de Chaillé com a obra Gonzo Conférence; e o coreógrafo francês FabriceRamalingom, quevoltaà Bienaldirigindo Nós, Tupi ornot Tupi, uma coprodução resultante de uma residência combailarinos brasileiros de hip-hop, que atuaram na companhia do carioca Bruno Beltrão. O espetáculo estreou em julho deste ano em Montpellier e foi destaque também no Festival de Avignon, na França.

 

É forte a presença alemã nesta edição da Bienal. Um deles é Chipping, espetáculo de Anna Konjetzky especialmente para crianças, que será apresentado em Fortaleza e Aquiraz. Do Brasil, a São Paulo Companhia de Dança traz uma obra do coreógrafo Marco Goecke. E o Balé Teatro Guaíra apresenta em Fortaleza uma mostra do processo do projeto Guaíra Dança, do também alemão Christoph Winkler, cuja estreia será em novembro, em Curitiba e depois segue em turnê por Alemanha e Rússia. Outro destaque é Die einen, die anderen, um trabalho de cooperação entre a coreógrafa alemã ToulaLimnaios e a Cia GiraDança, do Rio Grande do Norte.

 

MAIS ATRAÇÕES NACIONAIS

O público da Bienal em Fortaleza e interior terá a oportunidade de conferir grandes espetáculos de companhias nacionais. Entre os destaques, o Balé Teatro Guaíra, do Paraná, que além do projeto do Guaíra Dança, traz Carmen, obra que pertence ao imaginário da civilização ocidental como uma das tragédias mais conhecidas da história da arte. Este trabalho do Guaíra, coreografado por Luiz Fernando Bongiovanni,com 22 bailarinos em cena, se articula a partir da dramaturgia da ópera e da trilha composta por RodionShchedrin e Georges Bizet.

 

Também do Paraná vem a CuritibaCia de Dança, com dois trabalhos: Memória de Brinquedo, concepção e coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni, faz um resgate poético para incentivar a brincadeira, resgate que parte da memória individual e coletiva, desde sua representação simbólica até estudos recentes da neurociência que apontam a brincadeira como uma atividade fundamental para o desenvolvimento físico e psicológico das crianças. A companhia também apresenta Quando se calam os anjos, criação de Airton Rodrigues, bailarino e coreógrafo do Balé Teatro Guaíra.

Balé Teatro Castro Alves (BTCA), da Bahia, pela primeira vez, em seus 36 anos, fez um link artístico entre o Ocidente e o Oriente, e acrescentou ao seu repertório uma montagem inédita criada pelo dançarino, coreógrafo, compositor e ex-rapper sul-coreano JaeDuk Kim, diretor da ModernTable Dance Company.O resultado é LubDub, mais recente espetáculo do repertório da companhia, que estreou em abril e na Bienal será apresentado em Fortaleza, Sobral e Aquiraz.

Focus Cia de Dança, do Rio de Janeiro, vem com dois grandes trabalhos do coreógrafo Alex Neural: 3 pontos é o espetáculo mais emblemático de seu repertório e o de maior repercussão. Poucas vezes a companhia apresentou esta montagem com música ao vivo, como vai fazer na Bienal de Dança. O outro é As Canções que você fez pra mim, só com músicas de Roberto Carlos, abrindo a programação em Paracuru e apresentações também em Sobral e Fortaleza. De São Paulo, Maria Eugenia Almeida apresenta o solo Planta do pé, um espetáculo onde expõe, através da dança e da fala, sua pesquisa sobre as danças tradicionais, em especial as nordestinas. A dançarina tem no DNA o talento herdado dos pais, o multiartista pernambucano Antonio Nóbrega e a dançarina Rosane Almeida.

Quem também retorna à Bienal é Lia Rodrigues Cia de Dança, que esteve presente à Bienal ao longo de todos esses 20 anos. Vem com Aquilo de que somos feitos, que desde sua estreia, em 2000, já foi apresentado em todas as regiões do Brasil e, no exterior, alcançou sucesso de crítica e público nas turnês realizadas na Europa, Américas do Sul e do Norte. Na Escócia, onde participou do Fringe Festival, recebeu o prêmio Herald Angel como um dos melhores espetáculos apresentados nos festivais de Edimburgo em 2002.

As danças urbanas marcam o trabalho da Cia Híbrida, do Rio de Janeiro, que apresenta Toque, co-produção com as companhias Gelmini e La Truc, que estreou em junho de 2017O espetáculo foi criado em processo de colaboração entre França e Brasil, reunindo artistas de diferentes nacionalidades e trajetórias, que através da música e da dança urbana e contemporânea, trazem a saga do homem fragilizado, afetado por desembrutecer seu olhar. Foi concebido e dirigido por Gustavo Gelmini, com interpretação e coreografia de Renato Cruz e interpretação e música de Cyril Hernandez.

 

CEARÁ EM CENA

Artistas e companhias do Ceará, dos mais experientes até jovens intérpretes-criadores que começam a apresentar seus trabalhos autorais, estarão nos diversos palcos da Bienal de Dança, em Fortaleza e interior do Estado. Além da Edisca, que abre em Sobral e fecha a programação em Fortaleza, Fauller e Wilemara Barros, que abrem em Fortaleza, estão na 11ª edição da Bienal de Dança: Graça,Andréa Bardawil;Bar Baro e Praia das AlmasParacuru Cia de DançaA delicadeza da loucura Parágrafos e Reticências,Arreios Cia de DançaVida ou Morte ao boi, Cia Flex de Dança Contemporânea; Desespero para a felicidade ou se eu não gostar nada é para sempreMárcio Medeiros; Sob o véu, Canaan Cia de Dança; A Invenção do Baião Teimoso,Cia Balé Baião; Degradação: um sacrifício pela novidade, Curso de Iniciação em Dança Contemporânea – Paulo José/ProdançaRaraNo barraco da Constância tem!; The bichxsmetazoa é quasi-desfile animalia,Isac Bento + No barraco da Constância tem!Canil,Edmar CândidoO que deságua em mim, Ana Vitória – Cia de Dança Alysson Amancio; Sandra BarDaniel Rufino; Solo de Barro: PrimordiaNívea Jorge e Viana Jr.; OssuárioDiogo Braga e Thales Luz; Z O O M O pensamento se faz na boca, Luiz Otávio Queiroz;Uma dança para meus pesares,Maria Epinefrina e Wellington Fonseca; Solos proibidos em tempos de intolerânciasRebentos Cia de Dança; KKKK, Victor Hugo Portela;  AFRO-DIZIAGrupo de Dança Cuca Mondubim – Side Cia de Dança Transcender; Silvia Moura e Ricardo Guilherme; eIbirapema: O Forró que eu faltei, Omí Cia de Dança.

 

FORMAÇÃO

Os projetos artístico-pedagógicos, uma das marcas da bienal, têm um espaço privilegiado nessa edição, contando com a participação de artistas docentes cearenses, brasileiros e estrangeiros em residências, palestras, seminário, masterclasses e oficinas. Em meio às ações formativas, destaca-se o curso que aborda a prática pedagógica de dança para crianças e jovens com autismo, realizado no âmbito da plataforma de acessibilidade da Bienal e ministrado pela professora e pesquisadora mineira Anamaria Fernandes. Trata-se de uma atividade inédita no contexto cearense, que conta com o apoio das graduações em dança da UFC e da Associação TEAmo. Outra ação será o lançamento de uma publicação bilíngue, resultado do seminário realizado com professores de várias universidades do Brasil, além de docentes da Universidade Paris 8.

 

MÚSICA NA BIENAL

Os fins de noite da Bienal de Dança e são marcados pelas Fringes, com atrações musicais em cena. Este ano, um dos destaques é Don L, com show no dia 20 em Sobral e 21 em Fortaleza. O rapper cearense radicado em São Paulo mudou o panorama do gênero com o grupo Costa a Costa, na década passada e conquistou espaço próprio em carreira solo. Na trilogia Roteiro Para Aïnouz, sua visão artística e de produção atinge o auge criativo. Inspirado no trabalho do cineasta KarimAïnouz, o disco é organizado em forma de uma narrativa contínua, dividida em três grandes atos. Lançado em 2017, RPA vol 3 inicia uma trilogia autobiográfica reversa, que retrata a trajetória do rapper dos primeiros anos em Fortaleza até sua mudança para São Paulo. Com grande repercussão entre artistas, influenciadores e fãs, esta obra já fez história como um dos melhores discos de rap brasileiro em todos os tempos.

BIENAL DE DANÇA – 20 ANOS

Fazendo um retrospecto desses 20 anos, percebe-se a imensa importância que a Bienal teve como instância geradora e catalisadora dos mais diversos processos relativos à produção, difusão, formação e fruição em dança no Estado do Ceará. Se hoje o Ceará passou a integrar as cartografias da dança contemporânea nacional e internacional, muito disso deve-se às múltiplas ações e processos desenvolvidos pelo evento no decorrer de suas edições. Que venham mais 20 anos!

SERVIÇO

XI Bienal Internacional de Dança do Ceará – De 19 a 29 de outubro com programação em Sobral (19 a 22/10), Fortaleza (20 a 29/10), Paracuru (20 e 21/10), Trairí(20 e 21/10), Aquiraz (21 e 22/10), Juazeiro do Norte (25 e 26/10) e Itapipoca (27 e 28/10). Site oficial: www.bienaldedanca.com. Tel: (85)3231-9623. GRATUITO.

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Edisca leva o espetáculo Religare para a Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Eventos

06 de setembro de 2017

O público terá a chance de refletir sobre temas como espiritualidade, (re)conexões e transformações pessoais e sociais

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017, o espetáculo Religare, do grupo Edisca. No palco, 39 bailarinos e bailarinas abordam temas sociais, que transitam entre espiritualidade e transitoriedade, além da capacidade que cada um carrega em si para se reinventar. Tudo isso por meio da dança, entre imagens icônicas de peso e leveza, ora na pele de anjos humanizados e divindades estilizadas, ora na condição-limite de inferioridade e apagamento de presidiários aniquilados em rebeliões ou índios massacrados pelas leis do capital.

 

A palavra religare nos remete a uma reconexão com o divino, à reativação dos estados de elevação e purificação do espírito, à recomposição de uma unidade perdida entre matéria e símbolo, razão e sensibilidade, superfície e essência. A partir dessa essência, os coreógrafos Dora e Gilano Andrade reativam a memória ancestral para pensar sob holofotes a depreciação da vida no presente.

 

Lado a lado, criam-se coreografias entrelaçadas e complementares: se vem dele a dança cáustica e crítica frente ao esgotamento dos modelos civilizatórios que, em escala planetária, dão a ver paisagens de abandono, desolação, miséria e sofrimento, vem dela o sentido de redenção e o acento de esperança colados a cada giro, cada gesto, cada salto que se anunciam como promessas para a conquista individual e coletiva de planos existenciais mais intuitivos, fluidos, porosos, translúcidos, iluminados.

 

A Edisca foi buscar ainda no sujeito ancestral e primitivo a retomada desses valores e de uma lógica inteiramente distinta daquela que a subjetividade moderna nos propõe. Daí o foco nas matrizes e culturas étnicas, em suas simbologias, em seus códigos ritualísticos, nos fazeres e saberes que perpassam gerações e se propagam ao longo dos tempos. Índia, África, Oriente Médio. Anjos, santos, alegorias. A etnicidade e a diversidade cultural abrindo passagem para a percepção sensível do mundo, para o universo paralelo da imaginação. Imaginação que é política quando capaz de instituir novos sentidos para a vida à revelia do visível, da ordem estabelecida, do que parece imutável, natural, impossível de mudar.  também está

 

Com 45 minutos de duração, Religare concentra na musicalidade sua potência de revisão e reconexão com os estados de alma fundamentais. Coube a Manassés de Sousa o trecho autoral que casa o erudito à música oriental e enseja toda a montagem combinatória de timbres étnicos responsáveis pela atmosfera imemorial e o sabor arcaico do balé. Para a afinadora do espetáculo, Claudia Andrade, tempo, movimento, música, figurino, cenário, corpos, tudo isso junto e harmonizado, diz sobre a capacidade e a necessidade que cada um tem de eleger e reativar o seu ‘religare’, aquele dispositivo pessoal e intransferível de superação e aperfeiçoamento de si, que tanto pode estar na religião ou na filosofia, assim como no livre pensar e na invenção cotidiana e sem cálculo do porvir.

 

Oficina

 

No dia 16 de setembro, das 14h30 às 15h30, os bailarinos Paulo Wesley e Eliovaldo Ananias ministrarão uma oficina sobre Dança Contemporânea. O objetivo é abordar sistemas e métodos desenvolvidos a partir da dança moderna e pós-moderna, mostrando que é possível desenvolver a autonomia para construir experimentos coreográficos de forma mais livre e inovadora. Destinada para bailarinos com idade a partir de 14 anos, a oficina recebe as inscrições de 05 a 14 de setembro, pelo email gentearteira.ce@caixa.gov.br. Número de vagas: 20.

 

 

Serviço:

 

Dança: Religare – Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017

Horários: Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 45 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Vendas a partir do dia 13/09, para sessões de 14 a 17/09, e a partir do dia 19/09, para sessões de 20 a 24/09, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Oficina: Dança Contemporânea

Local: Sala de Ensaio da CAIXA Cultural Fortaleza

Data: 16 de setembro de 2017
Horário: 14h30 às 15h30

Inscrições gratuitas: gentearteira.ce@caixa.gov.br de 05 a 14 de setembro

Número de vagas: 20

Destinada para bailarinos a partir de 14 anos

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

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Edisca leva o espetáculo Religare para a Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Eventos

06 de setembro de 2017

O público terá a chance de refletir sobre temas como espiritualidade, (re)conexões e transformações pessoais e sociais

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017, o espetáculo Religare, do grupo Edisca. No palco, 39 bailarinos e bailarinas abordam temas sociais, que transitam entre espiritualidade e transitoriedade, além da capacidade que cada um carrega em si para se reinventar. Tudo isso por meio da dança, entre imagens icônicas de peso e leveza, ora na pele de anjos humanizados e divindades estilizadas, ora na condição-limite de inferioridade e apagamento de presidiários aniquilados em rebeliões ou índios massacrados pelas leis do capital.

 

A palavra religare nos remete a uma reconexão com o divino, à reativação dos estados de elevação e purificação do espírito, à recomposição de uma unidade perdida entre matéria e símbolo, razão e sensibilidade, superfície e essência. A partir dessa essência, os coreógrafos Dora e Gilano Andrade reativam a memória ancestral para pensar sob holofotes a depreciação da vida no presente.

 

Lado a lado, criam-se coreografias entrelaçadas e complementares: se vem dele a dança cáustica e crítica frente ao esgotamento dos modelos civilizatórios que, em escala planetária, dão a ver paisagens de abandono, desolação, miséria e sofrimento, vem dela o sentido de redenção e o acento de esperança colados a cada giro, cada gesto, cada salto que se anunciam como promessas para a conquista individual e coletiva de planos existenciais mais intuitivos, fluidos, porosos, translúcidos, iluminados.

 

A Edisca foi buscar ainda no sujeito ancestral e primitivo a retomada desses valores e de uma lógica inteiramente distinta daquela que a subjetividade moderna nos propõe. Daí o foco nas matrizes e culturas étnicas, em suas simbologias, em seus códigos ritualísticos, nos fazeres e saberes que perpassam gerações e se propagam ao longo dos tempos. Índia, África, Oriente Médio. Anjos, santos, alegorias. A etnicidade e a diversidade cultural abrindo passagem para a percepção sensível do mundo, para o universo paralelo da imaginação. Imaginação que é política quando capaz de instituir novos sentidos para a vida à revelia do visível, da ordem estabelecida, do que parece imutável, natural, impossível de mudar.  também está

 

Com 45 minutos de duração, Religare concentra na musicalidade sua potência de revisão e reconexão com os estados de alma fundamentais. Coube a Manassés de Sousa o trecho autoral que casa o erudito à música oriental e enseja toda a montagem combinatória de timbres étnicos responsáveis pela atmosfera imemorial e o sabor arcaico do balé. Para a afinadora do espetáculo, Claudia Andrade, tempo, movimento, música, figurino, cenário, corpos, tudo isso junto e harmonizado, diz sobre a capacidade e a necessidade que cada um tem de eleger e reativar o seu ‘religare’, aquele dispositivo pessoal e intransferível de superação e aperfeiçoamento de si, que tanto pode estar na religião ou na filosofia, assim como no livre pensar e na invenção cotidiana e sem cálculo do porvir.

 

Oficina

 

No dia 16 de setembro, das 14h30 às 15h30, os bailarinos Paulo Wesley e Eliovaldo Ananias ministrarão uma oficina sobre Dança Contemporânea. O objetivo é abordar sistemas e métodos desenvolvidos a partir da dança moderna e pós-moderna, mostrando que é possível desenvolver a autonomia para construir experimentos coreográficos de forma mais livre e inovadora. Destinada para bailarinos com idade a partir de 14 anos, a oficina recebe as inscrições de 05 a 14 de setembro, pelo email gentearteira.ce@caixa.gov.br. Número de vagas: 20.

 

 

Serviço:

 

Dança: Religare – Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017

Horários: Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 45 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Vendas a partir do dia 13/09, para sessões de 14 a 17/09, e a partir do dia 19/09, para sessões de 20 a 24/09, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Oficina: Dança Contemporânea

Local: Sala de Ensaio da CAIXA Cultural Fortaleza

Data: 16 de setembro de 2017
Horário: 14h30 às 15h30

Inscrições gratuitas: gentearteira.ce@caixa.gov.br de 05 a 14 de setembro

Número de vagas: 20

Destinada para bailarinos a partir de 14 anos

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770