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Rede Social CE

por Raquel Souza

sutentabilidade

Unimed Fortaleza distribui 600 mudas para ciclistas do Bicicletar neste domingo

Por raquelsouza em Sustentabilidade

10 de junho de 2018

Quem chegou a uma das estações do Bicicletar em Fortaleza, na manhã deste domingo (10), se deparou com mudas de plantas, ornamentais ou frutíferas, nas cestinhas das bicicletas compartilhadas. As mudas são um presente da Unimed Fortaleza para os usuários do sistema, em alusão ao Dia do Meio Ambiente, celebrado no último dia 5, e em comemoração as 2 milhões de viagens, que evitaram o despejo de 724.19 toneladas de CO2 no ar.

A Unimed Fortaleza, além de cuidar da saúde das pessoas, também busca cuidar da saúde da cidade e do mundo. Exemplo disso é o apoio dado ao Bicicletar, sistema de bicicletas compartilhadas que oferece uma alternativa de transporte sustentável e não poluente. O projeto é da Prefeitura Municipal, operado pela empresa Serttel e apoiado pela Unimed Fortaleza.

  O casal Roberta Morato e Eduardo Bruno Sousa encontraram as mudas nas bicicletas e adoraram a ação da Unimed Fortaleza. Os dois são de Manaus e estão em Fortaleza há pouco tempo. Eduardo já utiliza o Bicicletar como meio de transporte diário e achou super válida a iniciativa de conscientização. “É muito importante essa ação de promover uma consciência ambiental nas pessoas, não só de usar um meio de transporte alternativo, como a bicicleta, mas também de cuidar do meio ambiente e do nosso planeta”, afirma Eduardo.

A advogada Tatiana Pinheiro utiliza as bicicletas compartilhadas como lazer nos finais de semana e ficou super feliz em poder levar a plantinha pra casa. “Adorei a iniciativa da Unimed Fortaleza, vou levar a muda para replantar. Já utilizo as bicicletas compartilhadas há muito tempo e achei maravilhosa a ideia de presentear os usuários dessa forma”.

A entrega das mudas celebra os avanços alcançados pelo Bicicletar, além de encerrar a Semana do Meio Ambiente na cooperativa, que teve diversas ações de educação ambiental durante os últimos dias.  Teatro de bonecos para as crianças do Centro Pediátrico do Hospital Regional Unimed (HRU) e uma trilha no Parque do Cocó foram algumas ações realizadas pela Unimed Fortaleza para celebrar o Dia do Meio Ambiente.

Em toda a cidade existem 800 bicicletas compartilhadas, distribuídas pelas 80 estações. O projeto tem como objetivo introduzir o modelo de transporte saudável e não poluente, reduzindo os engarrafamentos e a poluição das áreas centrais da cidade, promovendo a humanização do ambiente urbano e a responsabilidade social das pessoas, além combater o sedentarismo da população, incentivando a prática de hábitos saudáveis.

 

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Aprendendo a lidar com dinheiro e sonhos – escola de Fortaleza realiza Semana de Educação Financeira

Por raquelsouza em Social, Sustentabilidade

22 de outubro de 2017

A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras. Em 2017, cinco instituições de ensino particulares de Fortaleza implantaram o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas e utilizaram seus materiais didáticos.

São elas:

– Colégio Castro

– CEEAM (Centro Educacional Evandro Aires de Moura)

– Colégio Queiroz Belém

– Colégio Uma Janela para o Mundo

– Centro Educacional Brasileirinho

 

Entre os dias 23 e 28 de outubro, o Colégio Queiroz Belém fará a 2ª Semana de Educação Financeira e projeto para o futuro. Os alunos, desde a educação infantil até o ensino médio, apresentarão suas iniciativas nas linhas de educação financeira, empreendedorismo, consumo sustentável, cooperativismo, impostos e tributos, mercado imobiliário, mercado financeiro e até mesmo comércio internacional.

Os alunos do ensino médio, por exemplo, desenvolveram ações de empreendedorismo social, com a arrecadação de itens de higiene para moradores de rua e de material escolar para estudantes que precisam deste reforço. Tais iniciativas foram filmadas e serão apresentadas no evento. 

“Frente a resultados como esses, temos certeza que o ambiente escolar é o mais propício para o ensino da educação financeira”, diz o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. “Muitos comportamentos desenvolvidos na infância são levados por toda a vida, bem como o empreendedorismo social, portanto esse é o momento ideal para adquirir hábitos sustentáveis”.

Para dar sustentabilidade aos conteúdos trabalhados em sala, a DSOP desenvolveu materiais próprios para todos os ciclos do ensino. Além de sua abordagem inovadora, o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas contempla cursos de capacitação para professores, palestras e outras atividades para alunos, pais e comunidade.

“O enfoque é comportamental, vai além da matemática. Com educação financeira, crianças e jovens aprendem a importância de ter sonhos e poupar para conquistar cada um deles ao longo do tempo. São respeitadas as potencialidades e expectativas de aprendizagem de cada faixa etária”, conta Domingos.

 

Veja alguns fatores que motivam a inserção da educação financeira nas escolas

1- Um dos grandes desafios globais do século é fazer a sociedade atual repensar hábitos de consumo, substituindo-os por outros mais sustentáveis;

2- As profundas mudanças nas economias mundiais têm exigido um reaprendizado de como lidar com as finanças, fenômeno que movimenta governos e instituições a adotarem medidas para habilitar as pessoas a fazerem escolhas conscientes de gastos e investimentos;

3- Há forte evidência de que lares com baixa educação financeira não planejam a aposentaria, pagam juros mais altos e têm menos bens. E já ficou demonstrado que o nível mais baixo de educação financeira levou as pessoas a ficarem mais inadimplentes;

4- Crianças são muito observadoras e, desde cedo, começam a perceber que o dinheiro tem força. Ao mesmo tempo, crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias, que estimulam o desejo de ter. Portanto, importante ensiná-las, o mais cedo possível, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria. Isso é papel que pode ser compartilhado entre pais e escolas;

5- A educação financeira dialoga diretamente com os conteúdos das disciplinas formais ensinadas nas escolas;

6- Escolas são cada vez mais exigidas a oferecer ensino diferenciado e serviços que beneficiem também os pais.

 

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Aprendendo a lidar com dinheiro e sonhos – escola de Fortaleza realiza Semana de Educação Financeira

Por raquelsouza em Social, Sustentabilidade

22 de outubro de 2017

A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras. Em 2017, cinco instituições de ensino particulares de Fortaleza implantaram o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas e utilizaram seus materiais didáticos.

São elas:

– Colégio Castro

– CEEAM (Centro Educacional Evandro Aires de Moura)

– Colégio Queiroz Belém

– Colégio Uma Janela para o Mundo

– Centro Educacional Brasileirinho

 

Entre os dias 23 e 28 de outubro, o Colégio Queiroz Belém fará a 2ª Semana de Educação Financeira e projeto para o futuro. Os alunos, desde a educação infantil até o ensino médio, apresentarão suas iniciativas nas linhas de educação financeira, empreendedorismo, consumo sustentável, cooperativismo, impostos e tributos, mercado imobiliário, mercado financeiro e até mesmo comércio internacional.

Os alunos do ensino médio, por exemplo, desenvolveram ações de empreendedorismo social, com a arrecadação de itens de higiene para moradores de rua e de material escolar para estudantes que precisam deste reforço. Tais iniciativas foram filmadas e serão apresentadas no evento. 

“Frente a resultados como esses, temos certeza que o ambiente escolar é o mais propício para o ensino da educação financeira”, diz o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. “Muitos comportamentos desenvolvidos na infância são levados por toda a vida, bem como o empreendedorismo social, portanto esse é o momento ideal para adquirir hábitos sustentáveis”.

Para dar sustentabilidade aos conteúdos trabalhados em sala, a DSOP desenvolveu materiais próprios para todos os ciclos do ensino. Além de sua abordagem inovadora, o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas contempla cursos de capacitação para professores, palestras e outras atividades para alunos, pais e comunidade.

“O enfoque é comportamental, vai além da matemática. Com educação financeira, crianças e jovens aprendem a importância de ter sonhos e poupar para conquistar cada um deles ao longo do tempo. São respeitadas as potencialidades e expectativas de aprendizagem de cada faixa etária”, conta Domingos.

 

Veja alguns fatores que motivam a inserção da educação financeira nas escolas

1- Um dos grandes desafios globais do século é fazer a sociedade atual repensar hábitos de consumo, substituindo-os por outros mais sustentáveis;

2- As profundas mudanças nas economias mundiais têm exigido um reaprendizado de como lidar com as finanças, fenômeno que movimenta governos e instituições a adotarem medidas para habilitar as pessoas a fazerem escolhas conscientes de gastos e investimentos;

3- Há forte evidência de que lares com baixa educação financeira não planejam a aposentaria, pagam juros mais altos e têm menos bens. E já ficou demonstrado que o nível mais baixo de educação financeira levou as pessoas a ficarem mais inadimplentes;

4- Crianças são muito observadoras e, desde cedo, começam a perceber que o dinheiro tem força. Ao mesmo tempo, crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias, que estimulam o desejo de ter. Portanto, importante ensiná-las, o mais cedo possível, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria. Isso é papel que pode ser compartilhado entre pais e escolas;

5- A educação financeira dialoga diretamente com os conteúdos das disciplinas formais ensinadas nas escolas;

6- Escolas são cada vez mais exigidas a oferecer ensino diferenciado e serviços que beneficiem também os pais.