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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

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Crítica: “Bingo – O Rei das Manhãs” é, de fato, a melhor opção brasileira para o Oscar 2018

Por Thiago Sampaio em Crítica

22 de setembro de 2017

"Bingo: O Rei das Manhãs" (idem, 2017) é uma das mais eficientes produções do cinema nacional dos últimos anos.

Foto: Divulgação

A premissa de uma cinebiografia de um dos muitos intérpretes do palhaço Bozo no Brasil não é das mais interessantes. Até porque a história de um artista deslumbrado com a fama que cai no vício das drogas já foi abordada em exaustão. Mas graças ao tratamento quase cirúrgico do diretor Daniel Rezende (o que inclui a performance irretocável do protagonista), “Bingo: O Rei das Manhãs” (idem, 2017) é uma das mais eficientes produções do cinema nacional dos últimos anos.

A trama apresenta Augusto Mendes (Vladimir Brichta), um ator de pornochanchadas que se depara com sua grande chance ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de um programa infantil que é sucesso absoluto no Brasil. Logo ele conquista a garotada com o estilo debochado e chega à liderança da audiência nas manhãs, ao mesmo tempo em que mergulha em uma vida de excessos, que o afasta de seu filho.

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Opinião: a perseguição ao filme ‘Ted’ não passa de uma grande estupidez

Por Thiago Sampaio em Opinião

26 de setembro de 2012

Banner de "Ted" deixa explícita a censura

Banner de “Ted” deixa explícita a censura

Um assunto que tomou conta das redes sociais na última terça-feira (25) foi a “perseguição” do deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) ao filme “Ted”, em cartaz nos cinemas brasileiros, alegando que o longa-metragem induz que o estilo de vida sem pudores e consumindo drogas é positivo.

Antes de tudo, o filme conta a história de John Bennett (vivido por Mark Wahlberg), um adulto que tem uma profunda amizade com o seu ursinho de pelúcia, que ganhou vida anos atrás graças ao encanto. Acontece que o bichinho é mal-humorado, mulherengo, sem papas na línguas e adora consumir produtos ilícitos.

Voltando para Protógenes, o deputado teve a “brilhante” ideia de levar o filho de 11 anos, pensando se tratar de apenas um filme infantil sobre um bichinho fofinho. Espantado, ele não poupou críticas através do seu Twitter: “Acionarei os meios legais, a fim de impedir que o lixo do filme infanto-juvenil ‘Ted’ seja exibido nacionalmente e apurar responsabilidades”.

E ele completou: “O filme não está apropriado para nenhuma faixa etária. Incentivar o consumo de drogas é crime, usando ainda ícones infantis”. Como se não bastasse, ainda lançou uma campanha para proibir a distribuição do longa-metragem no Brasil. “#ForaFilmeTED das telas do cinema brasileiro. Não aceitamos mais esses enlatados culturais americanos no Brasil”, escreveu.

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Opinião: a perseguição ao filme ‘Ted’ não passa de uma grande estupidez

Por Thiago Sampaio em Opinião

26 de setembro de 2012

Banner de "Ted" deixa explícita a censura

Banner de “Ted” deixa explícita a censura

Um assunto que tomou conta das redes sociais na última terça-feira (25) foi a “perseguição” do deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) ao filme “Ted”, em cartaz nos cinemas brasileiros, alegando que o longa-metragem induz que o estilo de vida sem pudores e consumindo drogas é positivo.

Antes de tudo, o filme conta a história de John Bennett (vivido por Mark Wahlberg), um adulto que tem uma profunda amizade com o seu ursinho de pelúcia, que ganhou vida anos atrás graças ao encanto. Acontece que o bichinho é mal-humorado, mulherengo, sem papas na línguas e adora consumir produtos ilícitos.

Voltando para Protógenes, o deputado teve a “brilhante” ideia de levar o filho de 11 anos, pensando se tratar de apenas um filme infantil sobre um bichinho fofinho. Espantado, ele não poupou críticas através do seu Twitter: “Acionarei os meios legais, a fim de impedir que o lixo do filme infanto-juvenil ‘Ted’ seja exibido nacionalmente e apurar responsabilidades”.

E ele completou: “O filme não está apropriado para nenhuma faixa etária. Incentivar o consumo de drogas é crime, usando ainda ícones infantis”. Como se não bastasse, ainda lançou uma campanha para proibir a distribuição do longa-metragem no Brasil. “#ForaFilmeTED das telas do cinema brasileiro. Não aceitamos mais esses enlatados culturais americanos no Brasil”, escreveu.

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