Christopher McQuarrie Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Christopher McQuarrie

Crítica: “Missão: Impossível – Efeito Fallout” eleva o nível da bem sucedida franquia

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de agosto de 2018

Manter uma franquia ativa por mais de 20 anos e sem indícios de desgaste definitivamente não é uma tarefa fácil. Desde o eficiente primeiro longa de 1996, dirigido por Brian De Palma, quando tinha um tom de filme de espionagem, passando pelo problemático segundo longa de ação desenfreada, comandado por John Woo em 2000, “Missão: Impossível” passou a definir uma identidade a partir do terceiro, de 2006, com direção de J.J. Abrams, justamente quando o astro Tom Cruise tomou de vez para si o controle criativo.

A partir dali o público já ia para os cinemas sabendo o que esperar: cenas grandiosas e Cruise fazendo loucuras sem dublê. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (Mission Impossible – Fallout, 2018) segue essa tendência, costurando o arco estabelecido em “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (Mission: Impossible – Ghost Protocol, 2011), de Brad Bird, e “Missão: Impossível – Nação Secreta” (Mission: Impossible – Rogue Nation, 2016), de Christopher McQuarrie, e imprime um ritmo ainda mais dinâmico, levando tudo para a última potência.

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Crítica: ‘Jack Reacher – O Último Tiro’ se atropela nas pretensões e se mostra apenas mais um bom filme do gênero

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Janeiro de 2013

Jack Reacher

Pôster de Jack Reacher – O Último Tiro – Foto: Divulgação

Não tem como negar que o seriado “24 Horas” e a trilogia Bourne (estrelada por Matt Damon, excluindo o quarto longa com Jeremy Renner), deram início a uma nova geração de filmes sobre superespiões, adotando um estilo de direção mais sério e até “realista”. Ditou o rumo das novas produções de 007, vieram “Salt”, “Busca Implacável”, entre outros. Tom Cruise também resolveu entrar na moda com “Jack Reacher – O Último Tiro”, adaptação da obra “Um Tiro” (do britânico Lee Child) e, apesar da enorme pretensão, acaba se mostrando apenas mais uma boa produção do gênero.

O longa já começa com a execução de um crime brutal, cometido por um atirador de elite contra cinco pessoas ao mesmo tempo. Preso logo em seguida, ele cita durante o interrogatório apenas o nome de Jack Reacher (Tom Cruise), um ex-combatente com inúmeras condecorações, dado como desaparecido para o governo e autoridades. Jack aparece do nada e resolve investigar por conta própria o tal mistério. Sua teoria é que existe uma ligação entre as mortes e o verdadeiro responsável tem outros interesses, procurando desviar a atenção.

O diretor Christopher McQuarrie (roteirista do ótimo “Os Suspeitos” e diretor do mediano “A Sangue Frio”) mostra logo na cena inicial um tom estiloso ao girar horizontalmente a câmera a partir da mira do atirador procurando as suas vítimas, de modo a fazer o expectador imaginar quem irá morrer em seguida. Mas a pouca experiência atrás das câmeras faz o cineasta cair em uma série de clichês. Para começar, cria uma áurea de mistério para lá de exagerada para a primeira aparição do protagonista, algo desnecessário para um personagem ainda desconhecido do grande público.

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Crítica: ‘Jack Reacher – O Último Tiro’ se atropela nas pretensões e se mostra apenas mais um bom filme do gênero

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Janeiro de 2013

Jack Reacher

Pôster de Jack Reacher – O Último Tiro – Foto: Divulgação

Não tem como negar que o seriado “24 Horas” e a trilogia Bourne (estrelada por Matt Damon, excluindo o quarto longa com Jeremy Renner), deram início a uma nova geração de filmes sobre superespiões, adotando um estilo de direção mais sério e até “realista”. Ditou o rumo das novas produções de 007, vieram “Salt”, “Busca Implacável”, entre outros. Tom Cruise também resolveu entrar na moda com “Jack Reacher – O Último Tiro”, adaptação da obra “Um Tiro” (do britânico Lee Child) e, apesar da enorme pretensão, acaba se mostrando apenas mais uma boa produção do gênero.

O longa já começa com a execução de um crime brutal, cometido por um atirador de elite contra cinco pessoas ao mesmo tempo. Preso logo em seguida, ele cita durante o interrogatório apenas o nome de Jack Reacher (Tom Cruise), um ex-combatente com inúmeras condecorações, dado como desaparecido para o governo e autoridades. Jack aparece do nada e resolve investigar por conta própria o tal mistério. Sua teoria é que existe uma ligação entre as mortes e o verdadeiro responsável tem outros interesses, procurando desviar a atenção.

O diretor Christopher McQuarrie (roteirista do ótimo “Os Suspeitos” e diretor do mediano “A Sangue Frio”) mostra logo na cena inicial um tom estiloso ao girar horizontalmente a câmera a partir da mira do atirador procurando as suas vítimas, de modo a fazer o expectador imaginar quem irá morrer em seguida. Mas a pouca experiência atrás das câmeras faz o cineasta cair em uma série de clichês. Para começar, cria uma áurea de mistério para lá de exagerada para a primeira aparição do protagonista, algo desnecessário para um personagem ainda desconhecido do grande público.

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