Guillermo Del Toro Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Guillermo Del Toro

“A Forma da Água” é o vencedor do Oscar 2018 em cerimônia fria

Por Thiago Sampaio em Oscar

05 de Março de 2018

Equipe de “A Forma da Água” no principal prêmio da noite – Foto: Getty Images

A 90ª edição do Oscar aconteceu na noite do último domingo (4) com uma cerimônia bem protocolar. O longa “A Forma da Água” foi o grande vencedor, levando quatro prêmios, incluindo o de Melhor Filme e Melhor Diretor, para Guillermo del Toro.

Enquanto no ano passado teve até gafe na hora de anunciar o prêmio principal, além de uma série de alfinetadas ao presidente Donald Trump, em 2018, o apresentador Jimmy Kimmel se mostrou bem mais contido. Algumas piadas soltas sobre maconha, uma brincadeira com artistas invadindo uma sala de cinema vizinha e pronto. Nada em exagero para evitar polêmicas.

A questão da representatividade esteve presente, mas sem tanta contundência. Os longas de super heróis “Pantera Negra” e “Mulher Maravilha” fora citados, algumas celebridades usavam o adesivo “Time’s Up” e a apresentação da canção “Remember Me”, do filme “Viva – A Vida É Uma Festa”, contou com toda uma produção bem característica do México, além do ator Gael García Bernal cantando.

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Confira os pitacos sobre as principais categorias do Oscar 2018

Por Thiago Sampaio em Oscar

04 de Março de 2018

Acontece na noite deste domingo (4) a principal premiação do cinema, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o Oscar 2018. A cerimônia acontece no Teatro Dolby, em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Kimmel.

Como é tradição do blog Cena Cultural, deixo aqui meus dois centavos de palpites nas principais categorias, quem acredito que vai ganhar e quem, abrindo mão da imparcialidade mesmo, gostaria que levasse (afinal, todos somos humanos e temos nossas torcidas).

A cerimônia acontece à partir das 22 horas (horário de Brasília). O tapete vermelho começa um pouco mais cedo, as 20h30.

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Crítica: Belíssimo, “A Forma da Água” é a carta de amor de Guillermo del Toro ao “estranho”

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de Fevereiro de 2018

Pôster: Divulgação

Já é do conhecimento de quase todos que o diretor Guillermo del Toro tem um fascínio por monstros. Seja cercando uma criança como forma de mascarar a realidade violenta (“O Labirinto do Fauno”, 2006) ou lutando com robôs gigantes (“Círculo de Fogo”, 2013), eles existem para fomentar a fantasia. E quando algo se torna reconhecido, deixa de ser estranho. É natural. Mas para isso, é necessário um longo processo de aceitação por parte dos que julgam o diferente como um problema. E é repleto de poesia e, principalmente, coração, que o cineasta mexicano faz em “A Forma da Água” (The Shape of Water, 2017) a sua carta de amor ao “não convencional”.

A trama se passa na década de 60, em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria. A muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer).

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Representatividade marca a cerimônia do Globo de Ouro 2018

Por Thiago Sampaio em Cinema

08 de Janeiro de 2018

Foto: Reprodução

Aconteceu na noite deste domingo (7) a entrega do Globo de Ouro 2018. Em meios aos vitoriosos, como os longas “Três Anúncios Para Um Crime”, “Lady Bird: É Hora de Voar”, o diretor Guillermo del Toro e o ator Gary Oldman, a cerimônia foi marcada pela campanha “Time’s up”, em que praticamente todas as atrizes foram de preto como forma de protesto aos casos de assédio sexual em Hollywood.

E se o tradicional “tapete vermelho” ficou preto, inclusive com os homens usando a marca da campanha em seus ternos, a noite teve o seu ápice com o discurso de Oprah Winfrey, a primeira mulher negra a ganhar o prêmio Cecil B. DeMille, que celebra a obra de artistas que tiveram impacto no mundo do entretenimento. Leia mais

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Crítica: “A Colina Escarlate” é uma homenagem de Del Toro ao terror gótico

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de novembro de 2015

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Foto: Divulgação

Não tem como negar que o cineasta Guillermo Del Toro tem uma visão diferenciada quando o assunto é lidar com obras sombrias ou com seres sobrenaturais. Mesmo carregando consigo o fantástico “O Labirinto do Fauno” (El Laberinto Del Fauno, 2006) como referência maior, o cineasta mexicano prova a cada novo projeto o seu talento de exprimir suas principais influências de maneira estilosa e eficiente. Com “A Colina Escarlate” (Crimson Peak, 2015) não é diferente, cumprindo o dever de prender a atração do espectador do início ao fim, ao mesmo tempo em que exibe um show visual.

Sinopse

A trama apresenta a escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska), que desde jovem tem tendências a ter contato com mortos. Crescida, ela se apaixona pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston) e se muda para sua sombria mansão no alto de uma colina. Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres não demora a abalar a sanidade da jovem.

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Crítica: “A Colina Escarlate” é uma homenagem de Del Toro ao terror gótico

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de novembro de 2015

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Foto: Divulgação

Não tem como negar que o cineasta Guillermo Del Toro tem uma visão diferenciada quando o assunto é lidar com obras sombrias ou com seres sobrenaturais. Mesmo carregando consigo o fantástico “O Labirinto do Fauno” (El Laberinto Del Fauno, 2006) como referência maior, o cineasta mexicano prova a cada novo projeto o seu talento de exprimir suas principais influências de maneira estilosa e eficiente. Com “A Colina Escarlate” (Crimson Peak, 2015) não é diferente, cumprindo o dever de prender a atração do espectador do início ao fim, ao mesmo tempo em que exibe um show visual.

Sinopse

A trama apresenta a escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska), que desde jovem tem tendências a ter contato com mortos. Crescida, ela se apaixona pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston) e se muda para sua sombria mansão no alto de uma colina. Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres não demora a abalar a sanidade da jovem.

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