Patrick Wilson Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Patrick Wilson

Flashback: 10 anos depois, “Watchmen: O Filme” sobrevive às críticas negativas da época do seu lançamento

Por Thiago Sampaio em Flashback

21 de Março de 2019

Foto: Divulgação

No ano de 1986, Alan Moore, em parceria com o desenhista Dave Gibbons, publicou a graphic novel que simplesmente causou uma revolução na chamada “nona arte”. Ela apresentava homens comuns, que à noite saíam para combater o crime, até que uma lei os proíbe de entrar em ação, tornando-os ilegais. “Watchmen” se tornou uma obra de grande importância para o mundo literário. A questão é que, durante anos, se cogitava a ideia de adaptar para os cinemas, mas tal feito era tido como impossível por diversos diretores e fãs.

Nomes como Terry Gilliam, Paul Greengrass e Darren Aronofsky tiveram cotados para assumir a produção, mas foi o hoje tão divisor de opiniões Zack Snyder (vindo com moral de seu projeto anterior, “300”, 2007, outra adaptação de HQ) quem teve a ousadia de assumir o fardo. E há 10 anos, o diretor dos criticados “O Homem de Aço” (2013) e “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), soube bem o que fazer com “Watchmen: O Filme” (idem, 2009): manter a fidelidade, usando os recursos audiovisuais para encher os olhos, o que na época funcionou bem.
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Crítica: James Wan salva “Aquaman” de um fracasso ao abraçar a cafonice

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de dezembro de 2018

Foto: Divulgação

Em tempos em que filmes de super-heróis são lançados a torto e direito, era uma missão bem complicada emplacar um longa sobre um ser que fala com peixes e pega carona num cavalo marinho rosa. Praticamente impossível levar à sério. A tarefa se torna ainda mais complicada em meio às adaptações para o cinema da DC Comics, marcadas pelo tom sombrio e “realista” de Zack Snyder (aqui produtor executivo). Mas o grande triunfo de “Aquaman” (idem, 2018) foi ter caído nas mãos de James Wan. Compreendendo o folclore pejorativo em torno do personagem, o longa abraça os exageros e, acertadamente, não busca transmitir o respaldo que não tem. É brega como o seu conceito e, no fim, acerta como diversão passageira. O que não impede de ser esquecível.

Na trama, filho de um humano com uma atlante, Arthur Curry (Jason Momoa) cresce com as capacidades metahumanas de seu povo. Quando seu irmão Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, subjugando os demais reinos aquáticos para que possa atacar a superfície, cabe a ele a tarefa de impedir a guerra iminente.

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Crítica: “Invocação do Mal 2” é um dos melhores do gênero

Por Thiago Sampaio em Crítica

10 de junho de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Em tempos em que o gênero terror anda desgastado, com inúmeras produções lançadas anualmente com pouco ou nenhum impacto e conteúdo, “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), de James Wan, conseguiu se sobressair com boas críticas, custando apenas U$ 20 milhões e faturando mais de U$ 300 milhões pelo mundo. A premissa não era inovadora: mais uma trama de casa mal-assombrada, sustos, exorcismos, tendo uma “história baseada em fatos reais” como pano de fundo. Porém, a condução era um diferencial, conseguindo provocar um efeito vital no espectador, ao mesmo tempo em que funcionava como produto comercial. Uma continuação era inevitável. “Invocação do Mal 2” (The Conjuring 2, 2016) chega repetindo a mesma fórmula que deu certo, mas com todos os ingredientes potencializados, garantindo muitos pulos da cadeira e um resultado ainda mais eficiente do que o anterior.

A sequência se passa sete anos após os eventos do filme anterior. A trama é baseada no caso Enfield Poltergeist, registrado no final da década de 1970 com a família Hodgson, na Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. Os protagonistas, Lorraine (vivida por Vera Farmiga) e Ed Warren (vivido por Patrick Wilson), investigadores paranormais, afirmam que viram as jovens levitarem e até testemunharam quando uma delas se desmaterializou. A garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com o corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição. Apesar dos eventos aparentemente inexplicáveis, a maior parte da mídia considera que as irmãs queriam pregar uma peça.

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Crítica: “Invocação do Mal 2” é um dos melhores do gênero

Por Thiago Sampaio em Crítica

10 de junho de 2016

Foto: Divulgação

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Em tempos em que o gênero terror anda desgastado, com inúmeras produções lançadas anualmente com pouco ou nenhum impacto e conteúdo, “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), de James Wan, conseguiu se sobressair com boas críticas, custando apenas U$ 20 milhões e faturando mais de U$ 300 milhões pelo mundo. A premissa não era inovadora: mais uma trama de casa mal-assombrada, sustos, exorcismos, tendo uma “história baseada em fatos reais” como pano de fundo. Porém, a condução era um diferencial, conseguindo provocar um efeito vital no espectador, ao mesmo tempo em que funcionava como produto comercial. Uma continuação era inevitável. “Invocação do Mal 2” (The Conjuring 2, 2016) chega repetindo a mesma fórmula que deu certo, mas com todos os ingredientes potencializados, garantindo muitos pulos da cadeira e um resultado ainda mais eficiente do que o anterior.

A sequência se passa sete anos após os eventos do filme anterior. A trama é baseada no caso Enfield Poltergeist, registrado no final da década de 1970 com a família Hodgson, na Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. Os protagonistas, Lorraine (vivida por Vera Farmiga) e Ed Warren (vivido por Patrick Wilson), investigadores paranormais, afirmam que viram as jovens levitarem e até testemunharam quando uma delas se desmaterializou. A garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com o corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição. Apesar dos eventos aparentemente inexplicáveis, a maior parte da mídia considera que as irmãs queriam pregar uma peça.

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