Sally Hawkins Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Sally Hawkins

Confira os pitacos sobre as principais categorias do Oscar 2018

Por Thiago Sampaio em Oscar

04 de Março de 2018

Acontece na noite deste domingo (4) a principal premiação do cinema, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o Oscar 2018. A cerimônia acontece no Teatro Dolby, em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Kimmel.

Como é tradição do blog Cena Cultural, deixo aqui meus dois centavos de palpites nas principais categorias, quem acredito que vai ganhar e quem, abrindo mão da imparcialidade mesmo, gostaria que levasse (afinal, todos somos humanos e temos nossas torcidas).

A cerimônia acontece à partir das 22 horas (horário de Brasília). O tapete vermelho começa um pouco mais cedo, as 20h30.

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Crítica: Belíssimo, “A Forma da Água” é a carta de amor de Guillermo del Toro ao “estranho”

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de Fevereiro de 2018

Pôster: Divulgação

Já é do conhecimento de quase todos que o diretor Guillermo del Toro tem um fascínio por monstros. Seja cercando uma criança como forma de mascarar a realidade violenta (“O Labirinto do Fauno”, 2006) ou lutando com robôs gigantes (“Círculo de Fogo”, 2013), eles existem para fomentar a fantasia. E quando algo se torna reconhecido, deixa de ser estranho. É natural. Mas para isso, é necessário um longo processo de aceitação por parte dos que julgam o diferente como um problema. E é repleto de poesia e, principalmente, coração, que o cineasta mexicano faz em “A Forma da Água” (The Shape of Water, 2017) a sua carta de amor ao “não convencional”.

A trama se passa na década de 60, em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria. A muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer).

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Crítica: Belíssimo, “A Forma da Água” é a carta de amor de Guillermo del Toro ao “estranho”

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de Fevereiro de 2018

Pôster: Divulgação

Já é do conhecimento de quase todos que o diretor Guillermo del Toro tem um fascínio por monstros. Seja cercando uma criança como forma de mascarar a realidade violenta (“O Labirinto do Fauno”, 2006) ou lutando com robôs gigantes (“Círculo de Fogo”, 2013), eles existem para fomentar a fantasia. E quando algo se torna reconhecido, deixa de ser estranho. É natural. Mas para isso, é necessário um longo processo de aceitação por parte dos que julgam o diferente como um problema. E é repleto de poesia e, principalmente, coração, que o cineasta mexicano faz em “A Forma da Água” (The Shape of Water, 2017) a sua carta de amor ao “não convencional”.

A trama se passa na década de 60, em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria. A muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer).

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