Ministério da Saúde Archives - Blog do Wanfil 
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Blog do Wanfil

por Wanderley Filho

Ministério da Saúde

General Theophilo e Dra. Mayra: críticos do governo estadual assumem secretarias federais da Segurança e da Saúde

Por Wanfil em Política

04 de dezembro de 2018

Gen. Theophilo e Dra. Mayra: principais críticos das políticas de Segurança e Saúde na gestão de Camilo Santana

O General Guilherme Theophilo, candidato ao governo estadual contra o governador reeleito Camilo Santana, foi indicado por Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça, para a Secretaria Nacional de Segurança Pública. Dra. Mayra Pinheiro, candidata ao Senado na chapa de oposição no Ceará, foi convidada pelo futuro ministro da Saúde, Henrique Mandetta, para assumir a Secretaria da Gestão do Trabalho e da Educação da Saúde.

As indicações levaram em conta o critério técnico. Ambos são reconhecidos em suas profissões e já mostraram compromisso com causas públicas. Tanto que apesar de terem disputado eleições pelo PSDB, que não apoiou oficialmente Jair Bolsonaro, foram chamados a participar do novo governo.

Naturalmente, existem implicações políticas nessas indicações. Mais que dois nomes da oposição estadual, Dra. Mayra e General Theophilo foram, nas eleições, os principais críticos da gestão Camilo Santana nas áreas da Saúde e da Segurança.

Há um constrangimento adicional por causa do afastamento da pediatra Dra. Mayra do HGF, após as eleições e depois de 15 anos. A médica acusa o governador de perseguição política.

Apesar das diferenças, consensos de ordem administrativa são perfeitamente possíveis. Todos têm um nome a zelar. O que muda são os caminhos que levam demandas do governo, deputados e prefeitos a Brasília. Não tem mais, por enquanto, o MDB de Eunício, o PT de Dilma ou o PDT de Ciro. Isso não é pouca coisa. Os novos secretários ministeriais são importantes canais de interlocução com as pastas em que atuarão, de importância fundamental no Estado.

E ainda falta definir que espaços na gestão federal terão os diretórios estaduais do PSL, representado no Ceará pelo deputado federal eleito Heitor Freire, e o PROS, do Capitão Wagner, também eleito deputado federal, partidos que apoiaram Bolsonaro desde o primeiro turno.

O eixo do poder, como era de se esperar, começou a girar.

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Ceará suplica e Ministério da Saúde libera uns trocados

Por Wanfil em Ceará

28 de Maio de 2015

Para conseguir manter a estrutura da saúde pública no Ceará, que foi ampliada nos últimos anos sem que houvesse recursos próprios suficientes, situação agravada ainda pela queda nos repasses federais, o governador Camilo Santana, do PT, e o prefeito de fortaleza, Roberto Cláudio, do Pros, foram à Brasília pedir ajuda ao ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Conseguiram R$ 25,7 milhões, que serão divididos entre o Governo do Estado, a Prefeitura de Fortaleza e mais 25 municípios do interior. Obviamente, esse montante é insuficiente. Só para efeito de comparação, se esse dinheiro fosse destinado somente para a capital, daria para bancar apenas um mês os gastos do IJF.

Política do “salve-se quem puder”
Isso não invalida o esforço do governador e do prefeito, que estão no papel de gestores. Aliás, não deveria nem ser necessário que eles fossem bater à porta da presidente Dilma e do Ministério da Saúde para pedir mais recursos. Depois das imagens de pacientes amontoados nos corredores dos hospitais do Ceará, que repercutiram nacionalmente, a ajuda tinha que ser oferecida espontaneamente.

Mas como o governo federal tem seus próprios problemas de caixa, a situação fica assim: leva alguns trocados quem perturbar mais. Isso não é planejamento, não é aliança estratégia, programa de governo, método de gestão, nada disso. É o improviso do salve-se quem puder. E é exatamente por isso, pela falta de competência e de visão das autoridades, especialmente na última década, que chegamos a esse ponto.

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Ministério da Saúde estuda orientar mulheres que desejam abortar: além de absurdo, é crime!

Por Wanfil em Brasil

06 de junho de 2012

Os apologistas do aborto sempre procuram evitar a perspectiva de uma parte fundamental nesse debate: o abortado

É incrível como alguns setores organizados da sociedade brasileira insistem em promover ações que a favor do aborto e do livre consumo (portanto, também do livre comércio) de drogas, não obstante as leis que as proíbem.

Sem contar com o apoio da opinião pública, ativistas pró-aborto e pró-drogas procuram encaminhar seus sonhos homicidas e delirantes em ações silenciosas, inserindo dispositivos malandros em projetos governamentais. O segredo, claro, é nunca chamar as coisas pelos devidos nomes e apostar na dubiedade, invertendo a lógica dos enunciados de suas propostas para preservar-lhes a essência. Dessa forma, a apologia ao consumo de drogas vira “defesa da liberdade” e o incentivo ao aborto se transforma em ato de “proteção da vida”. Tudo para “combater a hipocrisia” de quem enxerga nas drogas uma prisão tormentosa e no aborto um assassinato abjeto – afinal, o abortado indefeso morre.

Pois bem, vejam a mais nova desses humanistas, em notícia publicada no jornal Folha de São Paulo desta quarta-feira (em azul):

O Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes.

A ideia ainda está em fase de discussão interna, dentro de uma política maior de planejamento reprodutivo e combate à mortalidade materna.

Vejam como palavras podem criar armadilhas. Os defensores do aborto procuram associá-lo a um sentimento positivo. Alguém por acaso é contra a redução de riscos e de danos para qualquer coisa? Claro que não. No entanto, o que dizer dos danos e dos riscos impostos ao abortado? Essa perspectiva, evidentemente, é encoberta pelo palavreado bacana dessa turma, para que ninguém perceba que a discussão, no fundo, é sobre a melhor forma de como violar uma vida. Mas como nada é perfeito, a verdadeira intenção dos ativistas do aborto é revelada quando somos informados que a medida faz parte de uma política maior de planejamento reprodutivo. Percebem? É o incentivo ao aborto como controle de natalidade. É repugnante.  Leia mais

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Ministério da Saúde estuda orientar mulheres que desejam abortar: além de absurdo, é crime!

Por Wanfil em Brasil

06 de junho de 2012

Os apologistas do aborto sempre procuram evitar a perspectiva de uma parte fundamental nesse debate: o abortado

É incrível como alguns setores organizados da sociedade brasileira insistem em promover ações que a favor do aborto e do livre consumo (portanto, também do livre comércio) de drogas, não obstante as leis que as proíbem.

Sem contar com o apoio da opinião pública, ativistas pró-aborto e pró-drogas procuram encaminhar seus sonhos homicidas e delirantes em ações silenciosas, inserindo dispositivos malandros em projetos governamentais. O segredo, claro, é nunca chamar as coisas pelos devidos nomes e apostar na dubiedade, invertendo a lógica dos enunciados de suas propostas para preservar-lhes a essência. Dessa forma, a apologia ao consumo de drogas vira “defesa da liberdade” e o incentivo ao aborto se transforma em ato de “proteção da vida”. Tudo para “combater a hipocrisia” de quem enxerga nas drogas uma prisão tormentosa e no aborto um assassinato abjeto – afinal, o abortado indefeso morre.

Pois bem, vejam a mais nova desses humanistas, em notícia publicada no jornal Folha de São Paulo desta quarta-feira (em azul):

O Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes.

A ideia ainda está em fase de discussão interna, dentro de uma política maior de planejamento reprodutivo e combate à mortalidade materna.

Vejam como palavras podem criar armadilhas. Os defensores do aborto procuram associá-lo a um sentimento positivo. Alguém por acaso é contra a redução de riscos e de danos para qualquer coisa? Claro que não. No entanto, o que dizer dos danos e dos riscos impostos ao abortado? Essa perspectiva, evidentemente, é encoberta pelo palavreado bacana dessa turma, para que ninguém perceba que a discussão, no fundo, é sobre a melhor forma de como violar uma vida. Mas como nada é perfeito, a verdadeira intenção dos ativistas do aborto é revelada quando somos informados que a medida faz parte de uma política maior de planejamento reprodutivo. Percebem? É o incentivo ao aborto como controle de natalidade. É repugnante.  (mais…)